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Invisa fatura contrato de R$ 16,7 milhões na SES

Para gerir o Hospital de Traumatologia e Ortopedia – HTO, o Instituto Vida e Saúde (Invisa) foi contratado pela Secretaria Estadual de Saúde por R$ 16.703.339,10 milhões.

O contrato foi publicado no Diário Oficial no dia 27 de maio e vai render à Organização Social cerca de R$ 2.783.889,85 milhões mensal.

O Invisa, que tem como proprietário Bruno Soares Ripardo, vai atuar por 180 dias no HTO.

No ano passado, o Instituto movimentou R$ 32.089.878,96 milhões em acordos contratuais para gerenciar hospitais estaduais. Todos foram firmados sem licitação.

A sede da OS fica localizada em Santo Antônio de Pádua, no Rio de Janeiro.


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Governo Flávio Dino pretende pagar R$ 3,6 milhões em gerador

R$ 3.635.400,00 milhões. Esse é o valor exato que o governo Flávio Dino, por meio da Secretaria de Saúde (SES), vai gastar com a aquisição de Grupo gerador tipo cabinado.

A empresa que fornecerá os produtos é a WR Equipamentos e Máquinas Ltda -EPP, localizada em Itapoã, Belo Horizonte (MG) e de propriedade de Rodrigo Urias Machado e Walmor Santana Santos.

O contrato milionário tem vigência de 12 meses.


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Sem licitação, governo Flávio Dino vai destinar R$ 97,5 milhões à EMSERH

R$ 97.545.768,48 (Noventa e sete milhões, quinhentos e quarenta e cinco mil, setecentos e sessenta e oito reais e quarenta e oito centavos). Esse é o valor exato que a Secretaria Estadual de Saúde (SES) vai destinar à Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), órgão ligado ao governo Flávio Dino, para a execução de gerenciamento de unidades hospitalares.

Segundo dados obtidos pelo Blog do Neto Ferreira, o contrato milionário foi celebrado sem licitação.

Por mês, a SES vai pagar R$ 8.128.814,04 (oito milhões, cento e vinte e oito mil, oitocentos e quatorze reais e quatro centavos).

De acordo com o Diário Oficial, a EMSERH ficará responsável pela operacionalização da gestão do Centro de Especialidade Médica de Barra do Corda, Centro de Especialidade Médica de Imperatriz, Hospital Aquiles Lisboa, Hospital de Paulino Neves, Hospital Geral de Barreirinhas e do Hospital Regional de Carutapera.

O contrato foi firmado em 20 de julho e tem validade de 12 meses.


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A conversa entre Carlos Lula e dono do ICN interceptada pela Polícia Federal

Gravações autorizadas pelo Justiça Federal no âmbito da Operação Pegadores, deflagrada no mês passado contra empresários, políticos e servidores da saúde pública estadual, colocam o secretário de Estado de Saúde, advogado Carlos Lula em uma situação extremamente delicada.

Lula foi gravado em uma conversa ao celular com o dono do Instituto Cidadania Natureza (ICN), Benedito Silva Carvalho, onde tratavam sobre “folha complementar” que continha nomes de apadrinhados, servidores e aliados políticos da base do governo Flávio Dino.

O diálogo obtido com exclusividade pelo Blog do Neto Ferreira foi interceptado pela Polícia Federal em setembro de 2015, quando Lula assumiu a subsecretaria de Saúde e, meses após, tornou-se titular da pasta substituindo o médico Marcos Pacheco.

Na conversa, o secretário afirma a Benedito, que já recebeu a relação do balanço de alguns meses das unidades hospitalares e se mostra interessado em saber a quantidade de profissionais que trabalhavam nos hospitais.

O proprietário do ICN fica surpreso ao saber que números de funcionários não tinham sido encaminhados para Lula e volta a insistir que mandou a lista. Carlos Lula, por sua vez, garante que irá procurar o documento.

