Política

Após veto, Pedro Fernandes pede para deixar vice-liderança do governo Temer

Rifado do Ministério do Trabalho depois de ter seu nome vetado pelo ex-presidente José Sarney (MDB), o deputado Pedro Fernandes (PTB-MA) pediu nesta terça-feira (9) para deixar o cargo de vice-líder do governo na Câmara.

O ofício foi entregue nesta manhã ao líder do governo na Casa, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). “Diante das circunstâncias e para evitar embaraços do sr. presidente Michel Temer com o sr. ex-presidente José Sarney, notifico meu desinteresse de continuar como vice-líder, por conseguinte, solicito a minha destituição”, afirma Fernandes no documento.

Fernandes é hoje um dos atuais 14 vice-líderes do governo na Câmara. Até o ano passado, eram 15, mas o deputado Rocha (PSDB-AC) pediu para deixar posto.

O regimento interno da Câmara diz que líder e vice-líderes do governo podem fazer uso da palavra em sessões, encaminhar votações e participar do trabalho de comissões mesmo que não sejam membros, embora, neste último caso, não possam votar.

Fernandes havia votado a favor do governo nas principais pautas do governo: PEC do teto dos gastos públicos, reforma trabalhista, terceirização, reformado ensino médio e nas duas denúncias da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra Temer. Rocha, o primeiro a deixar a vice-liderança, havia faltado a uma votação e contrariado o governo em outras três, inclusive nas das denúncias.

QUASE MINISTRO

Pedro Fernandes chegou a ser escolhido para comandar o Ministério do Trabalho, mas teve o nome vetado por José Sarney (MDB), que nega o veto. Com isso, Temer negociou o comando da pasta com o delator do mensalão e presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, que indicou a filha para o cargo.

A deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) já foi nomeada ministra. A posse dela, prevista para a tarde desta terça-feira, depende e uma decisão judicial, já que a Justiça Federal do Rio suspendeu a cerimônia na noite de segunda-feira (8).

Da Folha de São Paulo


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Poder

Pedro Fernandes errou em não conversar com Sarney, diz Roberto Jefferson

O presidente Michel Temer chamou nesta quarta-feira (3) o presidente do PTB, Roberto Jefferson, para discutir o futuro do Ministério do Trabalho, após o veto de José Sarney ao deputado Pedro Fernandes (MA).

Jefferson afirmou que a conversa está marcada para 15h. Segundo ele, a reunião servirá para “aparar as arestas” após a irritação da bancada do PTB com o veto de Sarney.

Para Jefferson, no entanto, o deputado Fernandes “errou” em não aceitar conversar com o ex-presidente Sarney. “Como recusa uma conversa com Sarney? Um homem importantíssimo do PMDB, de honra do PMDB? Não dá, né?”, afirmou Jefferson.

Ele disse que o deputado Sérgio Moraes (RS) está cotado para a vaga, e que discutirá o tema com Temer.

“Se eles aceitarem, preciso resolver o Rio Grande do Sul. O Moraes tem arestas com o pessoal lá, mas preciso trabalhar o pessoal para apoiar o nome dele”, afirmou.

Moraes ficou conhecido como o deputado que “se lixa” para a opinião pública em 2009.

Presidente

Após passar esta terça-feira (2) assinando despachos na residência oficial do Jaburu, Temer volta a trabalhar no Palácio do Planalto nesta quarta (3).

Por recomendação médica, o presidente, que se recupera de uma infecção urinária, não deixou Brasília no feriado de Ano Novo e adotou uma agenda menos intensa nos últimos dias.

Temer passou por um procedimento cirúrgico de desobstrução da uretra no dia 13 de dezembro. Após o procedimento, ele colocou uma sonda, que foi retirada nos últimos dias.

Blog da Andréa Sadi


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Poder

Temer não podia nomear aliado de crítico ‘severo’, diz assessor

Do G1

O presidente Michel Temer desistiu de nomear o deputado Pedro Fernandes (PTB-MA) ao Ministério do Trabalho por ele ser um aliado de um “dos mais severos críticos de seu governo”, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B).

Essa é a justificativa dada por um assessor direto de Temer para a desistência de aceitar a indicação de Pedro Fernandes para substituir Ronaldo Nogueira na pasta.

