Judiciário

Condenação de Máximo Moura pela morte do delegado Stênio Mendonça é mantida

Máximo Moura

Máximo Moura

Condenado pelo crime de homicídio duplamente qualificado, Máximo Moura Lima, teve seu pedido de anulação de julgamento e processo negados pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA).

Condenado há 29 anos e 9 meses, ele foi um dos envolvidos na morte do delegado Stênio Mendonça, em maio de 1997, quando o mesmo investigava uma teia criminosa de roubo de cargas.O crime resultou na prisão de parlamentares e policiais, com destaque para os deputados José Gerardo e Chico Caíca e o delegado Luís Moura.

A defesa de Máximo recorreu à sentença de forma preliminar para anular o processo. A alegação apresentada foi de que seu nome teria sido incluído na ação penal sem individualizar a conduta e as circunstâncias do crime.

No julgamento do mérito, o desembargador Marcelino Everton considerou descabida a pretensão de anular o Tribunal do Júri, enfatizando que os documentos juntados ao processo para provar que Máximo Moura estava preso no Pará foram reconhecidos como falsos.


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Crime

Adiado julgamento dos acusados do assassinato de Joaquim Lauristo

O julgamento que estava marcado para acontecer nesta quinta-feira (06) de Guilherme José Mendes Reis e Segundo Luís Silva Moreno, acusados do assassinato de Joaquim Felipe de Sousa Neto, o Joaquim Lauristo, foi adiado.

Lauristo é um dos condenados pela morte do delegado de Polícia Civil Stênio José Mendonça, em maio de 1997, em São Luís. Ele foi assassinado em outubro de 2008, quando cumpria a pena em regime semiaberto.

Entenda o caso

Durante o período em que cumpria pena na Penitenciária de Pedrinhas, Joaquim Lauristo envolveu-se com Segundo Luís Silva Moreno e Wilder Ardela Michhue, que detinham o poderio econômico do tráfico de drogas no Maranhão. Joaquim Lauristo teria se apropriado de partes dos lucros auferidos com o tráfico e não cumpriu sua parte nas transações ilícitas, tendo os acusados encomendado sua morte a Péricles Ribeiro Moreira, que também era interno da penitenciaria.

Péricles Ribeiro, responsável pela organização da empreitada criminosa, contratou Luciano Alves Moraes, Guilherme José Mendes Reis e Fredson do Lago Mota dos Santos para matarem a vítima. No dia 29 de outubro de 2008, por volta das 6h, quando Joaquim Lauristo, que tinha o benefício do trabalho externo, saiu da Penitenciária de Pedrinhas para a empresa onde trabalhava, de propriedade de seu irmão, no bairro São Cristovão, foi seguido por um veículo Siena em que estavam os três contratados. Péricles Ribeiro acompanhava o grupo em uma motocicleta.

No momento em que Joaquim Lauristo estacionou seu carro, o Siena aproximou-se da vítima, descendo do veículo Fredson do Lago Mota dos Santos, que efetuou 11 disparos de arma de fogo, à queima roupa.


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Crime

Acusado de participar da morte de Stênio Mendonça é condenado a 29 anos de prisão

Máximo Moura Lima, último pronunciado a ir a júri popular pela participação na trama que culminou na morte do delegado de Polícia Civil Stênio José Mendonça, foi condenado a 29 anos e 9 meses de reclusão, por homicídio duplamente qualificado por motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima (emboscada). A pena será cumprida em regime fechado no Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

Depoimento de Marilia Mendonça.

Depoimento de Marilia Mendonça.

O juiz Gilberto de Moura Lima decretou a prisão do acusado que não compareceu ao julgamento nesta terça-feira (14), no 2º Tribunal do Júri de São Luís. O magistrado também determinou o envio do mandado de prisão à delegacia da POLINTER e à Comarca de Belém (PA), cidade de origem do réu. Máximo Moura responde a vários processos criminais na Justiça Estadual do Pará.

A esposa da vítima, Marília Mendonça, acompanhou o julgamento e foi ouvida em plenário, na condição de informante. Não foram arroladas testemunhas de defesa. Além do acusado, também não compareceu à sessão do júri o advogado constituído pelo réu. A defesa ficou com a Defensoria Pública.

O júri de Máximo Moura foi adiado por três vezes a pedido do acusado. A última sessão estava marcada para o dia 25 de março de 2013, não ocorrendo porque o advogado do réu alegou não ter tido tempo de analisar o processo. Na ocasião, o juiz marcou nova data para esta terça-feira (14) e designou um defensor público para atuar na defesa, caso houvesse o não comparecimento do advogado do réu.

