Poder

Aulas são suspensas na UEB Rubem Almeida, após ameaças de traficantes

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A situação está complicada para os alunos e professores da escola municipal UEB Rubem Almeida, no Bairro Coroadinho. Depois de dois alunos terem sido baleados em frente à unidade escolar, na última terça-feira (14),traficantes ameaçaram realizar um tiroteio no local se houvesse aula nesta sexta-feira (17).

Diante das ameças, as aulas foram suspensas. O pânico tomou conta da direção, dos professores, dos alunos e dos pais. De acordo com relatos, um suspeito foi visto hoje no local. Ele teria feito uma ligação e sumido. Muito provavelmente foi checar se as ordens dos traficantes foram cumpridas.

Com medo que as ameaças fossem concretizadas, a direção decidiu suspender as aulas. Segundo a denúncia recebida pelo Blog, a diretora da unidade escolar vem sofrendo ameaças há algum tempo. Já teve até o carro danificado.

Fato é que a situação está insustentável. A Secretaria de Segurança Pública precisa agir urgentemente e garantir o direito de ir e vir dos alunos, pais e profissionais que trabalham na UEB Rubem Almeida.


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Poder

São Luís é 21ª cidade mais violenta do mundo

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A capital São Luís está entre as 50 cidades mais violenta do mundo, segundo ranking internacional publicado pela ONG mexicana ‘Conselho Cidadão pela Seguridade Social Pública’. A lista divulgada nesta segunda-feira (25) leva em conta o número de homicídios de 2015. O estudo foi baseado em dados oficiais ou em fontes alternativas como ONGs.

São Luís está em 21º lugar e é a sexta cidade brasileira do ranking com maior taxa de homicídios por 100 mil habitantes em 2015. A taxa média da capital maranhense foi de 53,05 homicídios por 100 mil habitantes. Das 50 cidades presentes na lista, 21 são brasileiras.

Caracas, capital da Venezuela, lidera o ranking geral, com 119,87 homicídios dolosos para cada 100 mil habitantes. Honduras por outro lado conseguiu, depois de quatros anos consecutivos em primeiro lugar da lista com San Pedro Sula, reduzir o número de homicídios.

A lista, divulgada anualmente pelo Conselho Cidadão para a Segurança Pública e a Justiça Penal, leva em conta o número de homicídios por 100 mil habitantes e inclui apenas cidades com 300 mil habitantes ou mais. Foram excluídos países que vivem “conflitos bélicos abertos”, como Síria e Iraque.

AS CIDADES MAIS VIOLENTAS DO MUNDO, SEGUNDO O RANKING

1° – Caracas (Venezuela) – 119.87 homicídios/100 mil habitantes
2° – San Pedro Sula (Honduras) – 111.03
3° – San Salvador (El Salvador) – 108.54
4° – Acapulco (México) – 104.73
5° – Maturín (Venezuela) – 86.45
6° – Distrito Central (Honduras) – 73.51
7° – Valencia (Venezuela) – 72.31
8° – Palmira (Colômbia) – 70.88
9° – Cidade do Cabo (África do Sul) – 65.53
10° – Cali (Colômbia) – 64.27
11° – Ciudad Guayana (Venezuela) – 62.33
12° – Fortaleza (Brasil) – 60.77
13° – Natal (Brasil) – 60.66
14° – Salvador e região metropolitana (Brasil) – 60.63
15° – ST. Louis (Estados Unidos) – 59.23
16° -João Pessoa; conurbação (Brasil) – 58.40
17° – Culiacán (México) – 56.09
18° -Maceió (Brasil) – 55.63
19° – Baltimore (Estados Unidos) – 54.98
20° – Barquisimeto (Venezuela) – 54.96
21° -São Luís (Brasil) – 53.05
22° -Cuiabá (Brasil) – 48.52
23° -Manaus (Brasil) – 47.87
24° – Cumaná (Venezuela) – 47.77
25° – Guatemala (Guatemala) – 47.17
26° -Belém (Brasil) – 45.83
27° -Feira de Santana (Brasil) – 45.50
28° – Detroit (Estados Unidos) – 43.89
29° – Goiânia e Aparecida de Goiânia (Brasil) – 43.38
30° -Teresina (Brasil) – 42.64
31° – Vitória (Brasil) – 41.99
32° – Nova Orleans (Estados Unidos) – 41.44
33° – Kingston (Jamaica) – 41.14
34° – Gran Barcelona (Venezuela) – 40.08
35° – Tijuana (México) – 39.09
36° – Vitória da Conquista (Brasil) – 38.46
37° -Recife (Brasil) – 38.12
38° -Aracaju (Brasil) – 37.70
39° -Campos dos Goytacazes (Brasil) – 36.16
40° -Campina Grande (Brasil) – 36.04
41° – Durban (África do Sul) – 35.93
42° – Nelson Mandela Bay (África do Sul) – 35.85
43° -Porto Alegre (Brasil) – 34.73
44° – Curitiba (Brasil) – 34.71
45° – Pereira (Colômbia) – 32.58
46° – Victoria (México) – 30.50
47° – Johanesburgo (África do Sul) – 30.31
48° – Macapá (Brasil) – 30.25
49° – Maracaibo (Venezuela) – 28.85
50° – Obregón (México) – 28.29

