Poder

PT recebeu R$ 532 mil, diz delator da Lava Jato

Um relatório encaminhado pela Polícia Federal à Justiça traz trechos de uma declaração de um dos delatores da Lava Jato, o empresário Milton Pascowitch, preso da 13ª fase da operação.

Segundo ele, foi pago o valor de R$ 532.765,05 reais em dinheiro para o Partido dos Trabalhadores (PT), teve origem nas obras da Usina de Belo Monte, localizada em Altamira, no Pará.

Pascowitch afirmou que o valor foi pago em 2011 pela empreiteira Engevix e repassado por ele ao ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, preso em abril, na 12ª fase da Operação Lava Jato. O ex-presidente da Engevix, Gerson Almada foi preso em novembro do ano passado, na 7ª fase da operação. Hoje, ele responde em liberdade.

O documento ainda trás trechos do depoimento que relatam que a propina, paga em razão do contrato dos cascos replicantes, somou cerca de R$ 14 milhões, entregues ao longo de 2009 até 2011.

O PT divulgou nota oficial na segunda na qual nega ter participado de “qualquer esquema de corrupção” e afirma que todas as doações que recebeu foram “legais”.


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Política

Candidato do PT usa tática ‘mandrake’ para apoiar rival no Maranhão

Da Folha de S. Paulo

Um petista insatisfeito com o apoio do partido a Lobão Filho (PMDB), candidato a governador do Maranhão ligado à família Sarney, encontrou uma forma criativa e polêmica de fazer campanha para um rival em pleno horário eleitoral da sigla.

Márcio Jardim disputa uma cadeira de deputado federal pelo PT e é um dos líderes da dissidência que criou um comitê informal no Estado para apoiar Flávio Dino, do PC do B. Dino é adversário de Lobão Filho na eleição para o governo.

Ele decidiu concorrer com o número 1365 — o 13 do PT e o 65 de Flávio Dino. Uma “coincidência” que ele faz questão de enfatizar em suas inserções na TV, nas quais também repete dois slogans da campanha comunista em apenas 25 segundos de texto.

“Você quer 1365. Esse é o voto da coerência por um Brasil com mais futuro e um Maranhão de todos nós. Cinquenta anos cansou, a alegria vai chegar. […] Meu número é 1365. Vou repetir: 1365. Entendeu, né?”, diz Jardim no programa, abrindo bem a boca e exibindo os dentes na hora de falar o “65″.


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Política

Gastão Vieira carrega Monteiro como Jesus carregou a cruz

Gastão Vieira e Raimundo Monteiro.

Gastão Vieira e Raimundo Monteiro.

Às vésperas do registro das atas das convenções partidárias no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), um verdadeiro imbróglio ainda predomina no Partido dos Trabalhadores.

O PT, que iniciou a pré-campanha divido entre os interesses da direção estadual e a vontade da base partidária, apequenou-se pela demora em decidir, pelos atrapalhos, e pela nítida subserviência aos caprichos do presidente nacional Rui Falcão.

Mesmo com a definição dos filiados em indicar o candidato a vice-governador, uma resolução da Executiva Nacional priorizou em 26/05 [veja aqui] a disputa pelo senado, justificando, para tanto, que o partido só teria direito a uma vaga na chapa majoritária do PMDB e que a estratégia nacional é ampliar a bancada no Congresso.

A “priorização” era na verdade uma estratégia maquiavélica do presidente nacional da sigla, Rui Falcão, para DESCOLAR o PT do PMDB no Estado. A aliança “meia boca” serviria, entre outras coisas, para não deixar o palanque da Presidente Dilma Rousseff exclusivo e ainda beneficiar indiretamente a candidatura do comunista Flávio Dino, a quem Rui Falcão sempre defendeu abertamente o apoio do partido. Alertado da tramoia, o PMDB ficou em alerta.

A Governadora Roseana Sarney, que sempre manteve boa relação com o partido, entrou na questão e, em reunião na véspera da convenção (26/06) com dirigentes e lideranças, garantiu a indicação do candidato a vice-governador e do 1º suplente pelo PT, o que ampliaria a presença do partido na chapa, comtemplava os interesses diversos e poria fim ao impasse.

Entretanto, mesmo depois da proposta aceita pela direção estadual e pelas diversas forças políticas locais, a Executiva Nacional editou (pasmem!) no mesmo dia, outra resolução, em que “proíbe que o PT indique candidato a vice-governador” [veja aqui].

O vexame e a desautorização para a direção local encaminhar as articulações comprovou o descolamento e ainda impôs nova intervenção no partido, ao determinar aliança proporcional com o PSD-55, mesmo tendo sido aprovada chapa pura para deputado federal e estadual – o que gerou profunda revolta dos candidatos e militantes.

Após essas idas e vindas, caberá ao PT indicar somente o 1º suplente na chapa do candidato a senador Gastão Vieira.

Raimundo Monteiro, presidente estadual da legenda, mesmo INELEGÍVEL por ter sido CONDENADO em dois processos no Tribunal de Contas da União (TCU) referentes à sua passagem pela superintendência do INCRA, ainda “bate o pé na parede ” e continua reticente em declinar da disputa.

