Poder

Negociatas de Weverton Rocha beneficiaram Flávio Dino

Com a direção estadual do partido escolhida a dedo pelos senhores Lupi e Manoel Dias, num ato de violência, autoritarismo e desrespeito, após um período inédito de 65 dias na informalidade, assistimos, desde fevereiro de 2012, o partido transformado numa legenda para negociatas e, também, submissa a outros interesses e projetos de poder. Não me resignei àquele ato, solicitei a minha retirada da atual Comissão Provisória Estadual, o que fizeram em maio de 2012. Faltou, aos dois donos do PDT nacional, atender ao nosso pedido de avaliação da decisão deles por todos os membros da Executiva Nacional (conforme amparo legal do nosso estatuto) para, se necessário, recorrermos ao Diretório Nacional – última instância partidária, que teve a sua última e rara reunião em janeiro passado. Infelizmente, tocam o partido, de acordo com essas práticas e vão levando a todos com papos e barrigas nos encontros estaduais de supostos “planejamentos e gestões estratégicas”. Para essa gente, o importante é tocar o “partido-empresa”, ter um número mínimo de deputados federais para garantir o Fundo Partidário e o controle cartorial.

Com relação ao que acontece com o PDT do Maranhão hoje, devemos dizer que tudo isto decorre de um acerto ocorrido em Brasília, em 2011, conforme declarações à imprensa de um de seus principais beneficiários – Flávio Dino. Tudo seguiu o “script” traçado pelos ilustres gestores nacionais (Lupi e Manoel Dias) e estaduais (Weverton e Julião). Estes tinham interesse em assumir mandato de deputado federal; Flávio Dino, em “ter o partido na mão” para o seu projeto de poder no Maranhão em 2014 que passava por São Luis em 2012.

Enfrentei conscientemente esta situação, por razões de princípios e valores, bem como por crer que o PDT tem uma história democrática e popular com todo o direito de continuá-la e preservá-la, dando assim a sua contribuição ao processo político maranhense muito vilipendiado pelas forças do atraso, do convencionalismo, do fisiologismo.

Os gestores cartoriais do Lupi e do Manoel Dias realizaram dois encontros estaduais de “planejamento estratégico e gestão partidária” nos dois últimos sábados, em Imperatriz e Caxias. Pelas fotos e notícias publicadas em jornais e blogues, pelos relatos, podemos dizer que nada houve de planejamento estratégico, tampouco de gestão partidária. Somente falas e discursos a reverenciar o beneficiário maior do lupismo que, como sabemos, não é nem do PDT e, sim, do PC do B.

É que esses chefetes estaduais precisam legitimar-se junto ao partido e às oposições por meio da submissão. Tem biografias de prestígio e reputação questionáveis. Sobre as declarações divulgadas(umas beiram ao ridículo, outras a serem levianas), gostaria de fazer as seguintes ponderações para que os companheiros e companheiras do PDT (e a todos que possam ter algum interesse) tomem conhecimento e possam fazer um julgamento:

1. Flávio Dino somente atuou como um dos advogados de defesa do ex-governador Jackson Lago, em duas audiências em São Luis, em abril de 2008, especificamente a que tratou de levantar depoimentos de testemunhos, dentre eles, o ex-prefeito de Caxias, Humberto Coutinho – o primeiro de uma série de prefeitos escalados para votar no então candidato a deputado federal, em 2006, pelo ex-governador Zé Reinaldo;

2. Não consta nos registros do Congresso nenhum discurso do então deputado federal Flávio Dino na Câmara dos Deputados defendendo o governo Jackson Lago durante o processo de cassação, tampouco após o mesmo. Na balaiada, era notável a ausência do PC do B. Alguém o avistara? Ao contrário, o seu principal assessor até escreveu um texto no qual afirma que não houve comemoração nem choro com a cassação, tal era a distância política de seus projetos imediatos para com o que realmente acontecia de importância para os reais interesses do nosso estado e país. E, aproveitando, não há um discurso do então deputado federal denunciando as mazelas da oligarquia, nada…Talvez, nem em 2010, quando de sua candidatura ao governo;