Do G1, MA


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Crime

Região Metropolitana de São Luís registra 12 mortes no fim de semana

Doze homicídios foram registrados nesse fim de semana na Região Metropolitana de São Luís (MA). De acordo com dados são da Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), no mês de novembro, já são 23 casos.

Já na sexta-feira (6), foram três casos. No bairro da Forquilha, em São Luís, um homem ainda não identificado foi morto a tiros. No bairro de Fátima, região central da capital maranhense, Luís Henrique Silva Feitosa, de 24 anos, foi vítima de arma de fogo. Josinaldo Nascimento Nunes, de 39 anos, foi a terceira vítima do dia, morto a facadas no bairro Cruzeiro, município de São José de Ribamar (MA).

O sábado (7) foi o dia com maior número de mortes no fim de semana: seis ao todo. Na madrugada, Maria José Coelho Campos, de 27 anos, foi vítima de arma branca, no conjunto São Raimundo, em São Luís. Também em São Luís, na Vila Luizão, já pela manhã, Messias Ramos da Silva (28), foi vítima de arma de fogo.

Na tarde de sábado, mais dois casos: Reinaldo Paulo Correa Fernandes, de 30 anos, foi morto a tiros na Vila Janaína, em São Luís; e Denilson Melo Gonçalves, de 20, foi vítima de arma de fogo na Vila Bom Viver, município de Raposa (MA).

Pela noite, mais dois casos: José Carlos Lopes dos Santos, de 37 anos, foi morto a tiros na Vila Kiola, em São José de Ribamar; e Carlos Eduardo da Silva de Jesus, de 19, foi vítima de arma de fogo no bairro Santa Efigênia, em São Luís.

No domingo (8), outros dois homicídios foram registrados em São Luís. No bairro Jardim América, Denilson da Luz Silva, de 21 anos, foi morto com três tiros na cabeça. Um dos tiros acertou de raspão uma criança de apenas três anos de idade quando passeava de mãos dadas com a mãe. E no bairro do Jaracati, Renato Alexandre Silva Ribeiro, de idade não divulgada, foi assassinado.

Na madrugada desta segunda-feira (9), um homem sem identificação foi morto a tiros no bairro Vila Itamar, em São Luís, sendo a vítima mais recente da violência urbana na Região Metropolitana. (Do G1 MA).


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Artigo

Violência: o tema incontornável

Por Abdon Marinho

Abdon Marinho.

Certa vez, há muitos anos (acho que meados dos noventa), perguntei ao jornalista Walter Rodrigues a razão dele não publicar o seu “Colunão”, na segunda-feira, à época encartado nas edição de domingo, no Jornal Pequeno, quando, por algum motivo, o mesmo não circulara (alguma prensa quebrada, atraso na entrega, etc).

