Política

Pupilo de Flávio Dino vira desgosto para os servidores de São Luís

Holanda Júnior e Flávio Dino durante as promessas de campanha.

Holanda Júnior e Flávio Dino durante as promessas de campanha.

Desgosto total. É dessa forma que os servidores enxergam o pupilo do Flávio Dino em São Luís, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC). Os servidores andam chateados pelo não atendimento da pauta de reivindicações encaminhada pelas entidades representativas desta categoria que apresentaram proposta de reajuste salarial de 18.5 % para o ano de 2014.

Este percentual é relacionado à reposição da inflação do período, recomposição de perdas salariais anteriores e a garantia de ganho real sobre os salários dos trabalhadores e trabalhadoras. A contra-proposta de apenas 3% feita pela prefeitura foi rejeitada pelas entidades sindicais que a consideram muito abaixo do que é pedido na pauta de reivindicações.

A postura por parte da prefeitura de São Luís reflete um descompromisso com a valorização dos servidores municipais. Na luta pelos servidores estão a Asismu, SINFUSPSL SINDACS, SINDTRANSITO, SINFUSP, ASISMU, SIGMEMMA, SEEMA e SINDEDUCAÇÃO.

A insatisfação dos servidores é tão grande que o índice de reajuste salarial solicitado, que é de 18,5%, representa apenas a metade da inflação do período e não traz ganho algum.

Represenantes das categorias afirmaram ao Blog do Neto Ferreira que o prefeito de São Luís precisa colocar na prática discurso de valorização dos servidores públicos municipais.


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Educação

Após pressão, Seduc recebe lideranças indígenas

Lideranças indígenas pressionam a Seduc.

Lideranças indígenas pressionam a Seduc.

Um movimento realizado nesta semana por lideranças indígenas que cobram providencias da Seduc motivou gestores da Secretaria a discutirem ações e projetos de infraestrutura, transporte, alimentação, censo escolar e demais benefícios para melhoria da educação indígena no estado.

O encontro contou com a participação dos secretários adjuntos da pasta, Lívio Jonas (Planejamento e Orçamento); Conceição Andrade (Projetos Especiais); Pedro Barbosa (Gestor de Atividade Meio); Consuelo Magalhães (Suporte) e Flávia Raquel (Assuntos Jurídicos). Participaram também a gestora regional de Barra do Corda, Fernanda Milhomem, e a coordenadora estadual do Programa Bolsa Família, Ana Gabriela Borges.

Lívio Jonas informou que o Programa Viva Maranhão, desenvolvido pelo Governo do Maranhão, prevê a reforma e ampliação de 49 escolas indígenas e a construção de 59 novas unidades escolares nas áreas indígenas.

No Maranhão, tudo só resolve na base da pressão. Não tem jeito!


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