Política

Kátia Abreu é expulsa do PMDB

O PMDB, partido do presidente Michel Temer, decidiu expulsar a senadora Kátia Abreu (TO) da legenda. A decisão foi anunciada após reunião do conselho de ética do partido, no qual os integrantes do colegiado aprovaram, por unanimidade, parecer pela expulsão da senadora tocantinense e o cancelamento de sua filiação partidária.

Em nota, o presidente da sigla, senador Romero Jucá (RR), disse que a decisão será “acatada de imediato”. Acusada de ter violado o Código de Ética e Fidelidade Partidária e o Estatuto da sigla, a senadora tem contestado publicamente as reformas trabalhista e previdenciária, das quais se manifesta sempre contrária, e tem feito duras críticas ao governo do presidente Michel Temer.

Kátia Abreu foi Ministra da Agricultura no governo Dilma Rousseff e votou contra o impeachment de Dilma. Desde que se manifestou contrária ao impeachment, no ano passado, o partido se movimenta para retirá-la da sigla.

Leia nota do partido na íntegra:

“NOTA À IMPRENSA

Terminou nesta manhã a reunião do conselho de ética do PMDB nacional. O colegiado acompanhou, por unanimidade, parecer pela expulsão da senadora Kátia Abreu e cancelamento da filiação partidária.

O partido acatará de imediato a decisão do Conselho de Ética, que expulsou a senadora Katia Abreu. A medida demonstra nova fase de posicionamento do partido.

Romero Jucá – presidente nacional do PMDB.”

Do Congresso em Foco


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Política

PT aprova volta do partido à base do governo de Renan Filho em Alagoas

Da Folha de São Paulo

Um ano depois de romper com o governador Renan Filho (PMDB) após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o PT de Alagoas aprovou em reunião da sua executiva nesta terça-feira (31) o retorno à base aliada e ao governo do peemedebista.

A aliança foi selada com as bênçãos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que nos últimos meses se reaproximou do senador Renan Calheiros (PMDB), pai do governador.

Presidente estadual do PT, o advogado Ricardo Barbosa afirma que a decisão foi tomada por motivos “de ordem política e estratégica”. “Temos observado um afastamento de importantes lideranças do governo de Temer e dos golpistas. O senador Renan [Calheiros] fez um movimento nesse sentido, o que abriu a possibilidade de uma reaproximação”, afirma.

A decisão foi precedida de uma reunião com o ex-presidente Lula em São Paulo há cerca de um mês. “Ele sinalizou que via com simpatia a ideia [de retorno ao governo Renan Filho] e decidimos acelerar este debate”, diz Barbosa.

O movimento já vinha sendo gestado desde agosto, quando Lula passou por Alagoas em sua caravana pelo Nordeste e trocou afagos com o senador Renan Calheiros.

A partir da decisão da executiva, o PT vai iniciar as tratativas com o governador Renan Filho para voltar ao governo. O pleito dos petistas é assumir a secretaria da Educação, hoje ocupada pelo vice-governador Luciano Barbosa (PMDB).

O retorno do PT ao governo, contudo, foi alvo de críticas de setores do partido em Alagoas. Correntes minoritárias elaboraram um manifesto no qual rechaçam a reaproximação com o governador Renan Filho. No documento, assinado por militantes históricos do partido, os petistas afirmam que “um eventual retorno do PT ao governo Renan só trará prejuízos ao processo de reconstrução de nosso partido e o afastará de suas bases sociais”.

E lembram da resolução do diretório nacional que proíbe “alianças eleitorais com golpistas”. O senador Renan Calheiros foi um dos que votou a favor do impeachment da ex-presidente Dilma.

NORDESTE

Além de Alagoas PT e PMDB têm se aproximado em outros Estados do Nordeste. No Ceará, o senador Eunício Oliveira (PMDB) tem conversado com o governador Camilo Santana (PT), de quem era adversário, e afirmou ser “eleitor de Lula” caso seu partido não tenha candidato próprio.

No Piauí, o PMDB entrou na base aliada do governador Wellington Dias (PT). Os dois partidos também estão próximos em Sergipe, onde o PT faz parte da gestão do governador Jackson Barreto (PMDB).


