Poder

Cláudia Durans diz que João Castelo deveria estar preso dentro do VLT

PSTU1

A candidata do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), a professora Cláudia Durans, afirmou durante a sabatina do jornal O Estado do Maranhão, realizada na manhã desta segunda-feira (16), que o ex-prefeito e atual deputado federal, João Castelo, deveria estar preso. Durans foi a 6ª entrevistada.

“A proposta do VLT trazida para cá em 2012 é outra perversidade e que o gestor que trouxe deveria está preso dentro no VLT. São R$ 7 milhões que poderiam ser investidos em educação, na mobilidade urbana, mas não foi feito. Todo esse dinheiro gasto no VLT que para nada serve”, declarou Cláudia Durans.

A candidata socialista criticou a falta de acessibilidade no sistema de transporte público de São Luís e disse que a licitação do transporte é “balela”. “O processo licitatório não quebra o cartel existente. Basta você sair de São Luís para outras capitais que você vai perceber como os ônibus são sucateados aqui em São Luís. Defendemos passa livre para desempregados e estudantes. Queremos a criação de companhia para tratar sobre o transporte”, frisou Durans.

Na sabatina, a professora de Serviço Sociais ressaltou que os Conselhos populares estão servindo de politicagem. “A composição desses conselhos não pode ser feita para beneficiar os políticos. Defendemos os conselhos populares sem uso para politicagem”, pontuou.

Cláudia Durans falou também sobre cultura, saúde, do tempo que possui de propaganda eleitoral na televisão e no rádio.

A socialista que, se eleita, fará o possível para que a construção de um novo hospital de emergência saia do papel e que a realidade dos socorrões é triste. E disse, ainda, a obra da unidade de saúde é necessária, mas é necessário que tenha uma política de prevenção.

E sobre o tema cultura, Durans declarou que a política de Cultura deve ser descentralizada. “Cultura é uma forma também para tirar o jovem, principalmente, da violência”. E ela falou mais: “A Cultura além dos grandes eventos não chega a população. Teatro, museus, por exemplo, não chega a sociedade e está servindo de politicagem”, criticou.

A candidata do PSTU também fez críticas ao sistema eleitoral ao ser questionado sobre o tempo de propaganda eleitoral que é de apenas 5 segundos, que segundo ela é um sistema feito para privilegiar os grandes partidos, que recebe, financiamento de banqueiros e grandes empresas. Ela negou que o PSTU é um partido de ultra-esquerda e que a denominação é pejorativa. “O PSTU é socialista revolucionário”, afirmou.

E sobre a ação na Justiça Eleitoral para que todos os partidos possam participar de debates na televisão, Cláudia Durans diz que acha justo porque é necessária a participação de todos os candidatos que estão na disputa. “É um retrocesso das emissoras não querer todos os candidatos no debate”, ressaltou.

A professora comentou, ainda, em relação a atual situação política do país, sobre a religião e o seu poder dentro da sociedade e em relação aos negros, as mulheres e ao público LGBT.

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Cidade

PSTU lança nota de repúdio contra aumento das passagens

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) lançou uma nota de repúdio em relação ao aumento das passagens em São Luís na última semana. De acordo com a nota, o partido garante que estará ao lado dos estudantes e trabalhadores na luta contra o aumento estabelecido pela Prefeitura de São Luís.

Estudantes durante protesto em São Luís.

Estudantes durante protesto em São Luís.

O partido condena o aumento sem a realização de nenhum debate político, descumprindo a legislação municipal que obriga a realização de audiências públicas antes de qualquer aumento de tarifas.

Para o PSTU, os protestos realizados durante três dias pela juventude foram decisivos para que Prefeitura e o Governo do Estado voltassem atrás e anunciassem o preço da passagem para R$ 2,60. Eles garantem que esta é uma vitória parcial e que continuarão a luta ao lado dos estudantes para que o aumento seja revogado.

“Defendemos ainda a estatização do transporte sob controle dos trabalhadores e que a CETC (Companhia Estadual de Transportes Coletivos) atenda a necessidade de ônibus da população e não os interesses privados dos empresários”, diz ainda um trecho da nota.

Em outra parte, eles afirmam que os investimentos na melhoria no sistema de transporte terão que ser feitos com o dinheiro retirado dos ricos e não através do repasse de dinheiro público e inserção de impostos para os empresários de transporte, segundo o PSTU, estes recursos que o estado perde deixam de ser aplicados em políticas públicas como educação, saúde e segurança.

A ação da Polícia Militar do governo Flávio Dino durante contra os estudantes que faziam uma manifestação legítima foi repudiada, eles afirmam que a truculência em alguns casos lembrou as atitudes recentes da PM nos tempos da Oligarquia Sarney.

O partido reafirma que estará presente no dia 7 de Abril (amanhã), à frente do IFMA Monte Castelo, defendendo o fortalecimento dos fóruns democráticos “e de luta contra o aumento das passagens, pelo passe-livre para estudantes e desempregados, em defesa dos cobradores e motoristas, pela estatização dos transportes sob o controle dos trabalhadores”, finaliza a nota.


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Poder

PSTU lança pré-candidatura de Marcos Silva para prefeito de São Luís

O PSTU lança oficialmente o nome do trabalhador urbanitário, Marcos Silva, como alternativa para a prefeitura de São Luís. A decisão pelo lançamento da pré-candidatura foi tomada em conferência do Partido realizada na semana passada. A advogada e professora Kátia Ribeiro será sua companheira de chapa.

Marcos Silva

Marcos Silva

Marcos Silva é servidor público concursado da CAEMA desde 2006, ativista politico com uma trajetória no movimento sindical ajudando a construir diversas greves de categorias e gerais na década de 80 e 90 contra as privatizações e liquidações dos Governos Roseana/FHC, além de participar firmemente das lutas sociais e populares.

Kátia é uma das principais lideranças do movimento de professores do Maranhão. Foi uma das construtoras do movimento de oposição dos sindical (MOSEP) na década de 1990 e posteriormente do MRP-Movimento de Resistência dos Professores, atuando ativamente em defesa de educação pública de qualidade.

Viver em São Luís nos seus 400 anos não tem sido fácil: Transporte coletivo caro e sem conforto, escolas caindo e professores desvalorizados, falta de saneamento básico para a maioria da população e postos de saúde sem funcionar. Poucos são aqueles que tem motivos para comemorar.

É preciso construir uma alternativa de esquerda para São Luís, em que os trabalhadores e a juventude possam confiar para enfrentar as candidaturas dos empresários de transporte e dos grandes especuladores imobiliários, os grandes responsáveis pelo caos instalado na capital.

O PSTU vai defender nas eleições um programa socialista que aponte aos trabalhadores o caminho das lutas e das mobilizações para arrancar as reivindicações de melhores condições de saúde, educação, transporte coletivo e saneamento básico.


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