Poder

Delegado diz que secretário de Segurança pediu para investigar senador do MA

O senador da República pelo Maranhão, Roberto Rocha (PSDB-MA), foi alvo de um pedido de investigação do secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, conforme trouxe à tona a nova carta escrita pelo delegado Ney Anderson Gaspar, ex-chefe do Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO).

O documento, obtido com exclusividade pelo Blog do Neto Ferreira, integra uma série de acusações feitas pelo ex-delegado Tiago Bardal e delegado Ney Anderson contra o chefe da SSP (saiba mais aqui e aqui).

No texto, o ex-titular do DCCO revela que Portela pediu para investigar Rocha pelo fato de que o parlamentar poderia atrapalhar as eleições estaduais de 2018. Na época, o senador era candidato ao governo do Maranhão.

Gaspar diz ainda que a estratégia escolhida pelo secretário para atingir o objetivo foi a mesma usada contra os desembargadores do Tribunal de Justiça: grampear os telefones dos familiares de Roberto Rocha e do suplente Pinto da Itamaraty. “Durante muito tempo o senhor Portela pediu para investigar o senador Roberto Rocha, pois o mesmo poderia atrapalhar as eleições de 2018, usando a mesma tática que tentou usar contra os desembargadores, começando por familiares do referido senador e do seu suplente Pinto da Itamaraty.”

Em outro trecho da carta, o delegado relata perseguições incessantes do secretário a delegados da Polícia Civil que se recusaram a cumprir ordens dadas por ele.

Ney Anderson citou, também, o caso do delegado Arthur Benazzi, que teve que impetrar um mandado de segurança na Justiça para voltar a atuar na capital maranhense, pois o mesmo tinha sido transferido para o interior por descumprir as ordens de Portela.

O documento traz ainda relatos de que o auxiliar de Flávio Dino abriu processos administrativos contra delegados, por que os mesmos estariam denunciando a estrutura caótica da Polícia Civil.

Além disso, o texto rebate a nota emitida por Jefferson Portela, na qual afirma que as cartas são criminosas e não condizem com a verdade dos fatos (reveja aqui). “Minhas denúncias são única e exclusivamente contra o senhor Portela, que além de usar o cargo para seus interesses políticos pessoais mais espúrios, agora também tenta usar o Sistema de Segurança Pública como escudo, na tentativa inocente de blindar seus atos criminosos”.

Gaspar adianta que irá divulgar mais denúncias e que estas serão a respeito de processos licitatórios, emendas e eleições de 2018.

Procuradas, as Assessorias de Comunicação da Secretaria de Segurança Pública e do Ministério Público não se manifestaram até o fechamento desta reportagem.

Em contato com o Blog, o senador Roberto Rocha afirmou que não está supreso com a denúncia. “Não posso me dizer surpreso com essa revelação. Quem conhece a História da formação do pensamento das esquerdas, sabe que foi Lenin quem afirmou que ‘o partido é a mente, a honra e a consciência da nossa Época’. O mundo mudou, o comunismo ruiu, mas traços dessa mentalidade ainda permanecem presentes nos seus herdeiros. Então, os comunistas não lutam para tomar o poder, mas o próprio Estado e todas as suas instituições. Então eu deixei de ser um adversário, para me tornar um inimigo. Seria cômico, se não fosse trágico.”

A reportagem procurou o secretário de Comunicação, Rodrigo Lago, que evitou falar sobre o caso.

Veja íntegra da carta aqui.

Na semana passada, o ex-chefe do DCCO, Ney Anderson Gaspar trouxe à tona duas cartas contendo denúncias nas quais afirmam que o secretário Jefferson Portela ordenou investigar e monitorar desembargadores do Tribunal de Justiça, o deputado Josimar de Maranhãozinho, grampear familiares de magistrados, blindar o superintendente de Articulação da Baixada, Penaldon Jorge, no inquérito policial da Operação Jenga – que investigava crimes de agiotagem e tinha como alvos empresários e políticos. (relembre aqui, aqui e aqui)

Na terça-feira (21), o presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão José Joaquim Figueiredo, encaminhou ofícios ao Supremo Tribunal Federal, Conselho Nacional de Justiça e Procuradoria Geral de Justiça do Estado do Maranhão, pedindo providências sobre a acusação do uso da Secretaria de Segurança Pública para monitorar desembargadores (relembre aqui).

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Maranhão, solicitou uma invetsigação rigorosa sobre o caso (veja também).


