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Terreno abandonado no São Cristóvão tem tirado a paz dos moradores

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Um terreno abandonado no Bairro São Cristóvão, entre a travessa Ivar Saldanha e a Nova Jerusalém, próximo ao colégio Carlos Cunha, tem tirado o sossego dos moradores da região, que não sabem mais o que fazer.

O mato e o lixo tomaram conta do espaço. A população relata que os carroceiros despejam os dejetos com frequência no terreno. O local virou um verdadeiro lixão. Além disso, o matagal tem contribuído para assaltantes se esconderem no local, sem contar nos usuários de drogas que também aproveitam o espaço.

Os moradores dizem que já foram à Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (SEMOSP). No local, foram informados que uma equipe iria no dia seguinte fazer a limpeza no espaço. Só que já se passaram vários dias, e até agora nada. Tudo continua do mesmo jeito, ou melhor, só piorando com o passar do tempo.

No local abandonado funcionava uma fábrica de alumínio. Hoje, os moradores dizem que o terreno pertence a um banco público.  Mas, ninguém toma conta do local, e a Prefeitura de São Luís ignora os incontáveis apelos da população por melhorias no local.

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Moradores da Forquilha denunciam falta de infraestrutura no bairro

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Os inúmeros problemas do bairro da Forquilha já foram denunciados diversas vezes pelo Blog. O tempo passa e a situação só piora. A região está totalmente abandonada pelo poder público, e os moradores não sabem mais a quem recorrer.

Um morador gravou um vídeo retratando a buraqueira que tomou conta da Rua Cinco. Na gravação, o morador chega a afirmar que já foram feitas várias solicitações de serviços no local, mas a Secretaria de Obras e Serviços Públicos (SEMOSP) nunca apareceu para realizar o serviço.

A falta de infraestrutura é um pesadelo para os moradores e também para os motoristas que trafegam pelo local. A Rua Cinco é uma via de acesso importante no Bairro da Forquilha, que apresenta um fluxo muito grande de veículos, principalmente no horário de pico. A via também é um atalho aos motoristas de veículos pesados, que acabam rompendo as tampas de esgoto.

Outra inquietação dos moradores é um terreno abandonado, que acumula muito lixo e mato. A preocupação maior são com os possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti. O terreno, de acordo com os moradores, pertence a um casal de médicos.

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