Cidade

Via Expressa traz insegurança a motorista no período da noite

A Via Expressa foi criada para ser um refúgio dos grandes engarrafamentos de São Luis, porém se tornou mais um grande problema a população.

Uma das maiores avenidas da capital passa a maior parte do dia com pouca movimentação, principalmente a noite o que trás medo aos motoristas que passam diariamente no local. Segundo alguns motoristas a ação de criminosos não são constantes, porém alegam que com a insegurança pública que a cidade se encontra não se pode mais confiar muito na sorte.

“É importante a presença de policiais na avenida dando suporte e fazendo revistas, ainda mais quando se trata de uma via cheia de matos como essa. A violência na cidade aumenta constantemente e alguma coisa deve ser feita para tranquilizar a população”, relata um motorista.

Com a chegada da noite, as luzes se apagam e o percurso ainda mas perigoso. Os policiais dão assistência em alguns dias, apenas, o que deveria acontecer diariamente.


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Poder

Roseana Sarney entrega Via Expressa e Estádio Castelão amanhã

Amanhã, 8, dia em que São Luís faz 400 anos, o Governo do Estado presenteará a cidade com duas importantes obras. Às 15h, a governadora Roseana Sarney entrega a reforma do Estádio Castelão, no Outeiro da Cruz, e às 17h, a primeira etapa da Via Expressa, no trecho ligando o Jaracati ao Cohafuma.

O Estádio Castelão foi totalmente reformado, de acordo com os padrões exigidos pela Fifa, incluindo obras na parte estrutural e elétrica, além de recuperação das vias de acesso, instalação de catracas eletrônicas e de câmeras de circuito fechado de TV, adaptação às pessoas com deficiência e moderno sistema de iluminação.

O primeiro jogo após a entrega do estádio está marcado para dia 12 deste mês, entre as equipes do Sampaio Corrêa e Vilhena (de Rondônia), partida válida pelas oitavas de final da Série D do Campeonato Brasileiro.

Já a Via Expressa, será entregue um trecho de 2 km de extensão, que vai da Avenida Carlos Cunha, no Jaracati, ao Cohafuma, interligando à Avenida Jerônimo de Albuquerque. A 2ª etapa da obra, que vai do Cohafuma até o Maranhão Novo, está prevista para ser concluída no fim de dezembro.

No total, a avenida terá mais de 9 km de extensão e interligará os bairros Jaracati, Cohafuma, Vinhais e Maranhão Novo, por meio de alças acopladas às vias já existentes, que foram restauradas para a garantia de melhor fluxo de veículos, beneficiando mais de 20 bairros e 300 mil habitantes. A Via Expressa terá, ainda, uma faixa, em cada pista, exclusiva para transporte coletivo.


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Poder

Após revogação, Assembleia inviabiliza Via Expressa

Obra da Via Expressa poderá ser paralizada

Obra da Via Expressa poderá ser paralizada

Segundo informa o blog do Luis Cardoso, A Assembleia Legislativa enterrou hoje, 13, o projeto de construção da Via Expressa ao revogar a lei que flexibilizou as normais que impediam a derrubada de babaçuais na zona urbana de São Luís.

Ocorre que, pelo projeto do deputado Stênio Rezende (PMDB), aprovado em maio deste ano, se tornou possível derrubar os pés de babaçu.

E com uma importante ressalva: para cada palmeira derrubada, dez teriam que ser plantadas nas proximidades dos locais utilizados para construções residências ou rodovias, na mesma bacia, conforme emenda apresentada pelo deputado da oposição Rubens Pereira Júnior (PC do B) e acrescida de mais um importante paragrafo pelo parlamentar petista Zé Carlos da Caixa, uma especie de compensação ambiental.

É bom recordar que a lei, assim como a emenda anexada, só foi aprovada após discussão em audiência pública com o movimento das quebradeiras de coco e o Ministério Público. Por tanto, foi tudo acordado entre as partes.

Agora, com a revogação da lei aprovada hoje pelo Poder Legislativo, o babaçual não poderá mais ser derrubado. E no caminho da execução da Via Expressa, ainda estão de pé centenas de palmeiras. Se a lei não permite a derrubada, a Via Expressa está simplesmente inviabilizada.

Ora, se o objetivo é garantir a permanência do babaçual, que se derrubem as sedes da Assembleia Legislativa e do Multicenter Sebrae, no Sitio do Rangedor, e voltar a plantar nos mesmo locais as palmeiras, que são um dos símbolos do Maranhão.

É preciso que se diga que na zona urbana da capital não existem quebradeiras de coco e muito menos quem do babaçu garanta seu sustento de vida.

Quer queira ou não, a construção de casas ou apartamentos, gera emprego, renda e moradias. Sem falar na abertura de novas avenidas, para facilitar o fluxo no transito e a melhor mobilidade urbana de quem reside na cidade.

E mais: o babaçu abunda só no interior do Estado.


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Cidade

Max Barros detalha projeto Via Expressa em palestra na ACM

O secretário Max Barros foi muito questionado sobre as questões legais que envolvem a construção da Via Expressa.

Foto 1 - Secretário Max Barros durante explanação na Associação Comercial do Maranhão

Max Barros durante explanação na Associação Comercial do Maranhão

A obra chegou a ser embargada administrativamente, semana passada, pela Prefeitura de São Luís, mas a Sinfra decidiu determinar a continuidade dos trabalhos à empresa vencedora da licitação.

De acordo com o secretário, todas as etapas legais foram vencidas antes da assinatura da ordem de serviço. Ele deixou uma mensagem sobre a polêmica envolvendo a obra.

“Estamos seguros, temos toda a documentação exigida e a obra segue em ritmo normal. O que pensamos é que o momento é de cooperação e não de tentar impedir que se faça algo por São Luís”, completou.

(Com informações da Secom)


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Poder

'A construção da Via Expressa continua' diz Max Barros

O secretário de Estado de Infraestrutura, Max Barros, confirmou, ontem (5), que a Sinfra vai manter a construção da Via Expressa, no Jaracati, em ritmo normal, apesar do embargo da Prefeitura de São Luís.

Segundo o secretário, toda a documentação exigida para a liberação da licença de uso e ocupação do solo e do alvará da obra já foi encaminhada desde o dia 13 de julho.

Max Barros expõe detalhes da Via Expressa ao deputado Roberto Costa

Max Barros expõe detalhes da Via Expressa ao deputado Roberto Costa

APrefeitura de São Luís ainda não se posicionou sobre o assunto, apesar do que diz a Lei Federal 9.051/95, que dá prazo de 15 dias para a emissão desse tipo de documento.

“A Sinfra já enviou todos os documentos necessários para a liberação da licença de uso e ocupação do solo, desde o dia 13 de julho, e não houve resposta da Prefeitura. Nós temos um cronograma a cumprir. Qualquer documentação que a Prefeitura solicite, nós estamos prontos para entregar, mas nós desconsideramos o embargo, achamos que isso é um atrapalho e poderia ser resolvido administrativamente.

Funcionários da Blitz Urbana, da Secretaria Municipal de Habitação e Urbanismo e da Guarda Municipal da Prefeitura de São Luís destruíram o canteiro de obras. Eles ainda ameaçaram apreender as máquinas da empresa responsável pelos serviços, mesmo sem qualquer decisão judicial.

“Essa foi uma atitude arbitrária da Prefeitura. Em nenhum momento passamos por cima da autoridade do prefeito. Pedimos as licenças e não recebemos nenhuma resposta. Como maranhense, como ludovicense, fico muito triste de ver uma atitude dessas, que só prejudica o cidadão comum”, disse.


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