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Poder

Ricardo Murad deixa o PMDB e se torna presidente estadual do PRP no Maranhão

O ex-secretário de Saúde, Ricardo Murad, deixou o PMDB para se tornar presidente estadual do Partido Republicano Progressista (PRP) no Maranhão.

A filiação do ex-gestor foi oficializada nesta sexta-feira (20) a pedido da direção nacional do partido, que entregou o comando estadual da legenda à Murad.

“O vice-presidente da Executiva Nacional, e presidente estadual do PRP, Severino Sales, recebeu convite da Direção Nacional para coordenar as candidaturas ao Congresso Nacional na região nordeste, em função da nova legislação eleitoral aprovada recentemente. Diante disso, convidou o recém filiado Ricardo Murad para comandar o PRP no Maranhão.”, declarou o agora ex-presidente do PRP no Maranhão, Severino Sales.


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Política

PMDB voltará a se chamar MDB para ‘ganhar as ruas’, diz Jucá

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Presidente nacional do PMDB, o senador Romero Jucá (RR) anunciou nesta quarta-feira (16) que os dirigentes da legenda decidiram rebatizar a sigla com seu nome original: MDB – ‘Movimento Democrático Brasileiro’.

Na prática, o PMDB apenas perderá o “P” de sua sigla, que se refere a “partido”. A troca de nome é parte de um movimento que inclui outras legendas para tentar modernizar os nomes da siglas antes das eleições de 2018.

A iniciativa é efeito do desgaste do meio político nos últimos anos por conta de revelações de esquemas de corrupção, como o investigado pela Operação Lava Jato.

A cúpula do PMDB se reuniu nesta manhã para discutir a mudança. A alteração deve ser colocada em votação na convenção nacional da legenda, em 27 de setembro.

Segundo Jucá, a mudança de nome será comunicada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quarta-feira, mesmo antes de a proposta ser analisada em convenção.

“Quero rebater críticas de que o PMDB estaria mudando de nome para se esconder. Não é verdade. Estamos resgatando nossa memória histórica. Queremos realmente ganhar as ruas. Nós vamos ter uma nova programação, bandeiras nacionais”, explicou.

O presidente da legenda disse que a cúpula do partido não discutiu outros temas, como a expulsão dos senadores Kátia Abreu (TO) e Roberto Requião (PR). Segundo Jucá, o partido ainda não tem posicionamento sobre o que será feito.

O partido estuda expulsar os senadores devido às críticas que os dois têm feito ao governo e às reformas propostas pelo governo Michel Temer, como a trabalhista e a da Previdência.

Tendência

O PMDB estudava resgatar o nome desde o fim de 2016. Até então, alguns legendas também optaram por mudar a sigla para se descolar da atual crise política e se aproximar dos eleitores.

O PTN já efetivou a troca para Podemos. O PTdoB virou Avante. O PSDC se intitula agora Democracia Cristã. O PEN quer passar a ser denominado Patriota.

Com o objetivo de se fortalecer para a disputa eleitoral, o DEM, que já foi PFL, também estuda alterar novamente o nome e articula uma revisão do estatuto para atrair parlamentares do PSB. Uma possibilidade aventada atualmente é que a sigla venha a se chamar Mude.


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Política

Roseana Sarney se reúne com caciques do PMDB e fala sobre eleições no Maranhão

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A ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), se reuniu, na manhã desta sexta-feira (04), com a cúpula do PMDB, em São Luís.

A reunião contou com a presença do senador João Alberto; o suplente de senador, Edinho Lobão; o ministro Sarney Filho; além de deputados, prefeitos, ex-prefeitos e demais membros do partido.

Na ocasião, Roseana reforçou o pedido de apoio para as eleições de 2018, mas não anunciou oficialmente a pré-candidatura ao governo.

“Gostaria conversar com os prefeitos, primeiramente do PMDB, depois de outros partidos, vice-prefeitos, com os ex-prefeitos também, que hoje são muitos prestigiados, os deputados, os vereadores, é que fazem os nossos nomes aparecerem. Nós precisamos de tudo isso. A juventude e as mulheres do PMDB, o PMDB afro. Tudo nós vamos precisar. Porque não vai ser uma coisa muito fácil. Todas as eleições são difíceis.”, afirmou a ex-governadora.


