Crime

22 pessoas são presas por furto de combustível em Arari

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Foto: Nilson Figueiredo

Uma operação da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) conseguiu prender, nessa quarta-feira (27), 22 pessoas por conta de furto de 15 mil litros de combustível em Arari.

As investigações duraram três meses e os delegados e investigadores foram à cidade para cumprir 20 mandados de prisão, mas acabaram prendendo mais três pessoas pelo envolvimento no esquema criminoso.

De acordo com a polícia, as pessoas presas foram Antônio Carlos dos Santos Fernandes; Antônio Fernando Martins Fernandes; Rubenilson Soares dos Santos; José Raimundo de Melo Martins; Thiago de Jesus Ferreira Campelo; Antônio Roberval dos Santos; Antônio Balbino Batalha Ribeiro; Roberto Mauro Santiago Bezerra; Antônio José de Lima; João Maria Martins Costa; Ideilson Leandro Martins de Sousa; Maria das Dores da Conceição Filha; Raimunda Nonata Santos Barbosa; Francisca Sampaio Silva; Antônia Silvana Santos Martins; Antônio Silva Dias Neto; José Francisco Lopes de Oliveira; Waderson dos Santos Corrêa; Ademar Freitas Marinho; Antônio de Ribamar dos Santos Fernandes; Paulo Rogério de Abreu Silva; Maria Antônia dos Santos e Adriana dos Santos Fernandes.

Destes, até a manhã desta quinta-feira, José Raimundo de Melo Martins e Antônio Roberval dos Santos haviam sido soltos por conta do pagamento de fiança.

Todos foram encaminhados para São Luís para serem apresentados na sede da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP). A apresentação e o detalhamento da operação estão marcados para a manhã desta quinta-feira.


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Educação

Arari ocupa o 15º lugar no Ideb do Maranhão

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Divulgado na última quinta feira pelo INEP, o Ideb de Arari com 4.9, ocupa o 15º lugar entre os 2017 municípios do Maranhão, à frente da Capital São Luís e de outras cidades como Santa Inês, Bacabal, Viana, Miranda, Vitoria do Mearim, Santo Amaro e Lago da Pedra.

Houve um crescente de 8 pontos em relação à meta projetada para 2015, que é de 4.1.

Essa conquista dar-se graças uma soma de fatores e investimentos feitos pela gestão municipal e aos profissionais engajados por uma educação de qualidade, de maneira especial os professores, supervisores e Gestores, que são os protagonistas do processo ensino e aprendizagem.

Soma- se a esse fato, o investimento do poder executivo, que em meio ao período de crise e recessão que assola o país , tem trabalhado na infraestrutura das escolas, respeitando a valorização dos profissionais da educação, investindo na formação continuada dos professores da Ed Infantil ao 9º ano, na aquisição de recursos Pedagógicos, aderindo a Programas Federais como o Mais Educação, Mais Cultura e Atleta na Escola e ainda à institucionalização de Projetos Didáticos que contemplam a aquisição da leitura, escrita e comunicação oral.

Alunos da Ed Infantil assistindo a uma palestra de um profissional da saúde sobre como cultivar hábitos alimentares saudáveis em uma das aulas do Projeto ” Alimentação saudável ”

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Poder

TRF condena Rui Filho por improbidade administrativa

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Rui Filho

O Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região manteve a condenação da seção judiciária do Maranhão em desfavor do ex-prefeito de Arari, Rui Fernandes Ribeiro Filho, acusado de violar princípios da administração pública.

Na decisão,  consta  que o ex-gestor não aplicou o mínimo legal dos recursos do FUNDEB na Educação. Rui Filho deixou de aplicar, nos exercícios de 1998 e 2000, o percentual de 60% na remuneração dos profissionais do magistério.

O ex-prefeito recorreu à Brasília, após ter sido condenado em primeira instância pela Justiça do Maranhão, e a Quarta Turma do TRF da 1ª Região concedeu provimento parcial da apelação, com redução da multa para uma vez e meia a remuneração do ex-prefeito.

Resta agora saber se com essa decisão, a candidatura de Rui Filho será impugnada ou não.

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Poder

Ex-prefeitos de Arari acumulam 28 ações por improbidade administrativa

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Leão Santos Neto e Rui Filho, ex-prefeitos de Arari

Sabe o que os ex-prefeitos de Arari, Leão Santos Neto e Rui Filho têm em comum? Vários processos na Justiça por improbidade administrativa. Juntos, somam 28 ações. Todas por desvio de recursos públicos.

Os dados foram obtidos no site do Tribunal de Justiça. Tanto Leão Santos quanto Rui Filho acumulam 14 processos, movidos pelo Ministério Público e pela Prefeitura de Arari.

Mesmo com essa quantidade absurda de atos de improbidade administrativa, nenhum dos dois foi preso. Sem falar nos processos que tramitam a passos de tartaruga. A população de Arari está indignada com essa situação.