O crime – As investigações apontaram que o carro utilizado na trama para assassinar o delegado Stênio Mendonça pertencia a Máximo Moura que, acompanhado de Claudenil de Jesus Silva, o Japonês, fez o monitoramento e apoio aos executores, inclusive para lhes dar fuga, caso necessário. Claudenil de Jesus Silva já foi julgado e condenado pela participação no crime.

Segundo relatório dos autos, o crime foi cometido por uma organização criminosa responsável pelo roubo de cargas no Maranhão, e que estava sendo investigada por Stênio Mendonça. O delegado foi assassinado em maio de 1997, na Avenida Litorânea, em São Luís.


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Crime

Acusado da morte do delegado Stênio Mendonça será julgado nesta terça

Delegado Stênio Mendonça.

Delegado Stênio Mendonça.

Será submetido a júri popular, nesta terça-feira (14), Máximo Moura Lima, o último pronunciado a ser julgado pela participação na trama que culminou na morte do delegado de Polícia Civil Stênio José Mendonça, em maio de 1997, na Avenida Litorânea, em São Luís. Ele seria o proprietário e motorista de um dos veículos utilizados pelos executores do delegado.

O julgamento de Máximo Moura Lima será na 2ª Vara do Tribunal do Júri, com início marcado para as 8h30. O juiz que presidirá o julgamento será Gilberto de Moura Lima e na acusação atuará o promotor de Justiça Rodolfo Soares Reis.

Assassinato do delegado – As investigações apontaram que o carro utilizado na trama para assassinar o delegado Stênio Mendonça pertencia a Máximo Moura que, acompanhado de Claudenil de Jesus Silva, o Japonês, fez o monitoramento e apoio aos executores, inclusive para lhes dar fuga, caso necessário. Claudenil de Jesus Silva já foi julgado e condenado pela participação no crime.

Segundo relatório dos autos, o crime foi cometido por uma organização criminosa responsável pelo roubo de cargas no Maranhão e que estava sendo investigada por Stênio Mendonça.

Máximo Moura deveria ter sido julgado em agosto do ano passado, mas em virtude da licença para tratamento de saúde do promotor que atuaria no júri na época a sessão foi adiada. O novo julgamento, marcado para o dia 25 de março de 2013, foi novamente adiado e, dessa vez, porque o advogado do réu alegou que não teve tempo de analisar o processo.

É que o acusado dirigiu expediente à 2ª Vara do Tribunal do Júri, no final da tarde da sexta-feira anterior ao dia do julgamento, revogando os poderes do advogado Manoel Pedro Paz da Costa e constituindo José Augusto Ferreira Martins para defendê-lo no júri popular. O novo advogado pediu o adiamento da sessão, alegando “que precisaria de tempo para se inteirar dos autos diante da complexidade” do processo.

Além de marcar nova data do julgamento para 14 de maio de 2013, o juiz Gilberto de Moura Lima designou um defensor público para atuar na defesa de Máximo Moura, caso o advogado do réu não compareça ao júri desta terça-feira.


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Crime

Acusado de tramar morte de Stênio Mendonça vai a júri popular

Stênio quando foi assassinado.

Stênio quando foi assassinado.

Será submetido a júri popular na próxima segunda-feira (25), Máximo Moura Lima, o último pronunciado a ir a julgamento pela participação na trama que culminou na morte do delegado de Polícia Civil Stênio José Mendonça, em maio de 1997, na Avenida Litorânea, em São Luís.

Ele seria o proprietário de um dos veículos utilizados na execução do delegado. As investigações apontaram que o carro era dirigido por Máximo Moura que, acompanhado de Claudenil de Jesus Silva, o Japonês, fez o monitoramento e apoio aos executores, inclusive para lhes dar fuga, caso necessário.

O julgamento está marcado para as 8h30, na sala de sessões do 2º Tribunal do Júri de São Luís, localizado no 1º andar do Fórum Des. Sarney Costa, no Calhau, e será presidido pelo juiz Gilberto de Moura Lima. A acusação ficará com o promotor de Justiça André Charles Alcântara Martins Oliveira.

Máximo Moura deveria ter sido julgado em agosto do ano passado, mas em virtude da licença para tratamento de saúde do promotor Willer Siqueira Mendes Gomes, que atuaria na sessão do júri, o julgamento foi adiado. Claudenil de Jesus Silva, o Japonês, já foi julgado e condenado pela participação no crime.

Segundo relatório dos autos, o crime foi cometido por uma organização criminosa responsável pelo roubo de cargas no Maranhão, e que estava sendo investigada por Stênio Mendonça.


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