Como, muitas vezes, discutíamos determinados assuntos, ficava curioso para ver a abordagem na edição impressa. Aliás, a primeira coisa que fazia todas as manhãs de domingo, antes mesmo do café, era correr, para ler os jornais.

Respondeu-me, o grande jornalista: – Prefiro deixar para a terça–feira, Abdon. Geralmente, as edições das segundas são tomadas por cenas de violência, corpos, não gosto de misturar.

Cheguei a fazer uma pilhéria com ele de que as edições de segunda-feira eram edições de segunda.

Não pretendia me ocupar de falar deste tipo de pauta. Infelizmente, diferente daqueles tempos, a pauta da matança não ocupa mais os jornais só às segundas, pegando o rescaldo dos fins de semana, mas todos os dias. Tornou-se incontornável, não só para a imprensa, mas para toda sociedade.

Em pleno meio da semana, não consigo olhar para a capa de O EMA, lá, amarrado em um poste, um corpo amarrado.

Era a última vítima de um linchamento, na capital do estado. O primeiro com vítima fatal deste ano, neste atual governo.

Nos últimos anos tivemos diversos casos idênticos. Lembro de ter me reportado a mais de um em meus textos. Um dos que narrei, com certeza, foi o do adolescente (acho que tinha 15 anos) trucidado e morto por taxistas em um bairro da periferia da capital, em pleno Domingo de Páscoa.

Além do crime em si, da barbaridade, da idade da vítima, o que me fez escrever sobre o tema foi esse: era Páscoa, tempo de ressurreição, de moderação, reflexão, entretanto, pessoas, até onde se sabiam, “de bem”, trabalhadores, se ocupavam em sujar as mãos – que, talvez mais cedo, tenha carregado a sagrada hóstia à boca – com o sangue de um adolescente.

Como não sou militante da área jornalista e sim, um advogado que escreve uma vez ou outra, não sei os desdobramentos do caso, se o crime foi investigado, se os autores foram identificados, se alguém foi preso, responde a processo ou se, simplesmente, ficou o feito pelo não feito, o dito pelo não dito.

Desconheço também as razões que motivou o EMA a estampar, em sua capa, foto tão chocante, colocando ainda um chamamento a reflexão, em detrimento do outro fato ocorrido não faz muito tempo, tão ou mais grave, quanto o de agora, e decretar de pronto, a falência total do governo que se instalou em janeiro último.

Claro que o fato é gravíssimo, horrendo, inqualificável. Mas já o era quando fizeram o mesmo com o adolescente em plena páscoa, com os outros tantos, antes e depois.

Por que só ficaram indignados, horrorizados, agora?

Talvez aí esteja o cerne da questão.

Os políticos, os governos, deixaram de se preocupar com o enfrentamento da violência para se ocupar de politicagem, a fazer proselitismo, enquanto as pessoas andam assustadas nas ruas, com medo de colocar os pés para fora de casa, com medo de ficarem dentro de casa, de irem para o trabalho e não voltarem.

Enquanto isso os nossos políticos se ocupam de fazer proselitismo, angariar votos com suas posições: reduzir ou não a maioridade penal? Punir ou não os que cometem crimes?

Tudo é debatido sob a égide da busca de votos, de angariar simpatia dos grupos de pressão.

Quando defendo, como cidadão, um endurecimento da legislação penal, o faço na convicção que a impunidade tem sido um dos motores da criminalidade, quando defendo a punição conforme o crime cometido, não importando quem seja o autor (desde que tenha capacidade de discernir), o faço na certeza que o atual modelo é muito mais prejudicial à sociedade, jovens, mulheres, crianças, velhos, não porque quero agradar este ou aquele.

O Brasil não pode mais sacrificar vidas enquanto os políticos discutem olhando para o umbigo.