A mudança de rumo na escolha do novo ministro do Trabalho se deu depois de conversas do ex-presidente José Sarney com interlocutores do presidente Temer, lembrando que, hoje, Pedro Fernandes é ligado a Flávio Dino, inimigo político da família Sarney no Maranhão e adversário do Palácio do Planalto.

Antes, o deputado foi aliado do ex-presidente e chegou a ser secretário da filha dele, Roseana Sarney, durante um de seus mandatos como governadora do estado.

O assessor presidencial disse que em nenhum momento o Palácio do Planalto confirmou oficialmente o nome de Fernandes como novo ministro do Trabalho, mas ele chegou, sim, a ter uma aprovação inicial de Temer.

Foi na última quarta-feira (27), durante conversa em seu gabinete no Planalto com o presidente do PTB, Roberto Jefferson, e com o líder do PTB na Câmara, Jovair Arantes, na qual Ronaldo Nogueira formalizou seu pedido de demissão.

Assessores de Temer destacaram ainda que o filho de Pedro Fernandes, Pedro Lucas Fernandes, trabalha no governo de Flávio Dino e vai disputar a próxima eleição para deputado federal aliado ao atual governador na sua campanha pela reeleição.

“Não dava ter no governo um ministro cujo filho iria fazer campanha contra o Temer, aliado de um dos mais severos críticos do seu governo”, afirmou um auxiliar do peemedebista.


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Poder

‘O presidente Sarney não concorda com o nome’, diz Roberto Jefferson

O presidente da República, Michel Temer, não vai mais nomear o deputado Pedro Fernandes (PTB-MA) para assumir o Ministério do Trabalho. O Palácio do Planalto comunicou a desistência nesta terça-feira, 2, à cúpula do PTB, por causa de uma interferência atribuída ao ex-presidente José Sarney (PMDB), amigo de Temer.

Temer avisou ao ex-deputado Roberto Jefferson, presidente nacional do partido, que Sarney vetou a nomeação de Fernandes, segundo integrantes da Executiva Nacional do PTB.

“O Palácio me avisou hoje que tinha subido no telhado a nomeação do Pedro Fernandes, me ligou pedindo que pensássemos um novo nome por causa do problema de relação do Fernandes com o Sarney”, disse Jefferson ao Estadão/Broadcast. “O presidente Sarney não concorda com o nome. Ele queria conversar, mas o Fernandes não quis conversar com o presidente Sarney sobre o Maranhão, Então deu problema.”

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Sarney controla o PMDB no Maranhão e pediu para Temer não nomear Fernandes para não fortalecer politicamente um adversário histórico, o governador Flávio Dino (PCdoB). O PTB é base do governo Dino. Em 2014, o comunista desbancou o clã Sarney do Palácio dos Leões, após meio século de aliados do ex-presidente no poder. Dino disputará a reeleição tendo como potencial adversária a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), filha do ex-presidente.

FILHO

A posse de Fernandes ocorreria na quinta-feira, 4. O parlamentar havia anunciado que, após cinco mandatos de deputado, não disputaria a reeleição para dar a vaga a seu filho Pedro Lucas Fernandes, que é secretário estadual no governo Dino. Pedro Lucas se elegeu vereador em São Luís (MA), mas assumiu a Agência Executiva Metropolitana, órgão do Estado, com o ingresso do PTB na base de Dino.

Temer pediu a indicação de um novo nome pelo PTB, o que ainda não ocorreu formalmente. O PTB quer evitar outras indicações e desistências consideradas abruptas, por causa de composições eleitorais regionais.

“Vamos aguardar. Não temos pressa, para não parecer que o nome do Pedro Fernandes pode ser descartado assim. Vamos deixar decantar a crise por uns dez dias. Até que tenhamos nome de consenso, bem medido e remediado, o secretário executivo (Helton Yomura) pode ir muito bem tocando seu trabalho como ministro interino”, disse Jefferson.

Em nota, a assessoria de imprensa de Sarney disse que ele “não foi consultado e não vetou o deputado Pedro Fernandes”.

O ministro anterior, deputado Ronaldo Nogueira (PTB-RS), foi exonerado a pedido, na última sexta-feira. Ele pediu demissão argumentando que iria preparar sua campanha à reeleição na Câmara, em meio a suspeita de irregularidades em contratos de informática do ministério, apontados pela Controladoria-Geral da União (CGU).


