Poder

Após linchamento, estratégia de segurança é montada para Bacuri e Cururupu

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A segurança pública nas comarcas de Cururupu e Bacuri foi o tema de reunião ocorrida na última segunda-feira, 22, entre os titulares das unidades, respectivamente juízes Thadeu de Melo Alves e Douglas Lima da Guia, e o comandante da Polícia Militar do Maranhão, coronel José Frederico Gomes Pereira, além de representantes do Ministério Público, por meio do promotor de Justiça, Rodrigo Cantanhede, e da Polícia Civil. O objetivo foi definir as estratégias para melhorar a segurança da comunidade nas unidades.

A reunião foi motivada principalmente por crime recente e de grande repercussão ocorrido em Bacuri no dia 16 de maio último e que culminou com o linchamento, por parte de populares, de um dos homens acusados do roubo e estupro coletivo de uma técnica de enfermagem da região.

Justiça com as próprias mãos – “Casos como esse são recorrentes na região da Baixada, onde ainda é próprio da cultura local o exercício arbitrário das próprias razões com a falsa convicção de se fazer Justiça”, afirma o juiz Thadeu de Melo Alves. “Fazer Justiça com as próprias mãos deve ser entendido como injustiça, e na quase totalidade das vezes constitui crime”, alerta o magistrado, para quem esse tipo de prática deve ser rechaçado.

Para o titular da comarca de Bacuri, casos como o acontecido na comarca merecem uma atenção especial, daí porque o agendamento da reunião para propor soluções rápidas e eficazes que auxiliem no combate contínuo à criminalidade, cujo aumento crescente nas cidades da Baixada nos últimos meses, segundo ele, é preocupante. Isso apesar do trabalho das Polícias Civil e Militar, ressalta.

Barco – Ao final da reunião, após ouvir atentamente os pleitos das autoridades presentes, o comandante da Polícia Militar comprometeu-se a providenciar o aumento de efetivo de policiais, instalação da Unidade Tática das Cidades; operações de trânsito para o disciplinamento de veículos, fiscalização de condutores, passageiros e cargas; bem como a aquisição de um barco para realização de patrulha na região costeira dos municípios de Cururupu e Apicum-Açu.

Relembre o caso aqui

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Poder

Empresa pode ter participação indireta na morte de jovem que caiu de prédio na Cohama

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A morte da jovem Rafaella Santos, na noite da última terça-feira (07), que caiu de um prédio abandonado, localizado no retorno da Cohama, tem gerado vários debates acerca das causas reais da tragédia. E, as atenções estão viradas apenas para quem estava no local no momento do acidente e para o fato em si.

No entanto, o ângulo de visão tem que ser aberto e focar, também, na empresa proprietária do prédio, que é a telefonia OI.

Até o momento, ninguém cogitou a hipótese de que a empresa pode ter participação indireta na morte da jovem, pois ela é responsável pelo prédio que está abandonado há mais de 10 anos e tem o direito de guardar o patrimônio.

Sem segurança, o local vem servindo de abrigo para moradores de rua, para realização de “festas” promovida por jovens, que buscam aventuras radicais, para prática de rapel, além de ser ponto de encontro de motoqueiros e refúgio para usuários de drogas.

Com o descaso, outros acidentes já aconteceram no “esqueleto abandonado”, porém nenhuma autoridade tomou qualquer atitude para evitar que mais uma tragédia ocorresse. Infelizmente!

Além do falecimento da jovem, é necessário que os órgãos competentes apurem, também, as responsabilidades da empresa proprietária do prédio abandonado.

As causas da morte de Rafaella devem ser investigada afundo pela Polícia Civil como homicídio.


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Maranhão

Após ataques, ônibus coletivos terão escolta policial em São Luís

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No final da manhã desta quarta‐feira o Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Rodoviário do Maranhão (Sttrema), Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de São Luís (SET), Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) e a cúpula da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) se reuniram para discutir os ataques a ônibus, registrados na noite de ontem em São Luís.

As ações criminosas fizeram com que os ônibus fossem recolhidos, e só voltassem a circular na manhã desta quarta‐feira na capital. Durante a reunião ficou definido que a partir de então e até que a situação seja efetivamente controlada, os coletivos irão rodar com escolta policial.

A Polícia Militar já está mobilizando as equipes para executar a medida. A ação visa garantir a segurança de usuários e trabalhadores do sistema, diante dos crimes praticados, além de evitar danos maiores.


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