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Poder

Lobão revela data que Roseana anunciará pré-candidatura ao governo

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Com 4 mandatos eletivos no Senado Federal, o ex-ministro Edison Lobão (PMDB) vem acumulando experiências políticas e tem se mostrado sereno e tranquilo em relação as turbulências, nas quais o seu partido vem passando no cenário nacional, e está convicto, também, de que o seu grupo político sairá vitorioso das eleições de 2018 no Maranhão.

Para falar um pouco mais sobre esses assuntos, o peemedebista concedeu uma entrevista exclusiva ao Blog do Neto Ferreira, na segunda-feira (31). Ele discorreu sobre as divergências internas do PMBD nacional, a impopularidade do presidente Michel Temer, as especulações sobre o grupo Sarney e a gestão do governador Flávio Dino (PCdoB).

Durante a conversa, Lobão confirmou que Roseana Sarney sairá como candidata ao governo do Maranhão pelo PMDB, acabando assim com as especulações. O parlamentar disse, ainda, que tentará a reeleição ao Senado Federal.

“Demonstrou que tem. Na última pesquisa, que foi feita pelo próprio partido do PMDB, ela está em primeiro lugar mesmo sem ter dito que é candidata.”, afirmou Edison Lobão (PMDB) ao ser questionado se Roseana Sarney (PMDB) tem força para barrar a reeleição de Flávio Dino (PCdoB) para o governo do Maranhão em 2018.

Após a entrevista, em um bate-papo informal com titular do Blog, Lobão comentou que Roseana Sarney oficializará a pré-candidatura em 20 ou 30 dias.

Leia a entrevista na íntegra:

Blog do Neto FerreiraO PMDB nacional vive um momento delicado por conta de rachas tanto na Câmara Federal quanto no Senado. Um exemplo foi a troca de farpas entre os senadores Romero Jucá e o Roberto Requião por meio de vídeos. Como o senhor avalia essa situação? Isso desestrutura a governabilidade do presidente Michel Temer?

Senador Edison Lobão – “O PMDB sempre foi um partido que admitiu a divergência. Não se trata de luta, de uma discórdia acirrada. É uma divergência, que sempre houve no PMDB. Basta lhe dizer que havia dois partidos políticos no Brasil, após a extinção dos antigos em 1964, portanto há 53 anos, o PMDB era chamado de MDB, abrigava todas as correntes de pensamento, que não eram aquelas que se compunham com a revolução.

Da aí por diante, foram nascendo das entranhas do PMDB outras agremiações partidárias, diversas. Eu até diria todas que temos hoje. Portanto, esse assunto de divergência houve sempre, mas elas não comprometem a ação do PMDB no Parlamento, no que diz respeito ao governo atual. Nós temos 22 senadores, dos quais divergem da posição central apenas 4. Então, você verifica que em 22 é um número pequeno, os demais estão sólidos com o governo do presidente Temer.

O caso do [Roberto] Requião, trata-se de um senador talentoso, inteligente, grande líder. Ele já foi governador 3 vezes, é senador pela segunda vez, foi prefeito da capital. Tem estofo, liderança. Nós até cogitamos, em certo momento, lançá-lo candidato presidente da República, mas nesse momento, de fato, Requião está divergindo intensamente do atual governo. O que não quer dizer que tenha que deixar o partido.

Não apenas ele, mas o senador Eduardo Braga do Amazonas. E, ainda, o senador Renan [Calheiros], o poderoso líder, que já foi presidente do Senado pela terceira vez, que deixou a liderança do partido pela divergência que tem com o atual governo por causa das reformas trabalhista e da previdência, mas a vida continua e é interesse do Brasil ter um pouco de serenidade, de tranquilidade nesse momento. Nós não podemos estar substituindo presidente da República a cada esquina, a cada momento, pois quem sofre são as instituições democráticas, o país de modo geral e a sociedade. Portanto, não pense jamais que nós vamos negar apoio ao atual governo. Vamos, sim, mantê-lo, conservá-lo, até em benefícios dessas instituições. Nós temos uma eleição que chegará dentro de 1 ano e 3 meses, não há como cogitar a substituição do presidente da República.

