Maranhão / Poder

Ex-prefeito de Bacabal e agiota Pacovan são presos pela Polícia Civil

Agiota Pacovan

Agiota Pacovan

O agiota Josival Cavalcante da Silva, o “Pacovan”; a sua esposa Edna Maria Pereira; o ex-prefeito, Raimundo Lisboa; o ex-secretário Aldo Araujo de Brito e o ex-tesoureiro Gilberto Ferreira – os três últimos de Bacabal-, foram apresentados, na manhã desta quarta-feira (18), pela Secretaria de Segurança Pública, em São Luís.

Todos são suspeitos de desviar cerca de desviar R$ 4,5 milhões dos cofres públicos de prefeituras maranhenses.

Os envolvidos no esquema foram presos, nesta quarta-feira (18), pela Polícia Civil, em São Luís e na cidade Bacabal. As prisões fazem parte da segunda etapa da Operação El Berite, que é resultado da denúncia do Ministério Público do Maranhão.

Durante a operação, também foi cumprido o mandado de prisão preventiva contra o agiota Gláucio Alencar, mandante do assassinato do jornalista Décio Sá. Ele já está preso por este crime.

“A comprovação do crime veio através da quebra de sigilo bancário dos envolvidos no esquema. Trata-­se de uma organização criminosa, que tinha como principal objetivo o desvio de verbas públicas do município de Bacabal. Todos os denunciados que, agora, respondem a processo criminal à Justiça de Bacabal, usufruíram do dinheiro desviado e tiveram, ou através de laranjas ou das próprias contas bancárias, repasses feitos pela prefeitura de Bacabal”, disse o superintendente de Combate à Corrupção, Lawrence Melo.

No esquema, o agiota empresta dinheiro às candidaturas de prefeitos durante a campanha eleitoral e após o gestor ser eleito, processos licitatórios são forjados com a ajuda de ‘laranjas’ para desvio de verbas públicas.

A segunda fase da operação ‘El Berite’, de combate à agiotagem e à corrupção no Maranhão, foi coordenada pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção(Secor), Superintendência Estadual de Combate ao Narcotráfico (Senarc) e pelo Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) – do Ministério Público do Maranhão (MP­MA).

Não é primeira vez que Pacovan e Raimundo Lisboa são presos. Em maio deste ano, o ex-prefeito de Bacabal, teve a prisão decretada na primeira etapa da Operação El Berite e Josimar Pacovan foi preso nas Operações Maharaja e Morta-Viva, por crimes de agiotagem e desvios de verbas públicas.


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Crime / Maranhão

Preso grupo que fraudava provas da UEMA

Uma ação da Polícia Civil resultou, na manhã desta terça-feira (10), na prisão de integrantes de uma quadrilha especializada em fraudar o vestibular da Universidade Estadual do Maranhão. A prisão ocorreu na cidade de Itapecuru-Mirim, interior do Estado.

O Processo Seletivo de Acesso à Educação Superior (Paes/2016) ocorreu no domingo (8) e na segunda (9).

Aguardem mais informações!

Quadrilha suspeita de fraudar a prova da UEMA

Quadrilha suspeita de fraudar a prova da UEMA


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Política

Deputado pede concurso para administrativo da Polícia

Júnior Verde na Tribuna da Assembleia.

Júnior Verde na Tribuna da Assembleia.

Durante pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Júnior Verde (PRB) fez um apelo à Secretaria de Segurança do Estado para que realize imediatamente concurso público para as áreas administrativas. O parlamentar é president da Frente de Segurança Pública e Privada, e já apresentou várias proposições de melhorias como a legalização dos conselhos comunitários e a convocação de mais policiais militares, bombeiros e civis.

“Existem muitos policiais, investigadores de polícia, bombeiros e militares que realizam no dia a dia trabalhos administrativos, tarefas que não são inerentes ao exercício das suas atividades. A verdade é que nunca houve concurso para o administrativo da segurança pública e a situação desta área também se agrava, pois os policiais que poderiam estar nas ruas, estão fazendo trabalhos burocráticos”, alertou Júnior Verde.

O deputado reforçcou que tem concentrado esforços para melhorar a situação através da Frente Parlamentar de Segurança Pública, da qual é presidente. “Temos apresentado projetos e não ficamos só nisso. Estamos cobrando respostas todos os dias. A luta é árdua, mas, jamais desanimaremos”, concluiu.


