Política

Inácio articula reunião entre Sindicato dos Urbanitários e governador Flávio Dino

Com a articulação do deputado estadual Zé Inácio (PT) o Sindicato dos Urbanitários participou na tarde desta quinta-feira 17/05, de uma audiência com o governador do Estado Flávio Dino, no Palácio dos Leões. A pauta da categoria foi a gestão da Caema, a não privatização da Eletrobrás e soluções aos problemas apresentados pelos sindicalistas.

No diálogo, o deputado Zé Inácio enfatizou as ações que já estão sendo desenvolvidas para que se chegue a uma melhor prestação de serviço no abastecimento de água à população maranhense.
“Nestes três anos foi um dos maiores investimentos realizado pelo governo por meio do tesouro estadual na Caema em cerca de mais de 300 milhões. Por isso, foi discutido sobre uma gestão que venha a otimizar os investimentos que o Governo já disponibilizou, e de forma articulada com o sindicato e a direção da Caema esses serviços serão ampliados tanto em tratamento de esgoto como no abastecimento de água no Estado”, disse Zé Inácio.

O governador Flávio Dino disse que está aberto ao diálogo com o sindicato e é contra a privatização do sistema Eletrobrás. “Não é o momento e nem a forma para realizar privatizações, uma política estratégica deve ser preservada para o desenvolvimento do país e assinei a carta reiterando novamente que somos contra.Quanto a Caema há um reconhecimento em comum que estamos fazendo investimentos públicos desde 2015, para que a Caema possa corrigir problemas acumulados ao longo de décadas, mas já há essa convergência plena com a nossa política praticada e com o que o sindicato pensa”, disse o governador.

Durante a manhã a diretoria do Sindicato dos Urbanitários, os trabalhadores da Caema e a diretoria da empresa participaram de uma agenda de trabalho com o apoio do parlamentar na Assembleia Legislativa, que realizou um painel de debates sobre uma gestão que venha a proporcionar a reestruturação da empresa.

Participaram da audiência com o governador os representantes do Sindicato dos Urbanitários: Rodolfo César Diretor de Saneamento, Vaner Almeida Secretário Geral, Nivaldo Araújo representante da Cut, Aline Marques Borges Secretária de Políticas Sociais, e o assessor jurídico do sindicato Guilherme Zagalo.


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Política

PT aprova volta do partido à base do governo de Renan Filho em Alagoas

Da Folha de São Paulo

Um ano depois de romper com o governador Renan Filho (PMDB) após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o PT de Alagoas aprovou em reunião da sua executiva nesta terça-feira (31) o retorno à base aliada e ao governo do peemedebista.

A aliança foi selada com as bênçãos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que nos últimos meses se reaproximou do senador Renan Calheiros (PMDB), pai do governador.

Presidente estadual do PT, o advogado Ricardo Barbosa afirma que a decisão foi tomada por motivos “de ordem política e estratégica”. “Temos observado um afastamento de importantes lideranças do governo de Temer e dos golpistas. O senador Renan [Calheiros] fez um movimento nesse sentido, o que abriu a possibilidade de uma reaproximação”, afirma.

A decisão foi precedida de uma reunião com o ex-presidente Lula em São Paulo há cerca de um mês. “Ele sinalizou que via com simpatia a ideia [de retorno ao governo Renan Filho] e decidimos acelerar este debate”, diz Barbosa.

O movimento já vinha sendo gestado desde agosto, quando Lula passou por Alagoas em sua caravana pelo Nordeste e trocou afagos com o senador Renan Calheiros.

A partir da decisão da executiva, o PT vai iniciar as tratativas com o governador Renan Filho para voltar ao governo. O pleito dos petistas é assumir a secretaria da Educação, hoje ocupada pelo vice-governador Luciano Barbosa (PMDB).

O retorno do PT ao governo, contudo, foi alvo de críticas de setores do partido em Alagoas. Correntes minoritárias elaboraram um manifesto no qual rechaçam a reaproximação com o governador Renan Filho. No documento, assinado por militantes históricos do partido, os petistas afirmam que “um eventual retorno do PT ao governo Renan só trará prejuízos ao processo de reconstrução de nosso partido e o afastará de suas bases sociais”.