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Poder

“Não fui consultado e não vetei”, diz Sarney sobre veto a Pedro Fernandes

O ex-presidente José Sarney (PMDB) negou que tenha vetado o nome do deputado Pedro Fernandes (PTB-MA) para o comando do Ministério do Trabalho.

Pedro Fernandes foi indicado pela cúpula do PTB para substituir Ronaldo Nogueira no Ministério do Trabalho, mas, nesta terça-feira (2), afirmou que sua nomeação para o primeiro escalão de Temer não havia sido confirmada em razão de um veto de Sarney.

“Não fui consultado e não vetei”, disse Sarney.

“Ele [Pedro Fernandes] quer arrumar uma desculpa. Colocar a responsabilidade sobre as minhas costas. Se, no passado, não vetei Flávio Dino para a Embratur, não faria isso para alguém que foi nosso amigo”, complementou o ex-presidente da República, em uma referência ao atual governador do Maranhão, que presidiu a estatal do turismo durante o governo Dilma Rousseff.

Pedro Fernandes foi do grupo político de Sarney, chegou a ocupar duas secretarias estaduais no governo de Roseana Sarney (PMDB-MA), mas, depois que Dino foi eleito governador, mudou de lado e aderiu ao clã do governador do PC do B.

Tanto que, no episódio do impeachment de Dilma, o deputado do PTB votou seguindo a orientação de Dino contra o afastamento da então presidente da República.

Sarney mantém boa relação com o ex-deputado estadual Manoel Ribeiro (PTB), ex-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão e irmão de Pedro Fernandes.

Do Blog do Camarotti


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Poder

Sarney não apoia nomeação e Pedro Fernandes não assumirá Ministério do Trabalho

O deputado federal Pedro Fernandes (PTB-MA), que havia sido escolhido para comandar o Ministério do Trabalho, não será mais empossado nesta quinta-feira (4).

O ex-presidente José Sarney (MDB) não referendou o nome do parlamentar, que é alinhado ao governador do Maranhão, Flávio Dino, do PCdoB.

Sem o aval de Sarney, o presidente Michel Temer pediu ao PTB que indicasse outro nome. Fernandes recebeu a notícia na manhã desta terça-feira (2) do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson.

A decisão do presidente causou desconforto na bancada do PTB na Câmara dos Deputados. “Não aceitamos outra indicação. A indicação do Pedro Fernandes é a do partido”, disse o líder Jovair Arantes (PTB-GO).

Nesta terça-feira (2), Fernandes enviou mensagem a correligionários e aliados agradecendo o apoio ao seu nome, mas lamentando que ele não tenha sido escolhido.

“Infelizmente, não deu, devido ao embaraço que eu crio na relação do presidente Michel Temer com o ex-presidente José Sarney”, disse.

O nome de Fernandes estava desde a semana passada sob avaliação do setor de inteligência do Palácio do Planalto, que costuma realizar levantamento sobre os antecedentes dos ministros para efetivar a nomeação.

O PTB ainda não tem um novo nome para indicar para o lugar de Fernandes, que esperava assumir a pasta ainda nesta semana.

O Ministério do Trabalho está sem titular desde que o também deputado federal pelo PTB Ronaldo Nogueira pediu demissão, no último dia 27. Ele se desligou com o argumento de que quer se dedicar à sua campanha pela reeleição.

No mesmo dia em que saiu da pasta, ele publicou nova portaria sobre a definição de trabalho escravo, que deixa mais rígidas as definições do que leva à punição do empregador.

Na data, Fernandes disse que havia sido convidado por Jovair Arantes e que não disputaria um novo mandato neste ano. “Foi um susto, mas estou topando. Já me refiz do susto e vamos lá”, afirmou.

Ainda segundo Fernandes, Jovair estava acompanhado de Nogueira no momento do convite, feito por telefone.

Folha de São Paulo


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Política

Deputado Pedro Fernandes assumirá Ministério do Trabalho no governo Temer

O deputado federal maranhense Pedro Fernandes foi convidado pelo PTB para ser o novo ministro do Trabalho. Se o nome do parlamentar for confirmado pelo Palácio do Planalto, ele substituirá Ronaldo Nogueira, que pediu demissão do cargo nesta quarta-feira (27), alegando motivos pessoais.

Ao G1, o deputado afirmou que sua nomeação deve ser publicada no Diário Oficial da União até sexta-feira (29) e que a posse acontecerá na próxima semana. O Planalto, contudo, diz não ter nenhuma informação até o momento.

