Maranhão

Qual motivo a Seccional OAB/MA nega-se a emitir nota sobre morte do blogueiro Décio Sá?

Muito estranho até o momento a atitude ou postura tomada pelo presidente da Seccional OAB/MA, Mário Macieira, em se calar e principalmente não emitir nota de pesar sobre a execução ocorrida com o jornalista e blogueiro Décio Sá, em plena Avenida Litorânea em São Luís.

O presidente da OAB/MA, Mário Macieira e a vice-presidente, Valéria Lauande

O presidente da OAB/MA, Mário Macieira e a vice-presidente, Valéria Lauande

Macieira, em casos menos escabrosos, sempre se mostra presente. Então, será por qual motivo o levou a trancafiar a assessoria de comunicação da OAB em emitir nota neste crime bárbaro e hediondo? É fácil!

A sua relação com o jornalista sempre foi conturbada pelas matérias publicadas no blog (reveja), além disto, houve varias denúncias de desvio de conduta na gestão do nobre presidente da OAB (reveja).

Seria este o único motivo de Mário Macieira impedir uma simples e lamentosa nota de pesar ao jornalista. Acredito que não!

Como é do conhecimento de toda classe politica e principalmente jurídica, a forma como vêm agindo a vice-presidente da OAB-MA, Valéria Lauande, a frente do cargo que até então ocupa.

Lauande que se acha acima da lei, em duas sessões do Conselho Seccional, após a morte do jornalista, teria vetado a participação da OAB em fazer o seu papel de defender a justiça social como entidade máxima de representação dos advogados e responsável pela ordem jurídica do Estado democrático de direito.

Ao que parece, o presidente Mário Macieira, e sua vice Valéria Lauande, utilizam os cargos que hoje mantém, para fins pessoais jogando a Seccional da OBA/MA, na vala comum das entidades sem credibilidade.


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Poder

"Era como irmão pra mim. Amava ele", diz Ricardo Murad sobre o jornalista Décio Sá

O secretário de Saúde e deputado licenciado, Ricardo Murad (PMDB), externou seu sentimento sobre o covarde assassinato ocorrido com o jornalista/blogueiro Décio Sá, na noite da última segunda-feira, 23, na avenida Litorânea, em São Luís.

Murad, que sempre manteve uma forte ligação amigável com o jornalista, desta vez usou sua pagina de relacionamento, Facebook, e rasgou vários elogios chegando a citar sobre sua relação com o jornalista. “Era como irmão pra mim. Eu amava ele, o seu jeito desprendido, camarada. Eu era um déciomaníaco”, disse o secretário.

Leia abaixo o comentário feito por Ricardo Murad:


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Mundo

Jornal Argentino mostra caso de pistolagem que vitimou Décio Sá

O Clarín é um dos grandes jornais impressos, que também mantém um portal de notícias na Argentina, mostrou o caso de pistolagem que ocorrem no Maranhão. Há exemplo disso: o recente caso que vitimou o jornalista/blogueiro Décio Sá, na noite da última segunda-feira, 23, na Avenida Litorânea, em São Luís, quando um homem se aproximou e disparou seis vezes, acertando 3 tiros na cabeça e dois nas costas.

Hoje, a morte do jornalista é encarada pela sociedade e governo do Estado, a quem ele sempre serviu, como uma grande afronta a liberdade da imprensa e também ao grupo Sarney.

O que podemos observar não só na morte brutal do jornalista, como também nos inúmeros casos de execuções não só em São Luís, mas em todo o Maranhão. Leia abaixo a reportagem do Jornal argentino de grande repercussão:


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Maranhão

Movimento Amigos e Leitores do Décio Sá

Décio Sá

Décio Sá

O assassinato brutal e covarde que vitimou o jornalista Décio Sá, teve repercussão nacional e internacional.

Do Jornal Nacional ao New York Time, veículos poderosos de comunicação, uma constatação uníssona: “O assassinato do jornalista Décio Sá é um ataque frontal à imprensa livre e ao estado democrático de direito”.

O Movimento “AMIGOS E LEITORES DE DÉCIO SÁ” que será realizado no próximo dia, 01, de maio, quer tornar visível primeiramente para a nossa gente e para os nossos governantes, a nossa indignação e o nosso clamor por JUSTIÇA e PAZ.

A impunidade e a banalização da vida humana são combustíveis que alimentam anacronismos próprios da barbárie tais como a pistolagem e os crimes por encomenda.

O Governo do Estado do Maranhão e todas as demais instâncias de poder da nossa sociedade têm a OBRIGAÇÃO de responderem com rapidez, eficiência e de modo absolutamente justo e rigoroso, não ao mundo que ora volve os seus olhares atentos e inquiridores para nós. NÁO! Primeiramente é preciso que se responda prontamente para a nossa gente.