Sua insistência tem apavorado a cúpula peemedebista, sobretudo Gastão Vieira, que corre o risco de ter sua imagem de homem reto e probo aliada à imagem de um ficha suja.

Além da incontestável exposição negativa de toda a chapa durante os três meses de campanha eleitoral, em caso de eleição de Gastão, e a justiça confirmando a inelegibilidade de Monteiro, toda a chapa do Senado estaria prejudicada e Gastão não seria empossado, o que seria o velho “ganhou, mas não levou”.

Membros da direção do PT afirmam que não é desnecessário mais um desgaste para o partido e que, sem mais tempo para melindres, Monteiro deve ser rapidamente substituído.

Resta saber até quando ainda vão aceitar esse desgaste.

Resolução  PT Nacional.

Resolução PT Nacional.


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Política

PT define oficialmente aliança com PMDB

Foi definido oficialmente durante o Encontro Estadual de Definição de Tática Eleitoral, a aliança do PT com o PMDB.

Agora, o Partido dos Trabalhadores integra oficialmente a pré-campanha do candidato Lobão Filho

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ao Governo.

A tese de aliança recebeu 148 votos do total de 260 delegados aptos a votarem. Apenas 61 delegados votaram contra a aliança.

Ontem, dia 25, a ida do pré-candidato Lobão Filho a uma plenária da corrente CNB (Construindo Um Novo Brasil), que defendia a aliança, já indicava que não haveriam dificuldades para aprovação da aliança.

Após o resultado, os 61 delegados que votaram contra a aliança se retiraram da plenária alegando que não contribuiriam mais com debate.

Além da aliança com o PMDB, a proposta vitoriosa estabelece a indicação de candidato a vice-governador na chapa majoritária.

Dia 24 de maio (sábado) acontecerá um outro encontro onde será escolhido o candidato a vice-governador.

Apenas Zé Antônio Heluy e Zé Costa disputam a indicação.


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Política

Presidente do PMDB diz que tentará compor chapa com PT no MA

Do G1, em Brasília

O presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), afirmou nesta segunda-feira (10) que o partido tentará compor chapa com o PT para governador e vice em seis estados nas eleições deste ano.

Valdir Raupp, presidente do PT.

Valdir Raupp, presidente do PT.

O assunto fez parte de uma reunião que teve mais cedo com a presidente Dilma Rousseff, convocada para por fim a uma crise do partido com o Planalto.

PT e PMDB divergem no lançamento de candidaturas próprias no Rio de Janeiro e no Ceará. Segundo Raupp, as conversas com o PT vão agora se concentrar na formação de palanques conjuntos em Goiás, Maranhão, Paraíba, Alagoas, Rondônia e Tocantins.
“O PT só tem candidato fixo em 11 estados. Fora isso, está em aberto. O partido preferencial da aliança do PT é o PMDB”, afirmou Raupp.

O presidente do PMDB informou, ainda, que se reúne na próxima quinta-feira com o ministro chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e com o presidente do PT, Rui Falcão, para discutir as candidaturas.


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Política

Ofício do PT confirma expulsão do vereador de Barra do Corda

Vereador professor Roberto agora sem legenda.

Vereador professor Roberto agora sem legenda.

A quarta-feira foi húmida nas ruas de Barra do Corda, mas na sede do Partido dos Trabalhadores não teve como deixar de sentir o calor dos ânimos, tendo como a situação dos integrantes do partido, sendo uma deles com mandato de vereador.

O documento exibido ao lado, confirma as apreciações dos méritos da ação do Diretório Municipal, da qual confirmou a desfiliação do vereador professor Roberto entre outros da sigla.

Professor Roberto foi acusado de quadra de quórum. Ele poderá ficar impedido de manifestar no plenário da Câmara como líder do Partido, conforme resolução de número 003/14.


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Política

Eduardo Campos poderia ser candidato do PT em 2018, diz Luiz Marinho

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O prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT), amigo pessoal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diz que o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), errou ao se desgarrar do governo para disputar o Palácio do Planalto .

Em entrevista ao programa Poder e Política, da Folha e do UOL, Marinho relata que ele, Lula e interlocutores do PT sinalizaram para Eduardo Campos que a melhor opção para o socialista seria manter o apoio à reeleição de Dilma Rousseff em 2014 –e assim se qualificar para ser o candidato a presidente em 2018, inclusive com o apoio do PT.

“Eduardo não teve a sabedoria e a paciência de se colocar para suceder em 2018. Ele poderia estar muito bem colocado nessa posição. Abriu mão, infelizmente”, disse Marinho. O socialista “poderia ser candidato ao Senado. E ter o nosso apoio para ser presidente do Senado. Vir a ser ministro importante num segundo governo Dilma. Tinha um monte de possibilidades colocadas. Mas preferiu raia própria. Na medida em que disputa, vira adversário”.