E lembram da resolução do diretório nacional que proíbe “alianças eleitorais com golpistas”. O senador Renan Calheiros foi um dos que votou a favor do impeachment da ex-presidente Dilma.

NORDESTE

Além de Alagoas PT e PMDB têm se aproximado em outros Estados do Nordeste. No Ceará, o senador Eunício Oliveira (PMDB) tem conversado com o governador Camilo Santana (PT), de quem era adversário, e afirmou ser “eleitor de Lula” caso seu partido não tenha candidato próprio.

No Piauí, o PMDB entrou na base aliada do governador Wellington Dias (PT). Os dois partidos também estão próximos em Sergipe, onde o PT faz parte da gestão do governador Jackson Barreto (PMDB).


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Poder

Petistas discutem em frente ao Hotel Pestana

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Um secretário de São Luís, filiado do Partido dos Trabalhadores (PT), foi alvo de críticas de outro integrante da legenda, nesta terça-feira (5), no Hotel Pestana, onde o ex-presidente Lula está hospedado.

Os dois quase chegaram às vias de fato.

Na ocasião, o presidente do PT no Maranhão, Augusto Lobato, tenta conter o petista, enquanto o gestor se afasta em direção ao hotel.

“Anda é com segurança no meio de arraial. Isso que é vergonhoso para um petista”, esbravejou o filiado.

Ao que parece, se abriu uma crise interna no Partido dos Trabalhadores, no Maranhão.


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Poder

Zé Inácio deve ser o novo presidente do PT no Maranhão

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O deputado Zé Inácio reuniu-se com membros das chapas “Construindo um Novo Brasil” (CNB) e “A Força Que Vem da Base”. A reunião teve como objetivo firmar o apoio das chapas a candidatura do deputado a presidente do PT estadual.

A chapa “A Força Que Vem da Base” pretendia lançar um candidato a presidente, mas revolveram abrir mão da candidatura para apoiar o parlamentar.

A chapa é formada pelos municípios de Pedreiras, Trizidela do Vale, Esperantinópolis, São Luís Gonzaga, Santa Inês, Poção de Pedras, Bacabal, Vitorino Freire, Olho D’agua das Cunhãs, Turilândia, Lima Campos, Timbiras, Bernardo do Mearim, Pio XVII e Alto Alegre do Maranhão.


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Política

Waldir Maranhão flerta com o PT

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O vice-presidente da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (MA), está com um pezinho no PT, segundo a revista Época.

Queimado com a cúpula do Partido Progressista, seu atual partido, Maranhão já teve as bênçãos do ex-presidente Lula e o apoio do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), para migrar de legenda.


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Poder

PT do Mensalão, do Petrolão e da Lava Jato define apoio a Edivaldo Holanda Júnior

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O Partido dos Trabalhadores (PT), apontado como uma das legendas mais corruptas do Brasil, voltou atrás e reafirmou apoio, nesta sexta-feira (29), à candidatura de Edivaldo Holanda Júnior à Prefeitura de São Luís. O casamento, cheio de traições e descontentamentos para ambos os lados, gera muitas dúvidas e inquietações, pois as partes envolvidas estão com o filme bem queimado com a população.

O PT protagonizou, e ainda protagoniza, inúmeros escândalos de corrupção a nível nacional. Seus maiores correligionários foram manchetes nos principais jornais e telejornais do país por comandarem esquemas milionários de desvio de verbas públicas.

A bola da vez é a operação Lava Jato que a cada novo desdobramento traz à tona mais podres do partido e de seus aliados. A sujeira e podridão que estavam escondidas debaixo do tapete estão sendo retiradas aos poucos, e os peixes grandes também estão sendo expostos. Pela primeira vez no Brasil, a cadeia também passou a ser estadia para os políticos, empreiteiros e grandes empresários.

Nem o ex-presidente Lula, que deu início a corrupta era PT, escapou das investigações. Ele também está na mira da justiça. A cada dia surgem novos indícios que o colocam na teia da corrupção que sangrou os cofres públicos e manchou o nome da maior produtora de petróleo, entre as empresas de capital aberto, no mundo, a Petrobras.