Blog Senador, o senhor acha que essa mudança de presidente afeta diretamente a questão econômica do país?

Lobão – “Acho sim! Acho que isso cria a instabilidade. A instabilidade é o maior adubo para o oferecimento do pressupostos econômicos do país. Nós temos que ter um país, um governo, em regime com estabilidade para que o capital se sinta tranquilo para aqui permanecer e vir do exterior, portanto a estabilidade é o instrumento número 1 da presença do capital e para o desenvolvimento econômico.”

Blog – Senador, como é a sua avaliação do governo Michel Temer, pois a impopularidade dele é muito alta? Isso afeta o PMDB no geral?

Lobão – “Os Parlamentos no mundo inteiro são desamados. Um amor pelo Congresso do Brasil, da França, da Itália, dos Estados Unidos, porém parlamentares isolados em seus estados tem prestígio. O que eu quero com isso dizer, é que o PMDB, que é solidário ao presidente da República, não depende de Temer para renovar os seus quadros ou mantê-los nos estados. A eleição é independente do que acontece lá em Brasília. Os senadores de Alagoas nada tem a ver na sua revisão com o desempenho ou não do presidente da República.

Agora, tem até uma curiosidade em tudo isso. É que o governo vai razoavelmente bem. Há uma visível recuperação econômica já com a retomada do emprego, do prestígio do país no exterior. A popularidade do presidente da República, de fato, é baixíssima. Nunca um presidente da República teve tão baixa popularidade quanto o Michel Temer. Todavia, o governo dele não está no mesmo patamar dos outros, está acima. E essa impopularidade é justa? Eu acho que não é. Ele está fazendo as reformas que deve fazer e está colocando o país no trilho do crescimento, do desenvolvimento e na retomada da empregabilidade.”

Blog- O senhor acha que as reformas são pontos que podem ser favoráveis para essa impopularidade do presidente Michel Temer?

Lobão – “Eu acho que sim. Hoje, todos nós temos uma relação com a Legislação Trabalhista, com a Previdência. Os que são aposentados, os que virão a ser. E nós, como opinião pública, não gostamos da modificação do status quo. Muitas vezes não pensamos o que pode acontecer amanhã. A reforma trabalhista é necessária e não se está tirando o direito de ninguém. O que se está fazendo é modernizando a relação capital-trabalho. O ponto principal é que as negociações entre as partes, o empresário e os trabalhadores, podem ser feitas livremente. Como se faz nos Estados Unidos, na Inglaterra, França, na Alemanha. O que Brasil está fazendo é copiando a modernidade de outros países para aplicá-la aqui, com o objetivo de auxiliar os brasileiros na obtenção de seus empregos.”

Blog – O grupo Sarney está acuado em questão de declarações, que realmente terá um candidato ao governo. O senhor poderia afirmar que o grupo Sarney vai ter candidato ao governo? E quem será?

Lobão – “Nós todos amamos nosso estado. Nenhum de nós quer que o governo atual resulte mal. Desde o começo foi assim, nosso adversário, porém queríamos que ele [Flávio Dino] fizesse uma boa gestão. À medida que o governador tenha um bom desempenho, está ajudando o povo. Então, nós nos afastamos com a eleição, mas acompanhando em silêncio para não atrapalhar o desempenho dele.

Nós estamos nos aproximando da eleição do próximo ano, então temos que ter uma posição. Já decidimos que será o nosso candidato a governador, que é a Roseana Sarney. É a nossa candidata. Já está tudo certo. Ela vai tomar esta bandeira e vai liderar o nosso grupo mais uma vez.

Hoje, eu sou o senador mais antigo do senado, não o mais velho. Sou o portador de 4 mandatos no Senado. Era o senador Sarney com 5, sou eu agora com 4. Eu ganhei ao longo desses anos alguma experiência como deputado, governador, ministro em dois governos [Lula e Dilma]. Posso dizer que ela [Roseana Sarney] está animadíssima e tem todas as condições de fazer vitorioso o nosso grupo outra vez.

