Poder

Presidente da Associação de Imprensa quer Polícia Federal na investigação da morte de Décio Sá

Maurício Azevedo

Maurício Azevedo

Sabemos que todos os dias são assassinados injustamente pessoas de bem, a exemplo disto, o jornalista/blogueiro Décio Sá, vitima de pistolagem na última segunda-feira, 23, em plena Avenida Litorânea, em São Luís

Hoje, me deparo com a ótima notícia dada pelo jornalista Marco D’Éca, de que o presidente da Associação Brasileira de Imprensa, jornalista Maurício Azedo, encaminhou o presidente Dilma Rousseff e ao ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, pedindo acompanhamento da Polícia Federal, no caso da morte do Décio Sá.

De fato, a PF já se faz presente nas investigações, porém, não chega á 30%. A iniciativa em levar o pedido para Dilma Rousseff, é que o crime não fique impune no qual a sociedade em modo geral, tenha respostas concretas imediatas de quem cometeu e de quem ordenou a execução dessa barbaridade.

Cabe agora, ao secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes, da respostas imediatas a sociedade que cobra veemente do poder publico a elucidação não só deste, como de vários casos que até então, ficam impunes perante os olhos da população maranhense.


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Poder

Obras de pavimentação no Parque Vitória são inauguradas

Gil Cutrim agradeceu o apoio do Governo do Estado.

Gil Cutrim agradeceu o apoio do Governo do Estado.

Em solenidade realizada neste último sábado (28), o prefeito Gil Cutrim (PMDB) e o secretário-chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Luis Fernando Silva, inauguraram obras de asfaltamento e urbanização de 16 ruas do Parque Vitória, bairro localizado no município de São José de Ribamar.

Fruto de um convênio celebrado entre a Prefeitura e o Governo do Estado, o serviço no Parque Vitória consistiu na pavimentação e urbanização (colocação de meio-fio, sarjeta e iluminação pública) das Vias Coletoras 210, 211, 212, 213, 214, 215, 216, 217, 218, 219, 220,309, 310, 311, 312, 313 e 314. Juntas, estas ruas perfazem um trajeto, de aproximadamente três quilômetros, localizado dentro do perímetro urbano do bairro.

As obras no Parque Vitória fazem parte das ações do programa municipal de pavimentação de ruas e avenidas de São José de Ribamar. Somente no ano passado, mais de 70 novas vias de diversos bairros da cidade foram asfaltadas pela Prefeitura.

“A pavimentação destas ruas só ratifica o compromisso do prefeito Gil com os moradores do Parque Vitória. Hoje, nós temos saúde, educação e infra-estrutura de qualidade”, avaliou Edivaldo Santos, o Baiano, liderança comunitária do bairro.

Ruas do Parque Vitória foram pavimentadas pela Prefeitura ribamarense.

Ruas do Parque Vitória foram pavimentadas pela Prefeitura ribamarense.

Representando a governadora Roseana Sarney no ato, Luis Fernando elogiou, mais uma vez, a administração Gil Cutrim.“Diversas obras vem sendo realizadas em São José de Ribamar. Isso mostra que o prefeito Gil está fazendo uma bela administração, trabalhando incessantemente para melhorar a qualidade de vida dos ribamarenses”, afirmou o secretário.

Gil Cutrim agradeceu ao apoio do Governo do Estado e ratificou o compromisso de continuar levando asfaltamento a todas as regiões do município. “Com o apoio do Governo, a Prefeitura prosseguirá com suas ações, levando pavimentação para cada região do município e construindo uma São José de Ribamar cada vez melhor e mais desenvolvida”, disse.

Também participaram da inauguração o secretário estadual de Articulação Política, Hildo Rocha; o deputado federal Pinto da Itamaraty (PSDB); os vereadores Nonato Lima (PP), Marlene Monroe (PTB), Lázaro (PV) e Elisabeth Malheiros (PV); além de várias lideranças comunitárias do município.


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Poder

Afinal, quem é Antônio Pedrosa?

Pedrosa: o covarde e deprovável

Pedrosa: deplorável e covarde.

O motivo eu sei, só que não entendo até onde a corda esticará quando o assunto se chama “Pedrosa”. A quem podemos classificar de crocodilo ou jacaré?