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Política

Prefeito Zé Martins reúne com o senador Roberto Rocha em Brasília

O prefeito de Bequimão, Zé Martins (MDB), acompanhado do ex-vice prefeito de São Bento, Isaac Dias Filho, esteve reunido na última segunda-feira (8), com o senador Roberto Rocha (PSDB), onde juntos discutiram questões relacionadas a Bequimão e Baixada Maranhense. Desde a questão do acordo bilateral entre Brasil e Estados Unidos para exploração da base de Alcântara, até outros problemas cruciais como o alagamento dos campos e soluções para os municípios da região.

Durante a conversa entre o senador Roberto, Zé Martins e Isaac Filho, foram discutidas também a construção da rodovia federal, que ligará o norte ao o Nordeste, que passará por vários Municípios da Baixada. Sabendo do potencial que Bequimão tem na pesca e agricultura, o prefeito Zé Martins apresentou ideias para o senador Roberto Rocha, que podem ser transformadas em projetos para o Litoral Ocidental Maranhense, polo da Floresta dos Guarás.

O prefeito Zé Martins aproveitou a XXII Marcha em Defesa dos Municípios em Brasília, para reunir com autoridades da esfera federal, afim de adquirir verbas para implantar em obras no município de Bequimão, tanto para a educação, saúde e infraestrutura. Só em 2018, o prefeito Zé Martins conseguiu em projetos, ais de R$20 milhões de reais para obras e serviços.


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Política

Senadores e deputados do Maranhão devem R$ 380 mil à União

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Deputados federais e senadores maranhenses integram um grupo de parlamentares inscritos na Dívida Ativa da União que é responsável por um rombo de R$ 1,4 bilhão nos cofres públicos (R$ 1.458.826.055,19, mais precisamente), sem contar a “relação de devedores da União que financiaram campanhas eleitorais” para a Câmara e Senado, entre pessoas físicas e jurídicas, muitas delas de propriedade dos próprios parlamentares ou apresentadas como partidos políticos.

A informação é da Revista Congresso em Foco.

De acordo com a lista, os devedores do Maranhão são os senadores João Alberto Souza (PMDB) com R$ 38.274,14 mil, e Roberto Coelho Rocha (PSB) com R$ 283.632,61 mil; os deputados José Reinaldo Tavares, com R$ 32.775,42 mil, Waldir Maranhão com uma dívida de R$ 18.127,14 mil e Eliziane Gama com R$ 7.509,70 mil.

Ao todo, os parlamentares maranhenses devem à União cerca de R$ 380.319,01 mil.

Caso a relação de doadores seja considerada na soma total da dívida ativa vinculada a políticos e campanhas, nas últimas eleições para deputado e senador, esse total pode ultrapassar as dezenas de bilhões de reais, uma vez que há diversas empresas doadoras em nome de parlamentares ou por eles representadas.

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Poder

Roberto Rocha comenta derrota de Eduardo Braide

Em contato com o titular do Blog, o senador Roberto Rocha disse que Eduardo Braide (PMN) poderia ter vencido a disputa pela Prefeitura de São Luís com relativa facilidade. Mas, a inflexibilidade do candidato foram marcantes na derrota no segundo turno.

“Eu falei na segunda-feira, dia seguinte à eleição do primeiro turno, que ele, Eduardo, precisava imediatamente fazer duas coisas: conversar com todas as forças políticas possíveis, e preparar estrutura para o programa de TV. Pois bem, ele não fez. Pior, para agradar Flavio Dino e manter-se distante de potenciais aliados, posou de anti-político” disparou o senador.

Braide preferiu negligenciar os conselhos e as orientações do experiente político e se aventurar sozinho na disputa. Eduardo foi presunçoso e tentou repetir o feito surpreendente do primeiro turno no segundo. Pensou que apenas pela boa retórica poderia lograr êxito, também, no novo embate. Mas, teve seus planos frustrados. Com o comportamento e postura adotados, o resultado não poderia ser outro a não ser a derrota.

“Ele dependeu exclusivamente dele para ganhar o primeiro turno. E, no segundo, também. Achava que poderia fazer no debate do 2° turno o mesmo que fez no 1° turno. Ledo engano! No primeiro turno são muitos candidatos, e maior expectativa pelo novo. No segundo, não tem muita margem para show, teatro, pirotecnia. São apenas dois. Especialmente na Globo, as regras são muito bem definidas. Ou seja, nestes casos, via de regra, termina 0x0”, explanou Roberto Rocha.

O senador disse ainda que Braide foi traído por Flávio Dino, que não cumpriu o ‘acordo’. “Na reta final foi correr atrás do prejuízo, e da pior forma, colocando um programa dedicado ao governador, como se o grande público entendesse o que ele queria dizer. O povo não aceita ambiguidade”, concluiu Rocha.


