Poder

Polícia identifica suspeitos de decapitar homem na Estrada da Maioba, em Paço do Lumiar

A polícia já solicitou ao Poder Judiciário a ordem de prisão contra os cinco suspeitos do assassinato de Itamárcio Machado da Silva, de 38 anos, fato ocorrido na última sexta-feira, em Paço do Lumiar. O corpo foi encontrado com cerca de 30 perfurações de faca em um terreno baldio, nas proximidades do cemitério da Pax da União, sem a cabeça e os braços.

O caso está sendo investigado pela Superintendência Estadual de Homicídios e Proteção a Pessoas (SHPP), sob coordenação do delegado Felipe César. Ele declarou que a polícia já identificou os acusados e descobriu cada um deles teve uma função na ação criminosa. “A polícia identificou quem desferiu os golpes, quem tentou ocultar o corpo e pessoa que apagou as provas do crime”, explicou o delegado.

Felipe César informou que todos os suspeitos são moradores da Vila do Povo, em Paço do Lumiar, e não fazem parte de facção criminosa como também a vítima. Ainda esta semana, a polícia solicitou o mandado de prisão em desfavor desses criminosos ao Poder Judiciário e as buscas já começaram a serem realizadas nessa região. Já o crime teria sido motivado por dívidas de jogo.

O crime

Na manhã de sexta-feira, 19, moradores encontraram um corpo sem a cabeça e os braços, em um baldio em Paço do Lumiar. A polícia foi acionada e identificou a vítima como Itamárcio Machado da Silva, de 38 anos, morador na Vila do Povo.

Os investigadores realizaram buscas na região, mas não encontraram os outros membros da vítima.

Somente na tarde de sábado, 20, os braços foram localizados em um saco de náilon a cerca de 50 metros de onde o corpo havia sido encontrado. No dia seguinte, cabeça da vítima foi encontrada em outro terreno, na MA-201, em frente à área onde estava o restante do corpo. A localização dos braços e da cabeça foi feita por pessoas que residem nas proximidades.

Após o achado da cabeça, equipes da SHPP foram acionadas e iniciaram as investigações, conseguindo identificar os autores do crime, todos moradores na Vila do Povo. O nome dos envolvidos não foram divulgados, mas já foi solicitada a prisão preventiva.

Do Estado do Maranhão


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Crime

Polícia desarticula quadrilha de assaltantes em Barra do Corda

A Polícia Civil, em conjunto com a Polícia Militar, está realizando uma operação que busca prender integrantes de uma quadrilha de assaltantes na BR-226. A operação ocorre desde a manhã desta quarta-feira (17), na cidade de Barra do Corda, localizado a 444 Km de São Luís.

Dois índios já foram presos, segundo a polícia, que também apreendeu armas, celulares e capuzes que eram usados nos assaltos. Os suspeitos foram identificados como Neusina Ferreira Guajajara e Hilson Ventura Guajajara. Segundo o delegado de Barra do Corda, Renilton Ferreira, os criminosos cometiam assaltos todos os dias.

“Essa operação foi elaborada pela Polícia Civil justamente pela situação insustentável que se encontrava a BR-226, entre a cidade de Barra do Corda e Grajaú, com centenas de assaltos diários, dia e noite. Ela não é única. É uma das operações que nós vamos fazer para combater esse grande número de assaltos. São vários criminosos, a maioria indígenas, com alguns brancos infiltrados no meio”, afirmou.

Existe uma grande quadrilha formada, em sua maioria, por índios que realizam assaltos na BR-226 desde o ano passado, de acordo com a Polícia Civil. A maioria dos índios é da reserva Cana Brava e utilizam arma de fogo e armas artesanais durante os assaltos.

O delegado Renilton informou que, por conta da dificuldade em coletar provas que mantenham os criminosos presos, além dessa quadrilha outros grupos menores de indígenas tem iniciado assaltos na região.

