Política

Max Barros repercute matéria sobre royalties do minério

O deputado Max Barros (PMDB), primeiro vice-presidente da Assembleia Legislativa, utilizou a tribuna da Casa, nesta segunda-feira (16), para registrar a edição de domingo do jornal Globo do Rio de Janeiro, a qual destaca a posição da Assembleia Legislativa do Maranhão em relação à distribuição dos royalties do minério, que até o momento são divididos apenas entres os estados produtores.

Deputado Max Barros.

Deputado Max Barros.

Os governos de Maranhão, Espírito Santo e Rio querem seu quinhão das riquezas minerais, alegado que são corredores logísticos para exportação dos minérios e que, por isso, também precisam ser compensados pelos danos causados pela atividade mineradora.

O estado que promete brigar com mais veemência no Congresso é o Maranhão, cortado pela Estrada de Ferro Carajás (EFC) e por onde é exportado o minério de ferro de Carajás (PA). A Assembleia Legislativa do estado apresentou proposta ao ministro de Minas e Energia, o maranhense Edison Lobão, pela qual a parcela da Cfem que hoje vai para estados e municípios seria dividida entre estados e municípios produtores (80%) e estados e municípios dos corredores logísticos (20%). Nos cálculos da Assembleia, isso renderia ao Maranhão R$ 300 milhões por ano, registra matéria de O Globo, que foi lida da tribuna por Max Barros.

Max lembra que esta luta não tem coloração partidária, pois está a favor do Maranhão. Ele argumentou que, quanto mais unidos os políticos do Estado estiverem, maiores serão as possibilidades da vitória. E exortou a classe política a somar forças, advertindo que são muitos os interesses em jogo, especialmente do Governo Federal e da iniciativa privada.

“Por isso, eu acho que essa Assembleia tem que estar articulada. Nós já mantivemos o contato com as Assembleias Legislativas do Espírito Santo, com a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, no sentido de que esses Estados estejam coordenados para que não se cometa mais uma injustiça com o Estado do Maranhão. Os prefeitos dos corredores; aqui também convoco a governadora, que já se posicionou a favor, o prefeito de São Luis, o Edivaldo Holanda Júnior, porque São Luis é altamente impactada com a questão do Porto do Itaqui, para que esteja junto nesta luta”, conclamou, afirmando que os argumentos são fortes para que esses recursos venham para o Maranhão.

O peemedebista finalizou sua fala reafirmando sua disposição de luta, e convocando os seus pares maranhenses para que continuem somando forças. “Continuemos nessa luta, que já está ecoando em nível nacional”, finalizou Max.


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Poder

Senador acusa Sarney de tramar contra o Rio de Janeiro

O Globo

Senador culpa José Sarney (PMDB-AP) Foto: Domingos Peixoto /O Globo

Senador culpa José Sarney (PMDB-AP) Foto: Domingos Peixoto /O Globo

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) mandou na sexta-feira, 30, um aviso à praça: não recuará da posição contrária à redistribuição dos royalties do petróleo, apesar da pressão do governo Dilma.

Lindberg Farias atribui as notas publicadas na imprensa, dando conta de que estaria queimado com a presidente por brigar contra o projeto, à ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, que estaria tentando enquadrá-lo. Presente ao protesto organizado pela família Garotinho, semana passada, em Campos, diz que fará todas as alianças necessárias para rejeitar o projeto.

O senador afirmou que. “E culpa do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), pelo movimento para tirar recursos dos estados produtores de petróleo, como o Rio de Janeiro”, disparou.


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