1 tiro apenas de uma pistola ponto 40 – arma de uso exclusivo das forças armadas, fato que por si só já exige inúmeras explicações – seria o suficiente para por fim à vida de uma pessoa humana. Os 6 tiros que foram disparados contra o corpo do jornalista Décio Sá precisam ser compreendidos na sua simbologia mais ampla.

Justiça, Comunicação e Segurança como pilares da Democracia, Cidadania e Paz. Cada uma dessas instâncias foi alvejada juntamente com Décio Sá. O corpo de um homem tombou. O corpo da nossa sociedade foi igualmente ferido de morte.

Assim, se você quer somar conosco nesse “Grito Ludovicense por Justiça e Paz”, esteja conosco a partir das 9:30 da manhã na Avenida Litorânea em frente ao parquinho. Pretendemos realizar uma grande passeata que culminará com uma grande CELEBRAÇÃO ESPIRITUAL CAMPAL ECUMÊNICA.

Venha vestido de branco e calçado com tênis para caminhada. JUNTOS É QUE SOMOS FORTES E É POR ISSO QUE CONTAMOS COM VOCÊ!


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Poder

Deputada faz apelo para combate ao crime de pistolagem no MA

Faltando um mês para completar 15 anos da morte do delegado Stênio Mendonça, a deputada Eliziane Gama (PPS) fez um apelo na tribuna da Assembleia Legislativa, na manhã desta quarta-feira (25), para o combate ao crime de pistolagem no Maranhão. Ela citou a morte do jornalista Décio Sá, ocorrida na noite da ultima segunda-feira (23) e também o assassinato de um personal trainer, na terça-ferça (24).

“No meu entendimento é histórico e cada ano precisamos realmente ter um olhar diferenciado no que foi a morte do delegado Stênio Mendonça, vítima da pistolagem e do crime organizado no Estado. No dia 25 de maio de 1997, o delegado foi assassinado com dois tiros na cabeça na Avenida Litorânea. Tivemos anteontem a morte do colega, jornalista Décio Sá, e ontem o assassinato de um personal trainer, numa demonstração clara, que de 1997 pra cá, a pistolagem ainda é uma situação viva neste Estado”, comentou.

Segundo a deputada, existem inúmeras pessoas que estão incluídas no Programa de Proteção às Vítimas e Testemunhas de Violência no Estado do Maranhão (Provita) e também da lista de cerca de 70 pessoas que precisam de proteção e não foram colocadas no programa por falta de recurso suficiente.

“Temos uma lista de pessoas que precisariam ser protegidas pelo Provita, mas que não têm a devida proteção, porque esse programa é um programa que não tem recursos suficientes para a proteção em nosso Estado”, destacou.

Eliziane fez um apelo para que haja atenção especial do Poder Legislativo para este problema e pediu a Assembleia Legislativa que encaminhe requerimento a Secretaria Estadual de Segurança Pública pedindo proteção e segurança para a Promotora de Justiça, Lítia Cavalcanti, uma mulher que combate o crime organizado no Maranhão.

“Lítia Cavalcanti é uma mulher que tem combatido de uma forma veemente e determinada o crime e a máfia neste Estado. Ela tem sido uma mulher combatível e determinada, por isso precisa de proteção. Que fique registrado nos anais desta Casa, que estamos preocupados com a segurança dessa promotora”, enfatizou.


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Crime

A fuga do executor do blogueiro Décio Sá

Blog do Gilberto Leda

Décio Sá foi executado na Litorânea

Décio Sá foi executado na Litorânea

A policia do Maranhão já sabe todos os passos dados pelo executor do jornalista e blogueiro Décio Sá logo após o crime, na noite da última segunda-feira (23).

Segundo o que já foi levantado pelos homens da Secretaria de Segurança, assim que matou Décio, o pistoleiro saiu andando do Bsr Estrela do Mar. Montou na moto que o esperava do outro lado da avenida e saiu com um comparsa em direção ao parquinho da Litorânea.

Antes de chegar à barreira eletrônica, nas proximidades da associação do IPEM, o executor desceu da motocicleta e o piloto seguiu viagem. De acordo com os investigadores, essa seria uma forma de despistar a policia, que caçava dois homens (e não um) em uma moto.

O assassino subiu um morro perto da barreira e foi surpreendido pela presença de um grupo de evangélicos, emm retiro. Foi quando assustou-se e acabou deixando cair o pente da pistola .040 que usou no crime.