“A policia tem identificado uma grande quadrilha que já vem com mandados de prisão de diversas operações anteriores, nos anos de 2016 e 2017. A dificuldade de prender tem gerado impunidade. Essa impunidade tem incentivado outras aldeias a também se motivarem a cometer crimes. Então além dessa quadrilha, que já agia a mais de um ano na região, agora estamos com outros pequenos grupos realizando assaltos”, informou Renilton.

A polícia informou que os criminosos visam dinheiro em espécie das vítimas e também pertences de fácil venda, como celulares e relógios. Eles também abordam ônibus e saqueiam todos os passageiros. Na maioria das vezes utilizam os valores para ingerir bebida alcoólica, consumir entorpecentes e para gastos pessoais.

De acordo com o delegado de Barra do Corda, agora a Polícia busca até estabelecer parcerias para conter a onda de assaltos na região.

“Pretendemos nos reunir com o Ministério Público ou o Poder Judiciário local para tentar uma parceria de uma atuação mais rígida por essas autoridades para que, após prender, eles não sejam liberados. Semana que vem, provavelmente, vamos fazer essa reunião para buscar essa parceria e a manutenção mais longa da prisão”, afirmou.

G1,MA


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Crime

Homem é preso acusado de ser mandante da morte de empresário em Imperatriz

Nesta quarta-feira (27), a Superintendência de Homicídio e Proteção à Pessoa (SHPP), o DCRIF/SEIC e o Serviço de Inteligência da SSP prenderam Raimundo Rômulo de Sousa, vulgo Pastor, em Imperatriz.

A prisão foi em decorrência ao cumprimento de dois mandados de prisão preventiva expedidos pelos juízes da Central Inquérito e Custódia de Imperatriz e pela 1ª Vara Criminal de São Luís.

Segundo informações da polícia, no dia 27 de abril de 2017, o empresário Valdiney Pereira da Silva, 41 anos conhecido como “Ney da Padaria”, que era proprietário da ‘Panificadora Todas Tortas’, foi morto pelos policiais militares Cabo Wilson Castro do Nascimento e Soldado Hermano Lima de Queiroz a mando de Raimundo.

Os PMs estão presos no Comando Geral em São Luis.


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Crime

Polícia já tem linha de investigação sobre morte do ex-prefeito Nenzim

A Polícia Civil do Maranhão já tem algumas linhas de investigação que buscam elucidar as causas do assassinato de Manoel Mariano de Sousa, conhecido como ‘Nenzim’, ex-prefeito de Barra do Corda, município localizado a 341 km de São Luís. Ele foi morto na manhã dessa quarta-feira (6), com um tiro no pescoço.

De acordo com a polícia, as investigações seguiram durante toda a madrugada desta quinta-feira (7). O delegado Regional de Barra do Corda, Renilton Ferreira, afirmou que algumas linhas de investigação e hipóteses sobre as causas do crime já estão sendo trabalhadas, mas elas não serão divulgadas para não atrapalhar as investigações sobre o caso.

“A polícia está conseguindo caminhar construtivamente. Estamos traçando linhas de investigações com várias equipes tanto da Policia Civil quanto da Polícia Militar e todo o sistema de segurança da região está voltado e a disposição para a elucidação desse crime. Trabalhamos com algumas hipóteses e acreditamos que em breve, estaremos com a conclusão desse caso para o esclarecimento dos fatos para a população de Barra do Corda e de todo o estado do Maranhão”, afirma o delegado.

Ainda segundo o delegado, uma equipe de médicos legistas e peritos dos municípios de São Luís e de Imperatriz estão em Barra do Corda para ajudar a elucidar o caso. Uma das filhas do ex-prefeito, Sandra Helena, afirmou que a família está desesperadas por respostas sobre o assassinato já que acredita que o pai e o irmão não tinham inimigos na cidade. “Está todo mundo desnorteado. Estamos sem a menor noção do que aconteceu”, afirmou Sandra.

