Política

Prefeita de Matões aponta ações realizadas na Educação

Escola InfantilA prefeita de Matões, Suely Pereira (PSB), apontou as ações que vem realizando no município nos últimos seis anos, durante a sua gestão.

As principais delas foi a estrutura física das unidades educacionais. Foram obras de construção, reformas e ampliação de novas escolas.

No município, existe um total de 59 unidades educacionais em pleno funcionamento, onde dezenove delas foram construídas do zero e quarenta reformadas e ampliadas, aumentando para 196 o número de salas de aulas que atendem toda a demanda educacional.

Aliado a essas melhorias, a Prefeitura de Matões realizou também a construção de três grandes ginásios poliesportivos dentro da sede, além de garantir o transporte escolar com 43 rotas.

No povoado Tamburiu, por exemplo, a escola São Francisco foi construída para crianças de oito povoados vizinhos, para eliminar com os barracões.

Alunos na Escola São Francisco no povoado Mucumbiu

Alunos na Escola São Francisco no povoado Mucumbiu

Atualmente nessas escolas que foram construídas e reformadas, os estudantes de Matões dispõem de conforto no ambiente escolar, com a aquisição de carteiras novas, salas padronizadas para práticas de leitura, informática, além do espaço físico para recreação.

Atividade escolar na Escola Tia Maria Adriano

Atividade escolar na Escola Tia Maria Adriano

Em algumas escolas, todas as salas são climatizadas, como a Unidade de Ensino Pedro Barba, localizada no povoado Mandacaru, na zona rural, que também já conta com o ensino em tempo integral e a escola Rodrigo de Oliveira, situada na sede, que também oferece esse conforto aos alunos.

Sala de Aula na Escola Rodrigo de Oliveira (na sede)

Sala de Aula na Escola Rodrigo de Oliveira (na sede)

As melhorias chegaram também nos povoados mais distantes do centro do município, como a unidade de ensino Carmosina Coutinho, no povoado Marajá, a 105 km da sede, que já conta com banheiros adaptados para portadores de necessidades especiais. Essa escola, além de atender as crianças daquela região, recebe estudantes do município vizinho de Parnarama.

Escola Dr. Mario Alves de Carvalho

Escola Dr. Mario Alves de Carvalho

As ações apontadas pela prefeita Suely Pereira foi reconhecida pela estudante da 5° série da Escola Carmosina Coutinho, Letícia Assunção, de 10 anos. “Gosto de estudar e dou nota dez para minha escola, venho todos os dias e já sei até o que quero ser quando crescer: enfermeira”, revelou a estudante.

(As informações são da Assessoria da Prefeitura de Matões)


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Geral

Empresa fatura contrato milionário na Educação do Estado

Danilo de Jesus Vieira Furtado.

Danilo de Jesus Vieira Furtado.

Engana-se quem pensa que somente no setor de segurança educacional seria o ponto forte de contratos milionários e boa parte até direcionados da Secretaria de Educação do Estado do Maranhão.

Na Segurança a empresa Sentinela faturou milhões, mas em reforma de unidade escolar também dá frutos para a empresa Núcleo Arquitetura Empreendimentos Ltda.

De acordo com publicação do Diário Oficial do Maranhão, a empresa de arquitetura abocanhou R$ 1.4 milhão para atuar na reforma da escola Barjonas Lobão, localizada no bairro do Cohatrac, em São Luís. Na clausula do contrato a empresa é obrigada a executar o serviço no prazo legal de 90 dias.

Representando a Secretaria de Educação, a advogada Flávia Raquel F. R. Ribeiro, superintendente de Assuntos Juridicos, é quem assina o contrato de cifra milionária. Confira abaixo:


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Educação

Estado e municípios se unem em prol da educação do Maranhão

seminário1-640x361A Secretaria de Estado de Educação (Seduc), em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), promoverá, nesta terça-feira (28), o IV Seminário Educacional de Integração Estado e Municípios. O evento será realizado no auditório Paulo Freire, localizado na Universidade Federal do Maranhão (Ufma).

O evento tem como objetivo mobilizar, planejar e alinhar as políticas públicas educacionais tendo em vista a elaboração ou adequação dos planos decenais de educação dos sistemas municipais do estado do Maranhão.

O seminário contará com a presença do secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase/Mec), Binho Marques, e do diretor de Cooperação e Planos de Educação (Dicope/Mec), Geraldo Grossi, que discutirão a importância do alinhamento entre os Planos Nacional, Estadual e Municipal de Educação na construção do Sistema Nacional de Educação.

O evento, ainda, terá palestra do assessor da Secretaria Nacional de Relações Político-Sociais da Presidência da República, Ubirajara Augusto, que falará sobre a Municipalização dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

Além das palestras durante o Seminário, técnicos da Seduc ficarão à disposição dos prefeitos e secretários Municipais para prestar esclarecimentos sobre diversos Programas/Projetos/Ações de interesse dos Municípios.

 

Pacto Nacional

Durante o seminário será lançado oficialmente o Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio. Instituído no estado pela portaria nº 1.140, de 22 de novembro de 2013, o Pacto tem como objetivo promover a formação continuada dos professores e coordenadores pedagógicos que atuam no Ensino Médio da rede estadual de ensino, nas áreas urbanas e rurais.

As inscrições dos referidos profissionais serão realizadas pelos gestores das escolas, no site do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), a partir deste mês.


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Educação

Professores denunciam que não recebem pagamento de horas extras da jornada

Os professores que aceitaram a proposta do governo do Estado de fazer horas extras em sala de aula, no terço da jornada que deveria ser destinado para atividades extraclasses, como manda a Lei do Piso, denunciam ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) e em redes sociais que o governo não está pagando pelos serviços executados.

“A proposta da hora extra foi um arranjo do Estado para não contratar novos profissionais a fim de suprir a demanda resultante da implantação da nova jornada. Se não há pagamento, não tem sentido o professor continuar trabalhando nessas condições. O certo é trabalhar em sala de aula somente durante as 13 horas da jornada, que é o direito previsto na Lei do Piso”, esclareceu o presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro.

Os profissionais de educação estão indignados com a postura do governo em não definir o pagamento das horas adicionais trabalhadas e querem uma solução imediata para resolver a situação.

De acordo com a lei, um terço da jornada do professor deve ser voltado para atividades extraclasses que qualifiquem o trabalho desenvolvido pelo educador em sala de aula. No Maranhão, a carga horária dos professores da rede estadual é de 20 horas. Com a lei, o professor deve fazer apenas 13 horas na sala de aula.

No início do ano letivo de 2013, o governo propôs que os professores permanecessem em sala de aula no restante da carga horária, que seria destinada para a hora-atividade, e que essas horas seriam pagas como extras, o que ainda não aconteceu, conforme as denúncias dos professores que aceitaram a medida, que seria opcional.


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