Na semana passada, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB maranhense, advogado Luís Antônio Pedrosa, mostrou o seu lado covarde e medroso. Ele que nunca se pronunciou ou mesmo revidou as denúncias proferidas pelo jornalista/blogueiro Décio Sá, morto na última segunda-feira, 23, na Litorânea (reveja), contra a gestão do presidente da Seccional OAB/MA, Mário Macieira.

No entanto, Pedrosa é classificado como covarde, deplorável e medroso. Afinal de contas, ele que fez referência ao jornalismo de Décio Sá, a um “gorila”, em artigo postado no seu blog, que por sinal escreve pessimamente (veja).

De acordo com o texto que diz “Não derramei lágrimas de crocodilo no velório, no qual não aceitaria confortavelmente comparecer. Sempre discordei dessa linha de jornalismo, que, no Estado, é composta por um pequeno número de gorilas diplomados”, menção essa feita por Pedrosa, que atraiu criticas de seus próprios colegas e de alguns conselheiros que fazem parte da OAB/MA.

O ridículo não é a falta de respeito com a família do falecido jornalista, mas, com sua própria imagem, que lhe remete não a um crocodilo, réptil com força na presa, mas a um simples e pequeno filhote de jacaré.


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Maranhão

Vandalismo deixa mais de 30 mil pessoas sem energia elétrica em Aldeias Altas

Na última sexta-feira, dia 27 de abril, o município de Aldeias Altas, incluindo as zonas rurais de Codó e Caxias, tiveram o fornecimento de energia interrompido entre as 21:50h de sexta-feira e 05:12h do sábado, dia 28, por conta de um ato de vandalismo verificado no Povoado Baixão do Albuquerque a 21 quilômetros de Caxias.

De acordo com informações, por volta das 04:00 horas em um matagal, encontraram sobre as três fases da rede de energia um arame com peças de metal amarradas nas extremidades que foi jogado por vândalos intencionalmente. Após a retirada do arame a energia foi restabelecida.

No entanto, foi constatato o ato de pessoas não autorizadas na rede de energia elétrica como causador da interrupção do fornecimento de energia, que chegou a comprometer o funcionamento de hospitais, delegacias, comércio, bancos, farmácias e órgãos de prestação de serviços públicos e das cidade atingidas.

Os atos de vandalismo são muito comuns e vão de furto de cabos, lançamento sobre a rede elétrica de arames, correntes ou mesmo ateamento de fogo em matagais próximos à rede elétrica.


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Poder

Décio Sá

Por Joaquim Nagib Haickel

Confesso que não sei por onde começar esse texto. Não sei o que dizer, ou melhor, não sei o que dizer primeiro. Em verdade nem sei se quero dizer alguma coisa neste momento. Não me sinto distanciado o suficiente dos fatos e poderia acabar por dizer coisas que possam não traduzir verdadeiramente os sentimentos que tomaram conta de mim desde que recebi o telefonema do jornalista Zeca Soares dando conta do assassinato de nosso amigo, Décio Sá.

Estava fora de São Luis. Trabalhava no documentário que venho fazendo já algum tempo sobre o padre Antonio Vieira. Acordei como faço sempre às seis da manhã e vi a ligação. Achei que algo muito sério havia acontecido. Retornei pra Zeca que me deu a notícia absurda de forma acachapante. Não acreditei no que estava ouvindo. Parecia que estava sonhando. Mas não era sonho. Depois que acabei de falar com Zeca, apareceram algumas mensagens de texto em meu celular dizendo a mesma coisa: “Décio Sá foi assassinado”.

No apartamento em que eu estava hospedado não conseguia acessar a internet e saí imediatamente em busca de sinal para saber mais detalhes. A história estava em todos os sites e blogs. Li tudo o que foi publicado sobre o assunto. Li o que Décio havia publicado em seu blog nos últimos dias. Li o que havia sido publicado em todos os blogs de nossa cidade nos dias que antecederam aquele covarde assassinato e garanto-lhes que quem fizer o que eu fiz tenderá a acreditar que, aparentemente, no próprio blog de Décio se encontram as pistas para a solução de seu ultrajante assassinato, mas é a policia quem deve apurar este caso, prender o assassino e seus cúmplices e a justiça quem deve julgar não só o assassino mas principalmente o mandante, devendo essas instituições fazer isso de forma urgente e indubitável, sob pena de se perder para o banditismo, o controle de nossa sociedade.

