Poder

Ministro deu verba a ONG de aliado que era alvo da PF

Ministro Carlos Lupi

Ministro Carlos Lupi

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, ajudou pessoalmente a ONG de um colega de partido mesmo depois de a Polícia Federal abrir um inquérito criminal para investigar suspeitas de irregularidades em convênio da entidade com a pasta, no valor de R$ 6,9 milhões.

O convênio, no valor de R$ 6,9 milhões, foi firmado com a ONG Adrvale (Agência de Desenvolvimento do Vale do Rio Tijucas e Rio Itajaí Mirim), de Santa Catarina, que é presidida por Osmar Boos, ex-candidato a vereador pelo PDT em Brusque.

A PF começou a investigar a ONG com base em relatório da CGU (Controladoria-Geral da União) que apontou o uso de funcionários e empresas-fantasmas.

O ministro afirmou, por meio de sua assessoria, que não tinha conhecimento da investigação da Polícia Federal sobre a Adrvale.

Da Folha


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Poder

Ministro Carlos Lupi se humilha e pede desculpa por declarações

Do G1

Ministro do PDT Carlos Lupi

Ministro do PDT Carlos Lupi

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, pediu desculpas à presidente Dilma Rousseff pelas declarações de que só sairia do cargo “abatido à bala” durante audiência na Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (10). Conforme apuração, as declarações sobre sua manutenção no cargo não teriam sido bem aceitas por Dilma, que deixou claro para Lupi que ela é quem decide quem fica ou quem sai do governo.

“Presidente, desculpe se eu fui agressivo, não foi minha intenção, eu te amo”, disse Lupi durante o depoimento aos deputados.

“Como vou desafiar a presidente Dilma? Eu a conheço há 30 anos. Não é cargo que nos guia na vida, é a causa”, completou Lupi. O ministro alegou inocência das acusações de suposto desvio de verbas na pasta e disse se sentir “profundamente agredido” pelas denúncias.


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Poder

Ministro Lupi terá que esclarecer denúncias a Comissão de Ética da Presidência

Weverton Rocha envolvido em esquema complica situação do ministro

Weverton Rocha envolvido em esquema complica situação do ministro

A Comissão de Ética da Presidência abriu ontem segunda-feira, 7, um procedimento em que pede esclarecimentos ao ministro do Trabalho, Carlos Lupi, sobre denúncias que envolvem desvio de dinheiro público em sua pasta. O ministro terá dez dias, a partir da data em que for notificado, para se explicar sobre as denúncias publicadas na edição deste fim de semana da revista “Veja”.

A reportagem aponta envolvimento de funcionários da pasta em um suposto esquema de desvio de recursos de convênios com entidades privadas. Por conta das denúncias, o ministro Carlos Lupi afastou no sábado (5) o coordenador de qualificação da pasta, Anderson Alexandre dos Santos.

Com a abertura do procedimento, a relatora, Marília Muricy, poderá pedir documentos e explicações ao ministro. Ao final da investigação, Lupi poderá ser punido com uma “censura ética” ou até mesmo ter sua demissão recomendada pela comissão.

Em reunião de líderes nesta tarde, a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, não comentou as denúncias que envolvem Carlos Lupi, mas afirmou que o governo “tem obrigação de prestar todos os esclarecimentos”.

“Os ministros têm sido reiteradas vezes acionados para prestarem esclarecimentos. E é extremamente importante todos terem a noção de que estamos [tomando] providências no sentido de ter uma fiscalização mais eficiente”, concluiu a ministra..

Do G1


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Poder

Weverton Rocha é acusado de integrar esquema do Ministério do Trabalho

Da Folha

Weverton Rocha com o ministro do Trabalho Carlos Lupi

Weverton Rocha com o ministro do Trabalho Carlos Lupi

Integrantes do Ministério do Trabalho cobrariam propina para liberar repasses para organizações não governamentais, diz reportagem da revista “Veja” desta semana.

De acordo com a publicação, funcionários e ex-funcionários de órgãos de controle da pasta exigiriam comissão de 5% a 15% do valor dos convênios para resolver “pendências” nos contratos.

Ontem, depois de publicada a reportagem, o ministro Carlos Lupi (Trabalho) determinou a abertura de uma investigação interna e afastou o coordenador-geral de qualificação da pasta, Anderson Alexandre dos Santos.

Santos e o deputado federal Weverton Rocha (PDT-MA), que até outubro era assessor especial de Lupi, são apontados pela revista como integrantes do esquema de extorsão. Os dois não foram localizados ontem.

Uma das ONGs que aparecem na reportagem é o Instituto Êpa, do Rio Grande do Norte. Os dirigentes da ONG foram levados a Lupi pelo ministro Garibaldi Aves (Previdência), do mesmo Estado da entidade. Garibaldi confirma o encontro.

A reportagem afirma que, ao procurar a pasta, os representes das ONGs seriam informados pelos integrantes do esquema que só voltariam a receber o dinheiro se pagarem o “pedágio”.


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