O que se deu há três anos foi que havia um sentimento popular, da mudança, e essa mudança afetou muitos estados brasileiros. Agora passou a fase da mudança, estamos dentro da realidade. O povo, no próximo ano, dirá se está satisfeito com a mudança que foi feita ou não. Se não está, vai eleger a nossa candidata, os nossos deputados estaduais e federais, e senadores.”

Blog – Roseana [Sarney] dependerá do cenário nacional do PMDB para se eleger? O presidente Michel Temer virá participar das eleições aqui no Maranhão?

Lobão – “A nossa eleição aqui, assim como em São Paulo, no Mato Grosso não depende do desempenho popular do presidente da República. Nós temos a nossa imagem, ela [Roseana Sarney] tem a dela, eu tenho a minha. Os deputados tem as suas, João Alberto tem a dele, o Roberto Rocha também, que é um político que está se projetando. Todos nós temos a nossa imagem. E, isso não depende da imagem do presidente [Michel Temer]. O que não quer dizer que ele não possa nos ajudar, pois sempre terá meios de ser solidário com o estado do Maranhão.

Hoje [segunda-feira (31)] mesmo, tivemos uma reunião aqui em São Luís com o ministro da Saúde, que veio ao Maranhão para nos ajudar. Então, você verifica que ele [Michel Temer] está com a disposição e determinação para nos apoiar. Essa é a forma mais concreta que o governo dele tem para demonstrar que está conosco.”

Blog – O senhor vai disputar a reeleição para o Senado Federal?

Lobão – “É o meu desejo de disputar a reeleição. Ou eu ou o senador [suplente] Lobão Filho, que foi parlamentar durante 7 anos com excelente desempenho, quando ministro de Minas e Energia. Nesse período, trouxemos aqui para o nosso estado, energia elétrica para residência de 1,5 milhão de maranhenses. O Maranhão tem 7 milhões de habitantes e 1,5 milhão não tinham luz em casa. Eu, como ministro, com autorização do presidente Lula, fiz essa obra gigantesca de inclusão social do povo mais pobre do nosso estado.

Por tudo que já fiz pelo nosso estado, faz com que eu volte a ser candidato, pois fui governador, deputado de dois mandatos, ministro. Então, posso fazer muito pelo estado. E, não sendo eu, seria o senador Lobão Filho, que teve um bom desempenho como candidato a governador. Mas estou convencido de que ele próprio prefere que eu seja o candidato.”

Blog – Como fica o senador João Alberto? Uma vez que o ministro Sarney Filho já lançou a pré-candidatura dele ao senado?

Lobão- “Nós temos duas vagas para o Senado. O eleitor votará em dois e não em apenas um. Pelo nosso grupo, seria eu e Sarney Filho o outro. O senador João Alberto tem conversado muito com o deputado Sarney Filho, eu creio que eles acertaram isto [Sarney Filho como candidato a senador]. Mas, se amanhã o senador João Alberto desejar ser o candidato a vaga é dele. É um grande maranhense, já foi governador, deputado, estadual, federal, prefeito. Ele é um político de grande dimensão nacional e ocupa cargos importantes na esfera nacional. Então, a vaga está reservada para João Alberto. Se ele, em uma composição com o deputado Sarney Filho, abrir mão para o deputado ser o candidato, nós estamos de acordo.”

Blog – E o anúncio oficial das pré-candidaturas será quando?

Lobão- “Esse não é o momento de ser pensar em campanha eleitoral. Nós estamos nas tratativas. O que eu posso dizer é que a Roseana Sarney aceita ser a candidata ao governo do Estado. E, com ela, nós vamos atravessar o Maranhão em todas as suas latitudes, mais um vez, e o meu convencimento é que sairá vitoriosa.”

Blog – Como o senhor avalia o governo Flávio Dino?

Lobão – “Eu penso que a melhor avaliação que se pode fazer do governo dele [Flávio Dino] é o que as pesquisas estão demonstrando e o que povo dirá no próximo ano. Essa é a avaliação definitiva. O povo tem a sua forma de avaliar, que é na urna eletrônica. Se tiver satisfeito com ele, dirá sim, caso contrário, responderá que á não.

