Crime

Agressor nega ter espancado funcionário da Mirante

Do blog do Décio

O gerente do restaurante Spoleto do São Luís Shopping, Wagner Costa Pinheiro Neto, negou na noite desta sexta-feira ter agredido o técnico em eletrônica do Sistema Mirante Álvaro Júnior.

Wagner Neto negou ter agredido o funcionario da Mirante

Wagner Neto negou acusações de agressão ao funcionário da mirante

Lutador de jiu-jítsu, disse que apenas segurou o funcionário no sentido de acabar com a confusão entre ele e o “amigo” Thiago Cajueiro. Segundo Wagner, foi Thiago quem agrediu o técnico em eletrônica.

“Eu não sou vândalo, não sou drogado e nem marginal. Não bati, não xinguei e não agredi ninguém. Apenas fiquei entre ele dois, segurei o Álvaro e disse olhando no olho dele: ‘Pelo amor de Deus, entra no teu carro’”, esclareceu.

O gerente disse ter passado a noite de quinta-feira e madrugada desta sexta-feira na casa do amigo Lucas Aguiar, filho dos proprietários da Jacaúna Decorações, onde assistiu a vitória do São Paulo sobre o Bahia por 3 a 0. Após o jogo, a diversão no local foi o jogo de baralho. Wagner é são-paulino.

Na residência estavam também Thiago e o outro “playzinho” envolvido na confusão conhecido por Igor ou “Cabelinho”.

O jovem garante não ter bebido ou usado drogas na noitada. Contou que de manhã pediu para ser levado ao hotel Praia Mar, de propriedade de sua família, onde tomou café como os “amigos”. A família dele é proprietária também das lanchonetes Bob’s e Pastel Loko.

Já Lucas, dono da Pajero de placas NHN-4343, contou que o carro que transportou o trio ao hotel foi levado de sua casa sem seu conhecimento quando ainda estava dormindo. Ele disse ter bebido durante a “farra” com os colegas.

Wagner conta que após o café-da-manhã estava sendo levado para sua casa no São Francisco. Na Avenida Ana Jansen, em frente ao Sistema Mirante, o carro de Álvaro fez uma parada brusca.  A buzina da Pajero foi acionada.

Era o estopim de toda a confusão. “O Álvaro saiu do carro furioso, estendendo as mãos para o Thiago, que dirigia a Pajero. Eu desci para apartar (a briga)”, explicou.

Wagner contou que a todo momento apelava ao cinegrafista no sentido dele parar a gravação. Foi esse fato o que mais lhe irritou durante a confusão.

Ele disse que na filmagem e fotos aparece meio grogue e com o olho avermelhado por conta da noite mal dormida. “Quem olha as imagens pensa que eu estou em outro mundo.”

O gerente contou ainda que o técnico em eletrônica tentou atingi-lo com uma chave de fenda, sem sucesso.

“Estou desesperado. Essa história mudou a minha vida. Quis evitar uma confusão, um mal entendido, e esse fato tomou uma proporção enorme. Estou sendo tachado de drogado, baderneiro, membro de gangue. Mas estou com a consciência tranqüila”, disse ao lado da namorada Priscilla Nunes.


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