Os atos de linchamento que vitimaram um adolescente e um adulto, ambos ladrões, tendo o adulto perdido a vida de forma horrível, serviram, mais uma vez, de combustível a uma tola batalha ideológica, com deputado chamando maranhenses de psicopatas (como se linchamentos não estivessem cada vez mais frequentes em cada canto país), com outros fazendo analogia entre um quadro retratando um negro no troco sendo chicoteado (no tempo que precedeu a lei Áurea, em 1888, e que na verdade, embora fatos reais, tenham ocorridos, a imagem retratada é apenas um quadro, bem famoso, por sinal) e o ladrão trucidado no poste.

São coisas absolutamente distintas, não vejo sentido na analogia, nem em tantas outras teses, que se discute diante do fato, inclusive das que querem transformar a sociedade em psicopata e o ladrão em vitima indefesa.

Fico com a clara impressão que os políticos brasileiros habitam um mundo paralelo. Pois se ocupam de discutir a violência em abstrato enquanto a violência que massacra a sociedade brasileira diariamente é algo bem concreto. Ocorre, toda hora. É uma guerra, em que a sociedade, os homens de bem estão em clara desvantagem, perdendo.

Claro que não é desculpável, sob qualquer aspecto, a sociedade tomar para si o papel de estado, sobretudo para prender, julgar, condenar e aplicar a pena que achar devida, inclusive a de morte (inexistente no direito penal, mas bem real no dia a dia), pelo contrário, acho que os responsáveis precisam ser identificados, processados, julgados e punidos.

Por outro lado, a sociedade, entre os quais aqueles que fazem “justiça” com as próprias mãos, assim agem, diante da omissão cada vez presente do Estado.

O Brasil caminha para o caos, para a mais completa desordem, e os governantes não se dão conta disso. O que mais tenho ouvido de pessoas de bem, cidadãos trabalhadores, pagadores de impostos, é que não hora que for possível, deixarão o país, deixarão, seus familiares, suas raízes.

Não é para menos.

Com base na publicação “Mapa da Violência”, editado por um dos organismos da ONU, estimo que Brasil, ocorreram 1.300.000 (um milhão e trezentos mil) homicídios, de 1980 até 2014.

Trata-se de um número astronômico diante de qualquer análise que se faça. Nem nações em guerra se mata tanto quanto no Brasil no seu dia a dia.

A coisa fica mais feia, quando percebemos que quase metade destes homicídios (cerca de 600.000) ocorreram nos últimos 12 anos, durante as gestões do Partido dos Trabalhadores – PT, o qual vende, interna e externamente, a ideia dos seus grandes investimentos e feitos na área social, e que, portanto, ao menos no plano teórico, fariam diminuir os índices de violência.

Sem discutir os méritos das políticas sociais, necessárias e urgentes, os números mostram que elas, sozinhas, sem a mão forte do Estado, não têm o condão de debelar a violência, que não adianta, tratar criminosos como vitimas e a sociedade como culpada.

Vou adiante, políticas sociais e repressão estatal, não são, como querem fazer crer os iluminados da intelectualidade brasileira, coisas que se excluem.

Não é porque se faz escolas que os presídios são desnecessários, como dizem a cansar: mais educação, menos cadeias.

Isso é só tolice.

Precisamos de mais saúde, mais educação de qualidade, mais assistência social e também de um sistema penal que funcione, com uma polícia forte e capacitada para identificar culpados, um Ministério Público que cumpra seu papel, um Judiciário que os condene e um sistema prisional que os façam cumprir as penas.

Precisamos de leis penais, mais rígidas, que iniba a prática criminosa, que faça o cidadão tentado pelo lucro fácil do crime, pensar duas ou três vezes antes de cometer o crime.

Ah, aos que defendem a impunidade dos crimes cometidos por menores, se o IPEA estiver certo, os crimes desta natureza, chegam a 10 porcento (dez por cento), se apenas pegarmos os homicídios ocorridos nos últimos doze anos, temos algo em torno de 60.000 (sessenta mil), cerca de 5 mil/ano.

Como as estatísticas não são confiáveis, e há quase uma unanimidade em dizer que nas ações criminosas os chamados “menores” são os mais brutais, acredito que sejam números bem maiores, ainda que seja o diz o IPEA, não são números desprezíveis.

