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Braide é apontado como membro de organização criminosa

Antônio Carlos Braide é acusado de encabeçar um forte esquema criminoso

Antônio Carlos Braide é acusado de encabeçar um forte esquema criminoso


Além de Carlos Braide e Helder Aragão, vários secretários municipais, vereadores e empresários também estão na lista de denunciados, que tiveram pedidos de prisão preventiva requeridos pelo procurador de Justiça Francisco das Chagas Barros de Sousa.

O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Antônio Carlos Braide, pai do deputado estadual Eduardo Braide (PMN), está na mira da polícia.

O parlamentar é acusado de encabeçar um forte esquema criminoso, que desviou R$ 13 milhões de recursos públicos do município de Anajatuba. Braide começou a ser investigado após ser constatada uma doação, no valor de R$ 50 mil, para a campanha do filho em outubro de 2014.

Além disso, o ex-presidente é sócio de uma das empresas que aparecem no esquema de corrupção do prefeito de Anajatuba, também apontado como membro da organização criminosa, Helder Aragão. Foi constatado em investigação, que Braide creditou mais de um milhão de reais nas contas da empresa FCB Produções e Eventos e recebeu mais quatrocentos mil.

Uma ação policial do órgão do Ministério Público do Maranhão (MPMA), com o Grupo de Atuação Especial no Combate a Organizações Criminosas (Gaeco), cumpriria um mandado de prisão contra Carlos Braide, mas um vazamento de informações fez com que advogados evitassem.

O curioso foi que o desembargador Raimundo Melo atuou juntamente com o Gaeco concedendo quebra de sigilo telefônico e bancaria, mas na reta final da investigação se deu por impedido e não quis prender os acusados.


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