Política

Assembleia adia para amanhã sessão que deve convocar reitor da UEMA

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A votação para decidir se o reitor da Universidade Estadual do Maranhão, professor Gustavo Costa, será convocado ou não para prestar esclarecimentos sobre o salário do deputado federal Waldir Maranhão, na Assembleia Legislativa, foi adiada para próxima terça-feira (24) por falta de quórum regimental.

Para convocar o reitor teria que ter um total de 22 deputados estaduais, mas só estavam presentes na Casa 21 parlamentares, desse modo 15 votaram a favor da convocação do professor Gustavo Costa e 5 disseram não a ida do reitor para prestar esclarecimentos sobre o pagamento de salários a Waldir Maranhão.

O Blog já havia noticiado que o presidente interino da Câmara dos Deputados estava recebendo remunerações de R$ 16 mil desde 2014 da Universidade Estadual. (Reveja)


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Poder

Filho de Waldir Maranhão se diz “arrependido” e vai devolver dinheiro ao Tribunal de Contas

O médico Thiago Augusto Azevedo Maranhão Cordoso, filho do presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), protocolou documento na tarde desta quinta-feira (19), no Tribunal de Contas do Maranhão, confirmando que vai devolver aos cofres públicos a verba recebida no período em que esteve ausente de suas funções.

No documento, o filho de Waldir Maranhão se diz arrependido, reconhece os erros, equívocos cometidos e alega que não cometeu a irregularidade com dolo ou ma-fé.

Este requerente vem repetidamente manifestar o seu arrependimento e o interesse em reparar os danos causados ao erário, com a devolução dos valores. Infelizmente, o fato aconteceu, i que cabe agora é reparar os danos porventura causados, tendo em vista que não o cometi com dolo ou má-fé“, diz o documento

Thiago Maranhão foi condenado na terça-feira (17), pelo o juiz titular da Vara de Interesses Difusos Douglas Martins, a devolver R$ 235 mil e teve a indisponibilidade de bens como – por exemplo -, bloqueio online de ativos financeiros, bloqueio de veículos devendo constar a restrição de transferência no Detran-MA.

Ele foi nomeado em 2013 no Tribunal de Contas do Maranhão recebendo salário de R$ 7,5 mil e auxílio alimentação de R$ 800, mas atuava como médico e fazia residência no Rio de Janeiro desde o ano de 2011.


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Poder

Waldir Maranhão terceiriza comando da Câmara e é cobrado a ‘honrar as calças’

Folha de São Paulo

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Na primeira sessão de votação após o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara dos Deputados, o interino Waldir Maranhão (PP-MA) terceirizou o comando do plenário a outro deputado e acabou sendo novamente alvo de ataques.

O até então aliado Silvio Costa (PT do B-PE) cobrou, na tribuna, a sua presença: “Honre as calças que você veste!”

Maranhão havia presidido a sessão de debates do dia anterior, mas acabou a encerrando sob gritos de “fora, fora, fora”, puxados por DEM e PSDB, que querem novas eleições para o comando da Câmara.

Considerado por adversários e aliados como uma pessoa fraca política e administrativamente, que não conseguiria comandar uma sessão importante de votação, Maranhão fechou acordo com o “centrão” para terceirizar a presidência da Casa, nas votações, ao segundo-vice, Giacobo (PR-PR).

Em troca, esses partidos (PP, PR, PTB, PSD, entre outros) apoiariam sua manutenção no cargo. Cunha também apoia a continuidade de Maranhão, que ficaria como uma espécie de “rainha da Inglaterra”, com o título, mas sem o poder.

“Se você não vier a essa sessão você vai ser desmoralizado, Maranhão. Você me prometeu que não iria fugir. Honre as calças que você veste”, discursou Sílvio Costa, segundo quem Maranhão lhe prometera exercer o comando da Câmara em sua integralidade.

“Fiquei vigiando esse sujeito o dia inteiro. Na hora que bobeei e fui tomar um café, pronto, ele desapareceu.”

A assessoria de imprensa da presidência da Câmara afirmou que Maranhão se ausentou da Câmara para um compromisso reservado.

Desde o afastamento de Cunha pelo Supremo Tribunal Federal, no dia 5, Maranhão, que é o primeiro vice, tem patrocinado uma interinidade conturbada. Logo no início assinou uma decisão anulando a votação do impeachment de Dilma Rousseff. Recuou menos de 24 horas depois.

Cobrado diariamente a renunciar, ele se nega a deixar a interinidade, mas acabou fechando o acordo da terceirização do comando das sessões.

Maranhão também quase sempre se recusa a responder perguntas de jornalistas. Nunca deu uma entrevista coletiva desde que assumiu.

