Poder

Escolas comunitárias de São Luís estão precárias

A situação das escolas comunitárias de São Luís não é nada boa. Faltam materiais, uma estrutura de qualidade, e até o pagamento dos salários dos professores. Tudo isso compromete o ensino oferecido às crianças.  Muitas dessas escolas funcionam em associações de moradores, e os pais e a comunidade não estão nada satisfeitos com a precariedades das unidades.

Então, qual seria a causa desses prolemas? falta de dinheiro? Pior que não. Prova disso é o documento abaixo, que contém a relação das entidades empenhadas e liquidadas com recursos voltados para Manutenção e Desenvolvimento do Ensino(MDE). Ao todo, 22 unidades foram beneficiadas. O valor total repassado ultrapassou a casa dos R$ 5 milhões.

Nesse caso, onde teriam parado essas verbas recebidas pelas escolas comunitárias? Cadê a fiscalização para inspecionar a aplicação desse recurso nas unidades de ensino? Quais pessoas estariam usurpando o dinheiro do ensino das crianças  e do salário dos educadores?

A comunidade escolar dessas unidades quer saber o destino de todo esse dinheiro, que não tem assistido a real finalidade. É muito dinheiro para pouco investimento. Se o recurso fosse, de fato, aplicado em benefício da educação das crianças, as escolas comunitárias estariam em condições muito melhores. Pais, alunos e professores estariam muito mais felizes e motivados.

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Poder

Professores estão há quase 6 meses sem receber salários

A situação está insustentável para os professores das escolas comunitárias de São Luís, isso porque os educadores não recebem seus salários desde o mês de janeiro; conforme denúncia recebida pelo Blog. 

A escola Jardim de Infância Criança Feliz, localizada no bairro do São Cristóvão, é uma das unidades que tem padecido com a falta de repasse financeiro por parte da Secretaria Municipal de Educação (SEMED).

Os professores das escolas comunitárias não aguentam mais esse descaso. A categoria alega que já foram feitas várias denúncias sobre o caso, mas nem o secretário de Educação, Moacy Feitosa, e nem o prefeito Edivaldo Holanda Júnior se pronunciaram ou deram uma resposta satisfatória aos educadores.

Mesmo com os salários atrasados, os professores seguem com suas rotinas normalmente para não prejudicar os seus alunos. No entanto, a Prefeitura não se preocupa com a categoria e nem reconhece o esforço dos educadores. Lamentável!

Indignados com a gestão de Edivaldo Holanda Júnior também estão os professores da rede pública municipal de São Luís, que entraram em greve no último dia 25. A categoria pleiteia o reajuste salarial sem parcelamento e melhores condições nas unidades de ensino. No entanto, a gestão municipal fecha os olhos para as reivindicações e prejudica a educação de milhares de crianças e adolescentes.


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Educação

Funcionários reclamam de atraso do repasse de recursos para escolas comunitárias

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Foto ilustrativa

158 escolas comunitárias conveniadas para recebimento dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação-Fundeb estão em situação desesperadora, segundo informações enviadas ao Blog do Neto Ferreira.

Ainda de acordo com os relatos, apenas 60% das escolas que conseguiram receber algum repasse em setembro de 2015. “Para que se tenha uma ideia chegamos ao mês de maio do ano de 2016 e apenas 60% das escolas que conseguiram receber algum repasse, receberam até o mês de setembro de 2015, ou seja, não se tem uma explicação lógica para tanta demora em repassar aquilo que é de direito das escolas que atendem em comunidades carentes da capital, onde o Poder Público é omisso”, declararam os denunciantes.

Diante de tais fatos, a Secretaria Municipal de Educação vem tratando com descaso os centenas de profissionais que prestam serviço e não conseguem uma resposta sobre quando esses repasses serão realizados.

As autoridades competentes precisam tomar providências urgentes, pois são milhões em recursos federais e não estão chegando ao seu destino.


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