3. Jamais escreveu uma linha sequer em seus artigos semanais no Jornal Pequeno para tratar da cassação ou para defender o governo Jackson Lago dos ataques dos adversários tradicionais. E, tinha o seu irmão Sálvio Dino Júnior entre janeiro de 2007 a abril de 2008 e, depois, o seu correligionário Eurico Fernandes, entre abril de 2008 até a cassação de abril de 2009, como secretários de Direitos Humanos;
4. Nas eleições de 2010, todos sabemos da atuação dos senhores Zé Reinaldo e o seu então pupilo Flávio Dino, para inviabilizar e, depois, ultrapassar a candidatura Jackson Lago. Reuniões, comícios, propaganda eleitoral em rádios e televisões tratavam a candidatura Jackson Lago como ficha-suja, que seria cassada pelo TSE, num processo habilmente guardado até a última noite de propaganda antes da eleição. Mesmo assim, nos últimos dois dias e no dia da eleição, os partidários dessa candidatura espalhavam mentiras a respeito do resultado do julgamento. (Tinham inseguranças de que a notícia do julgamento pudesse alterar o quadro já favorável para eles irem ao provável segundo turno?). Além disso, tentaram mais de uma vez provocar a desistência da candidatura Jackson Lago, por meio de factóides, sangrias, notícias marrons e investidas de próximos junto ao candidato, além de todo tipo de artifício para esvaziar, cada vez mais, a candidatura do PDT. Tudo isso ocorreu de tal forma que acabou criando condições para não se ter o tão desejado segundo turno. Quando da noite do resultado, após mais da metade dos votos apurados, é sugerido por minha irmã Luciana a papai que ligasse para o Flávio Dino, cumprimentá-lo e dizer que o apoiaria no segundo turno. Jackson Lago, cansado e decepcionado com o resultado, depois de um tenso e longo dia (viajáramos a Santa Rita e Rosário para prestar solidariedade ao prefeito Hilton Gonçalo, que fora preso de forma arbitrária!) ligou, mas o outro lado não atendeu. Logo depois, recebeu a ligação do Flávio Dino que ouviu dele os seus parabéns e a intenção de apoiá-lo no segundo turno. Combinaram de se encontrar na manhã seguinte no apartamento de Jackson, fato que não ocorreu. Nada mais houve além disto! Exceto a nota em que se autoconsagrava como o novo líder das oposições dias depois. O resto é pura exploração e oportunismo barato. Usaram isso nas eleições passadas até com novas versões de que teria havido uma combinação para começar a campanha por Imperatriz, etc. E, agora, recomeçam a utilizá-la. Tudo pelo poder! Temo que, conforme os incontáveis exemplos de seus professores nacionais do lulosarneyísmo, começem a inventar supostos testamentos políticos.

O Maranhão merece muito mais do que estamos assistindo. E, para contrapor-se a esse modelo de subdesenvolvimento, faz-se necessária a discussão democrática e plural de sua economia, política, sociedade e cultura. Faz-se necessário o resgate dos valores e princípios da boa política, que serão sempre novos e arrebatadores de almas a quererem a mudança real dos destinos de nosso estado. As oposições tem um papel importante a desempenhar nesse sentido. E, o primeiro passo é respeitar a história, reconhecer os fatos bem como os erros! Para a construção da unidade das oposições é preciso respeito, cultivar a democracia, que não haja a indevida intromissão na vida dos outros partidos (como temos visto no PT, PDT, PPS, PSDB e, pasmem, até na recente Rede!) e, acima de tudo, sem submissão. Sugiro aos protagonistas das mais variadas oposições, que se começe a discutir a candidatura única para o Senado! É nosso dever, pois só teremos a disputa de uma vaga. E, ao que me consta, ninguém fala disso. Nem mesmo aqueles que mais se pronunciam pela candidatura única ao governo. No segundo turno, se houver e for trabalhado por todos, a unidade se impõe como em 2006.
Receio a unidade que está sendo imposta agora, em torno de uma pessoa, sem programa, sem compromisso de um governo democrático e popular, sem propostas claras. Lembro, novamente, que Jackson Lago sempre foi a favor da unidade das oposições, mas jamais se intrometeu na vida interna dos outros partidos, aqui ou por cima, a nível nacional, e foi candidato 4 vezes ao governo, concorrendo com outros candidatos de oposição. Em 2002, 2006 e 2010, sendo o principal nome, queria a candidatura única, não houve. E, devemos constatar, não houve em 2006 e 2010 porque os atuais proselitistas da candidatura única não quiseram! Jackson Lago tinha biografia pela educação, pela saúde, pela moradia, pelas reformas, pela gestão participativa. O pretenso candidato único tem essa biografia?

