Maranhão

Governadora não aguenta pressão, decreta estado de emergência e pede apoio da Guarda Nacional

Rose1-698x1024O decreto foi assinado na noite de ontem no Palácio dos Leões. Com o decreto, o Governo do Estado pretende em dez dias anunciar o início da construção de dez novos presídios, sendo um maior na capital e nove no interior.

Roseana Sarney, por outro lado, entrou em contato ontem com o Ministro da Justiça e pediu a ele a presença da Força Nacional no Maranhão para permanecer por tempo determinado nas dependência dos centros prisionais em Pedrinhas e no Anil.

O pedido de decreto de emergência havia sido solicitado pelo juiz de Execução Penais, Roberto de Paula, e defendido pelos secretários de Segurança Pública, Aluísio Mendes, e da Justiça e Administração Presidiária, delegado Sebastião Uchôa.

Pelo decreto, haverá dispensa de licitação para a construção dos novos presídios bem com a reforma do Cadete (Centro de Detenção) que abrigava quase 500 presos e foi totalmente destruído durante a rebelião na noite de quarta-feira e na madrugada de ontem.

A governadora concordou com a sugestão de pedir a presença dos militares da Força Nacional. É provável que na próxima semana ele já estejam nas dependências dos presídios pare evitar novos confrontos entre gangues e garantir a segurança dos detentos. Além disso, a Sejap anunciou a contratação de mais 160 funcionários contratados para fazerem os serviços de vigilância nos centros detenção. (Blog do Luis Cardoso)

 


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2 comentários em “Governadora não aguenta pressão, decreta estado de emergência e pede apoio da Guarda Nacional”

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  1. ARREGO: Governadora não aguenta pressão e decreta estado de emergência e pede apoio a guarda nacional : Blog do João Silva

    […] Do Neto Ferreira […]

  2. Bruno Pereira Rodrigues

    Eu não sou muito envolvido no mundo da política, mas acho que a dispensa de licitação (mesmo que os valores sejam limitados) poderá ter como consequência, o superfaturamento de obras. Por outro lado, vejo que a governadora se sensibilizou quando requereu a força nacional.

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