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Política

Júnior Verde busca estratégias para acabar com a greve da polícia

 

Deputado Júnior Verde em reunião com representantes da Polícia Civil

Deputado Júnior Verde em reunião com representantes da Polícia Civil

Na tentativa de estabelecer um diálogo entre o Governo do Estado e os policiais civis, que estão em greve desde segunda, o deputado estadual Júnior Verde (PRB), acompanhado do deputado Wellington do Curso (PPS), reuniu-se ontem (04) com membros do Sindicato da categoria, no Plenarinho da Assembleia Legislativa. Nesta quarta, o movimento se reunirá para decidir se cumpre a decisão judicial que determinou o retorno das atividades, julgando a greve ilegal.

A reunião foi solicitada por Júnior Verde, que ouviu representantes da categoria sobre as reivindicações que motivaram o movimento. Segundo os policiais, as remunerações estabelecidas na Lei Estadual 10.266 são baixas e discrepantes.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Maranhão (Sinpol), Heleudo Moreira, lamentou a greve. “Infelizmente chegamos ao limite, e não temos mais condições  de exercer nossas atividades sem o devido reconhecimento”, desabafou, acrescentando que o Executivo Estadual não tem cumprido as decisões judiciais que determinam o pagamento de gratificações retroativas.

Segundo Júnior Verde, “estamos buscando uma solução para acabar com a greve, que afeta toda a sociedade. Acredito na força do diálogo, do entendimento, e é o que o Governo também partilha, como fez com os policiais militares e com os delegados. Embora não possamos resolver questões do executivo, vamos mediar e tentar resolver essa crise”.

O deputado Wellington do Curso contribuiu com as discussões. “Estamos aqui em favor do policial civil, do povo do Maranhão. Sou da base do Governo, mas não faço parte do Governo e toda e qualquer proposta que vá de encontro ao povo maranhense, sou contra”, afirmou.

O Maranhão possui hoje 2.166 policiais civis na ativa, entre delegados, investigadores, escrivães e peritos. Há, porém, 743 cargos vagos que deveriam ser preenchidos, como estabelece a Lei Estadual.


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Judiciário

Greve da polícia deve ser suspensa conforme decisão da justiça

Foto ilustração_ Viaturas da polícia civil

Foto ilustração_ Viaturas da polícia civil

Após o Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Maranhão (Sinpol), anunciar greve geral da policia civil por tempo indeterminado, a justiça do estado determinou que o Sindicato suspenda o movimento grevista, deixando de promover, divulgar ou incentivar qualquer medida que impeça ou embarace a regular e contínua prestação do serviço público inerente à atividade policial desempenhada pelos policiais civis do Estado do Maranhão.

Ao deferir o pedido do Estado, o desembargador Kleber Carvalho ressaltou que, mesmo sendo possível atender a pauta reivindicatória do sindicato, haveria de se considerar que, exercendo carreira de Estado, os policiais civis têm a missão de zelar pela manutenção da ordem e segurança pública.

De acordo com a decisão, o descumprimento da determinação judicial incide em pena de multa diária de R$ 20 mil, além do desconto salarial dos dias não trabalhados daqueles servidores que continuarem em greve após a declaração da ilegalidade. O Sinpol tem 15 dias para apresentar contestação.

Os policiais estão em greves desde ontem (03), para reivindicar direitos que entendem possuir, como melhores condições de trabalho, ampliação do efetivo de oficiais da corporação e reestruturação do subsídio com base nas tabelas apresentadas pelo Governo do Estado.


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Política

Deputado Júnior Verde pede nomeação dos aprovados na Polícia Civil

Deputado Júnior Verde.

Deputado Júnior Verde.

O deputado Júnior Verde (PRB) apresentou nesta segunda (23) Indicação que solicita ao Governador Flávio Dino a nomeação imediata dos aprovados no concurso da Polícia Civil. Ele revelou que a Secretaria de Segurança Pública do Estado possui um déficit de aproximadamente 2.220 servidores, com previsão de diminuição de 400 funcionários que serão aposentados no decorrer do ano de 2015. “As constantes perdas tornam o ato de nomeação uma medida de caráter urgente”, ressaltou.

O Edital 02/2012 (FGV) previa um total de 40 vagas para delegado, 120 para investigador, 40 para escrivão, 05 para médico legista, 09 para auxiliar de perícia médico-legal, 03 para farmacêutico legista, 03 para odontolegista e 8 para perito criminal, totalizando 228 vagas. Para o curso de formação, foram chamados 82 escrivães e 263 investigadores, restando ainda a nomeação de 03 escrivães e dez 10 investigadores.

“Além disso, 23 escrivães, 135 investigadores e 8 auxiliares de peritos, todos aptos, ainda aguardam para iniciar o curso de formação”, informou o parlamentar, acrescentando que em Estados como Piauí e Ceará, os seletivos para a categoria foram realizados em 2012 e todos os aprovados já foram nomeados. “Aqui no Maranhão, todos já passaram por todas as fases previstas no edital, e aguardam ansiosos para integrar a corporação e fortalecer as ações da Segurança Pública no nosso Estado”, finalizou.