E quem fez as propostas para que Eduardo Campos mantivesse o apoio ao governo Dilma com a possibilidade de ter o apoio do PT para disputar o Planalto em 2018? “Eu disse publicamente isso. Essa sinalização foi colocada para o Eduardo”. Por Lula? “O presidente Lula, a própria presidenta Dilma. Isso foi colocado”, responde o prefeito de São Bernardo. “Eu acho que ele errou”.

Como o PT tem um histórico sofrível quando se trata de ceder vagas em eleições importantes, as negociações não prosperaram. Além disso, em política é muito difícil fazer uma promessa sobre uma mercadoria a ser entregue só daqui a cinco anos. Marinho discorda. “Não acho difícil. Nós temos convicção de que em algum momento o PT terá que botar um partido aliado para governar o Brasil. Se nós queremos um projeto de longo prazo, nós temos que partilhar isso com os aliados”.

Essas declarações são um sinal de como o PT ficou incomodado com a saída de Campos para a oposição. Revelam também um receio que o partido tem a respeito de disputar um segundo turno contra o pernambucano em 2014.

Em São Paulo, Marinho diz que foi sondado para ser o candidato do PT a governador, mas afirmou preferir terminar seu mandato como prefeito de São Bernardo. Na disputa paulista, acredita que o tucano Geraldo Alckmin seja o favorito para ser reeleito, mas que o nome pré-lançado pelo PT –o do ministro da Saúde, Alexandre Padilha–, estará no segundo turno.

Sobre a influência negativa que o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, terá nas disputas paulistas de 2014, Marinho acha que os eleitores saberão diferenciar. O petista é aprovado por apenas 18% dos paulistanos, segundo o Datafolha. Para Marinho, Haddad “vai penar” até a metade de 2014 antes de começar a recuperar a popularidade.

Ex-presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), o prefeito de São Bernardo não acha que o direito de greve deva ser absoluto. Por exemplo, ele se diz contra paralisações de policiais.


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Poder

Flávio Dino quer fazer milagre e colocar PT e PSDB no seu palanque

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É incrível a insistência do comunista Flávio Dino em querer o apoio do PT ao seu projeto para as eleições de 2014. Porém, Dino precisa acordar e parar de querer abraçar o mundo com as pernas. Como ele pode dizer que seria uma honra ter o PDSB em seu palanque e em outro dia dizer que espera e sonha com o apoio do PT?

Até mesmo os leigos de politica sabem muito bem que PT e PSDB são inimigos de longas datas e não será aqui no Maranhão que isso será diferente. Ou seja, se o PSDB aceitar as propostas de Dino, é vom que se conforme com a perda do PT, que só quer mais esse motivo pra fechar realmente as portas para ele. Sarney que diga.


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Política

Agora é oficial: PT, Lula e Dilma irão apoiar Luis Fernando para governador

Presidenta Dilma decidiu que irá apoiar Luis Fernando Silva

Presidenta Dilma decidiu que irá apoiar Luis Fernando Silva

Em reunião de mais de quatro horas com a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e toda a cúpula do PMDB decidiram alguns pontos para a eleição de 2014.

O primeiro assunto discutido, foi a questão do RJ em que ficou decidido que o PT não irá romper com o governador Sergio Cabral (PMDB), pelo menos não agora. E outro assunto que ficou acertado foi o apoio do PT ao pré-candidato ao governo do Maranhão, Luis Fernando Silva que terá no seu palanque agora além da governadora Roseana Sarney, a presidente Dilma e o ex-presidente Lula.

Lula e Dilma resolveram abandonar de vez Flávio Dino que deverá procurar seu partido o PCdoB e iniciar uma nova crise no governo Dilma, já que os comunistas são camaradas de longos anos dos petistas.


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Maranhão

Maranhão desafia PT nacional e faz 2º turno

À revelia da direção do PT nacional, a Executiva do partido no Maranhão decidiu realizar ontem o segundo turno das suas eleições internas, mesmo sem apoio de todos os municípios.

Segundo a própria organização estadual, dos cerca de 120 municípios que participaram das eleições do primeiro turno, 72 foram às urnas nesta etapa.

Diante de um impasse sobre o resultado da primeira votação, a direção nacional do partido suspendeu a realização do segundo turno –o que foi descumprido pela Executiva local.

“De acordo com o regulamento de eleição do próprio PT, não há outra data para se fazer o segundo turno. A meu ver, a eleição de hoje [ontem] tem toda a legitimidade”, disse Ivaldo Coqueiro, secretário de organização local.

O atual presidente do PT-MA, Raimundo Monteiro, que anunciou ter sido reeleito no primeiro turno, duvida que a votação seja validada.

2014

O pano de fundo para a disputa no PT no Maranhão é a reeleição da presidente Dilma Rousseff em 2014.

Hoje, o PT apoia o PMDB da governadora Roseana Sarney. Já o adversário de Monteiro, Henrique Sousa, quer que o partido lance candidato próprio no Estado e apoie no segundo turno o pré-candidato do PC do B, Flávio Dino, rival da família Sarney.


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