E, com toda a sinceridade, devemos admitir que falhas houveram no seu governo plural agredido, diuturnamente, antes mesmo de assumir; quanto às escolhas de alguns de seus auxiliares mal sugeridas por compromissos políticos,… Mas, ao contrário do que dizem os partidários do sarneyísmo e de seus dissidentes, Jackson Lago tentou e fez muito mais que se possa imaginar e que as circunstâncias permitiam. Hilário assistir ao que dizia “que o Zé Reinaldo deixou o avião na cabeceira da pista e o novo piloto não soube decolar…” e, hoje, faz um grande esforço para dizer que o governo Jackson foi combatido. Só agora?

Para aqueles da boquinha, das circunstâncias de poder, das ambições desenfreadas pelo poder, tudo é permissivo, passageiro, rotineiro. Os meios justificam os fins! Será?

Portanto, nós, oposições, temos de ter muita responsabilidade em trabalhar a escolha daquele que nos representará em mais uma batalha eleitoral.

Porque não dar esse direito ao povo, o de escolher?

Saudações Trabalhistas!

Igor Lago


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Poder

PDT promove encontro estadual em Caxias

A executiva estadual do PDT promove no próximo sábado, 02 de março, em Caxias, a segunda rodada do Encontro de Organização e Gestão Partidária que reúne os diretórios da região dos Cocais e Maranhão Central. O evento acontece no auditório Marcelo Thadeu Assumpção da Câmara de Vereadores, na Praça da Matriz a partir das 8h.

No sábado passado, 23 de fevereiro, a rodada foi em Imperatriz e reuniu 31 comissões e diretórios do Sul do Maranhão.

Está confirmada a presença do presidente da Embratur, Flávio Dino, pré-candidato ao governo do Maranhão na eleição do próximo ano.

O deputado federal Weverton Rocha chega ainda na sexta-feira, 1º de março, em Caxias, para participar de encontro estadual com secretários municipais de esporte.

O ex-prefeito de Caxias, Humberto Coutinho, do PDT, também confirmou ainda ontem sua participação no encontro.


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Política

Encontro do PDT em Imperatriz discutirá eleições de 2014

Weverton Rocha pretende junta lideranças visando a campanha de 2014.

Weverton Rocha pretende junta lideranças visando a campanha de 2014.

Sob o comando do ex-deputado Julião Amim, presidente da Comissão Estadual Provisória, o PDT realiza em Imperatriz o II Encontro Estadual de Planejamento Estratégico e Gestão Partidária – PDT/ Região Tocantina e Sul do Maranhão.

Esse será o primeiro de vários encontros regionais, que visam definições em relação ao partido, a avaliação de seu desempenho nas eleições de 2012 e debates sob a conjuntura política estadual e nacional.

O objetivo do Encontro é que sejam apresentados pelas lideranças o momento político que o partido vive em cada município e ainda quais rumos o partido deverá seguir nas eleições de 2014. “Vamos convocar o máximo de lideranças e fortalecer nossa nominata e buscar um número cada vez maior de candidatos a deputados estaduais e federais. Assim caminharemos rumo a 2014 ainda mais fortes”, ressalta o deputado federal Weverton Rocha.

O evento será realizado na Câmara de Vereadores de Imperatriz- MA, dia 23 de fevereiro (sábado) das 8h às 13h. E contará com as principais lideranças do partido na região.


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Poder

Relação entre Ivaldo Rodrigues e comando do PDT é desgastada

Ivaldo Rodrigues e Weverton já foram grandes amigos

Ivaldo Rodrigues e Weverton já foram grandes amigos

Depois de todo alvoroço e as brigas interna no Partido Democrático Trabalhista (PDT), os lideres que hoje comandam a sigla, mantém uma relação desgastada com o vereador de São Luís, Ivaldo Rodrigues (PDT), que foi escolhido em abril para o cargo de presidente do Diretório Municipal da Capital.

Ivaldo, que é aliado e amigo pessoal da família Castelo, tentou em diversas vezes aliançar o PDT com o PSDB de João Castelo,  só que isto, acabou resultando em sua destituição da presidência do PDT.