Mas como já disse antes, não gostaria de falar disso agora, não quero falar do crime. Gostaria de falar de Décio Sá, do jornalista, do amigo, sobre o que conhecia dele, de minha amizade com ele, de seu trabalho, de sua importância no panorama jornalístico do Maranhão.

Conhecia Décio desde que ele começou a trabalhar cobrindo os trabalhos da Assembleia Legislativa, onde eu era deputado. Naquela época ele e Marco D’éça formavam uma espécie de dupla dinâmica do novo jornalismo político de nosso Estado. Com Walter Rodrigues (já falecido), Lourival Bogéa, Roberto Kenard, Luis Cardoso, e alguns poucos outros, eles compunham um grupo de interlocutores privilegiados do setor ao qual se dedicavam.

Com o advento da internet e a possibilidade dos blogs, alguns jornalistas de jornais diários, em papel, passaram a ter seus espaços no jornalismo virtual, canal de comunicação mais direta e mais efetiva entre eles e seus leitores, sem ter como intermediário, um jornal, um patrão. Isso transformou alguns jornalistas em estrelas tão brilhantes quanto os personagens de quem eles davam notícias. Décio em pouco tempo passou a ser o blogueiro mais lido de nosso Estado.

O estilo literário não era o aspecto mais forte de seu jornalismo. Muitas vezes disse isso a ele, ao que me respondia que a rapidez da notícia prejudicava seu texto. Clique aqui e continue lendo.


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Poder

A sangue frio…

Por Matheus Pichonelli – da Carta Capital

O ar-condicionado do plenário Nagib Haickel não arrefecia a tensão entre os deputados maranhenses reunidos na sessão de quarta-feira 25. Dedos em riste, levavam para a sala climatizada a temperatura de uma manhã quente e abafada, típica do outono em São Luis. O motivo era a votação de um projeto para batizar uma avenida da cidade com o nome de Jackson Lago, o ex-governador morto no ano passado e que durante anos combateu a família Sarney – um projeto que em qualquer outra parte do mundo seria tema para vereadores, e não deputados.

A aprovação da homenagem seria uma afronta ao padroeiro, representado ali pela base aliada da filha, a governadora Roseana (PMDB), e pelas palavras de sua lavra cravadas na parede frontal do plenário: “Não há democracia sem Parlamento livre – José Sarney”.

Não parecia o mesmo plenário que, um dia antes, levou praticamente toda a Assembleia Legislativa do Maranhão a vociferar contra o ato de barbárie cometido contra Décio Sá, o blogueiro mais conhecido do Maranhão – e, até a noite de segunda-feira 23, um jornalista praticamente intocável.

O crime acontece exatos 15 anos após a morte de um delegado, Stênio Mendonça, que chocou a população maranhense e deu início à CPI do Crime Organizado – e anos depois resultou em prisões e na cassação de deputados maranhenses. Pura ironia: foi durante a cobertura da CPI que Décio e outros jornalistas da mesma geração, formados na metade dos anos 1990 na Universidade Federal do Maranhão, consolidaram o nome da mídia local.

A indignação dos deputados deu espaço, no dia seguinte, à acalorada discussão sobre o nome da avenida. Aquela bolha de ar climatizado a tapear a alta temperatura afora era só o primeiro sinal do descompasso entre a realidade e a política da região.

Uma volta de dez minutos por São Luis é suficiente para perceber que havia assuntos mais urgentes a serem discutidas no plenário: da saída do aeroporto até a avenida Litorânea, onde o jornalista foi alvejado, o índice de desenvolvimento humano oscila como se o veículo circulasse entre o Sudão e a Suécia em poucos minutos.

Fora do belo prédio espelhado da Assembleia, a preocupação não era com os nomes a serem colocados na avenida: em pleno 2012, o estado volta agora a ser aterrorizado por grupos de extermínio profissionais – que, nas palavras do deputado estadual Bira do Pindaré, da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia, encontraram na região um terreno fértil para a pistolagem em razão da falta de policiamento e da impunidade.

O estado emprega um policial para cada grupo de 800 habitantes (a média brasileira é de um para 300). O último concurso público para policiais, lembra o deputado, foi realizado há mais de cinco anos (o próximo edital deve sair ainda neste ano, segundo a Secretaria da Segurança Pública).

