Poder

Dilma tem 38%, Aécio,16% e Campos, 10%, diz Datafolha

Do G1, em São Paulo

A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (5) pelo site do jornal “Folha de S.Paulo” indica que a presidente Dilma Rousseff (PT) teria 38% das intenções de voto e venceria no primeiro turno caso a eleição fosse hoje e ela tivesse como adversários o senador Aécio Neves (PSDB) e ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB).

Nesse cenário, Aécio teria 16% e Campos 10%. Votos em branco ou nulos seriam a opção de 20% e outros 9% responderam que não saberiam em quem votar.

O Datafolha entrevitou 2.637 pessoas em 162 municípios na quarta (2) e quinta (3), com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral com o código BR 00064/2014.

Em relação à pesquisa anterior divulgada pelo Datafolha, em fevereiro, a intenção de votos em Dilma caiu de 44% para 38%. Aécio manteve os mesmos 16% de intenções de voto e Campos cresceu um ponto.


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Política

Saída de Gastão Vieira do Turismo é marcada pela fraca atuação

Gastão ao lado do novo ministro.

Gastão ao lado do novo ministro.

A inexpressiva atuação de Gastão Vieira no Ministério do Turismo chegou ao fim na manhã de ontem (17), com a posse de Vinícius Nobre Lages pela presidenta Dilma Rousseff.

Vieira retorna a Câmara Federal acolhido pelo PMDB depois de ser recebido apenas 4 vezes por Dilma em mais de dois anos à frente do Turismo.

Neste semana, o peemedebista deu entrevista ao Uol onde ponderou a falta de dialogo de Dilma Rousseff com boa parde dos ministros. Foi ele quem comentou ter sido recebido 4 vezes pela presidenta.


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Poder

Inexpressivo, Gastão é recebido 4 vezes por Dilma em 2 anos no Ministério

Do UOL, em Brasília

Gastão Vieira.

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deixar o cargo de ministro do Turismo para reassumir sua vaga na Câmara e disputar mais um mandato pelo PMDB do Maranhão, Gastão Vieira afirma que existe um “problema do temperamento” da presidente Dilma Rousseff que causa a deterioração do relacionamento entre o Planalto e o Congresso.

“As pessoas usam uma expressão chula… Da [falta de] paciência que você tem para ouvir deputado. Para ouvir reclamação. Para ouvir pedido de transferência, uma série de coisas. Nem todo mundo tem esse tipo de apetite”, declara Gastão Vieira em entrevista ao programa Poder e Política, do UOL e da “Folha”, referindo-se à presidente da República.

Indicado para o Turismo por seu padrinho político, o senador José Sarney (PMDB-AP), o ministro relata ter sido recebido por Dilma Rousseff em audiência oficial apenas quatro vezes ao longo de dois anos e três meses à frente de sua pasta.


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Poder

Dilma veta projeto que permitia criação de novos municípios no país

Dilma RousseffA presidente Dilma Rousseff vetou integralmente o projeto aprovado pelo Senado Federal em outubro que permitia a criação de novos municípios no país. A mensagem de veto da presidente foi publicada em edição extra do “Diário Oficial da União” na noite desta quarta-feira (13).

O relator do projeto no Senado, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), calculava, quando houve a aprovação, que a proposta permitiria dar início a processos de emancipação – e transformação em municípío – de pelo menos 188 distritos.

Na mensagem de veto encaminhada ao Congresso, a presidente Dilma Rousseff alegou que a criação dos municípios resultaria em aumento de despesas que, na visão do governo, não seria acompanhado por um crescimento de receitas equivalente.

“A medida permitirá a expansão expressiva do número de municípios no País, resultando em aumento de despesas com a manutenção de sua estrutura administrativa e representativa.
Além disso, esse crescimento de despesas não será acompanhado por receitas equivalentes, o que impactará negativamente a sustentabilidade fiscal e a estabilidade macroeconômica. Por fim,
haverá maior pulverização na repartição dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios – FPM, o que prejudicará principalmente os municípios menores e com maiores dificuldades
financeiras”, afirmou Dilma na mensagem. (G1)


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Brasil

Para Aécio, Dilma fez campanha eleitoral ao falar de pré-sal na TV

Aécio Neves.

Aécio Neves.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), que ensaia concorrer à presidência em 2014, criticou nesta terça-feira (22) o pronunciamento de Dilma Rousseff em cadeia nacional para comentar o leilão de Libra que ocorreu ontem.Segundo o senador, a “presidente Dilma Rousseff contraria a legislação em vigor e apropria-se, indevidamente” da rede, para fins eleitorais. Ontem, a presidente afirmou em pronunciamento que o leilão não era uma privatização do petróleo brasileiro, mas uma grande conquista para o país.