E agora?

O próximo membro do PDT que será atingido ainda neste mês, com a decisão ordenada pela Nacional do Partido, será Clodomir Paz, a quem insiste em ficar na Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT), que contraria totalmente a direção nacional, ou seja, Carlos Lupi e Manoel Dias.

Com isso, Ivaldo Rodrigues é achincalhado diariamente pelos mesmos que o colocou na presidência do partido, e hoje torcem pela sua derrota ao lado do tucano João Castelo.

Acorda Ivaldo…


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Poder

'Não me avisaram que eu sairia', diz Ivaldo Rodrigues

O Estado do Maranhão

Vereador Ivaldo Rodrigues (PDT)

Vereador Ivaldo Rodrigues (PDT)

O vereador Ivaldo Rodrigues (PDT) garante que soube de sua destituição do cargo de presidente da comissão provisória da legenda em São Luís pela imprensa. Mesmo sendo a insistência em apoiar o prefeito da capital, João Castelo (PSDB), o motivo para sua saída do comando municipal, Rodrigues afirma que não vai “fazer apologia” a qualquer outro candidato apoiado pelo seu partido nas eleições deste ano.

Sem comunicado oficial da executiva estadual ou mesmo uma ligação dos responsáveis Weverton Rocha e Julião Amin pela sua indicação para presidir o PDT em São Luís, Ivaldo Rodrigues já sabe que não tem mais autoridade para comandar a legenda. O vereador ficou sabendo de sua saída da presidência da comissão provisória por meio da imprensa.

“Não recebi comunicado oficial do partido. Fiquei sabendo pelo o que foi publicado na imprensa. Como não recebi qualquer ligação do comando estadual do PDT negando o que foi publicado, interpreto que tudo seja verdade. Ou seja, não sou mais presidente da comissão provisória de São Luís”, afirmou Ivaldo Rodrigues, que será substituído pelo deputado Weverton Rocha.

O motivo para sua destituição foi a insistência de manter a aliança do PDT com o prefeito João Castelo mesmo com a indicação da direção nacional de levar o partido para apoiar o pré-candidato do PDT, Edivaldo Holanda Júnior.

Para o vereador pedetista, a direção estadual sabia de seu posicionamento em defender a manutenção da aliança, que mesmo assumindo o PDT de São Luís trabalharia para levar a legenda ao palanque do PSDB na capital.

“Nunca escondi que assumindo a presidência do diretório municipal iria trabalhar para manter a aliança com Castelo. Faço isso por reprovar a mudança de posicionamento às vésperas de uma eleição. Se era para deixar a Prefeitura, que o PDT fizesse isso antecipadamente e não em um período pré-eleitoral”, criticou o parlamentar.

A decisão do PDT de retirado do comando municipal e de não apoiar o prefeito da capital será respeitada pelo vereador. No entanto, segundo ele, nenhum outro candidato apoiado pelos pedetistas será apoiado por ele que a partir dessa decisão da direção estadual vai trabalhar unicamente pela sua reeleição. “Não vou fazer apologia a outro candidato”, declarou Rodrigues.

Seminário – O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e o secretário-geral da legenda, Manoel Dias, chegam a São Luís na noite da sexta-feira para participar no dia seguinte de um seminário sobre planejamento estratégico da legenda.

Na ocasião, Lupi vai anunciar oficialmente o nome do novo comando do PT de São Luís que será o deputado Weverton Rocha. Como a decisão de mudar o comando da municipal é exclusiva da direção estadual, Lupi e Dias espera encontrar já definida a questão dos demais membros da comissão provisória, ou seja, se troca todos os membros ou se a modificação fica apenas na presidência.


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Poder

‘Não me avisaram que eu sairia’, diz Ivaldo Rodrigues

O Estado do Maranhão

Vereador Ivaldo Rodrigues (PDT)

Vereador Ivaldo Rodrigues (PDT)

O vereador Ivaldo Rodrigues (PDT) garante que soube de sua destituição do cargo de presidente da comissão provisória da legenda em São Luís pela imprensa. Mesmo sendo a insistência em apoiar o prefeito da capital, João Castelo (PSDB), o motivo para sua saída do comando municipal, Rodrigues afirma que não vai “fazer apologia” a qualquer outro candidato apoiado pelo seu partido nas eleições deste ano.