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Poder

Policias da Civil recém-nomeados trabalham sem armas e coletes

Membros da Polícia Civil (foto: ilustração).

Membros da Polícia Civil (foto: ilustração).

Parte dos 210 policias Civil recém-nomeados no último concurso público do estado, foram colocados para trabalhar de forma ostensiva no Maranhão sem equipamentos de proteção como – por exemplo -, armamento e coletes balísticos.

A situação foi confirmada ao Blog do Neto Ferreira, na manhã desta segunda-feira (24), por um recém-nomeado da própria corporação – que pediu anonimato. Policias da Civil temem já que atuam sem os itens de segurança, o que contraria determinação da própria Secretaria de Segurança Pública.

O intocável secretário Aluísio Mendes deve manter apenas na promessa aos novos policias que os coletes, assim como as armas devem ser entregues em pouco tempo. Só não se

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sabe quando.


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Crime

Falso delegado é preso em Codó

Uma investigação coordenada pelo delegado regional de Codó, Rômulo Vasconcelos, culminou na prisão de um homem que se passava por delegado. De acordo com os autos, ele se apresentava nas residências como profissional da Polícia Judiciária e dizia que estava em diligências para apreender armas.

Edmilson Pereira dos Santos foi detido, nesta quinta-feira (20), na sua residência, localizada na Rua Bahia, nº 1245, bairro Codó Novo, em Codó. Segundo a polícia, ele teria apreendido, pelo menos, 14 armas de diversos calibres.

O delegado Rômulo Vasconcelos descobriu ainda que o suposto delegado movimentava um esquema de venda ilegal de armas. “O alvo preferido do suposto delegado eram as fazendas. Seu porte físico ajudava a intimidar as pessoas”, contou o titular da regional de Codó.

Durante uma revista na residência do suspeito não foi encontrada nenhuma arma, contudo ele delatou o paradeiro de dois rifles, sendo um calibre 20 e outro 32. As armas foram encontrados na cidade de Timbiras.

Em depoimento, ele disse, também, que teria revendido outras 12 armas para caminhoneiros. Algumas vítimas já compareceram à delegacia e fizeram o reconhecimento do suposto delegado.


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Crime

Presos suspeitos de matar policial Civil na Cohab

Uma investigação conjunta das Superintendências Estadual de Investigações Criminais (Seic) e de Polícia Civil da Capital (SPCC) resultou na elucidação do homicídio que vitimou o investigador Nilson Fonseca de Santana, 52 anos, ocorrido após o policial tentar impedir uma tentativa de assalto no Centro Comercial do bairro da Cohab, na última terça-feira (reveja). Izaque Ribeiro Silva, 22 anos, detido na última quarta-feira (24), é apontado como sendo o comparsa do adolescente que foi apreendido horas depois do crime.

Izaque, que é morador do bairro Juçatuba, São José de Ribamar, foi preso por equipes da Seic, no bairro Vila Vitória, no retorno do Tirirical, no momento em tentava embarcar em uma van para fugir da cidade. Em depoimento, ele confessou o crime e afirmou que morava em São Paulo e teria retornado para São Luís, porque teria ficado desempregado e estava sem dinheiro.

Segundo informações policiais, as ações criminosas eram realizadas na região da Cohab, Vila Vitória e Vila Brasil. O delegado da Seic, André Gossain, disse que o suspeito contou ainda que não sabia que a vítima era policial e que só houve o disparo porque a vítima teria reagido ao assalto.“Está descartada a hipótese de que o crime tenha sido motivado por vingança”, esclareceu o delegado.


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Crime

Bala perdida atinge funcionário da Prefeitura de Raposa

Uma bala perdida de arma policial atingiu um funcionário da prefeitura de Raposa identificado como Alcides Diniz Rodrigues, de 42 anos.

De acordo com informações, o alvo do policial identificado  como Manoel Dias Pavão seria um deficiente mental que teria lhe pedido dinheiro. Revoltado por ter o dinheiro negado, o homem começou a apedrejar o veículo do PM, que estava estacionado próximo a praça principal da cidade de Raposa.

Enfurecido o policial Civil sacou a arma e disparou tiros contra o deficiente mental,  que de forma inconsequente acabou atingindo um trabalhador que estava sentado no banco da praça.

O eletricista foi levado em estado grave para o Hospital Socorrão II e o policial fugiu do local. A população do município está aglomerada na praça da cidade. A situação é de revolta.


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