Em outro trecho, Benedito comenta que Alana [secretária de Carlos Lula] tinha pedido para mandar a “folha complementar”, na qual saía da Secretaria de Saúde com destino ao ICN para pagar os funcionários. “Outra coisa que eu quero lhe dizer é que… é que… o que ‘cê’ precisar de outros dados… ela tá me pedindo agora, doutora ALANA, pra que eu mande essa relação, dessa Folha Complementar, é… a relação de pessoas daí da Secretaria que mandavam a gente pagar… “

A “folha complementar” é uma peça importante para juntar o quebra-cabeça do esquema que desviou milhões da saúde do Maranhão entre os anos de 2015 e 2017. A PF chegou a pedir abertura de inquérito contra Lula no Tribunal Regional Federa, da primeira Região, após indícios de que o mesmo sabia de todo esquema e deu continuidade a determinados atos nada republicanos, a exemplo de pagamentos a funcionários fantasmas

A trama foi montada com a participação de Organizações Sociais, empresas de fachada, funcionários fantasmas e servidores da Saúde. Para desbaratar o esquema, a PF deflagrou a Operação Pegadores, 5ª fase da Sermão aos Peixes, que apura indícios de desvios de recursos públicos federais por meio de fraudes na contratação e pagamento.


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Secretaria de Saúde aditou contrato com empresa do irmão de Marcos Pacheco

A Secretaria de Saúde autorizou o aditivo de um contrato milionário com o Centro Diagnóstico e Tratamento Cardiológico SC- Procardio, localizado em São Luís e que tem como um dos proprietários, o médico Marcone Pacheco, irmão do ex-secretário de Saúde, Marcos Pacheco.

No extrato publicado no Diário Oficial, consta que a renovação contratual foi motivada pelo aumento da demanda de pacientes.

O valor do contrato terá um acréscimo de 25%, ou seja, a Secretaria vai pagar R$ 5.406.552,90 (cinco milhões, quatrocentos e seis mil, quinhentos e cinquenta e dois reais e noventa centavos) à Clínica Procardio. R$ 1.081.310,46 (um milhão, oitenta e um mil, trezentos e dez reais e quarenta e seis centavos) a mais, pois o acordo inicial, firmado em 2016, era de R$ 4.325.242,44 (quatro milhões, trezentos e vinte e cinco mil, duzentos e quarenta e dois reais e quarenta e quatro centavos).

Em três anos, a Procardio já faturou R$ 7.729.364,62 milhões na SES. A empresa foi contratada no período em que Marcos Pacheco estava à frente da pasta.


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Escândalo: Carlos Lula pagou milhões à clínica do irmão de Marcos Pacheco

O secretário de Estado de Saúde, Carlos Lula, repassou cifras milionárias à Clínica Procardio, que tem como proprietário Marcone Pacheco, irmão do secretário extraordinário de Articulação de Políticas Públicas, Marcos Pacheco.

Em consulta ao Portal da Transparência, o Blog do Neto Ferreira apurou que Lula pagou R$ 4.246.136,13 milhões à clínica. O valor pago refere-se ao ano de 2017.

Em 2016, ano em que houve mudanças no comando da SES [Carlos Lula substituiu Marcos Pacheco], a empresa de Marcone recebeu R$ 3.240.971,23 milhões.

Assim que assumiu a Saúde do governo Flávio Dino, em 2015, Marcos Pacheco repassou R$ 242 mil para a empresa do próprio irmão.

Ao todo, a clínica faturou R$ 7.729.364,62 milhões da Secretaria de Saúde para implantar em pacientes equipamentos cardíacos e realizar outros serviços.

Dossiê

Um dossiê encontrado durante buscas e apreensão da Operação Pegadores, da pela Policia Federal, aponta que ex’s de Giuliano e dr. Marcone Pacheco são funcionárias fantasmas e recebiam pagamentos através da “folha complementar” de determinado instituto pelo CIAMES (PM).

Procurado pela reportagem, a Secretaria de Estado Extraordinária de Articulação de Políticas Públicas (Seepp) esclarece que o contrato da Procardio com a Secretaria de Estado da Saúde (SES) foi firmado antes da chegada do secretário Marcos Pacheco à frente da SES. Esclarece ainda, que não seria possível realizar a rescisão unilateral do contrato nas condições estabelecidas, uma vez que a Procardio seria a única prestadora disponível para os serviços de alta complexidade e especificidades técnicas, que são os de hemodinâmica e cardiologia intervencionista.


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Secretária-adjunta de São Luís foi beneficiada em esquema no governo Flávio Dino, aponta PF

Inquérito da Polícia Federal obtido pelo Blog do Neto Ferreira revela que a secretária-adjunta municipal de Saúde de São Luís (Semus), Socorro de Maria Martins, foi uma das beneficiárias do esquema que desviou R$ 18 milhões da saúde do Maranhão.

O nome da gestora aparece na “folha complementar”, produzida pelos operadores da teia criminosa para manter o controle dos pagamentos extras feitos pela Subsecretaria de Saúde por meio do IDAC, ICN e Associação do Bem Viver.