Pois bem, esse partido corrompido declarou apoio ao apático prefeito Edivaldo Holanda Júnior, que tenta a todo custo se manter mais quatro anos no comando da Prefeitura de São Luís; mesmo com toda rejeição dos ludovicenses e incompetência dele, enquanto gestor público.


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Política

Edivaldo Holanda Júnior perde o PT

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O prefeito de São Luís e pré-candidato à reeleição, Edivaldo Holanda Júnior, perdeu uma das principais alianças partidárias: o Partido dos Trabalhadores (PT).

A relação começou a ruir após o Partido Democrático Trabalhista (PDT) – legenda do atual gestor municipal- retirar o apoio a pré-candidatos do interior do estado, como por exemplo ao ex-reitor da IFMA, Zé Costa (PT) de Zé Doca, como já tinha sido acordado anteriormente.

A legenda pedetista decidiu apoiar a pré-candidatura de Josinha Cunha (PR), irmã do deputado estadual, Josimar de Maranhãzinho, naquele município.

A partir daí, o relacionamento entre o PDT e o PT desandou de vez. Então, o Partido dos Trabalhadores resolveu retirar o apoio da pré-candidatura à reeleição de Edivaldo Holanda Júnior, na noite da última segunda-feira (25).

No Twitter, o secretário estadual de Esportes e Lazer, Márcio Jardim (PT), publicou a decisão do PT: “Em razão de impasses na formação da chapa em São Luís, o DR do PT/MA acaba de suspender alianças com PDT e PSB em vários municípios.”

Agora, o PT deve engatar uma nova relação. Dessa vez, com o pré-candidato a prefeito de São Luís, Wellington do Curso (PP). Vamos ver se o “namoro” irá para frente.

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Poder

Waldir Maranhão deve assumir presidência estadual do PT

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As atitudes intempestivas do deputado federal e presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão, em anular e depois revogar a anulação do processo do impeachment, irão ter consequências bastantes drásticas para o parlamentar.

Entre elas estão, a expulsão do Partido Progressista (PP) e a exoneração do seu filho do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), que já foi consumada. Maranhão corre sério risco de ser afastado da Presidência da Câmara, e para completar, acelerou a análise de inquéritos contra si no STF.

No entanto, o deputado já se assegurou politicamente antes mesmo de ter dado o seu voto contrário ao impedimento da presidente Dilma Rousseff, no dia 17 de abril.

Maranhão se encontrou no hotel em Brasília com o ex-presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, antes do dia da votação de abertura do processo de afastamento, no Congresso. Nesse encontro, ficou acertado que o deputado votaria contra, mas ficaria com a presidência do diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), no Maranhão. Lula, ainda ofereceu uma legenda menor, mas Waldir não cedeu.

Segundo fontes do Blog do Neto Ferreira, o parlamentar já sabia que sofreria tais retaliações referidas acima por parte do seu partido – o Partido Progressista, uma vez que a legenda é favorável ao impeachment-, ao votar contra o afastamento de Dilma e que seria expulso do PP, após anular e depois revogar a anulação do processo de impedimento na Câmara.


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Poder

Deputados do PP e PRB decidem votar a favor do impeachment de Dilma

Do G1, em Brasília

A bancada do PP decidiu nesta terça-feira (11), após reunião na Câmara, que votará a favor da continuidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A decisão foi anunciada pelo líder do partido, Aguinaldo Ribeiro (PB), que já havia informado ser pessoalmente contra o afastamento da petista. Segundo ele, a orientação da liderança na votação em plenário será pela instauração do processo.

O PP vinha demonstrando racha na bancada nas últimas semanas quanto ao processo de impeachment e a cúpula do partido negociava cargos com o governo em troca de apoio. O Planalto chegou a cogitar entregar o Ministério da Saúde à legenda, umas das pastas mais cobiçadas por causa do alto orçamento. No entanto, parcela dos deputados pressionava fortemente por um rompimento. Atualmente, o partido conta com 47 parlamentares em exercício na Câmara.