No campo, onde a atuação policial é ainda mais limitada, a situação chega a ser assustadora: nas contas da Comissão Pastoral da Terra, nada menos do que 85 pessoas estão hoje ameaçadas de morte em razão de conflitos agrários em 29 municípios. No estado, 121 pessoas foram assassinadas desde 1985. Até hoje, apenas dois casos foram julgados, e nenhum dos mandantes está preso.

Crimes por encomenda. O caso de Décio se somou a uma série de assassinatos ocorridos desde outubro do ano passado. Naquele mês, um empresário foi morto por reagir a uma tentativa de grilagem de um terreno de sua propriedade numa das áreas mais valorizadas de São Luis. Com um tiro na nuca, foi encontrado enterrado numa cova rasa aberta em seu próprio terreno.

Pouco depois, dois irmãos, empresários de um grupo petroquímico, foram mortos por um motoqueiro que fugiu. Cerca de 15 dias atrás, um suposto traficante conhecido como Rato 8 (em referência aos oito assassinados dos quais era suspeito) morreu numa emboscada montada por homens armados dentro de um carro a cortar a mesma avenida onde Décio seria alvejado.

Outro crime da série foi registrado no município de Buriticupu, onde o líder rural Raimundo Borges foi morto com cinco tiros disparados por um motoqueiro. Em nenhum caso os mandantes ou executores foram presos, embora a polícia garanta que as investigações estejam avançando.

“Isso virou uma prática comum. Agora todos se deram conta da situação porque aconteceu com o Décio, uma pessoa conhecida da cidade”, afirma Diogo Cabral, advogado da CPT e secretário da Comissão de Direitos Humanos da seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil.

Dessa vez os tiros acertaram um aliado do grupo que se reveza no poder do estado há pelo menos 40 anos. Décio Sá era notadamente um jornalista alinhado com a família Sarney – à boca pequena, colegas contam que ele era o único jornalista do estado a ter acesso à área VIP de Roseana Sarney na Sapucaí durante o desfile em homenagem a São Luis feito pela escola samba Beija-Flor.

Ex-correspondente da Folha de S.Paulo e depois colunista de O Estado do Maranhão, o diário da família Sarney, Décio colecionava inimigos devido à exposição de uma certa incontinência verbal em seu blog, um dos primeiros do estado. Por causa dele, transformou-se em persona non grata em muitos círculos – que, no Maranhão, se agrupam de forma bem delineada entre os amigos e inimigos dos Sarney.

No ano passado, não ousava aparecer na Assembleia Legislativa, onde policiais em greve acampavam como protesto. De sua trincheira, Décio emendava petardos em direção aos grevistas, que podiam ver o diabo na frente, mas não o blogueiro. Da mesma forma, evitou acompanhar o resultado da eleição para governador em 2006, quando Jackson Lago foi eleito. Do lado de fora do Tribunal Regional Eleitoral, cabos eleitorais prometiam uma surra no blogueiro caso aparecesse.

O jornalista Wilson Lima, repórter do portal iG e ex-correspondente de diversos veículos no Maranhão, conta que Décio era personagem até de charges publicadas nos jornais locais. Tudo por conta de seu perfil perfil “folclórico”. Numa delas, era retratado como um “homem-bomba” – um de seus bordões, ao fechar uma apuração, era que iria “detonar” determinado alvo.

Recentemente, Décio comprou briga até com os ex-colegas da Folha, atuando, segundo relato do próprio jornal, para derrubar a pauta dos repórteres que desembarcavam na capital maranhense em busca de noticias contra a família Sarney.

Em seis anos, se aproximou como pode do clã, mas colecionou inimizades pontuais a cada novo post. Nesse tempo, ele comprou briga até com cego que não era cego – quando revelou que um funcionário do Tribunal de Justiça havia passado em concurso na cota de deficientes alegando ser cego, o que Décio jurava de pé junto não ser verdade.

Décio era, segundo os colegas, uma pessoa bem relacionada mas de poucos amigos. Costumava ir para os bares sozinho para tomar suas long necks e estender o expediente por meio de telefonemas que só cessavam na madrugada. Leia a íntegra da reportagem aqui.