Deputados de vários partidos acusam Cunha de estar por trás da permanência de Maranhão, continuando a governar a Casa por meio de um preposto. O peemedebista foi afastado pelo STF sob o argumento de que estava usando o cargo e o mandato para prejudicar as investigações da Lava Jato e o seu processo de cassação no Conselho de Ética.

Líderes do DEM, PSDB e PPS começaram nesta quarta-feira a recolher assinaturas para que o plenário da Câmara declare vaga a presidência da Câmara e realize nova eleição em um prazo de cinco sessões. É preciso o apoio de pelo menos 257 dos 513 deputados.


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Deputado Waldir Maranhão é alvo do Ministério Público

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O Ministério Público do Maranhão encaminhou nesta quarta-feira (18) um ofício à Universidade Estadual do Maranhão (Uema) para receber informações oficiais sobre a situação do presidente em exercício da Câmara Federal, Waldir Maranhão (PP-MA), que recebia o salário de professor da universidade em São Luís, enquanto exercia o mandato de deputado em Brasília.

De acordo com a denúncia recebida pelo Ministério Público, Waldir Maranhão recebia como professor o salário de R$ 16 mil por mês. No período de fevereiro de 2014 a dezembro de 2015, o valor pago indevidamente teria chegado a quantia de R$ 368 mil retirado dos cofres públicos.

A assessoria de Waldir Maranhão disse que o deputado federal assim que foi notificado do equívoco da Uema apresentou a solicitação para suspensão dos pagamentos e que a mesma foi entregue por ele, assim que foi eleito ao cargo na Câmarax Federal. A assessoria do deputado também disse que Waldir Maranhão já solicitou à direção da Uema, os cálculos e a forma de repasse dos valores a serem restituídos.

No inquérito civil público, os promotores investigam se mais alguém está envolvido nessa fraude dentro da Uema. Os promotores querem que o deputado devolva tudo o que recebeu de salário indevidamente durante o período de dois anos em que exercia ao mesmo tempo o mandato de deputado federal em Brasília e de professor na Uema.

“A gente vai postular em uma ação civil pública não só o ressarcimento do valor recebido como também a Lei 8.429, lei da improbidade administrativa que prevê, como nós chamamos, as sanções jurídicas, civis e administrativas que é a suspensão dos direitos políticos”, afirmou o promotor João Leonardo Leal.

G1, Maranhão


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Maranhão é vaiado na Câmara em sua primeira sessão

Folha de São Paulo

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Na primeira sessão que de fato presidiu desde que assumiu o comando da Câmara, no dia 5, o presidente interino da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), foi alvo de várias críticas e ao encerrá-la, de gritos de “fora, fora, fora”.

O coro foi puxado por parlamentares do PSDB e DEM, que querem novas eleições para o comando da Câmara. A sessão foi só de discursos, não houve votações.

Maranhão não respondeu a nenhum dos questionamentos. Os principais vieram do líder do DEM, Pauderney Avelino (AM), que afirmou que Maranhão é marionete do presidente da Câmara afastado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). “Levante-se dessa cadeira, Maranhão. O presidente afastado continua usando o seu poder para, mesmo afastado, comandar essa Casa pela via do presidente interino.”

Ao fim da sessão, Waldir Maranhão foi cumprimentado por deputados alinhados a presidente Dilma Rousseff, como Orlando Silva (PCdoB) e Pepe Vargas(PT-RS), que lhe disseram que ele “foi bem” na condução.

O presidente interino voltou a falar que não vai renunciar. Apesar de aliados dizerem que ele daria sua primeira entrevista coletiva após assumir o cargo, Maranhão se recusou a falar mais demoradamente com jornalistas, apenas respondeu genericamente algumas perguntas enquanto caminhava escoltado pela segurança ´para seu gabinete.

“Não há renúncia. Nós temos que trabalhar pelo Brasil. A pauta está sobrestada, tem que encaminhar debates que resolvam as questões dos país”, afirmou. Sobre as críticas dos parlamentares, Marasnhão comentou: “O debate democrático é isso.”


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Poder

Apoio de Waldir Maranhão teria custado R$ 105 milhões a Dilma Rousseff

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O presidente interino da Câmara, o deputado federal Waldir Maranhão (PP), ao tomar atitudes intempestivas nas últimas semanas, retribuiu a presidente da República afastada, Dilma Rousseff, as gentilezas que ela fez para ele em sua última semana no cargo.

Segundo o colunista do O Globo, Lauro Jardim, nos últimos dias antes de deixar o governo, Dilma liberou um total de R$ 105 milhões em emendas parlamentares de Maranhão.

Na verdade, essa dinheirama foi empenhada, não ainda executada. Certamente, os empenhos serão cancelados no governo Temer.


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Waldir Maranhão e o doleiro…

O presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão, tem estampado os noticiários nacionais, desde que assumiu a presidência da Casa, na quinta-feira (5). Maranhão também levou os holofotes para ele com a decisão de anular a votação que deu prosseguimento ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, ocorrida no dia 17 de abril.