De pouco adiantaria eu ou outro fazer comentários da administração de Flávio Dino, o que de fato importa, é fundamental e sólido, é o que o povo dirá nas pesquisas, que já estão sendo feitas e, mais ainda, no próximo ano.”

Blog – A candidatura de Roseana Sarney tem força para barrar a reeleição do governador Flávio Dino?

Lobão – “Demonstrou que tem. Na última pesquisa, que foi feita pelo próprio partido do PMDB, ela está em primeiro lugar sem dizer que é candidata, pois até hoje não disse. Eu que estou dizendo. Portanto, sem dizê-lo, ela já está em primeiro lugar. Desse modo tem força de sobra para pleitear o seu retorno ao Palácio dos Leões”.


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Política

PMDB decide punir deputados que votarem a favor da denúncia contra Temer

Do G1, Brasília

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Os dirigentes do PMDB decidiram na manhã desta quarta-feira (12), durante reunião da executiva do partido, fechar questão contra a denúncia de corrupção apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra o presidente MIchel Temer, informou por meio do Twitter o presidente da legenda, o senador Romero Jucá (PMDB-RR).

Com a decisão, os deputados peemedebistas que votarem a favor da possibilidade de o Supremo Tribunal Federal (STF) analisar a denúncia poderão sofrer punições por parte do PMDB, como advertência ou até mesmo expulsão.
“A Executiva do PMDB fecha questão contra a denúncia ao presidente Temer”, escreveu Jucá em sua página pessoal no Twitter.

A decisão é inédita na história do partido e foi tomada por unanimidade pelos parlamentares da Executiva. Aqueles que a descumprirem serão suspensos por 90 dias. “O partido tomou a decisão por unanimidade pra enfrentar esse absurdo que está se dando na Câmara por uma fato que não existe”, afirmou Jucá.

De acordo com o senador, ela terá validade já para a votação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) e no plenário da Câmara, onde corre o processo contra Temer, mas não punirá quem foi contra a posição do partido em votações anteriores.

“Toda manifestação é a partir de hoje. Nós não estamos fazendo nenhum tipo de ação ou punição pretérita, nós estamos discutindo posicionamento daqui pra frente”, afirmou Jucá.

De acordo com o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), os deputados que não acompanharem a decisão do partido sofrerão as penalidades, que variam de suspensão de direitos a expulsão do partido. “Os deputados que não acompanharem a decisão do partido de fechar questão terão penalidades, que começarão com a suspensão de suas atividades partidárias”, disse.

“Está na hora, sim, do PMDB exigir cumprimento de seu estatuto, das suas ideais e acompanhar o momento e transformação que o país vive liderado pelo presidente Michel.”

Partido unido

Apesar da necessidade de uma deliberação oficial sobre como os deputados do partido devem votar, o líder do PMDB na Câmara, deputado Baleia Rossi (PMDB-SP), afirmou que o partido está unido.

“O fechamento de questão mostra uma unidade da bancada federal, que foi quem provocou esse fechamento, mas com o apoio unânime do PMDB nacional”, disse.

Rossi também sinalizou que a votação no plenário deve acontecer ainda nesta semana, na sexta-feira (14), antes do início do recesso parlamentar, para definir de forma rápida a situação do presidente da República.

“Eu acho que é incompatível com o momento que nós estamos vivendo no país, a Câmara Federal entrar em recesso sem deliberar sobre esse assunto que é muito importante, muito relevante. Então tenho certeza que os deputados vão ter responsabilidade e estarão presentes aqui na sexta-feira”, afirmou.

Discussão de relatório

Na segunda-feira (10), o relator do caso na comissão, o deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ), apresentou um parecer favorável ao prosseguimento do processo contra Temer.

Nesta quarta, a comissão abriu sessão para discutir o relatório. O parecer será submetido à votação da CCJ após a fase de análise. Independentemente do resultado, porém, a denúncia seguirá para o plenário da Câmara.
Na tentativa de garantir apoio ao governo, partidos da base fizeram nas últimas semanas 18 remanejamentos entre os integrantes da comissão, colocando deputados aliados ao presidente Michel Temer.

