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Leia a ocorrência feita por mãe da criança que tomou vacina vencida em Presidente Médici

O Blog do Neto Ferreira divulga a ocorrência registrada por Claudiane Santos Guimarães contra o posto de Saúde do Município de Presidente Médici. Obviamente, é um resumo do fato já relatado pelo blog e titulado “Absurdo! Crianças tomam vacina vencida em Presidente Médici”. Confira abaixo:


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Absurdo! Crianças tomam vacina vencida em Presidente Médici

Vencida em agostoe aplicada em dezembro,a validade da vacina foi circulada de vermelho.

Vencida em agosto e usada quatro meses após, a validade da vacina foi circulada de vermelho.

Na tarde de ontem (05) Claudiane Santos Guimarães  23 anos, moradora do município de Presidente Médici, procurou a equipe do Blog do Neto Ferreira para fazer uma grave denúncia que envolve a Secretaria de Saúde do Município.

A autônoma Claudiane Santos Guimarães, só não pensou que, ao imunizar seu filho A.J.G.S., de cinco meses, poderia causar preocupações para toda a família. Na última segunda-feira, após levar seu bebê para se vacinar pela segunda vez no Centro de Saúde Raimundo Juruca, percebeu no selo, anexado ao cartão de vacinação, que a primeira dose contra o rotavírus que foi aplicada em dezembro do ano passado, estava vencida desde agosto.

“Quando levei meu filho para tomar a segunda dose, nessa hora, percebi que vacina do rotavírus, justo a única que eles pregam o selo, estava com a data de validade vencida. Fiquei muito preocupada. Além do meu filho, outras 10 crianças tomaram a vacina vencida “, relatou a mãe.

Meu bêbe so vive doente depois de tomar a vacina vencida, diz a mãe.

Meu bêbe so vive doente depois de tomar a vacina vencida, diz a mãe.

Para a autônoma, é angustiante saber que o bebê é vítima de erros no posto de Saúde de Presidente Médici. “Meu filho vive doente, com diarréia, está com moleza e febre”, desabafou.

Segundo médicos especializados, em geral, as vacinas têm um prazo de tolerância de até seis meses além da validade. No entanto, se ultrapassar esse prazo “extra”, como explica, é possível que não haja imunização da criança e pode haver a manifestação dos sintomas contra os quais a vacina age.

Ainda segundo eles, essa responsabilidade é atribuída também aos profissionais que deveriam verificar o lote de fabricação e validade, quando as vacinas são distribuídas pelo Município.

Quando a mãe do bebê procurou a coordenação da unidade de saúde, eles jogaram a culpa em cima da Secretaria de Estado da Saúde, comandada por Ricardo Murad.

Mas, em nota emitida ao Blog, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que recebe as vacinas do Ministério da Saúde e faz a distribuição aos municípios.

De acordo com a nota: é responsabilidade dos municípios o recebimento, o armazenamento e a aplicação, das vacinas, inclusive com o controle dos prazos de vencimento. Para que a saúde das crianças e adultos vacinados seja preservada, a SES também faz a capacitação dos técnicos municipais, para orientá-los de forma a garantir que normas de segurança – como a observância dos prazos de validade – sejam obedecidas antes da aplicação das vacinas.


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