Após cruzar um pequeno matagal, o executor encontrou outro comparsa, que o agurdava em um veículo em frente a dois prédios residenciais. São as imagens do circuito de TV desses edifícios que podem revelar a identidade do matador.

Mas ele ainda não foi identificado.


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Maranhão

Muito mais que “um rapaz latino-americano”

Jornalista Décio Sá

Jornalista Décio Sá

Por Fábio Câmara

Esses versos cantados por Belchior foram usados pelo meu amigo, irmão e compadre, DÉCIO SÁ, para descreverem de modo bastante resumido o seu próprio perfil no blog mais acessado do maranhão.

O nosso Estado e a nossa Cidade se habituou a ver as BOMBÁSTICAS NOTÍCIAS e as contundentes revelações que, diariamente eram apresentadas com profissionalismo, fundamentação e coragem por ele que foi, seguramente, o melhor e o maior repórter investigativo maranhense – DÉCIO SÁ.

O nosso Maranhão e a nossa São Luís amanheceram hoje, um pouco mais desprovidos de visão e de voz.

Na noite de anteontem – 23 de abril, PISTOLEIROS FRIOS E CRUÉIS, calaram uma voz que sempre bradou em nome da verdade e da justiça; EXCUTORES E MANDANTES COVARDES fizeram fechar os olhos de quem enxergava, como ninguém, o que alguém de conduta escusa se esforçava para manter longe das vistas de quase todos.

MATARAM DÉCIO SÁ! PORÉM, JAMAIS FINALIZARÃO A SUA LUTA!

Escrever essas palavras nessa manhã está sendo extremamente difícil para mim. Décio era muito mais que um amigo. Décio foi um irmão que eu perdi e a dor da perda é muito grande.

Eram 22:22h. quando o meu telefone tocou. Era meu compadre Décio me convidando para comermos juntos uma caranguejada na Litorânea. Prontamente aceitei e fui vestir-me para, em seguida, ir ao seu encontro.

Poucos minutos após, um amigo comum me liga dizendo que algo estranho havia acontecido. Enquanto esse amigo comum falava com Décio ao celular, alguns estampidos foram ouvidos e a ligação cessou. A retomada do contato não se restabeleceu e, daí em diante, um temor do pior e uma tristeza motivada pelo medo do pior se apossou de mim.

E foi com profundo pesar que rumei o mais rápido possível para a Litorânea para ali encontrar o meu irmão morto.

ASSASSINADO num crime de encomenda, Décio foi vítima de uma realidade que ele mesmo combatia no exercício corajoso da profissão abraçada com paixão.

Uma esposa grávida e uma filha pequena constituem a 1ª família diretamente afetada. Uma 2ª família, porém, foi diretamente ferida de morte.

Toda a livre imprensa maranhense e ludovicense estão hoje de luto e sob ameaça. A segurança institucional do nosso Estado precisa dar uma resposta imediata e contundente a essa prática tão retrógrada quanto execrável.

A coragem de Décio precisa encontrar eco na nossa sociedade e se multiplicar.

Toda a nossa população; toda a imprensa maranhense e todas as autoridades constituídas precisam se irmanar somando esforços para chegarmos aos mandantes e aos executores desse crime bárbaro.

VAMOS USAR O PRÓPRIO BLOG DO DÉCIO E TODOS OS BLOGS DO ESTADO PARA COBRARMOS OS RESULTADOS NECESSÁRIOS.

VÁ EM PAZ, DÉCIO SÁ, MEU IRMÃO! NÓS, POR AQUI, CONTINUAREMOS A SUA GUERRA…


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Crime

Associação Maranhense de Imprensa divulga nota de pesar sobre a morte do jornalista Décio Sá

Em nota encaminhada na manhã desta quarta-feira, 25, a Associação Maranhense de Imprensa lamenta e classifica como “brital” o assassinato ocorrido na noite de segunda-feira, 23, do jornalista/blogueiro Décio Sá. Leia abaixo a nota:

Nota de Solidariedade

Décio Sá (O Estado do Maranhão)

Décio Sá (O Estado do Maranhão)

A Associação Maranhense de Imprensa (A.M.I.) lamenta profundamente o assassinato brutal e covarde do jornalista Décio Sá, ocorrido na noite da última segunda-feira, 23, em São Luís.

A execução de um jornalista configura-se como um dos mais bárbaros atentados contra a liberdade de expressão e contra o Estado Democrático de Direito Brasileiro.

Décio Sá era um dos mais combativos e destemidos jornalistas maranhenses, buscando sempre trazer à luz o que alguns tentavam manter sob o manto da escuridão.

