Crime

10 policiais militares são presos por assalto a banco e homicídio em Imperatriz

Durante a operação “Diamante Negro”, deflagrada pelas Superintendências de Homicídios e Proteção a Pessoa (SHPP) e a Estadual de Investigações Criminais (SEIC), 10 policiais militares foram presos suspeito de envolvimento em uma organização criminosa em Imperatriz.

No total, 18 pessoas fazem parte do grupo. 4 policiais militares ainda estão foragidos e mais 4 não-policiais, dentre eles Heverton Soares de Oliveira, líder da quadrilha, solto sem tornozeleira eletrônica por erro da justiça.

De acordo com a delegada Nilmar da Gama, que comanda a operação, as investigações duraram 7 meses. Durante esse tempo foi descoberto uma organização criminosa especializada em tráfico de drogas e armas, homicídios, extorsões, assaltos a instituições financeiras e caixas eletrônicos.

Todo o grupo era comandado por Heverton Soares de oliveira, líder da quadrilha.

Segundo a delegada, Heverton executava as ordens e mandava policiais matar inimigos. “Ele(Heverton) era mandante dos crimes das pessoas em Imperatriz. Ele pedia para assassinar seus desafetos, que eram feitos pelos policiais militares sob o julgo dele. Os mesmos policiais também faziam trafico de drogas para a quadrilha. Alguns deles participavam diretamente a assaltos a bancos e caixas”, declarou.

Soltura

Heverton Soares Oliveira foi preso em junho na cidade de Santa Inês com 15 armas, sendo 10 fuzis. Mas em outubro foi colocado em liberdade pela Justiça do Maranhão sem a tornozeleira eletrônica por um erro no alvará.

O delegado que comandou as investigações, Thiago Bardal, contou que o preso deveria ser monitorado por uma tornozeleira eletrônica ao sair da prisão. Na certidão de julgamento consta que ele deveria usar a tornozeleira, mas o alvará de soltura não faz referência ao uso do aparelho.

No dia 23 de outubro o Tribunal de Justiça do Maranhão explicou que, no processo de Heverton Soares Oliveira, a decisão do habeas corpus foi baseada na investigação e que desembargador que decidiu pela soltura afirmou que as informações do caso não demonstram necessidade da prisão cautelar.

Sobre o alvará, o Tribunal informou que houve uma falha do servidor que fez o documento e emitiu um novo alvará determinando que Heverton Oliveira se apresente para a instalação da tornozeleira. Ele tinha até o fim da tarde do dia 01 de novembro para se apresentar, mas nunca mais apareceu.

O Blog do Neto Ferreira chegou a publicar a decisão da Justiça (relembre)

Nesta quinta-feira(9), 7 policiais militares tiveram a prisão decretada pela Justiça. Alguns estão foragidos. Veja a lista:

Gerson Vieira dos Santos – Preso nesta quinta-feira(9).
Bruno Silva Santos – Se apresentou no quartel da Polícia Militar, em São Luís, na quarta-feira(8).
Danny Wuely Galvão Amaral – Se apresentou no quartel da Polícia Militar, em São Luís, na quarta-feira(8).
Jorge Lucas Melo Garcia – Continua Foragido
Paulo Weberth dos Santos – Continua Foragido
Rodrigo Azevedo Correa – Continua Foragido
João Batista Viana Fonseca – Continua foragido

Os outros policiais integrantes da quadrilha já haviam sido presos. Um deles, Mailton Pereira Pacheco, foi preso junto com um bando criminoso portando 6 fuzis, 20 carregadores e cerca de três mil munições.

O armamento foi localizado em um apartamento na região central de Imperatriz. Os outros policiais são:

Wilson Castro do Nascimento (Policial Militar) – Já estava preso
John Mayke Barros de Sousa (Policial Militar) – Já estava preso
Hermano lima de Queiroz (Policial Militar) – Já estava preso
Wictor José Santos Lira (Policial Militar) – Já estava preso
Brenno Duarte bezerra (Policial Militar) – Já estava preso

Além dos policiais do Maranhão, Jack Helson Nascimento Assunção era policial do Pará e já estava preso. No total, há 8 integrantes da quadrilha foragidos, sendo 4 policiais e 4 não-policiais. Incluindo Heverton Oliveira, os outros 3 não-policiais não puderam ter o nome divulgado.

Do G1,MA


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Crime

Polícia Militar apreende mercadorias sem nota fiscal em São Luís

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Policiais Militares do 6º Batalhão fizeram uma apreensão de mercadorias clandestinas em duas casas no bairro Jardim São Cristóvão em São Luís. Tapetes, brinquedos, roupas e produtos eletrônicos em grande quantidade, estavam armazenadas em caixas e não tinham notas fiscais.

