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Empresa pode ter participação indireta na morte de jovem que caiu de prédio na Cohama

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A morte da jovem Rafaella Santos, na noite da última terça-feira (07), que caiu de um prédio abandonado, localizado no retorno da Cohama, tem gerado vários debates acerca das causas reais da tragédia. E, as atenções estão viradas apenas para quem estava no local no momento do acidente e para o fato em si.

No entanto, o ângulo de visão tem que ser aberto e focar, também, na empresa proprietária do prédio, que é a telefonia OI.

Até o momento, ninguém cogitou a hipótese de que a empresa pode ter participação indireta na morte da jovem, pois ela é responsável pelo prédio que está abandonado há mais de 10 anos e tem o direito de guardar o patrimônio.

Sem segurança, o local vem servindo de abrigo para moradores de rua, para realização de “festas” promovida por jovens, que buscam aventuras radicais, para prática de rapel, além de ser ponto de encontro de motoqueiros e refúgio para usuários de drogas.

Com o descaso, outros acidentes já aconteceram no “esqueleto abandonado”, porém nenhuma autoridade tomou qualquer atitude para evitar que mais uma tragédia ocorresse. Infelizmente!

Além do falecimento da jovem, é necessário que os órgãos competentes apurem, também, as responsabilidades da empresa proprietária do prédio abandonado.

As causas da morte de Rafaella devem ser investigada afundo pela Polícia Civil como homicídio.


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