Além das decisões e do cargo que passou a ocupar recentemente, Waldir Maranhão também tem sido destaque na mídia, por estar na mira da Polícia Federal e do Supremo Tribunal Federal (STF), assim como o seu antecessor, Eduardo Cunha.

E um dos pontos que Maranhão teme é o resultado das investigações da PF, que interceptou áudios entre o parlamentar e o doleiro Fayed Traboulsi, muito requisitado por políticos em Brasília. O doleiro atuava na teia de corrupção da Petrobras.

Em uma conversa entre o parlamentar e o doleiro, o deputado do PP assegura “coisas” e articular encontro de um prefeito com Fayed. No áudio é possível perceber a relação próxima entre Maranhão e o doleiro.

Waldir Maranhão também é alvo da Operação Lava-Jato. Ele seria um dos beneficiados com o desvio de verbas da Petrobras, conforme delação do doleiro Alberto Yousseff. O parlamentar também é investigado por desvios de fundos municipais. Segundo delações, Waldir Maranhão teria recebido R$ 60 mil por intermediar negociações entre a prefeitura de Santa Luzia (MA) e a quadrilha do doleiro Fayed Traboulsi, no valor de R$ 60 milhões. Áudios da PF também mostram diálogos de Maranhão em suposto esquema de merenda escolar.


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Poder

Deputados tentarão esvaziar poder de Maranhão na Câmara

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As discussões em torno da permanência de Waldir Maranhão (PP-MA) na presidência da Câmara devem continuar nesta semana entre os deputados. Maranhão assumiu o comando da Casa no lugar de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afastado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo o G1, os partidos avaliam meios de esvaziar o poder de Maranhão, para que a Câmara seja conduzida por um colégio de líderes, já que o deputado se recusa a renunciar ao posto de vice-presidente. Neste caso, o primeiro-secretário, deputado Beto Mansur (PRB-SP), conduziria as sessões.

“Eu devo assumir parte dos trabalhos. O deputado Giacobo (segundo vice-presidente) também pode conduzir as sessões. Vamos ajudar. O que não pode é a Câmara ficar parada num momento como esse”, disse Beto Mansur.

Na semana passada, cresceu o movimento de parlamentares que não querem Maranhão na presidência. Integrantes do PPS e DEM entendem que ele não tem condições de conduzir os trabalhos da Câmara.

Waldir Maranhão, no começo da semana passada, anunciou que tinha anulado a sessão que enviou o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff da Câmara para o Senado.

O ato causou irritação da maior parte dos deputados, que tinha se posicionado pelo afastamento da petista. Depois de o Senado ignorar a decisão de Maranhão, o deputado voltou atrás e revogou a anulação da sessão.


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Poder

“Não tem renúncia. Vamos administrar o país”, diz Waldir Maranhão

Plenário do Senado durante sessão solene do Congresso Nacional destinada à promulgação da Emenda Constitucional 85/2015, que altera e adiciona dispositivos na Constituição Federal para atualizar o tratamento das atividades de ciência, tecnologia e inovação. Em pronunciamento, deputado Waldir Maranhão (PP-MA). Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O presidente em exercício da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), disse nesta sexta-feira (13) que não pretende renunciar ao cargo que ocupa desde que o então presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi afastado pelo Supremo Tribunal Federal. “Sem renúncia. Não tem renúncia. Vamos administrar o país”, disse ele rapidamente ao chegar à Câmara dos Deputados, segundo a Agência Brasil.

A especulação sobre uma possível renúncia de Maranhão teve início quando ele tentou, por meio de um ato, anular a sessão que encaminhou ao Senado a análise sobre o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Posteriormente, integrantes de partidos e da Mesa pediram sua renúncia.

Um dos deputados com quem Maranhão tem conversado sobre a forma como conduzirá os trabalhos da Casa é o primeiro-secretário da Mesa Diretora da Câmara, Beto Mansur (PRB-SP). Ele também diz não ver motivos para a renúncia de Maranhão.

“Acho que a gente tem de ajudar a equacionar as coisas e a governar as coisas aqui na Casa. Logicamente ele é o presidente e tem de dar o tom. Mas essa ideia de alguns partidos quererem derrubá-lo à força porque têm seus próprios candidatos, isso é falta de ser brasileiro”, disse Mansur.

Segundo o deputado, as pressões pela renúncia já tiveram mais fortes, mas a tendência é que, com o tempo, vão diminuindo. “A pressão de ontem é menor do que a de antes de ontem e maior do que a de hoje. Quando ele assinou aquele ato contra 367 votos, eu mesmo tomei um susto. Mas ele voltou atrás, reconheceu que errou e pediu desculpas”, disse Mansur.