Entenda o caso

Manoel Mariano de Sousa, conhecido como Nenzim, foi assassinado com um tiro no pescoço, na manhã dessa quarta-feira (6), na zona rural de Barra do Corda, a 341 km de São Luís. Ele foi encaminhado a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Barra do Corda e em seguida, transferido para um hospital no município de Presidente Dutra, mas acabou falecendo.

As primeiras informações da Polícia Civil apontam que dois homens em uma motocicleta se aproximaram de Nenzim e do seu filho, o deputado estadual Rigo Teles (PV), que estava junto com ele, e dispararam várias vezes contra o ex-prefeito. Segundo a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o crime tem características de pistolagem.

O corpo de ex-prefeito foi velado durante toda a madrugada em sua residência, em Barra do Corda e foi acompanhado de uma multidão de amigos e eleitores. O corpo do ex-prefeito deve ser enterrado no fim da tarde desta quinta-feira (7), no cemitério São Francisco, em Barra do Corda. Nenzim foi prefeito do município por três vezes.

Com informações do G1,MA


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Crime

Polícia faz buscas e apreende documentos na Prefeitura de Gonçalves Dias

A Polícia Civil e o Ministério Público deflagraram a Operação Lego, que deu cumprimento ao mandado de busca e apreensão na sede da Prefeitura de Gonçalves Dias. O pedido foi feito pela promotora de justiça Ariadne Dantas Meneses, titular da Comarca de Dom Pedro, da qual Gonçalves Dias é termo judiciário.

Na operação, foram apreendidos computadores, notebooks e documentos relacionados a licitações e contratações e, ainda, uma arma de fogo. Os bens serão submetidos a perícia para prosseguimento de investigações sobre fraudes e irregularidades em procedimentos licitatórios, com indícios de montagem de processo e direcionamento de contratação.

Também participaram da operação os promotores de justiça Carlos Allan da Costa Siqueira (Passagem Franca) e Natália Macedo Luna Tavares (Santo Antônio dos Lopes).

Igualmente foram vistoriados a residência de Ancleyson da Silva e Silva (secretário municipal de Administração) e a moradia e o escritório de contabilidade administrado por Antônia Ancleya da Silva e Silva, irmã do secretário.

INVESTIGAÇÃO

A investigação inclui quatro inquéritos civis, que apuram irregularidades em licitações realizadas pelo Município de Gonçalves Dias em 2017. A análise aponta a montagem de processos e simulação dos certames, com a finalidade de desviar recursos públicos e direcionar contratações da administração municipal.

As fraudes se caracterizam também pela criação de novas empresas ou favorecimento de firmas já constituídas, que se alternariam entre as licitações para que nenhuma saia sem firmar contrato com a prefeitura.


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Crime

10 policiais militares são presos por assalto a banco e homicídio em Imperatriz

Durante a operação “Diamante Negro”, deflagrada pelas Superintendências de Homicídios e Proteção a Pessoa (SHPP) e a Estadual de Investigações Criminais (SEIC), 10 policiais militares foram presos suspeito de envolvimento em uma organização criminosa em Imperatriz.

No total, 18 pessoas fazem parte do grupo. 4 policiais militares ainda estão foragidos e mais 4 não-policiais, dentre eles Heverton Soares de Oliveira, líder da quadrilha, solto sem tornozeleira eletrônica por erro da justiça.

De acordo com a delegada Nilmar da Gama, que comanda a operação, as investigações duraram 7 meses. Durante esse tempo foi descoberto uma organização criminosa especializada em tráfico de drogas e armas, homicídios, extorsões, assaltos a instituições financeiras e caixas eletrônicos.

Todo o grupo era comandado por Heverton Soares de oliveira, líder da quadrilha.

Segundo a delegada, Heverton executava as ordens e mandava policiais matar inimigos. “Ele(Heverton) era mandante dos crimes das pessoas em Imperatriz. Ele pedia para assassinar seus desafetos, que eram feitos pelos policiais militares sob o julgo dele. Os mesmos policiais também faziam trafico de drogas para a quadrilha. Alguns deles participavam diretamente a assaltos a bancos e caixas”, declarou.