Também na noite desta terça-feira, a bancada do PRB decidiu que votará a favor do impeachment de Dilma. O partido foi o primeiro a desembarcar do governo, ao devolver o Ministério dos Esportes, que ocupava. De acordo com o presidente nacional do partido, Marcos Pereira, os 22 deputados federais do partido votarão a favor do impeachment.

A decisão da reunião do PP já havia sido antecipada pelo colunista Gerson Camarotti. “É uma decisão que sei que é histórica mas que visa a unidade da bancada. Vamos sair para o gabinete do presidente do partido e comunicar que o partido deliberou pelo encaminhamento no plenário do voto sim”, anunciou Aguinaldo Ribeiro.

Apesar da decisão, a bancada decidiu que não haverá o chamado “fechamento de questão”, quando há punição para os deputados que votarem contra a posição da legenda. No entanto, a orientação favorável ao impeachment pode influenciar deputados indecisos e interrompe eventuais negociações do governo que envolvam distribuição de cargos e ministérios.

“Aqueles que estão em situação constrangedora ou indecisos vão nos acompanhar. Esperamos 40 votos na bancada”, disse o deputado Júlio Lopes (PSB-RJ), um dos principais articuladores da parcela da bancada que defende o impeachment. Segundo ele, a decisão de orientar o voto a favor do afastamento ocorreu por 37 votos a 9, durante a reunião desta terça da bancada.

“Sempre defendíamos o impeachment. Muitos colegas não tomavam uma decisão porque queriam uma decisão partidária”, completou o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS).

Presidente do PP
Após a decisão da bancada do PP, o presidente da sigla, senador Ciro Nogueira (PP-PI), anunciou que o partido deixou a base de sustentação da petista e que vai entregar todos os cargos que detém no governo federal.

“É uma decisão que eu não defendia, eu defendia até hoje a permanência do partido na base de sustentação da presidente, mas não me cabe outra alternativa ao partido, como seu presidente, a não ser acatar a decisão”, disse Ciro Nogueira.

O senador também informou que solicitou ao ministro Gilberto Occhi e ao presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Felipe Mendes, que são ligados ao partido, que façam as cartas de demissão dos cargos.

“Eles, prontamente, atenderam para que a gente possa remeter e colocar todos os cargos à disposição da presidente Dilma como gesto de grandeza do partido e também de lealdade. Não vejo como nós podemos permanecer com os cargos do partido”, explicou o presidente do PP.
Questionado se o PP apoiará formalmente o processo de impeachment de Dilma Rousseff, Ciro Nogueira disse que essa “é a decisão da bancada da Câmara”, mas que não vai punir parlamentares que votarem contra o afastamento da petista.


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Poder

Em São Luís, partidos e movimentos sociais se manifestam em defesa de Lula

Centenas de pessoas se reuniram no Centro de São Luís, na sexta-feira (4), para manifestar solidariedade ao ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, que foi alvo de condução coercitiva nas primeiras horas da manhã da sexta. A concentração aconteceu em frente ao Sindicato dos Bancários, na Rua do Sol, e, posteriormente, os manifestantes se deslocaram para a sede de uma central sindical, na Rua Santo Antônio.

Cantando palavras de ordem como “Lula é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo”, os manifestantes, incluindo estudantes universitários e secundaristas, trabalhadores, artistas e intelectuais, denunciaram a forma como setores do judiciário e da Polícia Federal conduziram as ações da Operação Lava Jato.

“Lula é um patrimônio do povo brasileiro. Os dois governos dele foram marcados pela inclusão social. Antes, o pobre não tinha acesso à Universidade, hoje o filho do pedreiro senta-se ao lado do filho do doutor nos bancos da faculdade”, disse Fábio Palácio, professor do curso de comunicação da UFMA. Segundo ele, é por esta razão que as elites querem atingir Lula. “A dita ‘classe alta’ brasileira é conservadora”, disse.

Os manifestantes concluíram a atividade conclamando a sociedade maranhense para a ampliação da luta em defesa da democracia. Sob a coordenação de partidos e entidades como o PCdoB, PT, CTB, CUT, UNE, UJS e UBES ficou definido que a mobilização será permanente, contra o que consideram ser uma tentativa de golpe.


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