Sem comunicado oficial da executiva estadual ou mesmo uma ligação dos responsáveis Weverton Rocha e Julião Amin pela sua indicação para presidir o PDT em São Luís, Ivaldo Rodrigues já sabe que não tem mais autoridade para comandar a legenda. O vereador ficou sabendo de sua saída da presidência da comissão provisória por meio da imprensa.

“Não recebi comunicado oficial do partido. Fiquei sabendo pelo o que foi publicado na imprensa. Como não recebi qualquer ligação do comando estadual do PDT negando o que foi publicado, interpreto que tudo seja verdade. Ou seja, não sou mais presidente da comissão provisória de São Luís”, afirmou Ivaldo Rodrigues, que será substituído pelo deputado Weverton Rocha.

O motivo para sua destituição foi a insistência de manter a aliança do PDT com o prefeito João Castelo mesmo com a indicação da direção nacional de levar o partido para apoiar o pré-candidato do PDT, Edivaldo Holanda Júnior.

Para o vereador pedetista, a direção estadual sabia de seu posicionamento em defender a manutenção da aliança, que mesmo assumindo o PDT de São Luís trabalharia para levar a legenda ao palanque do PSDB na capital.

“Nunca escondi que assumindo a presidência do diretório municipal iria trabalhar para manter a aliança com Castelo. Faço isso por reprovar a mudança de posicionamento às vésperas de uma eleição. Se era para deixar a Prefeitura, que o PDT fizesse isso antecipadamente e não em um período pré-eleitoral”, criticou o parlamentar.

A decisão do PDT de retirado do comando municipal e de não apoiar o prefeito da capital será respeitada pelo vereador. No entanto, segundo ele, nenhum outro candidato apoiado pelos pedetistas será apoiado por ele que a partir dessa decisão da direção estadual vai trabalhar unicamente pela sua reeleição. “Não vou fazer apologia a outro candidato”, declarou Rodrigues.

Seminário – O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e o secretário-geral da legenda, Manoel Dias, chegam a São Luís na noite da sexta-feira para participar no dia seguinte de um seminário sobre planejamento estratégico da legenda.

Na ocasião, Lupi vai anunciar oficialmente o nome do novo comando do PT de São Luís que será o deputado Weverton Rocha. Como a decisão de mudar o comando da municipal é exclusiva da direção estadual, Lupi e Dias espera encontrar já definida a questão dos demais membros da comissão provisória, ou seja, se troca todos os membros ou se a modificação fica apenas na presidência.


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Poder

Após polêmica, Julião Amim é empossado como presidente do PDT

Julião é empossado como presidente estadual do PDT

Julião é empossado como presidente estadual do PDT

A polemica e confusão formada no Partido Democrático Trabalhista (PDT) não foi suficiente para desbaratar a posse do ex-deputado federal Julião Amin na Comissão Provisória da Executiva Estadual do PDT, realizada na sede do partido na noite desta segunda-feira (27).

Durante a posse, o pedetista evitou todos os meios não polemizar com suas declarações contra a viúva e o filho do ex-governador falecido, Jackson Lago (PDT).

Amim destacou os tramites da escolha do novo presidente do partido como um momento de disputa interna pelo comando da sigla.

“Tenho visto com tranquilidade essas atitudes, pois dentro de um partido plural como é o nosso, isso é normal, mas entendo que é o momento da disputa. Todos nós temos um carinho imenso pela Dra Clay, ela é a figura do Dr. Jackson aqui, espero que depois possamos sentar e dialogar e acabar com essas diferenças” enfatizou o ex-deputado federal Julião Amim.

Com isso, ocorreu a inédita formação da Comissão Provisória que terá como o presidente do partido o ex-deputado federal Julião Amin (PDT), como vice Jean Carlo, vice-prefeito de Imperatriz, na secretaria-geral o deputado federal Weverton Rocha e completando a chapa no cargo de tesoureiro o ex-vereador de São Luís Renato Dionísio.

Isso que é chapa…


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Poder

Oposição cobrar novamente saída imediata de Carlos Lupi

Líderes da oposição cobraram neste sábado (26) da presidente Dilma Rousseff a demissão do ministro Carlos Lupi (Trabalho) após a revelação de que ele foi durante cerca de seis anos funcionário fantasma da Câmara dos Deputados. A avaliação é que o fato atinge diretamente o ministro ao envolvê-lo numa atitude questionável eticamente.