“Onde está o Ministério Público Estadual e Federal, as Polícias Civil e Federal, o Grupo de Apoio e Combate à Corrupção, que até agora não agiram em defesa da população sofrida e massacrada de Arari?
O povo precisa continuar acreditando nas instituições, e para isso, é preciso que haja acompanhamento sistemático dessas ações, para que não fiquem no esquecimento e os maus gestores impunes” questiona um trecho da denúncia.

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Rui


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Poder

Empresária de Arari é acusada de não pagar banda

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Tácita Pororoca.

Uma empresária do ramo de eventos, identificada como Tácita Pororoca, não tem honrado com os seus compromissos, segundo o vocalista da banda Swing do Will, William Beckman.

Conforme denúncias enviadas ao Blog, Tácita produz shows no município de Arari e, durante o carnaval de 2016 promoveu o Bloco Pororoca. Para animar a festa momesca contratou bandas e DJ’s maranhenses, como a Swing do Will, que tocou na segunda-feira de carnaval (8).

Ainda de acordo com os relatos, a banda cumpriu o acordo contratual e fez o seu show, porém a empresária pagou apenas a metade do valor que estava em contrato e afirmou que pagaria o restante depois de uma semana. No entanto isso não aconteceu e já se passaram 2 meses. Tácita já foi procurada várias vezes, mas não dá uma posição em relação ao pagamento da banda.

O Blog apurou que empresária é bastante conhecida em Arari como uma pessoa que não honra com os seus compromissos. Desse modo, já deixou de pagar várias pessoas, nas quais firma acordos contratuais.

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Crime

Bandidos morrem em troca tiros com a polícia em Arari

Um trio de assaltantes trocou tiros com policiais na noite dessa quinta-feira (14), no município de Arari. Dois bandidos acabaram mortos e um está, gravemente, ferido no hospital.

A polícia recebeu informação de que eles estavam em um Pálio preto cometendo assaltos pelo município. À noite, uma equipe localizou o veículo e partiu para uma abordagem, mas foi recebida a tiros. Os policiais revidaram com disparos que atingiram os três.

Um morreu no local, outro foi socorrido e o terceiro, apesar de baleado, conseguiu fugir. Na manhã de hoje (15), o foragido foi encontrado morto em uma região de matagal, no povoado Cedro, na região.

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Assaltante que sobreviveu após troca de tiros com a polícia.


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Maranhão

Destroços do avião que caiu entre Arari e São Luís são encontrados

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Encaminham-se para um fim trágico as buscas pelos advogados José do Vale Filho e Júlio César de Moraes, que estão desaparecidos desde a tarde da última terça-feira, dia 09, quando faziam um voo de ultraleve entre a cidade de Arari e São Luís.

Os destroços da aeronave onde os dois estavam foram encontrados em uma área próxima à Estiva, na entrada da capital. Ainda não se tem informações sobre os dois ocupantes.

José do Vale Filho e Júlio César voltavam de um passeio no interior do estado em um avião anfíbio, quando, por volta das quatro horas da tarde, foram surpreendidos por uma forte chuva. Por causa do temporal, eles perderam todo tipo de contato.

A ausência de comunicação alarmou familiares e amigos, que imediatamente buscaram ajuda para encontrar os dois advogados.

Buscas

Ainda não há informações sobre o paradeiro de José do Vale Filho e Júlio César (ex-agente da Polícia Federal) e nem quais motivos levaram o aparelho ao desastre.

As buscas no local estavam sendo feitas pela Aeronáutica e o Corpo de Bombeiros. O destino do avião era o aeroclube de Paço do Lumiar.

Segundo o advogado Raimundo Marques, ex-presidente da OAB-MA e sogro de José Filho, o clima entre os familiares é de apreensão, mas há uma grande expectativa quanto à sobrevivência dos dois.

José do Vale Filho havia comprado a aeronave recentemente e aproveitava os fins de semana e feriados para praticar voos no interior do estado, já que tinha autorização para atuar como piloto há 16 anos.

Ele é descendente do empresário José do Vale, que ficou famoso como empreendedor do ramo de beneficiamento de arroz na região do Pindaré e por último em construção civil em São Luís, onde constituiu a Empreendimentos Vale.

Do Imparcial


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Maranhão

Ex-prefeito de Arari é acusado de desvia de R$ 2,5 mi de convênios

Leão Santos Neto

Devido a um convênio não executado, a Promotoria de Justiça da Comarca de Arari ajuizou, em 19 de dezembro, Ação Civil Pública (ACP) por ato de improbidade administrativa, com pedido de liminar, contra o ex-prefeito Leão Santos Neto do referido município e a empresa Átila Construções LTDA., cujos proprietários são Joaquim Virgílio Guimarães Ribeiro Filho e João Marques de Araújo Neto.

Propôs a manifestação ministerial a promotora de justiça Silvia Menezes de Miranda. O município de Arari fica localizado a 162 km de São Luís.

A ACP foi motivada pelo convênio nº 1033.319/2008, celebrado entre o Município de Arari e o Governo do Estado, que previa a construção de um centro de capacitação para jovens, no valor de R$ 1.489.840,02. O estabelecimento nunca foi construído e o terreno encontra-se abandonado.

