Judiciário

Cúmplice do assassinato de Décio Sá nega envolvimento com o crime

Durante o interrogatório, Marcos afirmou que ele não teve envolvimento com o crime e culpou o seu cunhado Shirliano de Oliveira, o Balão, que está foragido

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Marcos Bruno Silva de Oliveira, cúmplice no caso Décio Sá.

Durante o julgamento no 1º Tribunal do Júri de São Luís, realizado na manhã desta quarta-feira (13), no Fórum Desembargador José Sarney, Marcos Bruno Silva de Oliveira, acusado de pilotar a motocicleta que deu fuga ao assassino confesso do jornalista Décio Sá, Jhonathan de Sousa, negou todo o seu depoimento dado quando foi preso em 2012.

No interrogatório, Marcos afirmou que ele não teve envolvimento com o crime e culpou o seu cunhado Shirliano de Oliveira, o Balão, que está foragido. Na época, o réu confessou todo o caso e, inclusive a sua participação. Ele disse, ainda, que recebeu a quantia de R$ 7 mil reais para participar do assassinato e que o seu cunhado teria recebido a quantia de R$ 15 mil.

O novo julgamento aconteceu porque a defesa recorreu da sentença e conseguiu anular o resultado. O acusado havia sido condenado a 18 anos e três meses de reclusão em fevereiro de 2014 no mesmo julgamento que condenou Jhonathan de Sousa a 25 anos e três meses de reclusão. O assassino confesso do jornalista também recorreu da sentença e teve sua pena aumentada para 27 anos e 5 meses de reclusão.

A audiência foi conduzida pelo juiz Osmar Gomes dos Santos. O corpo de jurados foi diferente do primeiro julgamento.


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