No total, as movimentações envolveram 14 vagas (10 de titulares e 4 de suplentes). O troca-troca gerou críticas por parte da oposição e de uma ala governista dissidente.

A denúncia da PGR

Temer foi denunciado pelo procurador-geral, Rodrigo Janot, ao STF pelo crime de corrupção passiva com base nas delações de executivos do grupo J&F, que controla a JBS.

A denúncia foi encaminhada à Câmara, a quem cabe autorizar o STF a analisar a peça do Ministério Público. Para o presidente, a denúncia é uma “injustiça que se faz com o Brasil”.

Se 342 deputados votarem em plenário a favor do prosseguimento, a denúncia vai ao Supremo.
Se a maioria dos ministros da Corte aceitar a denúncia, Temer, então, se tornará réu e será afastado do mandato por até 180 dias.


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Poder

Roseana Sarney declara voto em Fábio Câmara

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A ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), afirmou que irá votar, sim, em Fábio Câmara (PMDB). A declaração desmente a informação de que a ex-gestora estaria apoiando Wellington do Curso (PP) durante a corrida eleitoral.

“Ele é do meu partido, portanto não existe outra possibilidade, sou uma mulher de grupo e vou votar de acordo com o PMDB”, frisou Roseana Sarney. A notícia foi confirmada ao Blog do Diego Emir.

A ex-governadora ressaltou que não está participando ativamente da campanha porque não concorda com a escolha de Fábio Câmara para prefeito, pois acha que candidatura não tem força e que o PMDB deveria ter se aliado com algum nome com mais consistência.

“Eu sugeri que ele poderia indicar um nome ao cargo de vice-prefeito de outro candidato, mas não quis saber dessa minha orientação”, explicou.

Durante a conversa, Roseana Sarney declarou que o partido precisa passar por um processo de discussão, mas que para isso é necessário que se saiba antes o resultado das urnas. “Precisamos aguardar o desfecho das eleições para planejar o futuro”, pontuou a ex-governadora.

E sobre a disputa eleitoral na capital maranhense, Roseana disse que concorrência está entre o candidato do governador Flávio Dino e alguém que se apresenta como independente. A ex-governadora disse que Fábio Câmara apesar de estar disputando o cargo de prefeito pelo PMDB, não houve envolvimento por completo dos demais membros partidários.


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Política

PRP declara apoio a Fábio Câmara em São Luís

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O Partido Republicano Progressista (PRP), decidiu, na tarde desta sexta-feira (05), declarar a apoio ao candidato do PMDB, Fábio Câmara. O anúncio foi feito pelo presidente do PRP, Severino Sales.

Câmara mesmo sem o apoio dos principais caciques do PMDB, conseguiu atrair essa aliança para sua coligação. Com essa composição, Fábio Câmara deverá ganhar mais alguns segundos no tempo da propaganda eleitoral no rádio e na televisão.

Na noite da última quinta-feira (04), o candidato peemmedebista homologou a sua candidatura durante a convenção municipal do PMDB, na Assembleia Legislativa, que terá como candidato a vice-prefeito o coronel PM reformado Flávio de Jesus, que também é do PMDB.


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Política

Diretório do PMDB aceita candidatura de Fábio Câmara

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O vereador de São Luís, Fábio Câmara, conseguiu apoio para lançar a sua candidatura a prefeito da capital maranhense. O anúncio foi feito neste domingo (31).

A consolidação de Câmara como candidato pelo PMDB veio após a um lista de assinaturas de 26 membros do diretório de São Luís, que irão apoiá-lo durante as eleições. Quem ficou encarregado de persuadir os integrantes do Partido foi o deputado estadual Roberto Costa (PMDB), que conseguiu o apoio de 26 dos 31 membros que compõem o diretório.

O vereador que estava prestes a ser eliminado da disputa municipal pelo PMDB, tomou fôlego e promete consolidar cada vez mais a sua candidatura, já que tem também o apoio do senador João Alberto.

Veja abaixo o documento do PMDB:


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