Crime

Presos em operação da PF foram assessores do deputado Eduardo Braide

Oito pessoas foram presas durante ação deflagrada na manhã desta terça-feira (20) pela Polícia Federal (PF) em São Luís e Anajatuba. A operação Attalea, que conta com o apoio do Ministério Público Federal, Estadual e a Controladoria Geral da União, desmantelou uma organização criminosa responsável por desviar milhões de prefeituras.

Dentre os presos estão dois ex-assessores do deputado estadual Eduardo Braide (PMN), além do prefeito afastado Hélder Aragão (PMDB). Os acusados de integrar o esquema são Fabiano de Carvalho Bezerra (proprietário de fato da empresa A4) e José Antônio Machado de Brito filho, o Zé Filho.

Zé Filho montava em seu escritório que fica no bairro do Cohatrac varias licitações fraudulentas. As prefeituras apontadas em depoimento como sendo coniventes são as de Anajatuba, Trizidela do Vale (Fred Maia), Tuntum (Cleomar Tema), Itapecuru Mirim (Magno Amorim), Codó (Zito Rolim), Alcântara (Domingos Araken), Parnarama (Dr. Davi), Mirinzal (Amaury Santos Almeida), entre outras.

Os ex-assessores de Eduardo Braide foram presos por saquear recursos públicos federais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), por meio da contratação de “empresas de fachada”.

Abaixo o depoimento confirmando a participação dos ex-funcionários do parlamentar que é líder do maior bloco da Assembleia Legislativa.

Depoimento na PF.

Depoimento na PF.


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Crime

Polícia deve abrir inquérito para investigar agiotagem em Anajatuba

Afastado por corrupção, Hélder Aragão será investigado por elo com agiotagem.

Afastado por corrupção, Hélder Aragão será investigado por elo com agiotagem.

O superintendente Estadual de Investigações Criminais (Seic), delegado André Gossain, informou que há indícios de agiotagem na Prefeitura de Anajatuba. O relato do delegado foi baseado em provas obtidas durante busca e apensão realizada na casa de empresários, secretários e do prefeito afastado Hélder Aragão (PMDB).

Superintendente Estadual de Investigações Criminais (Seic), delegado André Gossain.

Superintendente Estadual de Investigações Criminais (Seic), delegado André Gossain.

De acordo com os documentos apreendidos, foram encontrados cheques na casa de um assessor da prefeitura. “A eventual indício de agiotagem. Tanto que cheques foram apreendido, então provavelmente estamos aguardando a perícia bem como o Ministério Público que talvez a questão da agiotagem seja tratado separado da questão de corrupção“, diz o superintendente da Seic.

A Polícia Civil trabalha na hipótese de abrir novo inquérito para investigar especificamente a agiotagem, da qual teria tentáculos de figuras bem relacionados no estado. O ex-presidente da Assembleia Legislativa, Antônio Carlos Braide, pai do deputado estadual Eduardo Braide, foi apontado em depoimento prestado na Polícia Federal como um dos agiota.

A operação realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público, com apoio dos policias da Seic começou na sexta-feria (09). Durante as buscas seis computadores e várias pastas com processos de licitação e documentos contábeis. Toda documentação passa por perícia.

Os policias cumpriram mandados de busca e apensão no apartamento de Hélder Aragão, que fica em um condomínio de Luxo na Península. Ao todo, a operação cumpriu 11 mandados de busca e apensão em São Luís e Anajatuba.

Entenda o caso

O Tribunal de Justiça do Maranhão decidiu acatar o pedido do Ministério Público, que pede o afastamento e bloqueio de bens do prefeito da cidade de Anajatuba, Hélder Lopes Aragão (PMDB) pelo motivo de improbidade administrativa.

A decisão, que determina o afastamento do chefe do Executivo, foi assinada na manhã desta sexta-feira (09), pelo desembargador Tyrone José Silva, da 3ª Câmara Criminal, que assumiu a relatório do caso após toda 1ª Câmara Criminal, composta pelos magistrados Raimundo Nonato Magalhães Melo, Antonio Fernando Bayma Araujo e João Santana, optar pela suspensão.

Os promotores investigaram contratos do Município de Anajatuba com as empresas A4 Entretenimento, M.R. Comércio e Serviços, Vieira e Bezerra LTDA, Construtora Construir, dentre outras que puderam ser identificadas no curso da investigação.

