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Trabalhadores do Hospital Dutra e Materno Infantil entram em greve

Manisfestante realizando protesto em frente ao Hospital Dutra.

Manisfestante realizando protesto em frente ao Hospital Dutra.

Funcionários contratados pela empresa Global, que prestam serviços gerais ao Hospital Universitário Presidente Dutra e ao Materno Infantil, realizaram, na manhã desta terça-feira (10), um protesto em frente ao Hospital Dutra.

São cerca de 200 trabalhadores, que declaram greve por tempo indeterminado até que a empresa contratante regularize algumas pendências trabalhistas.
Os manifestantes se queixam que as remunerações estão sendo pagas com atraso. Este mês ainda não foi recebido o vencimento referente à outubro que deveria ter sido pago no último dia 5. Trabalhadores também reclamam que há mais de 8 meses não recebem o valor de R$ 75 correspondente a uma cesta básica a que todos tem direito.

Segundo o presidente do sindicato de Asseio e Conservação (SEAC), Onésio Máximo, outras reivindicações existem e a empresa deverá cumprir caso contrário os dois hospitais ficarão sem os serviços terceirizados de limpeza.

Ainda de acordo com o presidente do SEAC, a empresa Global já está em São Luís há três anos, e, desde então vem tratando os seus funcionários em condições análogas à escravidão. “Quando os trabalhadores entram de férias não recebem o pagamento referente ao benefício, não pagam o ticket alimentação, mas sim fornecem aos funcionários quentinhas de péssima qualidade, e os salários sempre saem em atraso. Temos que pressionar a Global para que ela possa pagar as remunerações” declarou.


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Maranhão

Funcionários do Hospital Dutra reclamam de cortes nos salários

A Fundação Josué Montello, tem que dá explicações devido a segunda vez neste ano, pagar indevidamente seus funcionários lotados nos hospitais Universitários “Dutra e Materno infantil”.

Hospital Presidente Dutra

Alguns funcionários receberam a metade dos seus provimentos e outros apenas 1/3 ou menos. O setor de RH da fundação foi acionada e resposta que foi dada aos funcionários foi a mais absurda possível. Eles alegaram que isso aconteceu devido ao ponto digital, pois teriam pessoas que não batiam ponto, outros que só batiam um turno, só entrada ou só saída, e que eles não teriam como verificar ponto por ponto para realizar os devidos descontos, e descontaram de todos os funcionários.

O pior foi a explicação da chefia do setor do RH da fundação: “por uns, todos pagam… Rezem pra todos baterem ponto esse mês, pra vcs receberem certo mês que vem”.

A orientação dada por eles foi fazer uma folha de ponto nos setores para os funcionários assinarem (tendo em vista que o ponto é digital) e enviar à superintendência do hospital para fosse assinado pela chefia geral e que até hoje seria pago o restante do salário.

Contudo, nem um centavo foi restituído aos funcionários, que estão todos indignados.


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