De acordo com o convênio, o Estado repassou a quantia de R$ 1.340.856,01, enquanto o Município de Arari arcou com R$ 148.984. A vencedora da licitação foi a empresa Átila Construções LTDA., que chegou a receber R$ 751.140,27 para começar a executar a obra.

O Município de Arari protocolou Representação na Promotoria de Justiça contra a empresa, informando que, após vistoria, constatou “má prestação de serviços que resultaram em grave infringência contratual”, o que culminou no rompimento do contrato firmado com a empresa. A Prefeitura de Arari ajuizou, ainda, Ação de Ressarcimento para reaver a quantia de R$ 535.387,94.

No entanto, a promotora de justiça Silvia Menezes de Miranda observou que a Prefeitura de Arari somente fiscalizou a obra e rompeu o contrato, depois de ter tomado ciência da abertura de procedimento administrativo pelo Ministério Público do Maranhão para investigar o convênio.

O MPMA também constatou que, apesar de a empresa Átila Construções não ter executado a obra, o Município ainda firmou o convênio nº 341/2009 com a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Ensino Superior e Desenvolvimento Tecnológico, no valor de R$ 1.109.979,05, visando à conclusão do centro de capacitação de jovens.

Portanto, para a edificação do estabelecimento o município celebrou convênios que somaram a quantia de R$ 2.599.819,07.

“Verificou-se a malversação de recursos públicos com grave prejuízo aos munícipes de Arari, que deixaram de gozar dos benefícios proporcionados pela construção do centro”, enfatizou a promotora de justiça, na ação.

PEDIDOS

Como medida liminar, o MPMA requer a indisponibilidade dos bens do ex-prefeito e dos empresários até atingir o valor de R$ 2.599.819,07 e que sejam determinadas as quebras dos sigilos bancários e fiscais dos réus, do período de 30 de maio de 2008 a 31 de dezembro de 2010.

Caso seja comprovado o enriquecimento ilícito, foi solicitado à Justiça que determine a perda dos bens ou valores acrescidos ao patrimônio, ressarcimento integral do dano, suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos, pagamento de multa civil de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário pelo prazo de dez anos.

Se não for comprovado o enriquecimento ilícito, foi pedido o ressarcimento integral dos danos causados, no valor de R$ 2.599.818,07, corrigido monetariamente, além do pagamento de até duas vezes o mesmo valor, a título de multa civil pelos danos causados ao patrimônio, suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos, proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário pelo prazo de cinco anos.

O MPMA requer ainda o pagamento de multa civil de até 100 vezes a remuneração recebida por Leão Santos Neto, em 2008 e 2009, quando ocupava o cargo de prefeito de Arari.


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Maranhão

Firmada TAC para regularização do abastecimento de água em Arari

Um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) foi firmado entre o Ministério Público do Maranhão e a Prefeitura de Arari, no último dia 12, para que seja regularizado o abastecimento de água no município. O documento foi assinado pela promotora Sílvia Menezes de Miranda, pelo prefeito Djalma de Melo Machado e pelo diretor do Serviço Autônomo de Água e Esgotos, Júlio Pereira de Souza Filho.

O TAC prevê prazo de quatro meses para que o Município elabore um plano de ampliação do sistema de abastecimento. A execução do projeto deverá ser concluída em até seis meses. Também deverá ser providenciada a instalação de hidrômetros nas unidades consumidoras de toda a cidade.

Outro compromisso assumido pelo Município foi o de não reajustar as tarifas de água e esgoto enquanto não for efetivada a ampliação do sistema de abastecimento de água de Arari.


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Política

Ex-prefeito de Arari é acionado na Justiça por improbidade administrativa

leao-nega-300x237O Ministério Público Estadual ajuizou, na última sexta-feira, 25, Ação Civil Pública por improbidade administrativa em desfavor de Leão dos Santos Neto, ex-prefeito de Arari. O ex-gestor teve as contas do exercício financeiro de 2007 desaprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) devido a várias irregularidades, que causaram prejuízo ao erário e atentaram contra princípios da administração pública.

O TCE verificou vícios de legalidade nas prestações de contas dos Fundos Municipal de Saúde, de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e dos Gestores da Administração Direta.

Segundo a promotora de justiça Silvia Menezes de Miranda, autora da ação, entre as irregularidades cometidas na gestão de Leão dos Santos Neto destacam-se, sobretudo, as relacionadas aos processos licitatórios e a ausência de descontos do Imposto de Renda dos servidores e de contratos do município.

Na Ação Civil, o Ministério Público requer da Justiça que o ex-prefeito seja obrigado a fazer o ressarcimento integral dos danos no valor de R$ 17.130,43, a ser corrigido monetariamente. Também foram requeridas a suspensão dos direitos políticos do ex-gestor pelo prazo de cinco a oito anos, proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais e o pagamento de multa civil de até 100 vezes a remuneração percebida em 2007 pelo Prefeito de Arari.


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