Ao realizar diligências, o Ministério Público constatou que as empresas existiam somente no papel. Algumas estavam fechadas ou indicavam endereços residenciais de pessoas que não conheciam o proprietário da empresa. Outras empresas vencedoras das licitações funcionavam sem qualquer estrutura.

Para aprofundar as investigações, o Ministério Público pediu e o Tribunal de Justiça deferiu medidas cautelares que possibilitaram o oferecimento da ação penal, com provas concretas dos fatos.

Segundo a denúncia, o “núcleo empresarial” do esquema operava por meio de empresas de fachada, com sócios-laranjas que participavam de licitações previamente acertadas com a administração municipal. O dinheiro era dividido entre os chefes da organização e os agentes públicos.


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Poder

Bomba! Depoimento na PF cita deputado e revela corrupção do pai e assessor com prefeituras

A Polícia Federal do Maranhão colheu depoimento que mostra um forte esquema envolvendo construtoras, empresários e as Prefeituras de Anajatuba (Hélder Lopes Aragão), Trizidela do Vale (Fred Maia), Tuntum (Cleomar Tema), Itapecuru Mirim (Magno Amorim), Codó (Zito Rolim), Alcântara (Domingos Araken), Parnarama (Dr. Davi), Mirinzal (Amaury Santos Almeida), entre outras.

Carlos e Eduardo Braide, ambos pai e filho, são citados em depoimento na Polícia Federal.

Carlos e Eduardo Braide, ambos pai e filho, são citados em depoimento na Polícia Federal.

Obtido com exclusividade pelo Blog do Neto Ferreira, o depoimento cita o deputado estadual Eduardo Braide (PMN), e aponta seu assessor José Antônio Machado de Brito Filho, o Zé Filho, como o responsável pela montagem das licitações fraudulentas.

Ainda de acordo com o documento exibido abaixo, o assessor de Braide operava no esquema criminoso em um escritório que fica no bairro do Cohatrac, em São Luís. Em contato com o Blog, a assessoria do parlamentar informou que Zé Filho não trabalha mais no gabinete.

O ex-presidente da Assembleia Legislativa e pai de Eduardo Braide, Antônio Carlos Braide, também aparece no depoimento prestado na PF como uma espécie de agiota, que atuava em sintonia com a organização criminosa (ORCRIM).

As empresas A4 Serviços, RR Serviços Ltda., Construtora Construir, A.S. dos Santos Ferreira, FC, FF Produções, Distribuidora Castro e MR Serviços são acusadas de superfaturar a prestação de serviço e vender notas frias para diversas prefeituras.

O depoimento bombástico que cita Eduardo e Antônio Carlos Braide, ambos filho e pai, foi colhido na Superintendência de Polícia Federal pelo delegado Francisco Albuquerque Parente Júnior.

O serviço de inteligencia da Federal abriu procedimento para investigar as prefeituras, políticos e empresários desde a formalização do depoimento e reportagem do programa Fantástico “cadê o dinheiro que estava aqui?”, do qual mostrou desvio de R$ 9 milhões no Maranhão.

Depoimento prestado da Polícia Federal.

Depoimento prestado da Polícia Federal.

Depoimento mostra que ex-presidente da Assembleia tinha envolvimento no esquema.

Depoimento mostra que ex-presidente da Assembleia tinha envolvimento no esquema.


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Política

O silêncio de Eduardo Braide…

Deputado Eduardo Braide não comentou sobre possível envolvimento em esquema.

Deputado Eduardo Braide não comentou sobre possível envolvimento em esquema.

O deputado Eduardo Braide (PMN), manteve-se em silêncio durante sessão plenária desta segunda-feira (14), a respeito da matéria publicada pelo Blog do Neto Ferreira (reveja), onde seu nome aparece no relatório do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco).

Braide foi apontado como beneficiário de R$ 2.7 milhões, da verba fruto de corrupção da Prefeitura de Anajatuba. “Além disso, da análise do manuscrito encontrado na casa de Fabiano Bezerra, quando da realização da busca e apreensão, foram identificados diversos pagamentos, com valor total de R$ 2.760.600, 00, com a indicação Dep Braide como beneficiário”, diz o documento.