Segundo Aécio, a presidente deveria ter falado da “imensa desvalorização” da empresa sob a administração petista –segundo dados da Economatica, o valor de mercado da empresa cresceu 336% desde 2003.

Ontem, ele já havia feito críticas ao governo, quando declarou que o leilão trouxe o reconhecimento do governo, “ainda que tardio e envergonhado, da importância do investimento privado para o desenvolvimento do país”.

“O atraso na realização do leilão e as contradições do governo vêm minando a confiança de muitos investidores e, no caso da Petrobras, geraram uma perda imperdoável e irrecuperável para um patrimônio construído por gerações de brasileiros”, disse.

Já o senador Aloysio Nunes Ferreira (SP) afirmou que o interesse do governo é somente a produção superavit primário. Já o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), afirmou que “o governo está de olho no bônus que aferirá com a privatização desse patrimônio denominado Libra.”

Crítico do governo, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) disse que a gestão Dilma é “neoliberal”, e não progressista, como alardeado na campanha da presidente.

Em contrapartida, o ministro Aloizio Mercadante (Educação) disse hoje que o “êxito” do leilão de Libra permitirá que o país “dê um salto extraordinário nos investimentos feitos em educação”.

EDUARDO CAMPOS

Já o também presidenciável Eduardo Campos, governador de Pernambuco, disse em nota e em uma publicação em seu perfil no Facebook que o modelo “precisa ser aperfeiçoado” para que haja participação de mais grupos.

“Acho que todos brasileiros e brasileiras viram com muita decepção, ontem, uma área gigante do pré-sal, o campo de Libra, ser leiloada pelo preço mínimo e sob um processo pouco debatido com a sociedade”, afirmou o presidenciável na rede social.

O governador pernambucano colocou em dúvida a destinação dos recursos do pré-sal, que deveriam ir para saúde e educação: “A gente percebe que o dinheiro vai terminar compondo a questão fiscal dura que o país atravessa, apenas amenizando a falta de caixa do governo. E isso nos preocupa”.

Folha.


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Maranhão

Confirmado: Dilma virá a São Luis este mês

Dilma RousseffO Senac/MA participa, no dia 25 de outubro, às 9h, de uma grande solenidade de formatura do Pronatec na capital maranhense. Na ocasião, a Presidenta Dilma Roussef fará a entrega simbólica de certificados a alunos que já concluíram cursos oferecidos por meio do programa. Para isso, o Senac/MA está convidando alunos que já participaram do programa na Instituição nos anos de 2012 e 2013, a fazerem parte desse evento. Os interessados devem entrar em contato com o Senac pelo telefone 3198-1515 e confirmar a participação no evento.

Os alunos que confirmarem presença na solenidade deverão comparecer ao Senac/MA (Rua do Passeio, 495 – Centro) no dia do evento, 25, às 7h, para se dirigirem ao local do evento acompanhados de outros alunos e instrutores da Instituição.


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Política

PT espera que PSB caminhe com Dilma

Dilma e Campos: antes amigos.

Dilma e Campos: antes amigos.

Em comunicado divulgado em seu site nesta segunda-feira (23), a Executiva nacional do PT afirmou esperar que, nas eleições presidenciais do ano que vem, o PSB se mantenha “ao lado” da candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff. A cúpula petista se reuniu mais cedo para discutir a decisão do PSB, anunciada na semana passada, de entregar seus cargos no governo. Segundo a reportagem do G1, em Brasília.

O presidente do partido, o governador Eduardo Campos (PE), cogita disputar contra Dilma em 2014.

No documento que reúne as decisões da Executiva, o PT diz que “tanto agora quanto nas eleições de 2014, está em jogo a mesma disputa de projetos que marcou as eleições de 2002, 2006 e 2010”, em que o principal adversário do partido foi o PSDB.

“Portanto, tanto no primeiro quanto no segundo turno, a disputa colocará os partidos em dois campos distintos: um deles representado pelos avanços promovidos pelos governos de Lula e de Dilma, e outro, representado pelos governos hegemonizados pelo PSDB, DEM e PPS”, continua o texto.


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Brasil

Dilma e Marina crescem na pesquisa Datafolha

Do G1, em Brasília

infograficoeleicao2014_300x355Após perder 21 pontos percentuais na corrida pelo Palácio do Planalto em meio aos protestos que tomaram as ruas do país em junho, a presidente Dilma Rousseff se recuperou e passou de 30% para 35% das intenções de voto, segundo pesquisa Datafolha publicada na edição deste domingo do jornal “Folha de S.Paulo”. O estudo, realizado entre os dias 7 e 9 de agosto, ouviu 2.615 entrevistados e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

No último levantamento do instituto, divulgado no final de junho, a chefe do Executivo havia caído de 51% para 30% das intenções de voto para a eleição de 2014. À época, o país estava conturbado por conta das manifestações públicas que reuniram milhares de pessoas para protestar, entre outros pontos, contra a qualidade dos serviços públicos.