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Política

Pinto Itamaraty toma posse no lugar de Roberto Rocha no Senado Federal

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O primeiro suplente do senador Roberto Rocha (PSB), Pinto da Itamaraty (PSDB), tomou posse nesta quarta-feira (05), no plenário do Senado Federal. Asessão foi presidida pelo senador José Medeiros (PSD-MT).

A substituição se deu por conta da licença tirada por Roberto Rocha do 1º de outubro até 26 de janeiro de 2017. Segundo o senador, ele se afastará do Senado Federal por questões particulares.

Atualmente, Pinto da Itamaraty é vice-presidente do PSDB no Maranhão e já foi deputado federal por 8 anos, vereador por duas em São Luís.


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Poder

Roberto Rocha e Márcio Jerry trocam farpas em redes sociais

O cenário político de São Luís esquentou de vez após o resultado da pesquisa Ibope divulgado na última quarta-feira (14), que apontou Wellington do Curso (PP) em segundo lugar na corrida eleitoral com 31%.

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Nesse clima quente, quase fervendo, personagens que atuam ativamente nos bastidores das campanhas eleitorais municipais já estão com os ânimos à flor da pele. Como é o caso do senador Roberto Rocha (PSB) e do secretário de Comunicação do governo Flávio Dino, Márcio Jerry (PCdoB). Ambos estão trocando farpas via redes sociais, mesmo sem citas nomes.

Na noite de ontem (14), o senador voltou a afirmar, em sua conta no Facebook, que Edivaldo Holanda Júnior fez da Prefeitura de São Luís um “puxadinho” do Palácio dos Leões. Ainda na publicação, Rocha deu uma alfinetada em um secretário do governo Flávio Dino e disse que o prefeito delegou ao gestor a tarefa de governar São Luís.

“No ritmo atual, não será surpresa se Wellington chegar no primeiro turno à frente de Edivaldo Holanda Jr. Quando toda população descobrir que o prefeito fez da prefeitura um “puxadinho” do Palácio dos Leões, delegando para um secretário do governador a tarefa de governar a cidade de São Luís, não tenho dúvida, Wellington ganhará a eleição.”, criticou Roberto Rocha.

O senador frisou que Edivaldo Holanda Júnior transformou-se em “sub do sub” e que ele não tem o direito de entregar o cargo de prefeito para um “estafeta do governador”. “Mesmo sendo um bom filho, um bom pai, um bom esposo, o prefeito da capital do Maranhão não tem o direito de entregar o cargo de prefeito para um estafeta do governador, transformando-se num ‘sub do sub'”, atacou Rocha.

Não satisfeito com a alfinetada do senador, Márcio Jerry, publicou hoje (15), em sua conta no Twitter, que desde janeiro de 2015, a parceria Prefeitura e Governo tem trazido muitas melhorias para a população e que essa aliança é fundamental para implementar políticas públicas na cidade.

“Desde janeiro de 2015 o @GovernoMA e a Prefeitura de São Luís atuam em parcerias que resultaram em muitos benefícios para a população. As parcerias entre os entes federados Estado e Municípios são fundamentais para implementar políticas públicas da melhor maneira. Gov Flávio Dino e pref Edivaldo Holanda Jr desde ano passado realizaram parcerias importantes em várias áreas, em todas as regiões cidade. Parceria é corresponsabilidade , respeito à população. As autonomias são obviamente preservadas”, respondeu Márcio Jerry a Roberto Rocha.

Ainda em sua postagem, o secretário de Flávio Dino afirmou que Rocha é porta-voz de Wellington do Curso.

Essa troca de farpas ainda vai dar o que falar.

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Poder

Senador manda subprefeito de São Luís “plantar batatas”

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A crise se instalou de vez! O senador Roberto Rocha (PSB) discutiu em rede social com o subprefeito do Centro de São Luís, Fábio Henrique Carvalho. O parlamentar mandou o turismólogo fosse “plantar batatas”.

A confusão começou quando Rocha usou a sua conta do Twitter para criticar a parceria entre a Prefeitura de São Luís e o Governo do Maranhão, afirmando que o governo municipal é um “puxadinho” do Palácio dos Leões. (reveja)

Carvalho, então, rebateu a publicação, dizendo que Rocha só conseguiu o cargo de senador por causa do apoio dos governos municipal e estadual e pediu que ele fosse mais humilde. Roberto Rocha, então, respondeu dizendo que o subprefeito estava apenas defendendo o seu salário e, por causa disso, foi chamado de “mesquinho”, desonesto e aproveitador e desqualificado.