A operação foi desencadeada após os policiais receberem denúncias de moradores próximos a residência . Em relato a polícia, os moradores afirmam que os produtos eram vendidos clandestinamente nas duas residências. “Moradores relataram que há vários dias tinha dois indivíduos comercializando produtos eletrônicos, e em posse dessas informações fomos até a casa que nos foi informado”, conta o soldado Fonseca, do 6ª Batalhão da Polícia Militar.

Após a chegada da polícia no local, uma pessoa que estava em uma das das casas fugiu. A Policia Militar acredita-se que por conta da grande quantidade de mercadoria, os artefatos devem ter sido roubados de uma transportadora.

O caso, registrado no Plantão Central da Cidade Operária, está sendo investigado.


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Crime

Polícia apreende R$ 22 mil manchados de tinta supostamente frutos de roubo

Na última terça-feira, o grupo de serviço avançado da DIAE, juntamente com o serviço avançado do 1º BPM, Marcos Paulo da Silva, vulgo gordo, foi preso por suspeitas de falsificação de documentos, no bairro do João Paulo, em São Luís.

Segundo informações policiais, a prisão do gordo foi possível após denúncia anônima.

Ainda de acordo com a PM, a falsificação de documentos e dinheiro era cometido dentro da residência do conduzido.
No local, foram encontrados em um depósito plástico a quantia de R$ 22.700 mil em notas de 100 reais, todas manchadas de tinta vermelha, provavelmente de estouro de caixas eletrônicos; diversos documentos falsos e outros limpos; produtos químicos; 46 pendrives; 01 veículo Corolla preto, placa LWI 4728; 01 placa de moto constando como roubada; 05 celulares; 02 relógios de pulso e vários equipamentos de informática.

Após a prisão, Marcos Paulo foi encaminhado para a sede da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), localizada no Bairro de Fátima, em São Luís.

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Crime

Ex-PM e filho de policial civil são presos por extorsão, em São Luís

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Um policial militar da reserva e o filho de um policial civil da ativa foram presos nessa quarta-feira (8) suspeitos pelos crimes de roubo, extorsão, falsidade ideológica, falsificação de documentos públicos e organização criminosa no bairro Vila Nova, em São Luís (MA). Eles se passavam por agentes federais ou do Serviço de Inteligência da polícia para oferecer ‘proteção’ a pessoas que possuíam algum tipo de pendência em troca de dinheiro.

As prisões foram efetuadas pelo grupo da Diretoria de Inteligência e Assuntos Estratégicos (Diae) da Polícia Militar do Maranhão (PM-MA). Os suspeitos foram identificados como Willame de Souza Belgas (ex-PM) e Rafael Fontinele Ferraz (filho do policial civil). Além do ex-policial militar e do filho do policial civil, um sargento da PM-MA da ativa, identificado como Jorge Benedito Pinho Souza, encontra-se foragido.

Com eles, a polícia apreendeu 16 cartões de crédito e de Previdência Social de instituições variadas e em nomes de várias pessoas; cinco CPFs em nomes de pessoas diversas; quatro carteiras de identidade da PM-MA, sendo adulterada em nome de Rafael Ferraz; duas CNHs em nome de Rafael; nove carteiras de identidade em nomes de várias pessoas; dois passaportes; cinco carteiras de trabalho e Previdência Social; e objetos como relógios, chaves de veículos, quantia de R$ 170, uma arma de fogo de brinquedo, celulares, além de dois veículos modelos EcoSport e Ka.

Segundo a polícia, as prisões aconteceram após o relato de uma das vítimas, que teve a residência invadida e objetos roubados. Para a quadrilha, ela teve que pagar R$ 2,3 mil.

O caso é investigado pelo 5º Distrito Policial (DP) no Anjo da Guarda, que tenta apurar se há outras vítimas do trio.

G1,MA


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Crime / Poder

Polícia Militar apreende quase uma tonelada de maconha em Matões do Norte

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A Polícia Militar do Maranhão prendeu na noite dessa quinta-feira (2) aproximadamente 900 quilos de maconha, dentro de um veículo que capotou às margens da BR-135, na altura de Matões do Norte.

Segundo os policiais militares, o veículo foi perseguido pela PM-MA e os traficantes, depois de um acidente, abandonaram o veículo Mercedes ASX, com a placa FQD-8702 de São Paulo.

Segundo a PM-MA, essa é uma das maiores apreensões do tipo no Maranhão.

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Maranhão

Comandante da PM que apontou arma para advogado é promovido

Do G1, MA

Depois de apontar uma arma para um cabo da Polícia Militar e para um advogado, tenente-coronel é promovido a chefe do estado maior da instituição, dias depois de ser afastado do comando do 15º Batalhão, em Bacabal (MA).