Na pesquisa divulgada neste domingo, o cenário testado em que Dilma ganhou cinco pontos percentuais contou com a ex-senadora Marina Silva (AC), o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

De acordo com o Datafolha, Marina enfrentaria Dilma no segundo turno. A ex-ministra do Meio Ambiente, que ainda corre atrás do registro partidário para o recém-criado Rede Sustentabilidade, oscilou de 23% para 26%. Já o senador mineiro registrou uma queda: Aécio oscilou de 17% para 13%.

Integrante da base governista, Campos passou de 7% para 8%, se mantendo dentro da margem de erro. Segundo o instituto de pesquisas, votos brancos, nulos, nenhum ou indecisos somaram 18%.

O Datafolha também simulou, no mesmo cenário, a inclusão do ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB-SP). O tucano, apontou o instituto, alcançaria 15% dos votos. Neste contexto, Dilma cairia para 32%. Marina se manteria na segunda colocação, porém, recuaria de 26% para 23%. Aécio cairia para 10% e Campos para 6%.

O único cenário em que o PT venceria no primeiro turno foi registrado com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato do partido. Nesta simulação, o petista alcançaria 51% das intenções de voto. Enquanto isso, Marina (20%), Aécio (11%) e Campos (5%) juntos somariam apenas 36%.

Efeito Barbosa

Mesmo com o ministro Joaquim Barbosa enfatizando que não pretende disputar eleições, o Datafolha voltou a testar um cenário com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) na disputa pela Presidência. Nesta simulação, o magistrado obteria 11% dos votos. Em junho, na última pesquisa do instituto, ele havia registrado 15%.

Por outro lado, Dilma subiu neste cenário. A petista passou de 29% para 33%, em comparação com o último levantamento. Marina também subiu na versão em que Joaquim Barbosa foi incluído: de 18% para 22%. Aécio caiu de 15% para 12% e Campos oscilou de 5% para 6%.


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Poder

Popularidade do governo Dilma cai de 54,2% para 31,3%

Dilma Rousseff

A popularidade do governo da presidente Dilma Rousseff despencou para 31,3%, segundo pesquisa do Instituto MDA encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), divulgada nesta terça-feira. No levantamento anterior, feito em 11 de junho, a avaliação positiva do governo era de 54,2%. Além disso, a avaliação negativa aumentou para 29,5%, muito maior do que os 9% registrados na pesquisa anterior. A aprovação pessoal da presidente também caiu, passando de 73,7% para 49,3%. Já desaprovação subiu de 20,4% para 47,3%.

A pesquisa também projetou o cenário eleitoral para o pleito de 2014. Em levantamento espontâneo, Dilma teria 14,8% das intenções de voto. O ex-presidente Lula aparece em segundo, com 10,5%; Marina Silva (Rede) teria 5,9% dos votos, e Aécio Neves (PSDB-MG), 4,9%. Já o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), ficaria com 1,4%, enquanto o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) teria 1,2%. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, aparece em último, com 0,7% das intenções de voto.

A intenção de votos estimulada — quando é fornecida a lista de candidatos — mostrou forte queda nos votos para Dilma. Além disso, aumentou o total de votos brancos e nulos. Na pesquisa estimulada para o primeiro turno das eleições, Dilma teria 33,4% dos votos. Na pesquisa de junho, ela detinha 52,8% dos votos. Marina Silva avançou para a segunda posição, com 20,7%, ante 12,5% no levantamento anterior. Aécio detém 15,2%, contra 17% em junho, e Eduardo Campos avançou, de 3,7% das intenções na pesquisa anterior para 7,4%. Brancos e nulos são 17,9% — ante 8,4% em junho — e 5,4% não responderam. Para o segundo turno, Dilma ganha em todos os cenários em que é listada.

Apoio aos protestos nas ruas

As manifestações que aconteceram em todo o país em junho foram percebidas positivamente pela maioria dos entrevistados. Segundo a pesquisa, 84,3% aprovaram os protestos nas ruas;11,9% afirmaram ter participado de alguma manifestação, e 29,6% não participaram, mas têm intenção de participar.