Pedro Fernandes Ribeiro tem 68 anos e é formado em Engenharia Civil, pela Escola de Engenharia do Maranhão. Como político o maranhense já foi vereador de São Luís-MA e atualmente cumpre o seu quinto mandato como deputado federal, eleito desde 1999.

Entre os cargos públicos que ocupou durante a carreira, Pedro Fernandes foi engenheiro do Banco de Desenvolvimento do Maranhão (1975-1982); presidente da Companhia de Limpeza e Serviços Urbanos de São Luís (1989-1992); secretário municipal de Obras e Transportes de São Luís (1993); secretário municipal de Infraestrutura de São Luís (1993-1995); e secretário de Educação de São Luís (2012-2014).

Do G1,MA


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Política

Filho de Pedro Fernandes é nomeado Adjunto no governo

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), fez um gesto ao líder da bancada do Maranhão na Câmara Federal, deputado Pedro Fernandes (PTB). Dino nomeou, na semana passada, Paulo Casé A. Ribeiro Fernandes para ser secretário adjunto de Desenvolvimento Urbano (SADU), cargo subordinado a Secretaria de Estado das Cidades e Desenvolvimento Urbano (SECID).

Filho do deputado Pedro Fernandes, Paulo Casé é arquiteto, trabalhou na época na Caixa Econômica com Flávia Alexandrina e já fazia parte do quadro da Secretaria de Cidades. Ele substitui na Secid Alfredo Costa, que assumiu o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

O Iphan foi disputado pelo PT que tentou emplacar Raimundo Nonato, o Chocolate; Márcio Jerry também buscou colocar Aquiles do Instituto do Patrimônio de São Luís; o ex-senador José Sarney indicou Ana Graziella, mas o vice-presidente da Câmara Federal, deputado Waldir Maranhão mostrou força e conseguiu a nomeação de Alfredo Costa.


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Política

Flávio Dino e Pedro Fernandes no Palácio dos Leões

Governador Flávio Dino ao lado do líder da bancada maranhense na Câmara Federal, deputado Pedro Fernandes.

Governador Flávio Dino ao lado do líder da bancada maranhense na Câmara Federal, deputado Pedro Fernandes.

O governador Flávio Dino e o líder da bancada federal, deputado Pedro Fernandes, reuniram-se no Palácio dos Leões na tarde de ontem segunda-feira (15) para tratar de novos projetos para a Segurança Pública. O parlamentar reiterou a disposição para o diálogo e a colaboração entre Câmara Federal, Governo Federal e Governo do Estado para unir esforços de melhorar progressivamente os indicadores da Segurança Pública no Estado.

Pedro Fernandes representa os parlamentares maranhenses e os prefeitos municipais que pleitearam ações conjuntas de todas as esferas do poder na área durante reunião ocorrida em Brasília. O parlamentar reiterou que tem pautado junto à bancada do Nordeste o tema Segurança Pública, de modo a assegurar apoio do Governo Federal no combate à violência. A ideia é intensificar a presença da Polícia Rodoviária Federal nas estradas do Maranhão.

“Precisamos dotar as estradas federais de um maior policiamento, como forma de inibir a violência”, disse deputado federal Pedro Fernandes ao explicar que procurou o governador Flávio Dino, em busca de apoio, dado o bom trânsito do governador junto ao Ministério da Justiça.

“Viemos pedir o apoio do Governo do Estado para que, junto com a bancada federal, façamos um diagnóstico da necessidade de postos, equipamentos e contingente para aumentar a eficiência da fiscalização nas rodovias federais”, explicou o deputado e acrescentou que com fiscalização nas rodovias, diminui-se a força do tráfico de drogas, entre outras modalidades de crimes.


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Política

Deputado Pedro Fernandes sofre acidente e é internado no São Domingos

O deputado federal Pedro Fernandes (PTB), que comanda a bancada maranhense no Congresso, sofreu acidente automobilístico na BR na noite desta sexta-feira (10), mas passa bem.

O fato aconteceu próximo do município de Miranda do Norte.

Fernandes estava de viagem para participar da festa de aniversário da cidade de Colinas, quando um veículo provocou o acidente. No acidente não teve vítima fatal.

O parlamentar foi transferido para São Luís e permanece internado sob cuidado de médicos do Hospital São Domingos, em São Luís.


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