Ao mesmo tempo que se solidariza com os colegas, amigos e familiares de Décio Sá, a A.M.I. exige do poder público em todas as esferas uma rápida elucidação do crime que tem caráter evidente de execução por pistolagem.

São Luís (MA), 25 de Abril de 2012

A Diretoria


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Maranhão

Ameaças eram constantes na vida de Décio Sá, dizem amigos do jornalista

Do Uol Notícias

Jornalista blogueiro Décio Sá foi executato na Avenida Litorânea

Jornalista blogueiro Décio Sá foi executato na Avenida Litorânea

Amigos do jornalista Décio Sá, morto a tiros na noite desta segunda-feira (23) em São Luís, disseram que as ameaças eram constantes na vida da vítima. O jornalista estava jantando sozinho em um restaurante da avenida Litorânea, em São Luís, quando um homem  se aproximou e disparou seis vezes, acertando quatro tiros na cabeça e dois nas costas.Ele morreu no local.

Décio Sá trabalhava no jornal “O Estado do Maranhão” –pertencente à família Sarney– e escrevia em um blog famoso por informações de bastidores da política no Maranhão. Ele também trabalhou no jornal “O Imparcial” e chegou a ser correspondente da “Folha de S.Paulo” no final dos anos 90. O jornalista deixa mulher e um filho de 8 anos. O blogueiro Luís Cardoso informou ao UOL que Décio não havia relatado nenhuma ameaça específica nos últimos dias.

“Que eu saiba, não existia uma ameaça específica. Mas as ameaças são diversas. Nossa vida aqui é assim: de vez em quando tem que ir à polícia informar algum caso. Só ele saberia dizer se houve alguma ameaça mais virulenta, pois ele não comentou comigo. Mas esse tipo de jornalismo incomoda, e ele deveria estar incomodando alguém. Não creio ser uma coisa recente. O crime organizado, que ele denunciava, planeja e estuda para cometer o crime”, disse.

O blogueiro contou que esperava por Décio em um outro restaurante, quando soube da notícia. “Décio falava ao telefone com o vice-prefeito da cidade Barra do Corda [Aristides Milhomem], que ouviu o barulho dos tiros e ficou gritando pelo nome de Décio. O vice-prefeito me ligou para dizer o fato, e eu então telefonei para o celular de Décio, que não atendeu. Em seguida, o Fábio Câmara [pré-candidato a vereador de São Luís e amigo do jornalista], que estava com ele, me ligou para dizer. Foi terrível.”

O presidente do Sindicato dos Jornalistas do Maranhão, Leonardo Monteiro, confirmou que Décio relatava constantemente ameaças e disse que costumava dar conselhos ao blogueiro. “Eu sempre dizia a ele que tivesse cuidado, não se expusesse. Ele tinha um blog muito reconhecido aqui no Estado, e que fazia muitas denúncias”, disse.

Segundo ele, a categoria vai cobrar providências rápidas às autoridades. “A única que se pode fazer nessa altura e se solidarizar com família e a sociedade, e pedir uma análise sobre esse crescimento da criminalidade. O fato aconteceu, o estrago está feito. Temos que chorar e reclamar providências, pois o Brasil tem uma legislação maluca, onde um assassino se apresenta à polícia, após o flagrante, e fica anos em liberdade esperando julgamento”, afirmou.


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Crime

Presos 4 suspeitos do assassinato do jornalista Décio Sá; um é policial

 Décio Sá

Décio Sá

O Imparcial

Às 14 horas desta terça-feira (24), a Polícia Rodoviária Federal, ao receber uma denúncia do 190M sobre uma moto que havia sido furtada, dirigiu-se a um desvio que fica por trás do Posto de Pedrinhas, no km 14 da BR 135, utilizado por pessoas que evitam passar por fiscalização.

Um veículo Corsa Classic, cor branca, placa de São Luis do Maranhão, com película fumê, com a aproximação da viatura, fez uma manobra brusca, o que levou os policiais a abordarem o veículo.

Nele estavam quatro homens, sendo um deles policial militar reformado, portando uma pistola PT 940, calibre .40, com 20 munições, numeração SCW35191, sem registro, além de R$ 2.446 em dinheiro. A ocorrência está sendo encaminhada para o 12º Distrito Policial, no bairro do Maracanã.

Eles foram levados para serem interrogados. As características dos objetos portados por eles levam à linha de investigação da morte do jornalista Décio Sá, ocorrida na noite da última segunda-feira(23), na litorânia.

Os possíveis suspeitos carregavam uma pistola calibre .40, mesmo calibre da arma que executou o jornalista. Além disso, os homens portavam uma alta quantia em dinheiro, que possivelmente poderia ter sido o pagamento para o crime, que teria sido encomendado.


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