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Juízes alegam piora na qualidade de vida para não trabalharem das 8h às 18h

A Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA) encaminhou um ofício ao presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), desembargador Paulo Velten, pedindo a rejeição da solicitação da OAB-MA que requeria a adoção de horário normal de funcionamento do Poder Judiciário do Maranhão, e também do atendimento ao público, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Segundo o documento, a entidade dos juízes maranhenses alegou que a proposta apresentada pela Ordem dos Advogados Brasil Seccional Maranhão não é solução mais adequada quando se trata de sustentabilidade, eficiência e racionalização do trabalho.

Dentre os obstáculos elencados para que o TJ rejeite o pedido é o aumento do consumo de energia que demandaria um gasto exacerbado, principalmente, no horário de pico, da 17h às 18h.

A AMMA ainda argumentou que a adoção do horário normal de trabalho afetaria a qualidade de vida dos servidores e magistrados.

Outro ponto destacado pela entidade é que a demanda de advogados ou partes no turno vespertino é bastante reduzida e por isso não tem motivos para aumentar a jornada de trabalho.

Ao final, o presidente da Associação, juiz Holídice Barros, requereu a manutenção do horário de 8h às 13h.

Leia o documento aqui


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Um comentário em “Juízes alegam piora na qualidade de vida para não trabalharem das 8h às 18h”

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  1. jose carlos silva

    Acho que a Associação dos Magistrados está correta, pois se os nossos juízes forem trabalhar desse tanto poderão pegar uma ESTAFA.

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