Soltura

Heverton Soares Oliveira foi preso em junho na cidade de Santa Inês com 15 armas, sendo 10 fuzis. Mas em outubro foi colocado em liberdade pela Justiça do Maranhão sem a tornozeleira eletrônica por um erro no alvará.

O delegado que comandou as investigações, Thiago Bardal, contou que o preso deveria ser monitorado por uma tornozeleira eletrônica ao sair da prisão. Na certidão de julgamento consta que ele deveria usar a tornozeleira, mas o alvará de soltura não faz referência ao uso do aparelho.

No dia 23 de outubro o Tribunal de Justiça do Maranhão explicou que, no processo de Heverton Soares Oliveira, a decisão do habeas corpus foi baseada na investigação e que desembargador que decidiu pela soltura afirmou que as informações do caso não demonstram necessidade da prisão cautelar.

Sobre o alvará, o Tribunal informou que houve uma falha do servidor que fez o documento e emitiu um novo alvará determinando que Heverton Oliveira se apresente para a instalação da tornozeleira. Ele tinha até o fim da tarde do dia 01 de novembro para se apresentar, mas nunca mais apareceu.

O Blog do Neto Ferreira chegou a publicar a decisão da Justiça (relembre)

Nesta quinta-feira(9), 7 policiais militares tiveram a prisão decretada pela Justiça. Alguns estão foragidos. Veja a lista:

Gerson Vieira dos Santos – Preso nesta quinta-feira(9).
Bruno Silva Santos – Se apresentou no quartel da Polícia Militar, em São Luís, na quarta-feira(8).
Danny Wuely Galvão Amaral – Se apresentou no quartel da Polícia Militar, em São Luís, na quarta-feira(8).
Jorge Lucas Melo Garcia – Continua Foragido
Paulo Weberth dos Santos – Continua Foragido
Rodrigo Azevedo Correa – Continua Foragido
João Batista Viana Fonseca – Continua foragido

Os outros policiais integrantes da quadrilha já haviam sido presos. Um deles, Mailton Pereira Pacheco, foi preso junto com um bando criminoso portando 6 fuzis, 20 carregadores e cerca de três mil munições.

O armamento foi localizado em um apartamento na região central de Imperatriz. Os outros policiais são:

Wilson Castro do Nascimento (Policial Militar) – Já estava preso
John Mayke Barros de Sousa (Policial Militar) – Já estava preso
Hermano lima de Queiroz (Policial Militar) – Já estava preso
Wictor José Santos Lira (Policial Militar) – Já estava preso
Brenno Duarte bezerra (Policial Militar) – Já estava preso

Além dos policiais do Maranhão, Jack Helson Nascimento Assunção era policial do Pará e já estava preso. No total, há 8 integrantes da quadrilha foragidos, sendo 4 policiais e 4 não-policiais. Incluindo Heverton Oliveira, os outros 3 não-policiais não puderam ter o nome divulgado.

Do G1,MA


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Crime

Advogada é presa por aplicar golpes milionários em empresários de São Luís

Advogada Paulyana Buahten Ribeiro

Foi presa ontem (7) uma advogada, identificada como Paulyana Buahten Ribeiro, de 39 anos, acusada de aplicar golpes milionários em investidores de São Luís. O mandado de prisão preventiva foi cumprido depois que Paulyana se dirigiu à Delegacia de Defraudações para prestar esclarecimentos, quando foi descoberto o mandado em aberto contra ela.

A mulher, segundo o delegado Day Robson, da Delegacia de Defraudações, causou prejuízo estimado em mais de R$ 8 milhões a empresários só na capital. “Essa mulher é investigada em todo o Brasil, inclusive, pela Polícia Federal”, informou o delegado.

As investigações vinham sendo realizadas há meses, depois das primeiras denúncias feitas por compradores de imóveis contra Paulyana. A prisão foi fruto de uma operação da Delegacia de Defraudações em conjunto com a Delegacia do Turu (7º DP).