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Cidade

UFMA abre inscrições para júri popular do 35º Guarnicê

A Universidade Federal do Maranhão (UFMA), por meio do Departamento de Assuntos Culturais (Dac) da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), abriu inscrições para o credenciamento de estudantes, trabalhadores e cinéfilos que querem integrar o Júri Popular do 35º Festival Guarnicê de Cinema. As inscrições podem ser feitas até 08 de junho deste ano, no site: www.cultura.ufma.br. Os credenciados terão acesso gratuito às sessões de filmes e direito a voto e certificado de participação.

O 35º Festival Guarnicê de Cinema será realizado no período de 10 a 16 de junho, no Centro Histórico de São Luís. O Guarnicê é uma promoção da UFMA, com apoio de instituições parceiras, colaboradores e apoiadores. Após o cadastro no site, os credenciados deverão se dirigir às sessões do Festival e identificar-se junto às recepcionistas para obter a ficha de votação. O Festival estimula a formação de plateias, promove a produção audiovisual nacional e incentiva os novos realizadores.

O diretor do DAC, Prof. Dr. Alberto Pedrosa Dantas Filhos, informa que, com a ficha, as pessoas credenciadas “confirmarão sua participação para obtenção do Certificado e também exercerão o direito de escolher os melhores filmes do Festival Guarnicê de Cinema. É importante verificar a classificação indicativa de idade”. Ele observa que “os credenciados votarão na obra que mais gostar e depositarão em seguida o voto na urna que estará disponível no local”, disse Dantas.

Para ter direito a Declaração ou Certificado na modalidade Júri Popular, fornecido pela UFMA será necessário, para Declaração, o comparecimento a duas sessões competitivas. Já para Certificado a Carga Horária deverá ser de pelo menos quatro sessões competitivas (carga horária 08 horas). Cada sessão aumentará a carga horária total em duas horas. A declaração ou o Certificado será enviado por e-mail em arquivo digital. Estudantes, avise os colegas da sua escola e participem.


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Poder

Artistas prestarão homenagem ao Mestre Antônio Vieira

A Associação dos Amigos do Mestre Antônio Vieira, em parceria com o Centro de Capoeiragem Matroá e a Universidade Federal do Maranhão (UFMA), por meio do Departamento de Assuntos Culturais (DAC/Proex), promoverão a 4ª edição do Sermão Antoniológico do Velho Moleque – em homenagem ao cantor e compositor Antônio Vieira – no próximo dia 9 de maio, às 18h, no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho.

A data marca o aniversário do Mestre Antonio Vieira, que faleceu no dia 07 de abril de 2009. A diretora da Associação Matroá, Nivia Saraiva dos Santos, informa que a 4ª Edição do Sermão Antoniológico “apresentará em vários formatos e linguagens artísticas uma releitura da rica e diversificada discografia de Vieira, interpretada e inspiradora aos novos trabalhos de artistas plásticos, músicos e poetas maranhenses”.

Artes, música e literatura – Integrante da equipe de organização do evento, Lucilene Silva informa que a homenagem terá a participação de Celson Mendes, Célia Maria, Léo Capiba, Claudio Pinheiro, César Peixinho, Airton Marinho, Binho Dushinka e do Professor de Artes da UFMA, Paulo César Carvalho, que coordenará a nova geração Haggi Wilklef, Silvio Renan, Thiago Máci, Edi Bruzaca e Bart Rodrigues.

“A homenagem foi idealizada por amigos de ‘Seu’ Vieira que comungam da mesma percepção, que é contribuir com o caráter preservacionista de nossa memória cultural, perpetuar essa grande herança, esse legado histórico harmonizado em vários gêneros musicais e divulgar trabalhos de artistas através de sua obra”, disse Lucilene Silva. Ela complementa ainda que “o evento valorizará espaços artísticos, cenários dos nossos representantes culturais permitindo acessibilidade artística”, disse Silva.

A ideia existe desde 2009 e é realizada, produzida, executada e mantida por amigos pessoais, que se reuniam na Banca de Revista de Dácio Melo, na Praia Grande, e parceiros de trabalho do artista que o inclusive elaboraram o projeto que instituiu no ano de 2010 o dia de Tributo à vida e obra do Mestre Antônio Vieira sob a Lei Municipal de nº 5.328 O Sermão Antoniológico do Velho Moleque é uma celebração anual ao rico cancioneiro do eterno Mestre Antônio Vieira.