Aos políticos, militantes ideológicos, aos que não têm o compromisso de resolver os problemas que afligem a sociedade, os números nada representem, para os que perdem um ente querido, um filho, um irmão, um primo, um amigo, é bem mais que isso. Talvez essa seja uma das razões da forra arbitrária, desproporcional, sempre que surge uma oportunidade.

Um ato bárbaro pode ser apenas um pedido de socorro de uma sociedade exausta com tanto descaso.

Abdon Marinho é advogado


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Maranhão

Fim de semana com dez assassinatos na Região Metropolitana de São Luís

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Uma mulher identificada como Elenilza Gama Vaz, de 24 anos, foi encontrada morta, no início da manhã desse domingo (9), em um lixão, na Avenida Amália Saldanha, bairro Coroadinho. Segundo a Polícia Militar, a vítima teria sido assassinada a pauladas e pedradas, pois seu rosto estava deformado por conta das agressões que sofreu. Antes deste crime, o Instituto Médico Legal (IML) já havia registrado outros nove homicídios na Região Metropolitana de São Luís durante o fim de semana.

Elenilza Gama Vaz, segundo testemunhas que acompanharam os trabalhos da PM, perícia do Instituto de Criminalística (Icrim) e Polícia Civil, era mãe de seis filhos. O depósito de lixo onde seu corpo foi achado também serve como ponto de encontro de usuários de crack. Ainda de acordo com testemunhas, a vítima também tinha o apelido de Fritona, e o companheiro da vítima, Jhonatan Sousa Dias, de 22 anos, foi preso no local como suspeito e depois liberado pela polícia.

O caso foi registrado no Plantão Central da Vila Embratel e hoje deve começar a ser investigado no 10º Distrito Policial (Bom Jesus). Minutos antes, a PM já havia registrado outro assassinato na capital, desta vez no bairro Forquilha. Sobre este homicídio, praticado com uso de arma de fogo contra um homem identificado como José Ribamar Félix, de 26 anos. Segundo informações, o crime foi praticado por vários homens.

Mais Assassinatos

Além desses casos, outros sete assassinatos foram registrados na região metropolitana. A lista de homicídios segue com os jovens André Luís Ramos Diniz, de 18 anos; e Edson Carlos dos Santos Silva, de 21 anos. Ambos foram mortos a tiros no bairro Vila Conceição (área do Calhau), ainda no início da madrugada de domingo. A autoria e motivação do duplo homicídio vão ser investigadas no 9º Distrito Policial (São Francisco).

Na mesma circunscrição, foi assassinado a tiros no bairro São Francisco, na noite de sábado (8), por volta das 19h30, Israel Carvalho Oliveira, de 20 anos. Nesse mesmo dia, outros dois homicídios por arma de fogo foram anotados e tiveram como vítimas Edivaldo Roberto Moraes Andrade, de 36 anos, Rua da Alegria, próximo à feira do bairro Coroadinho; e o adolescente Leonardo Vieira Cruz Gama, 16 anos, morto a tiros no bairro São Bernardo.

Na Praia Grande, Paulo Ernane Póvoas Sales, de 25 anos, foi assassinado com uma profunda facada. O crime foi praticado pelo colega da vítima, identificado Luís Fernando Santos Nogueira. Na discussão entre os dois Paulo Ernane acabou esfaqueado. Ele foi conduzido para o Hospital Municipal Djalma Marques, o Socorrão I, onde submeteu-se a uma cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. O suspeito foi conduzido para o Plantão da Rffsa e autuado em flagrante.

Na Sexta-Feira

Os dois primeiros homicídios registrados no fim de semana aconteceram ainda sexta-feira (7). Um homem, ainda não identificado foi assassinado a tiros no bairro Jota Lima, município de São José de Ribamar; e Germeson dos Reis Ananias, de 33 anos, foi morto a golpes de faca, na Vila Industrial (área do bairro Maracanã). Todos os crimes são investigados pela equipe de policiais civis da Delegacia de Homicídios (DH) da capital, em apoio aos distritos policiais. (Imirante)


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