Ela é investigada, ainda, pelos crimes de apropriação indébita de dois veículos, uso de documentos falsos e estelionato contra empresas de locação de veículos.

GOLPES

De acordo com o delegado, Paulyanna aplicava os golpes se passando por proprietária de prédios importantes e terrenos valorizados de São Luís. Ela entrava em contato com corretores e anunciava a venda de terrenos e imóveis que nunca foram dela, todos por um preço atraente para investidores.

“Um desses prédios, inclusive, é o local onde funciona a agência do Banco do Brasil do São Francisco”, informou.

Segundo as investigações, a mulher fraudava documentos que a faziam parecer dona dos imóveis. Depois de fechar o negócio, os clientes repassavam o dinheiro à ela, muitas vezes em espécie. “Em uma das negociações, uma vítima chegou a pagar R$ 800 mil à vista”, explica o delegado.

Quando se dirigiam ao cartório para realizar a transação é que as vítimas percebiam que tinham caído em um golpe.

“Nesse momento ela sumia, sem deixar rastros. Nas vezes em que era localizada pelos compradores, argumentava que o problema era um apenas um erro e devolvia a quantia para eles roubando outras pessoas”, destacou Day Robson.

De acordo com o delegado, ela não agia sozinha. “Estimamos que pelo menos duas pessoas estavam envolvidas no esquema”, informou. A Polícia agora investiga quem mais estaria envolvido nos crimes.

Depois da prisão, Paulyana foi encaminhada ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde aguarda a tramitação dos processos contra ela.

Do Portal Idifusora


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Poder

Polícia e Gaeco fazem buscas na casa de ex-prefeito de Mirinzal

O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e o 1° Departamento de Combate à Corrupção da Polícia Civil (1º Deccor) cumpriram, na manhã desta quarta-feira, 8, um mandado de busca e apreensão na casa do ex-prefeito de Mirinzal, Ivaldo Almeida Ferreira, que atualmente ocupa a função de secretário Municipal de Obras. O objetivo foi localizar e apreender documentos, cheques, anotações, cadernos, computadores, pen drives, HDs e outros objetos que possam servir de prova de desvio de verbas públicas e ajudar na elucidação dos fatos.

Na decisão, também foi determinada a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Ivaldo Almeida Ferreira, o que permitirá identificar possíveis desvios de verbas públicas, além de outros crimes.

O pedido foi formulado pelo promotor de justiça Frederico Bianchini Joviano dos Santos, titular da Comarca de Mirinzal, em atuação conjunta com o Gaeco e o 1º Deccor. Durante a apuração da morte do jornalista Décio Sá, foram apreendidas várias autorizações de saque (cheques avulsos) da conta-corrente da Prefeitura Municipal de Mirinzal assinados pelo então prefeito Ivaldo Ferreira (gestão de 2009 a 2012) durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão realizada nas residências e escritórios dos agiotas Gláucio Alencar Pontes Carvalho e seu pai José de Alencar Miranda Carvalho.

CORRUPÇÃO

As investigações do assassinato de Décio Sá levou à identificação de um grande esquema de corrupção, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro, dentre outros crimes, envolvendo 42 Prefeituras maranhenses e os agiotas Gláucio Alencar e José de Alencar, além de Josival Cavalcanti da Silva, vulgo Pacovan, e Eduardo José Barros Costa, conhecido como Eduardo DP ou Eduardo Imperador.

Após o desmembramento das investigações por municípios, já foram instaurados 20 inquéritos policiais, dos quais sete foram concluídos, já estando em andamento as devidas ações penais relativas a municípios como Bacabal, Dom Pedro, Marajá do Sena e Paulo Ramos. Já os inquéritos policiais correspondentes às Prefeituras de Lago Verde e Serrano do Maranhão foram encaminhados à Polícia Federal em razão da natureza dos recursos desviados.