Foi quando o senador mandou que Fábio Henrique, que também é gastrônomo, fosse “plantar batatas”. “Quer saber, vá plantar batatas rapaz, já que seu forte é na cozinha”, publicou Rocha. O subprefeito, rebateu dizendo que “esperava bem mais”. Depois disso, o parlamentar não respondeu mais ao subprefeito

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Poder

Roberto Rocha diz que Prefeitura é “puxadinho” do Palácio dos Leões

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A crise que se instalou entre o governador Flávio Dino (PCdoB) e o senador Roberto Rocha (PSB) está longe de acabar.

Rocha fez uma publicação em sua conta no Twitter para fazer campanha para o deputado Wellington do Curso (PP), candidato a prefeito de São Luís, e para o seu filho, vereador Roberto Rocha Júnior (PSB), que é companheiro de chapa do pepista, e na mesma postagem, o senador aproveitou para atacar Edivaldo Holanda Júnior (PDT) e Flávio Dino (PCdoB), que foram seus dois aliados nas campanhas de 2012 e 2014.

“São Luís quer um prefeito com atitude para comandar, e não fazer da prefeitura um ‘puxadinho’ do palácio dos Leões”, provocou Roberto Rocha.

No início da semana, o senador, juntamente com João Alberto e Edson Lobão, ambos do PMDB, negociou o voto no processo de impeachment com a presidente Dilma Rousseff em troca da intervenção do PT para impedir a aliança com o PCdoB em Timon, Codó, Pinheiro, São Luís, Balsas e Chapadinha, traindo assim Flávio Dino; ao mesmo tempo que teve uma audiência com o presidente interino Michel Temer (PMDB).


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Poder

Gastão Vieira desabafa sobre a traição de Roberto Rocha com Flávio Dino

Gastão Vieira, que atualmente preside o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), fez um profundo desabafo nas redes sociais em relação à conjuntura política atual no Maranhão e, nas entrelinhas, ainda alfinetou o senador Roberto Rocha (PSB) pela ‘trairagem’ com o governador Flávio Dino (PCdoB).

Nesta terça-feira (23), o Blog Neto Ferreira  publicou uma matéria que expõe a intervenção de Dilma Rousseff (PT) em duas cidades maranhenses em troca de votos contrários ao impeachment no Senado Federal (Reveja).

De acordo com a publicação, a presidente afastada determinou que o PT rompesse a aliança com o PCdoB em Codó e em Timon a pedido dos senadores João Alberto (PMDB) e, pasmem, Roberto Rocha, o senador ‘amigo’ de Dino nas eleições de 2014.  Eles ainda queriam intervenção em São Luís, Imperatriz e Balsas. No entanto, o presidente do PT, Rui Falcão, não permitiu.

A intervenção do PT no Maranhão evidencia uma dupla traição contra Flávio Dino: uma por parte do senador Roberto Rocha e a outra pela presidente afastada Dilma Rousseff, a quem tanto Dino defendeu e lutou para manter no cargo.

Ainda no domingo (21), dias antes da exposição da traição, Gastão Vieira disparou: “O Flávio afirmava que precisava de um senador de oposição que o ajudasse. O senador de oposição vota igual a João Alberto e Lobão, e quem ajuda Flavio sou eu. Mais uma vez enganaram o eleitor e eu fui a vítima. O que fazer? Acreditar que a vez é minha? Sinceramente, por intuição, escolho o caminho mais difícil, mais incerto! Estou certo?”

Gastão


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Poder

Roberto Rocha vota pela continuidade do processo de impeachment

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O senador Roberto Rocha (PSB-MA) votou pela continuidade do processo de impeachment contra a presidente Dilma Roussef, em sessão do Senado, nesta terça-feira (9). “Não estamos ainda julgando o mérito, que só pode ser julgado após a leitura do libelo acusatório e sua respectiva defesa. Meu voto, portanto, cumpre o papel, que não podemos nos furtar, de dar sequência ao processo que precisa chegar a termo, para o bem do país”, afirmou o senador. Segundo ele, os senadores cumpriram mais etapa da ordem processual, que considerou um momento doloroso da história política do país.

Roberto Rocha fez questão de afirmar ainda que em homenagem ao princípio básico da isenção dos juízes, papel exercido pelos senadores nessa sessão, não vincula a decisão desta terça ao voto que dará na sessão final de julgamento, prevista para acontecer possivelmente ainda em agosto.

Em uma fala sucinta em plenário, o senador registrou as boas vinda ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Levandowski, que por determinação constitucional preside, a partir de agora, as sessões do Senado que tratam do impeachment. Roberto Rocha lembrou a excepcionalidade da condição do ministro Levandowski. “Tão excepcional que Vossa excelência, que é Juiz, exerce hoje a função política de presidente de uma sessão senatorial. E nós, que somos políticos, exercemos hoje a função de juízes.”


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