Diante da citação no relatório, o parlamentar preferiu não comentar sobre o caso, muito menos defender o pai ex-presidente da Assembleia, Carlos Braide, que é acusado de integrar uma organização criminosa (ORCRIM), da qual teria desviado R$ 14 milhões dos cofres públicos da cidade de Anajatuba.

Como líder do Bloco Parlamentar Unidos pelo Maranhão, Eduardo Braide tem obrigação de prestar esclarecimentos a sociedade e seus pares. Ao invés de ameaçar o titular do blog de processo, em uma clara demonstração de censura.


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Poder

Braide é apontado como membro de organização criminosa

Antônio Carlos Braide é acusado de encabeçar um forte esquema criminoso

Antônio Carlos Braide é acusado de encabeçar um forte esquema criminoso


Além de Carlos Braide e Helder Aragão, vários secretários municipais, vereadores e empresários também estão na lista de denunciados, que tiveram pedidos de prisão preventiva requeridos pelo procurador de Justiça Francisco das Chagas Barros de Sousa.

O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Antônio Carlos Braide, pai do deputado estadual Eduardo Braide (PMN), está na mira da polícia.

O parlamentar é acusado de encabeçar um forte esquema criminoso, que desviou R$ 13 milhões de recursos públicos do município de Anajatuba. Braide começou a ser investigado após ser constatada uma doação, no valor de R$ 50 mil, para a campanha do filho em outubro de 2014.

Além disso, o ex-presidente é sócio de uma das empresas que aparecem no esquema de corrupção do prefeito de Anajatuba, também apontado como membro da organização criminosa, Helder Aragão. Foi constatado em investigação, que Braide creditou mais de um milhão de reais nas contas da empresa FCB Produções e Eventos e recebeu mais quatrocentos mil.

Uma ação policial do órgão do Ministério Público do Maranhão (MPMA), com o Grupo de Atuação Especial no Combate a Organizações Criminosas (Gaeco), cumpriria um mandado de prisão contra Carlos Braide, mas um vazamento de informações fez com que advogados evitassem.

O curioso foi que o desembargador Raimundo Melo atuou juntamente com o Gaeco concedendo quebra de sigilo telefônico e bancaria, mas na reta final da investigação se deu por impedido e não quis prender os acusados.


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Política

Bomba! Pai de deputado e ex-presidente da Assembleia pode ser preso por corrupção

Carlos Braide.

Carlos Braide.

O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado, Antônio Carlos Braide, assessor e pai do deputado estadual Eduardo Braide (PMN), deve ser preso juntamente com outros políticos e empresários, conforme notícia semana passada pelo Blog do Neto Ferreira.

Eles são acusados de integram uma organização criminosa que atua desviando recursos públicos do município de Anajatuba. Braide e outros operam com empresa na cidade administrada por Helder Lopes Aragão (PMDB).

O Grupo de Combate ao Crime Organizado (GAECO) encontrou tentáculos no esquema do secretários municipais Ednilson dos Santos Dutra (Administração), Álida Maria Mendes Santos Sousa (Educação), Leonardo Mendes Aragão (Assistência Social) e Luís Fernando Costa Aragão (Saúde).

Também aparecem no esquema a Comissão Permanente de Licitação – João Costa Filho, Georgiana Ribeiro e Francisco Marcone. A promotoria pediu a prisão de todos os citados. Fabiano Carvalho foi apontado como “cabeças da organização criminosa”. Francisco Barros foi quem pediu a prisão.

Ex-presidente da Assembleia e sócio de uma das empresas, Braide investiu na empresa FCB Produções e Eventos cifras relevantes. Braide creditou mais de um milhão de reais nas contas da F C B Produções e Eventos e recebeu mais de R$ 400 mil da conta da F C B Produções e Eventos.

Há fortes indícios de que o mesmo grupo atue em outras dezenas de prefeituras, e que além desses envolvidos, haja a participação de outros políticos maranhenses com representativa na capital federal, Júnior Marreca, e cujas provas serão encaminhadas aos órgãos competentes para adoção das medidas cabíveis.

O desembargador Raimundo Nonato Magalhães Melo, que deferiu interceptação telefônica, mandado de busca apreensão, quebra de sigilo fiscal bancário, surpreendeu a todos. Ele simplesmente deixou o processo apitando pela suspensão do caso.