O ministro foi funcionário da Câmara de 2000 a 2006, lotado na liderança do PDT como assessor técnico. Nesse período ele foi vice e presidente nacional do partido e, segundo relatos de deputados, ex-deputados e assessores exerciam funções exclusivamente partidárias.

O fato também chamou a atenção do ministro Marco Aurélio Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal). “Sempre que algo acontece no setor público devemos questionar o que ocorre na iniciativa privada. Ele não ficaria apenas recebendo e trabalhando em outro setor”, afirmou. “É algo que foge aos padrões que são aguardados. Falo de uma forma geral porque essa mesma situação pode se repetir em outros casos”, complementou.

O líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP), avaliou que neste caso Lupi não tem como responsabilizar desvios de assessores, como tem feito até agora nas demais denúncias envolvendo o Ministério do Trabalho.

Da Folha de São Paulo


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Poder

ONG da mãe de Weverton Rocha recebeu R$ 4 mi do Ministério

Da Folha

Mãe de Weverton Rocha recebeu verba milionária

Mãe de Weverton Rocha recebeu verba milionária

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, fez um convênio de R$ 4,09 milhões com a ONG maranhense Fedecma (Federação de Desenvolvimento das Organizações do Terceiro Setor do Maranhão), da mãe do deputado federal Weverton Rocha (PDT-MA)

Lupi autorizou o convênio com a ONG em agosto de 2007, quatro meses depois de assumir o ministério.

Na ocasião, Weverton era secretário da Juventude e dos Esportes do governador pedetista Jackson Lago, e, segundo integrantes do PDT maranhense, tornou-se próximo de Lupi.

A ONG foi criada pela mãe de Weverton, Marileide Rocha Marques de Sousa. De acordo com o cartório onde está registrada, ela continua responsável pela instituição e tem mandato de presidente até 2012. Segundo o portal da Transparência, do governo federal, dos R$ 4,09 milhões previstos, foram repassados R$ 3,179 milhões.

OUTRO LADO

Weverton Rocha disse que sua mãe se desligou da ONG Fedecma em 2009, quando ele se tornou assessor do ministro.
Segundo ele, na época em que o convênio foi assinado, em 2007, sua mãe era ligada ao PMDB do ministro Edison Lobão (Minas e Energia).

Somente agora, depois que saiu da ONG, é que Marileide Rocha Marques de Sousa ingressou no PDT, partido controlado pelo ministro e do qual o deputado faz parte.

O Ministério do Trabalho disse que a entidade foi escolhida após audiência pública no Maranhão.


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Poder

Weverton Rocha diz que avião foi cedido por empresário maranhense

Evandro Éboli, O Globo

Rocha afirma que avião é de empresário maranhense produtor de soja

Rocha afirma que avião é de empresário maranhense produtor de soja

Além do King Air, providenciado pelo dono de uma ONG, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi (foto acima), usou na viagem ao Maranhão, em dezembro de 2009, um outro avião cedido por empresário.

O ministro também se deslocou em um Sêneca, de propriedade de um fazendeiro maranhense, de nome Pedro, produtor de soja. A revelação foi feita pelo deputado Weverton Rocha (PDT-MA), ex-assessor especial do Ministério do Trabalho.

O parlamentar afirmou que o empresário, que se recusa a fornecer o nome completo, é amigo e simpatizante do PDT e sempre cedeu esse avião para atividades da legenda no Maranhão. Lupi andou neste avião nos dias 11 e 12 de dezembro de 2009.

No 11 de dezembro, o ministro viajou no Sêneca no trajeto de São Luís a Imperatriz. Naquele dia, ele esteve ainda em Icatu, onde lançou e inaugurou programas do ministério. No sábado, dia 12, depois de andar um trecho no Sêneca, ele trocou de aeronave, para o King Air.

O deputado Weverton assumiu que foi ele quem providenciou o Sêneca e que não vê conflito de interesse na cessão de um avião privado para o cumprimento de agenda pública.

Weverton não quer revelar os nomes completos do empresário, nem do piloto, que se chama Michel.

Leia mais em Weverton diz que Sêneca foi cedido por empresário


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