Fonte Musical – Durante várias décadas, Mestre Antonio Vieira transmitiu mensagens musicadas que re (constroem) fatos políticos, econômicos, sociais, culturais, religiosos… Leituras de vida do povo maranhense de uma forma suave, poética e ao mesmo tempo reflexiva. “A proposta é resultado de pesquisa acadêmica sobre sua musicografia, a abordagem o ratificou incontestavelmente, valiosíssima fonte histórica musical maranhense”, destaca a produtora cultural Nívia Saraiva.

O diretor do Departamento de Assuntos Culturais, Prof. Dr. Alberto Pedrosa Dantas Filho, destaca que “a proposta dessa grande comemoração também é impedir que grandes nomes de nossa cultura não tenham seus trabalhos esquecidos”. Ele completa que “a meta é invadir os palcos do Centro Histórico, fonte de inesgotável inspiração, fazendo ecoar o canto magistral do Mestre Antonio Vieira”, disse Dantas.


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Esportes

Botafogo bate o Vasco e leva a Taça Rio

Globo Esporte

Atacante do Botagofo comemorando

Atacante do Botagofo comemorando

É coisa de louco chegar a maio invicto, ganhar a Taça Rio com um atropelo sobre o Vasco, ir à decisão do Campeonato Carioca com sobras. É coisa de Loco. De Loco Abreu. Com dois gols do uruguaio, o Botafogo venceu o Vasco por 3 a 1 neste domingo, no Engenhão, e conquistou o segundo turno do Estadual – primeira taça erguida pelo clube no estádio. Maicosuel fez o outro. Carlos Alberto descontou.

O Alvinegro agora encara o Fluminense, campeão da Taça Guanabara, na finalíssima do Rio de Janeiro. Ao Vasco, resta remoer o jejum. Os cruz-maltinos não vencem o Estadual desde 2003. Desde então, só ganharam um turno, na temporada seguinte.

Botafogo e Fluminense reeditam a semifinal do primeiro turno, único momento de derrota do Alvinegro em 2012. Após empate por 1 a 1 no tempo normal, os tricolores ganharam nos pênaltis, por 4 a 3. Os dois jogos da final são nos próximos domingos, no Engenhão. As equipes não decidem o Estadual desde 1975 – quando a final teve um triangular, também com a presença do Vasco.


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Poder

Realizada missa de sétimo dia do jornalista Décio Sá

Imirante, com informações da Mirante AM
Foto: Arquivo/Diego Chaves/O Estado

Foto: Arquivo/Diego Chaves/O Estado

Realizada, na manhã deste domingo (29), na Igreja da Sé, a missa de sétimo dia do jornalista Décio Sá, morto na segunda-feira (23), no bar Estrela do Mar, na avenida Litorânea, em São Luís. Familiares, amigos, colegas de profissão e autoridades compareceram à missa.

Técio Sá, irmão do jornalista, lamentou, em entrevista ao programa Domingo Mirante, da rádio Mirante AM lamentou a demora das polícias Militar, Civil e Federal nas investigações do caso que, segundo ele, ainda não apresentaram informações concretas sobre o trabalho. Em entrevista coletiva na manhã da sexta-feira (27), o secretário Aluísio Mendes garantiu que todo o sistema de Segurança está focado na elucidação do crime e determinou o sigilo sobre o caso. Técio destacou, ainda, que o irmão, Décio Sá, era um “bom pai e um bom marido”.

O presidente do conselho deliberativo do Sistema Mirante, Fernando Sarney, em entrevista à rádio Mirante AM, afirmou que Décio Sá tinha o mérito de ser entendido pela população. “Cabe a nós, agora, clamar por justiça, nós amigos, colegas, companheiros de trabalho, sobretudo porque vingança não é um bom sentimento. Esse é o sentimento (de justiça) que temos agora”, disse.

O secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad, também presente na missa, destacou o trabalho feito pelo jornalista. “Décio era um blogueiro que, quando escrevia, mexia com a cidade”, afirmou.

Amigos e admiradores do jornalista, também, realizarão uma caminhada na terça-feira (1º) na Avenida Litorânea, por justiça e paz. Revoltados com o brutal assassinato do repórter, um resolveu se mobilizar e levar às ruas uma ação contra a impunidade e banalização da vida.


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