Agora, o processo foi distribuído de forma aparentemente combinada para o amigo de corte, o desembargador Bayma.

Daqui a pouco o Blog do Neto Ferreira vai detalhar sobre como funcionava o esquema criminoso.


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Política

Deputado que busca seu segundo mandato é contra a reeleição

Em uma entrevista realizada nesta quinta-feira (18), o parlamentar Eduardo Braide, do Partido da Mobilização Nacional (PMN), afirmou que não defende uma reeleição para cargos do Poder Executivo: prefeito, governador e presidente. A afirmação foi feita após ser indagado se concordava com o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, que disse que “a reeleição funciona como a mãe de todas as corrupções”, durante uma palestra em São Paulo.

Embora seja contrário a reeleição de prefeito, governador e presidente, Eduardo Braide, que tenta o seu segundo mandato na Assembleia Legislativa, é mais flexível quando o assunto é reeleição de cargos no legislativo.

Eduardo justifica a flexibilidade quando o assunto é reeleição de deputados, por exemplo, afirmando que o legislativo não geri recursos, não autoriza pagamentos. “Até entendo que deva ter um número limitado de mandato no legislativo. Mas, [a reeleição] aplica-se ao executivo, pois eles detêm a caneta para gerir recursos públicos, no caso do legislativo é diferente”.

Segundo o deputado, o país necessita de uma reforma política, com o mandato de cinco anos para todos os níveis.

“Primeiro eu acho que o mandato deveria ter uma eleição única para todos os níveis federal e estadual, de cinco anos. Precisamos urgente de uma reforma, pois reduziria custos”. (O Imparcial).


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Poder

Deputado faz apelo para que a greve dos rodoviários chegue ao fim

O deputado Eduardo Braide (PMN) ocupou a tribuna da Assembleia, na sessão desta terça-feira (22), para fazer um apelo às partes envolvidas com a greve dos transportes coletivos de São Luís para que encontrem uma solução, o quanto antes, para a situação que prejudica a vida de milhares de pessoas.

Segundo o deputado, são 650 mil usuários que estão sendo penalizados por conta da greve no sistema de transporte coletivo de São Luís. “Acho que o momento é oportuno para que haja uma discussão.

Para o parlamentar, a reivindicação dos motoristas e cobradores é justa mas, por outro lado, o direito de ir e vir dos usuários também é justo e não se pode desconsiderar que o direito de uma pessoa termina onde começa o da outra.


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Poder

Deputados suspeitam que Vale trabalhou contra duplicação da BR-135

Sténio Rezende, Rogério Cafeteira e Eduardo Braide

Sténio Rezende, Rogério Cafeteira e Eduardo Braide

Os deputados Stênio Rezende (PMDB), Rogério Cafeteira (PMN) e Eduardo Braide (PMN), em pronunciamento da tribuna da Assembleia, na sessão de ontem (24), levantaram suspeitas quanto a uma possível ação da Vale no sentido de inviabilizar a licitação da duplicação da BR-135, recentemente cancelada, em favor dos interesses da segunda maior mineradora do mundo de ampliar sua ferrovia.

A manifestação dos deputados deu-se quando do relato que fizeram sobre a reunião realizada ontem (24), no Palácio dos Leões, com o ministro do Transportes, Paulo Passos, e o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit), Jorge Fraxe, que vieram ao Maranhão atendendo a um convite da governadora Roseana. “A Vale quer que seus interesses prevaleçam sobre os interesses do povo do Maranhão. Achei um absurdo o fato relatado na reunião de que o Dnit utilizou estudos feitos pela Vale para emitir o parecer técnico contrário ao projeto”, revelou indignado o deputado Rogerio Cafeteira.

“O deputado federal Pedro Fernandes (hoje secretário estadual das Cidades), homem experiente e técnico com experiência na área de engenharia, não ficaria indignado a toa. Ele deve ter elementos que fundamentam a suspeita de que a Vale agiu, sim, no sentido de fazer prevalecer seus interesses em detrimento dos interesses do povo do Maranhão. Se isso se confirmar, essa Casa tem que tomar uma medida mais enérgica”, argumentou o deputado Stênio Rezende.

(Da Agência Asembleia)


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