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Crime

Polícia descarta envolvimento de mãe no assassinato de Alanna Ludmila

A polícia descartou o envolvimento da mãe de Allana Ludmilla, Jaciane Borges, do assassinato da menina. Segundo a delegada que investiga o caso, Viviane Azambuja, também ainda existe a investigação da possibilidade de mais uma pessoa ter participado do crime.

“O que a gente já descartou foi a participação da mãe. Ela não teve participação alguma nesse crime. Ainda estamos investigando a participação de um terceiro ou não”, declarou a delegada.

A polícia ainda estuda a possibilidade de fazer uma reconstituição do crime. Contudo, para a delegada Viviane o forte esquema necessário poderia inviabilizar os trabalhos. “Não está definido data, mas se for realmente ter com certeza nós vamos contar com um forte esquema de segurança”, afirmou.

Ainda não há previsão para a entrega dos laudos periciais porque o local do crime foi alterado, o que dificultou o trabalho dos peritos. Só após o resultado do laudo a polícia terá mais certeza sobre tudo o que aconteceu. De acordo com o superintendente de perícia criminal do Instituto Médico Legal (IML) , Miguel Alves, existem procedimentos que precisam ser realizados para a conclusão dos laudos, o que faz com que o resultado demore um pouco.

“Nós temos uma série de exames que estão sendo realizados a partir de amostras coletadas tanto no local do crime, quanto no cadáver. Cada amostra dessa requer um tempo diferenciado para exame. Então nós teremos o laudo emitidos em tempos diferentes. Acredito que até o final da semana já teremos uma série grande de laudos produzidos, mas estaremos dando continuidade a finalização e encaminhamento de outros laudos no decorrer do tempo”, afirmou.

O ex-padastro da criança, Robert Serejo, estava foragido até o dia 04 de novembro, quando foi preso depois de embarcar em uma van, na BR-135. Ele foi ao ser reconhecido por dois policiais militares que estavam por acaso no veículo . Jurandir Burgos, sargento da reserva, conta que Robert pediu parada na BR-135 e que logo foi reconhecido quando entrou no na van.

“Quando ele adentrou eu pensei: ‘é o cara que matou a menina!’. Aí eu comuniquei o César e disse para ele: ‘César, o rapaz que matou a menina’. Ele me perguntou: ‘Você tem certeza’. Eu respondi: ‘absoluta’. Eu esperei ele sentar e pensei ‘vamos abordar’, mas César sugeriu abordar perto da barreira da Estiva”, descreveu.

Segundo o segundo policial que estava no veículo, sargento César Roberto, a voz de prisão só foi dada em Pedrinhas por medida de segurança. “Como tinha várias mulheres dentro do microônibus, eu achei melhor fazer uma abordagem segura perto da barreira da Estiva”, declarou o policial.

G1,MA


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Crime

Integrantes de facção que expulsava moradores da Vila Funil são presos em São Luís

Na manhã desta quarta-feira (1º), integrantes de uma facção criminosa que estavam expulsando moradores de suas próprias casas e ocupando os imóveis no bairro Vila Funil em São Luís foram presos durante uma operação da Polícia Civil.

A mesma ação já havia acontecido no mês de junho e muitos desses criminosos tinham sido soltos pela Justiça e voltaram a aterrorizar os moradores.

De acordo com as investigações mais de 50 casas já haviam sido ocupadas pela facção após alguns moradores da área se recusaram a colaborar com a assinatura de um abaixo assinado, que pedia a liberação do líder da facção. Além disso os moradores eram obrigados a dar uma contribuição em dinheiro para custear o advogado do criminoso.

Foram realizados 26 mandados de prisão preventiva na área da Vila Funil. Desse quantitativo, 16 eram homens e seis mulheres foram presos e dois menores foram apreendidos. Dentre os presos está o atual líder da facção Marcos Antônio Rodrigues Corrêa, conhecido como Marquinhos Satan, que já possui uma série de denúncias contra ele tramitando na Justiça.

Segundo o delegado Henrique Mesquita, mesmo após a primeira operação que prendeu alguns integrantes da facção a comunidade não se sentiu segura e novos moradores foram expulsos.


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