Somente nos meses de julho e agosto, Socorro Martins recebeu R$ 14 mil do Instituto de Cidadania e Natureza (ICN) sem manter qualquer tipo de vínculo com a Organização Social.

Procurado pelo Blog, o secretário de Saúde, Lula Fylho, afirmou que Martins foi exonerada da chefia da Secretaria Ajunta de Saúde de São Luís, logo após vir à tona todo o esquema.

Socorro foi nomeada em agosto desse ano, um mês depois de Lula assumir o comando da pasta.

Esquema

No dia 16 de novembro, a Polícia Federal desarticulou um esquema criminoso que vinha atuando na Secretaria de Saúde do Maranhão desde 2015. O grupo desviou R$ 18 milhões dos cofres públicos.

Para conseguir “tomar de assalto” a verba do Fundo Nacional de Saúde, os integrantes da organização criminosa utilizaram funcionários e empresas de fachadas por meio das Organizações Sociais, Idac, ICN, e Associação Bem Viver.

Ao todo, foram descoberto mais de 400 servidores que não tinham vínculo empregatício com os Institutos recebendo super salários.

O esquema chegou a usar uma “sorveteria” para emitir notas frias com o intuito de desviar recursos públicos.


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Veja a planilha da contabilidade paralela do esquema que desviou R$ 18 milhões da Saúde

Documento obtido pelo Blog do Neto Ferreira revela que um dos operadores do esquema que tomou de assalto a saúde do Maranhão, o médico Mariano de Castro Silva, criou uma planilha de contabilidade paralela para mascarar os pagamentos ilícitos feitos pelas Organizações Sociais.

O inquérito da Polícia Federal afirma que Mariano buscou adequar as despesas reais, lícitas e ilícitas ao Plano Operativo verdadeiro, “maquiando” os pagamentos feitos pelos Instituto de Cidadania e Natureza (ICN) e Desenvolvimento e Apoio a Cidadania (IDAC).

A planilha revela que despesas decorrentes do item 1 – Solar do Outono e do item 12 – Central de Abastecimento, no total de R$ 376.381,81 mil deveriam ser lançadas como despesas com folha de pagamento do Hospital Aquiles Lisboa, gerenciado pelo IDAC.

A lista aponta, ainda, que gastos do Hemomar, Central de Ambulâncias e Central de Leitos, num total de R$ 211.935,90 mil foram incluídos na folha de pagamento do Hospital Aquiles Lisboa.

Outra manobra feita pelo operador do esquema, Mariano de Castro, foi a inclusão de despesas no valor de R$ 965.570,32 mil da Cil São Luís e Coroatá, da Infraero (médico) Empresa, da USA-MATÕES Peritoró Empresa, da USA-São Luís Empresa, AERO Médico Empresa – AME Imperatriz, como serviços de terceiros na Unidade Hospitalar de Barreirinhas.

“O contrato de Gestão firmado pelo IDAC não abrangia tais unidades hospitalares. Desta forma, por meio de uma contabilidade paralela, Mariano poderia direcionar os valores administrados pelo IDAC para as empresas que bem desejasse, de onde se infere que a contabilidade paralela seria coberta com notas frias”, destacou a PF.

O total dessa planilha foi de R$ 2,7 milhões.

Operador

O médico e ex-assessor especial da SES, Mariano de Castro, é apontado como um dos operadores que desviou R$ 18 milhões da Saúde por meio de funcionários e empresas fantasmas e Organizações Sociais.

“Mariano era responsável por montar e executar uma contabilidade paralela, que era encaminhada para as Organizações Sociais a fim de fraudar as prestações de contas e ajustar os valores efetivamente gastos com aqueles previstos nos contratos firmados com o Governo do Maranhão”, ressaltou o inquérito da Polícia Federal. (Reveja aqui e aqui)


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Corrupção no governo rendeu R$ 65 mil a cunhada de Jerry

Márcio Jerry e a cunhada Jane Rodrigues

Márcio Jerry e a cunhada Jane Rodrigues

Trecho do inquérito da 5ª fase da Sermão aos Peixes, denominada Operação Pegadores, obtido pelo Blog do Neto Ferreira revela que Lenijane Rodrigues da Silva Lima, cunhada do secretário de Comunicação Social e Articulação Política, Márcio Jerry (PCdoB), recebeu R$ 65 mil do esquema criminoso montado na Saúde.

Jane, como é mais conhecida, era lotada no cargo de assessora técnica da Subsecretaria da SES e estava na “folha complementar” paga pela pasta indevidamente.

