Política

Bastidores da crise entre PCdoB e PPS no governo Flávio Dino

O clima não é mais o mesmo e deve permanecer dessa forma por um longo tempo. Assim define-se a relação institucional entre o Partido Popular Socialista (PPS), e Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

Governador Flávio Dino ao lado de Eliziane Gama.

Governador Flávio Dino ao lado de Eliziane Gama.

A insatisfação de membros do PPS começou quando o governador Flávio Dino prometeu disponibilizar dois espaços (secretarias) para a sigla, mas só viabilizou dois cargos de baixo escalão.

Dos cargos que foram dados ao PPS, consta a inclusão de Paulo Matos na assessoria especial, que trata diretamente do Programa Mais IDH. E para Altemar Lima, a Secretaria-adjunta de Cultura do Estado.

Durante uma conversa com dirigentes do PCdoB, Dino levou o nome da professora Ester Marques e Eliziane acabou cometendo um erro, avalizando para assumir a Secretaria de Cultura. Mas, em fevereiro, o partido pediu a cabeça de Marques e indicou o nome de Altemar Lima como substituto.

Os partidos voltaram a se reunir em uma nova rodada de conversas e avaliaram a possibilidade do governo se desgastar com a precoce exoneração de um membro do primeiro escalão. Eliziane concordou e ficou definido a mudança logo após o término do São João, precisamente no segundo semestre. Quem assumiria a pasta seria Paulo Matos.

No entanto, membros do PPS foram pegos de surpresa com o anúncio feito em primeira mão pelo Blog do Neto Ferreira e (reveja), consecutivamente, pelo governador Flávio Dino (reveja), colocando Felipe Camarão na Secretaria de Cultura.

Para quem acreditou que possuiria duas secretarias, resultou acabando com os simbólicos cargos de adjunto e assessor especial.


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