Política

Humberto Coutinho garante aumento de 5% aos servidores do Legislativo

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Humberto Coutinho (PDT), anunciou nesta quarta-feira (13), em reunião com um grupo de servidores da Casa, que concederá aumento de 5% a todos os funcionários do quadro de efetivos do Legislativo. Coutinho garantiu que, após o recesso parlamentar, apresentará a proposta ao plenário incluindo, além do percentual, aumento retroativo ao mês de maio deste ano.

Durante a reunião, o grupo de servidores também entregou ao presidente uma carta contendo a assinatura de 121 funcionários da Casa, na qual declaram que “a condução da última greve, tendo à frente o Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa do Maranhão (Sindsalem), e seus desdobramentos não representam os interesses de parte dos servidores, que trabalham e cumprem as suas responsabilidades funcionais (sic)”.

No documento, os servidores também condenam a forma como foram conduzidas as negociações e destacam que as exposições públicas injustificadas e sem qualquer preocupação com os desdobramentos jurídicos e as consequências de seus atos tornaram inviável o entendimento patrocinado pelo sindicato (sic).

“O respeito e a consideração são muito importantes. Esta Casa sempre mantém o diálogo com as pessoas educadas que sempre nos procuram. Hoje recebemos uma comissão muito bem intencionada e todos os seus pedidos foram aceitos. Nós já repomos os seus salários, aumentamos o ticket-alimentação e prometi que, assim que forem retomados os trabalhos, daremos um aumento de 5% retroagindo ao mês de maio”, assinalou Humberto Coutinho.

A servidora Carmem Sá, que participou da reunião, avaliou como positiva a atitude de Coutinho em receber os servidores e afirmou ser o diálogo a melhor forma para manter a relação harmônica entre os funcionários e a presidência da Casa.

“Nos tantos anos de Assembleia que temos, não podia continuar a situação que estávamos vivendo de insegurança, de intranquilidade no nosso ambiente de trabalho. A nossa intenção com a carta foi trazer a paz, a harmonia, o respeito e o diálogo, que é necessário em todos os momentos da nossa vida, principalmente dentro do nosso ambiente de trabalho”, declarou.


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Poder

Assembleia analisa reivindicações dos servidores da Casa

ecursos Humanos), Cynthia Mota (Orçamentos e Finanças) e Djalma Brito (Procuradoria), reuniu-se na tarde desta terça-feira (16) com o Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa (Sindsalem), para discutir a proposta da categoria em relação à reforma do Plano de Cargos Carreiras e Vencimentos (PCCV).

A reunião aconteceu a pedido do Sindisalem que, na oportunidade, fez uma explanação sobre os principais pontos da proposta de reforma e solicitou que a administração da Casa analise as reivindicações. “A administração está analisando a proposta e, no momento oportuno, vai dar um posicionamento”, afirmou Eduardo Pinheiro.

Dentre os principais pontos discutidos estava a melhoria salarial, a redução das diferenças entre as categorias salariais e a alteração dos critérios de concessão do adicional de qualificação, com mudança de valores para percentuais.


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Poder

Arnaldo Melo é acusado de crime de assédio moral

Do Atual7

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Arnaldo Melo (PMDB), e o diretor-geral da Casa, Heraldo Marinelli, foram acusados, na terça-feira (3), de prática de crime de assédio moral pelo economista Luiz Carlos Noleto, presidente do Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa (Sindsalem). A denúncia foi feita na página que o sindicato mantém na internet.

Arnaldo Melo teria tentando negociar PCCV com diretoras de sindicato. Foto: Divulgação / Agência Assembleia

Arnaldo Melo teria tentando negociar PCCV com diretoras de sindicato. Foto: Divulgação / Agência Assembleia

De acordo com Luiz Noleto, dirigentes da entidade foram impedidos de participar de uma reunião para discutir a proposta Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) apresentada pela direção do Sindsalem.

‘Ao entramos na sala do diretor-geral, ele se dirigiu a mim da seguinte forma: ‘não te avisaram a reunião é só com os técnicos do Sindsalem? Não faremos reunião com a presença do presidente do Sindicato’, relatou Noleto.

Em resposta, o presidente do Sindsalem teria dito a Marinelli que ele, o tesoureiro Ricardo Cardoso, e Clemilton Goulart Costa, presidente do Conselho Fiscal da entidade, eram os técnicos indicados pela direção do sindicado.

Diante da recusa de sua entrada, Noleto e os outros dirigentes do Sindsalem se retiram da reunião, acreditando que tudo não se tratava de uma farsa montada por Arnaldo Melo e Heraldo Marinelli.

A proposta do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos e outras demandas foram aprovadas em Assembleia Geral da categoria deste o dia 9 de agosto, e apresentadas à direção da Assembleia no dia 13.

Noleto afirma também que Arnaldo Melo procurou duas diretoras do sindicato para negociar o PCCV. ‘Como essas investidas não surtiram efeito, eles simularam uma reunião com objetivo de jogar a categoria contra o presidente do Sindsalem’, declarou.

Segundo o presidente do Sindsalem, com essa atitude, Arnaldo Melo e Heraldo Marinelli cometeram o crime de assédio moal contra um servidor da Casa e outro contra a organização sindical, na medida em que resolveram impor quem negocia com a direção da Casa e não aceitam quem o sindicato escolheu.


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