Benefícios

O primeiro-secretário informou, também, que o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) continuará recebendo vários dos benefícios concedidos a ele, uma vez que continua deputado apesar do afastamento. “Fizemos uma simetria entre Dilma e Cunha. Claro que Cunha não terá direito à cota Ceap, que é um reembolso da atividade parlamentar que ele não está exercendo. Mas o restante terá uma simetria com o que foi dado à Dilma.

Preparamos o ato, que foi aprovado na Câmara, sobre esse assunto. E ele será retroativo ao dia 5 de maio, quando houve a decisão judicial”, disse ele. Segundo Mansur, a cota Ceap recebida por Cunha é de cerca de R$ 30 mil.


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Poder

Waldir Maranhão diz que não deixa presidência ‘de jeito nenhum’

Deputado Waldir Maranhão.

Deputado Waldir Maranhão.

O primeiro-secretário da Câmara, deputado Beto Mansur (PRB-SP), conversou nesta quinta-feira (12) com o presidente em exercício da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), que contou que, apesar da pressão, não deixará a presidência da Casa “de jeito nenhum”. Segundo matéria veiculado no G1.

Maranhão assumiu o comando da Câmara na semana passada, quando o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi afastado do cargo por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).

Com a decisão de Maranhão, tomada na segunda-feira (9), de tentar anular a sessão do impeachment na Câmara, líderes partidários passaram a pressioná-lo para que renunciasse ao cargo de vice-presidente, abrindo mão, assim, da presidência interina.

Por conta da repercussão negativa, Maranhão acabou revogando a medida no fim do dia e pediu até esta quinta para dar uma resposta se renunciaria ou não ao comando da Câmara.

“[Ele me] ligou e disse que não sai de nenhum, não quer deixar a presidência. Ele não quer renunciar nem se afastar ou assumir uma secretaria em seu estado”, afirmou Mansur ao G1.

O deputado Silvio Costa (PTdoB-PE) conversou com Maranhão nesta tarde e disse que o presidente interino da Casa fica. O deputado Pauderney Avelino (DEM-AM) também afirmou que Maranhão não vai renunciar: “Vai ser cassado”.

Próximos dias
Beto Mansur afirma que Maranhão foi eleito, logo é o presidente. “Temos que seguir com o andamento das matérias. O Maranhão errou e deve resolver seus problemas sozinhos. Vamos dar um prazo de 15 dias para a poeira baixar.”

Diante desse cenário, a proposta do primeiro-secretário é que, pelo menos nas próximas duas semanas, Maranhão saia da linha de frente dos trabalhos e as sessões da Câmara sejam conduzidas pelos demais integrantes da Mesa Diretora, com a anuência dos líderes partidários.

“Sinto que não deveríamos judicializar essa questão [da presidência]. Nos próximos 15 dias, o Colégio de Líderes pode tocar as sessões”, afirmou. Mansur argumentou que novas eleições neste momento na Câmara poderão, eventualmente, atrasar a discussão de matérias a serem enviadas pelo novo governo do presidente Michel Temer ao Legislativo.

“Eu falei com o [novo ministro da Fazenda] Henrique Meirelles, mas ele não quis adiantar o que vem aí, mas estão trabalhando intensamente em uma pauta grande”, ponderou Mansur.

Conselho de Ética
O DEM e o PSD chegaram a acionar o Conselho de Ética apresentando uma representação contra Maranhão sob o argumento de que ele cometeu abuso de poder ao tentar anular o resultado de uma votação decidida no plenário, medida que não tem previsão regimental.

Líder do DEM na Câmara, o deputado Pauderney Avelino (AM) está irredutível e afirma que o partido não irá retirar a representação contra Maranhão. “Eu sou completamente refratário, eu disse para os demais líderes que não vou aceitar que Maranhão presida nenhuma sessão. No máximo, vou aceitar nessas duas semanas o Colégio de Líderes comandar o processo. Não quero conversa com o Maranhão. Não devemos manter essa situação, é vergonhoso para a Casa”, afirmou Pauderney.

Pauderney se reuniu esta quinta com Antonio Imbassahy (PSDB-BA), Miro Teixeira (Rede-RJ) e Alberto Fraga (DEM-DF) na liderança do DEM.

Após três sessões ordinárias no Conselho de Ética, a representação contra Maranhão será numerada no colegiado. Pauderney explicou que apenas uma sessão ocorreu até agora. Ele disse ainda que há esforços para que o documento seja oficializado nesta quinta, mas não especificou os motivos.

Rogério Rosso disse mais cedo que a representação segue correndo. Fraga, que estava na reunião, afirmou que Mansur deve assumir o comando da Casa por meio de acordo, já que Fernando Lúcio Giacobo (PR-PR) é o segundo vice, sucessor de Maranhão.


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