A decisão foi tomada pelo coronel Marco Antônio Alves da Silva, comandante geral da Polícia Militar do Maranhão, por meio da portaria nº025/2016-DP/2, assinada na terça-feira (12).

No documento, o comandante geral da PM determina que Miguel Neto seja nomeado chefe do estado maior da corporação – órgão de informação, estudo, concepção e planejamento para apoio à decisão de um comandante militar. O objetivo principal de um estado-maior militar é providenciar um fluxo de informação.

A Ordem dos Advogados do Brasil no Maranhão (OAB-MA), Thiago Diaz, ainda não comentou sobre a decisão do comando geral da PM. Anteriormente, o presidente da entidade disse que iria tomar as medidas cabíveis para exonerar o tenente-coronel Miguel Neto.

Segundo informações de policiais do 15º Batalhão da PM, em Bacabal, o cabo Ney Fernandes Bandeira, que foi agredido e ameaçado pelo tenente-coronel, foi transferido para São Luís.

Entenda o caso
O coronel foi afastado do cargo de comandante do 15º Batalhão da PM após agredir e ameaçar com uma pistola o cabo Ney Fernandes Bandeira e o advogado dele, que estava filmando uma conversa entre os dois policiais. O caso aconteceu na última sexta-feira (8).

Na madrugada de sábado (9), o coronel Miguel Neto foi escoltado por uma equipe de policiais militares até o quartel do comando Geral da Polícia Militar, em São Luís, onde foi ouvido pela cúpula da instituição.

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Poder

‘Operação Natal Seguro’ deve colocar 650 policiais nas ruas de São Luís

PMUma operação de segurança foi anunciada, na manhã desta sexta-feira (20), pelo Comando de Policiamento Metropolitano de São Luís. A “Operação Natal Seguro” deve colocar 650 policias nas ruas de São Luís, a partir deste sábado (21), até a virada do ano. As informações foram passadas pelo tenente coronel Marco Antonio Alves da Silva.

“Toda a cidade vai estar com barreiras policiais. A população vai ter que que ter um pouco de paciência para que a polícia possa garantir a segurança e manter a ordem. A operação começa neste sábado e vai ate a virada do ano. Os bairros com maiores índices de criminalidade terão uma maior atenção e o nosso objeto é diminuir o número de homicídios, além, é claro, de garantir que a população possa estar em segurança”, declarou o coronel.

O comandante comentou, ainda, sobre a saída temporária que deve ser concedida a, pelo menos, 300 detentos dos presídios do Estado. Segundo ele, apesar da situação de insegurança das unidades prisionais do Maranhão, a saída temporária no período natalino é um direito que deve ser assegurado. “O papel da Polícia Militar como uma polícia técnica, e que cumpre a lei, é entender que essas pessoas têm direitos, e esse direito deve ser garantido. Temos a convicção de que essas pessoas estão em processo de ressocialização”, afirmou. (G1MA)


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Maranhão

Policiais fazem passeata no centro e não descartam paralisação

O protesto dos policiais militares, civis e bombeiros, ocupou a Ponte José Sarney.

O protesto dos policiais militares, civis e bombeiros, ocupou a Ponte José Sarney.

Cerca de 150 policiais saíram em passeata pela Rua Grande e interditaram todos os sentidos da Avenida Beira-Mar, na manhã de ontem, por melhores condições de trabalho e pela saída do secretário estadual de segurança Aluísio Mendes do comando da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão.

Os manifestantes saíram da Praça Deodoro com cartazes, apitos e faixas pretas, simbolizando “a morte da segurança pública no estado”. Com o protesto, o trânsito ficou complicado na cabeceira da Ponte José Sarney, além dos dois sentidos da Avenida Beira-Mar. A paralisação fez com que alguns motoristas ficassem mais exaltados.

Cerca de uma hora depois da interdição, as vias foram liberadas e os manifestantes seguiram para frente do Plantão Central da Rffsa onde os policiais fizeram um balanço sobre os prós e contras observados durante o movimento de ontem.
Segundo cabo Campos, um dos representantes do movimento, o descaso com as ilegalidades e injustiças que assolam a instituição trazem esse sentimento de revolta e insegurança. “Estamos fortes e unidos por uma causa comum a sociedade. A greve não está descartada de forma alguma, mas ainda não podemos falar de aquartelamento”, disse.

Como parte da manifestação dos policiais está a colocação de outdoors representando os policiais mortos em serviço e cidadãos vítimas da criminalidade nas principais avenidas da cidade com o objetivo de ganhar o apoio da população e demais segmentos da sociedade expostos pelo clima de insegurança gerado nos últimos meses.