Segundo a Polícia Federal, a cunhada de Jerry recebia pagamentos tanto da Secretaria de Saúde quanto do Hospital Juvêncio Matos, por meio da Instituto Bem Viver. Ela também recebeu do Instituto Cidadania e Natureza (ICN) e do Instituto de Desenvolvimento e Apoio à Cidadania (IDAC).

Além disso, Jane Rodrigues é apontada como membro do esquema, sendo responsável pelo controle do envio das listas com nomes que receberiam os pagamentos extras (relembre). A Justiça determinou o bloqueio de R$ 50 mil das suas contas (reveja).

Esquema

Na quinta-feira (16), a Polícia Federal deflagrou a 5ª fase da operação Sermão aos Peixes, denominada de Operação Pegadores, que apurou indícios de desvios de recursos públicos federais por meio de fraudes na contratação e pagamento de pessoal, em Contratos de Gestão e Termos de Parceria firmados pelo Governo do Estado do Maranhão na área da saúde.

Foram cumpridos 17 mandados de prisão temporária e 28 mandados de busca e apreensão em São Luís/MA, Imperatriz/MA, Amarante/MA e Teresina/PI, além do bloqueio judicial e sequestro de bens no total de R$ 18 milhões.

Durante as investigações conduzidas na Operação Sermão aos Peixes, em 2015, foram coletados diversos indícios de que servidores públicos, que exerciam funções de comando na Secretaria de Estado da Saúde naquele ano montaram um esquema de desvio de verbas e fraudes na contratação e pagamento de pessoal.

As investigações indicaram a existência de cerca de 400 pessoas que teriam sido incluídas indevidamente nas folhas de pagamentos dos hospitais estaduais, sem que prestassem qualquer tipo de serviços às unidades hospitalares. Os beneficiários do esquema seriam familiares e pessoas próximas a gestores públicos e de diretores das organizações sociais.


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Polícia Federal diz que não vai responder a insulto de Flávio Dino

Em contato com titular do Blog do Neto Ferreira, o delegado federal Fabrício afirmou que a PF não comentará sobre ataques ou comentários pejorativos feitos em relação à operação Pegadores.

A declaração foi dada quando o delegado foi questionado sobre a publicação “tendenciosa” feita pelo governador Flávio Dino que politizou a investigação.

“A Polícia Federal não comenta postagem de rede social. A gente não vai se manifestar sobre isso ou sobre qualquer tipo de postagem”, disse Fabrício.

Se referindo ao governador, o delegado ressaltou que a Polícia Federal não vai responder à declarações de autoridades. “E não vamos ficar nos manifestando pontualmente em relação a comentário feitos por autoridades, não temos por hábito fazer esse tipo de ação. Na verdade, não vamos fazer comentário sobre esse assunto”.

Na tarde da última terça-feira (21), Flávio Dino publicou em sua conta no Facebook que “investigações não podem ser conduzidas como peças políticas ou puramente midiáticas”, dando a entender que a Polícia Federal estaria atuando em prol de um grupo político.

Na última quinta-feira (16), Dino viu o seu governo ser o personagem central de um grande escândalo nacional de desvio de dinheiro público oriundo da Saúde. Para tentar se defender, usou as suas redes sociais para desqualificar o trabalho da Polícia Federal.

Operação

A Polícia Federal deflagrou a 5ª fase da operação Sermão aos Peixes, denominada de Operação Pegadores, que apurou indícios de desvios de recursos públicos federais por meio de fraudes na contratação e pagamento de pessoal, em Contratos de Gestão e Termos de Parceria firmados pelo Governo do Estado do Maranhão na área da saúde.

Foram cumpridos 17 mandados de prisão temporária e 28 mandados de busca e apreensão em São Luís/MA, Imperatriz/MA, Amarante/MA e Teresina/PI, além do bloqueio judicial e sequestro de bens no total de R$ 18 milhões.

Durante as investigações conduzidas na Operação Sermão aos Peixes, em 2015, foram coletados diversos indícios de que servidores públicos, que exerciam funções de comando na Secretaria de Estado da Saúde naquele ano montaram um esquema de desvio de verbas e fraudes na contratação e pagamento de pessoal.

As investigações indicaram a existência de cerca de 400 pessoas que teriam sido incluídas indevidamente nas folhas de pagamentos dos hospitais estaduais, sem que prestassem qualquer tipo de serviços às unidades hospitalares. Os beneficiários do esquema seriam familiares e pessoas próximas a gestores públicos e de diretores das organizações sociais.


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