Poder

Folha repercute denúncia do blog

A placa descriminando o valor da ponte do Rio Corda

A placa detalhando o valor da ponte do Rio Corda

Conforme publicado neste blog no dia ,17 , o esquema feito na prefeitura de Barra do Corda junto com o Minstério do Turismo envolvendo obras e empreiteiras fantasmas (reveja). A Folha.com repercute hoje as informações denúnciadas no blog em primeira mão envolvendo a empresa “Planmetas”.

Veja abaixo na integra

Da Folha.com

Recursos assegurados pelo ministro do Turismo, Pedro Novais, para uma obra no Maranhão beneficiaram uma cidade sem nenhuma vocação turística e uma empreiteira fantasma, cuja sede fica em um conjunto habitacional na periferia de São Luís, a capital do Estado, informa reportagem de Dimmi Amora, Andreza Matais e Felipe Seligman, publicada na Folha deste sábado (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

No ano passado, quando exercia o mandato de deputado federal, Novais apresentou emenda ao Orçamento da União para destinar R$ 1 milhão do Ministério do Turismo à construção de uma ponte em Barra do Corda (450 km ao sul de São Luís).

O ministério comandado por Novais foi alvo na semana passada da Operação Voucher, da Polícia Federal. A operação investiga suspeitas desvios de recurso em um convênio de R$ 4,5 milhões do ministério com uma entidade privada sem fins lucrativos, o Ibrasi (Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável).

As investigações, que começaram em abril deste ano, aponta que dinheiro do Ministério do Turismo que deveriam treinar pessoas no Amapá foram desviados por meio de todo o tipo de fraude, incluindo ONG de fachada, notas fiscais falsas e a conivência de funcionários públicos.

OUTRO LADO

O ministro Pedro Novais informou que direcionou recursos de emenda para Barra do Corda quando era deputado por avaliar que o turismo pode ajudar a cidade a garantir mais qualidade de vida à população local.


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Poder

João Castelo engana servidores aposentados e pensionistas

A Associação dos Servidores Ativos e Inativos do Serviço Público Municipal (ASISMU), ingressará na Vara da Fazenda Pública, com Ação Ordinária solicitando o pagamento imediato do acordo firmado por parte da prefeitura de São Luís com o sindicato.

O prefeito de São Luís, João Castelo (PSDB), e sua secretária administrativa, Maria Margaret Reis até hoje, nunca efetuaram o pagamento do acordou firmado em abril/2010, com o sindicato dos servidores municipais (Asismu), ou se quer deram explicações a respeito da pendência financeira referente ao Plano de Cargos e Carreiras dos aposentados e pensionistas municipais.

João Castelo assumiu o cargo em 2009, e foi levada uma proposta nesse sentido, e a Procuradoria Geral do Município deu parecer favorável a proposta de pagamento deste acordo de forma parcelada que deveria ter sido concluída em dezembro de 2010, mas até agora nada foi cumprido.

O presidente da (Asismu) relatou ao titular do blog, que precisamente em julho de 2009, através de trabalho conjunto com a SEMAD/SEPLAN/IPAM, foi providenciado a inclusão do valor total estimado em R$ 7.216.093,90 milhões que seria pago em 08 parcelas iguais e sucessivas conforme o demonstrativo abaixo:


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