Durante a manifestação um estudante, que estava dentro de um dos ônibus parados no congestionamento, atirou uma garrafa d’água em um policial. A atitude fez com que alguns tentassem arrebatar o jovem do ônibus, mas rapidamente a ação foi impedida pela liderança do movimento. No começo da interdição da ponte outro incidente: um motoqueiro tentou furar o bloqueio feito pelos policiais que o impediram e causou um clima de hostilidade, logo apaziguado.

Reivindicações

A principal reclamação da categoria é referente a saída de toda a cúpula de segurança escolhida pelo Governo. Os policiais também lutam contra o sucateamento e pedem mais investimentos no setor, mais incentivo e apoio para o desempenho nas atividades de rua, melhores condições de trabalho, mais efetivo (temos o menor número de policiais por habitante no país), armas e equipamentos de qualidade, entre outras demandas. Os policiais prometem parar (aquartelamento). Caso a exigência não seja cumprida, os militares,civis e bombeiros paralisam as atividades por tempo indeterminado.

Sobre a greve


Conforme informações divulgadas por representantes as Associações da Polícia Militar, Civil e Bombeiros, realizarão nova Assembleia Geral para deliberar o indicativo de greve da categoria para os próximos dias. Durante reunião de ontem, ainda ficou decidido que um novo encontro será realizado para ser feito um ajuste do projeto em conjunto com entidades de classe. A reunião será realizada na Federação dos Trabalhadores da Indústria do Estado do Maranhão (Fetiema) às 18h de hoje.

O que diz o governo

A assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão informou que o secretário Aluisio Mendes está aberto ao diálogo e negociação com a categoria, e que o novo comandante Zanone Porto já conversou com os representantes da Sinpol.

Com relação às reivindicações, a secretaria aguarda a convocação de mais profissionais aprovados no último concurso da categoria. Quanto aos equipamentos, eles serão reforçados com a compra novos coletes, armas e pistolas e a entrega de 400 viaturas. As unidades policiais também passarão por reformas.
Há dez dias ocorreu uma reunião entre o secretário Aluisio Mendes e membros da Associação de Militares que resultou no aumento do número de membros com voz ativa para que diálogo possa ser ampliado.
Relembre
A última greve dos Policiais Militares e Corpo de Bombeiro do estado foram em novembro de 2011. Eles passaram 10 dias mobilizados no prédio da Assembleia Legislativa do Maranhão e entre as principais solicitações estavam aumento salarial e reajustes fixos até 2014.

Oimparcial.


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Crime

PM decide em Assembleia se fará paralisação

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Diante dos últimos atentados e com a morte do SD PM Francinaldo Sousa Pereira, no último sábado (9) no trailer da Vila Nova, a Secretaria de Segurança Pública tratou urgentemente de reunir a cúpula que integra o sistema de segurança do estado, para traçar estratégias imediatas para coibir as ações criminosas.

Neste domingo (10) a polícia militar parece ter dado uma resposta rápida aos ataques com a prisão de mais de sete pessoas, que são responsabilizadas pelos crimes, e a morte de dois bandidos autores da execução do SD Francinaldo.

Quem se reúne neste momento são os policiais militares, na sede da associação dos Inativos no bairro do Angelim, para discutirem de forma devem agir diante da violência.

E ainda nesta segunda-feira (11) será realizada uma assembleia geral extraordinária, onde os militares decidiram sobre uma possível paralisação. A assembleia está marcada para às 18 hs na sede da Fetiema na Praça da Bíblia.

Se a associação bate o martelo e deflagra greve a situação pode piorar ainda mais. E o colapso na segurança estará anunciado. Mas o secretário de Segurança Aluísio Mendes garante que o estado é mais forte que crime. Agora é só aguardar. (Blog do Luis Cardoso)


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Crime

Policia prende quadrilha acusada de provocar terror na ilha

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Sete pessoas foram presas pela polícia suspeitas de praticar ataques em cinco bairros da capital na noite de ontem (09). Com a quadrilha (foto) foram encontradas duas armas: uma pistola e um revólver.

O caso está sob investigação da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC) que aguarda resultado da perícia sobre testes balísticos.

A comparação com os projéteis encontrados no corpo do policial Francinaldo Costa Pereira, morto no trailer da Vila Nova, podem indicar envolvimento com o assassinato. O PM foi enterrado na tarde deste domingo (10) no cemitério Jardim da Paz, no Maiobão.

As outras três pessoas também estão presas porque com elas foi encontrado um veículo roubado que foi usado nos ataques. Há indícios de que o bando cometeu crimes nos bairros Turu, Vinhais, Maiobão, Vila Nova e Bairro de Fátima. Todos os presos devem ser apresentados oficialmente amanhã pelo secretário de segurança pública, Aluísio Mendes. (iDifusora)


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