O alvo principal dos protestos foram os políticos, segundo 49,7% dos entrevistados, e o “sistema político”, de acordo com 21% das pessoas. Outros 15,9% afirmaram que as manifestações foram contra a presidente; 5,9%, contra governadores e prefeitos; 2,1%, contra parlamentares e 1,6%, contra o Judiciário.

As principais reivindicações listadas pelos entrevistados para as manifestações foram o fim da corrupção (apontado por 40,3%); melhorias na saúde (24,6%); reforma política (16,5%); melhorias na educação (7,8%); melhorias no transporte público (4,6%) e melhorias para a segurança (3,7%).

A CNT informa que foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 134 municípios de 20 estados, das cinco regiões, entre os dias 7 e 10 de julho.

Fonte: O Globo


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Artigo

Dilma encampa proposta de Abdon Marinho e também diz: constituinte já!

Por Abdon Marinho

Existe algo mais nas manifestações de ruas que um protesto passageiro por esse ou aquele motivo. Há muito mais pessoas que efetivamente desejam mudanças para o país que os vândalos que saqueiam lojas, bancos, etc. Há muitos apostando na violência na destruição, mas há, sobretudo, os que desejam ver mudanças no país, que querem um Brasil mais justo e menos corrupto em todos os sentidos e esferas de poder.

Conseguirão algo além do despertar destas consciências, o que já é muito? Acredito que não. Digo isso porque não se está nas ruas por algo definido. O que se busca é algo muito vago, muito indefinido, sendo assim é impossível que se consiga avançar.

Partidos e políticos tentam tirar casquinhas do movimento. Não os recrimino, trata-se do velho e sempre presente instinto de sobrevivência… Ano que vem tem eleições, cada um sabe o risco que corre.
Mas o momento é interessante para o país. Por conta disso acho que devemos lançar uma pauta unificada para a sociedade como forma de evitar a dispersão.

Proponho aqui, neste momento, uma Assembleia Nacional Constituinte que passe o país a limpo. A Constituição Cidadão de 1988, na conjuntura em que foi feita abriu inúmeras concessões, não passou o Brasil a limpo, apenas permitiu que seguisse em frente e apresentou conquistas para a cidadania.

Essas manifestações de ruas pedem mais que os políticos podem oferecer. Embora ninguém tenha dito, o que se deve fazer é uma nova constituição. Uma constituição que refunde o país. Reduzindo a representação política a um terço do é hoje, como forma torná-la mais eficiente, uma reforma política que contemple o voto distrital puro, que permita a representação avulsa, em todas as esferas, tornando essa representação mais próxima da sociedade, que contemple um rigoroso combate a corrupção política, judicial e social, etc.

No curso das manifestações alguns oportunista acenam com uma reforma política. Qual reforma? Uma onde você pagará para votar e não terá o direito de escolher, pois a escolha será feita pelo partidos através de suas listas? Não isso não nos interessa. Uma reforma que mantenha a representação política nos níveis de hoje, mastodôntica? Não. Isso não serve. Uma que mantenha o custo dos políticos como o mais elevado do mundo? Não. Uma reforma que não crie mecanismos de combate a corrupção em todos os poderes e em todas as esferas? Certamente que não.

O Brasil está nas ruas. Pela primeira vez depois de muitos anos, estão protestando contra tudo e contra todos. os oportunistas de sempre e de todas as horas só querem tirar suas casquinhas, são incapazes de apresentar qualquer coisa diferente do que está aí. não ousam qualquer combate ao “status quo”, querem se aproveitar dos movimentos para fazer os que os atuais detentores do poder já fazem. estão surdos. todos estão surdos. não se dão conta que pauta de hoje é outra. Não se dão conta do novo momento que vivemos. Querem se manter como “pelegos” em troca de continuar tudo como dantes.

É certo que os brasileiros ainda não sabem o que querem, mas pelas manifestações, já sabem o que não querem. Não queremos um estado assim, onde os grupos defendam apenas seus interesses, onde a cidadania não seja respeitada, onde os poderosos e seus apaniguados possam tudo e os menos favorecidos não possam nada. Não queremos um estado onde gastemos tanto com a democracia e ela não dê ao povo nada além de esmolas. Não queremos um estado onde o povo só obtenha um pouco de justiça se for as ruas gritar por ela. Não queremos um estado onde paguemos salários tão elevados para funcionários e agentes públicos e eles nos devolvam em contrapartida serviços de tão péssima qualidade.
Por tudo isso é hora de se ir as ruas com um grito só, uma só voz, um só coro: queremos uma nova Assembleia Nacional Constituinte, exclusiva para fazer uma nova Constituição que seja cidadã, como a atual, mas que refunde o estado brasileiro.

Abdom Marinho é advogado eleitoral.


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