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‘Conspiração’ de Fernando Sarney fez governo Roseana ignorar PSL em São Luís

Fernando Sarney: o negócio dele é ‘conspirar’

Fernando Sarney: o negócio dele é ‘conspirar’

A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), dá sinais de que pouco está preocupada com a eleição do pré-candidato à Prefeitura de São Luís, Washington Luiz Oliveira (PT) por desacreditar que tenha chances de fazer o prefeito da capital, chegando a descartar o apoio do PSL priorizando o PRB, que numa articulação de mão dupla facilitou a entrada na Câmara Federal do filho do ficha-suja e ex-prefeito de Caxias, Paulo Marinho, que é amigo pessoal do empresário Fernando Sarney.

Hoje, o Partido Social Liberal é reconhecido pela força política na capital em virtude dos membros que dele fazem parte, a exemplo do presidente da Câmara, Isaias Pereirinha, além de outros vereadores.

O desprestigio do governo com o PSL foi encarado de forma negativa, no qual chamou atenção o descaramento de Fernando Sarney, que vinha atuando em favor de Paulo Marinho Júnior, e confidenciou ao presidente do PSL, o vereador Chico Carvalho, que estaria ajudando ao partido no duelo contra o PRB de Cléber Verde pela conquista da Secretaria de Pesca. Pura conspiração!

Fernando que mantinha contato político e amigável com Carvalho, hoje é ignorado da forma como o governo Roseana Sarney fez com a sigla.

As negociações em torno da criação da Secretaria de Pesca ocorreram há 3 meses , durante uma reunião no Palácio dos Leões, que teve a participação da Articulação Política do Governo do Estado.

Paulo Marinho abraçado com o filho deputado federal

Paulo Marinho abraçado com o filho deputado federal

Durante a conversa, Roseana Sarney afirmou que daria a Pasta ao deputado Edson Araújo (PSL), que se manteve aliado ao grupo votando em favor dos requerimentos do Palácio dos Leões na Assembleia Legislativa.

Foi então que surgiu a conspiração de Fernando Sarney, ou seja, o lobo vestido em pele de cordeiro, que se apresentava como aliado do partido, mas no dia-a-dia era ao contrário do projeto político do Diretório Municipal do PSL.

A tática inescrupulosa do empresário acabou obtendo resultados favoráveis ao peemedebista Paulo Marinho Júnior, que era apenas o segundo suplente da coligação com improváveis chances de assumir como deputado federal.

Pelo visto, o modo genial de conspiração de Fernando Sarney fez desenterrar o túmulo e trazer de volta ao cenário político o amigo e aliado Paulo Marinho. Uma lastima!


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Poder

Escolha de Cléber Verde enfraquece o setor de pesca no Maranhão

A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), durante a campanha de 2010 assumiu o compromisso de criação de uma Secretaria de Pesca no Maranhão. E que entregaria a Pasta para o setor pesqueiro.

O espertalhão Cleber Verde

O espertalhão Cleber Verde

Depois de eleita, a governadora simplesmente esqueceu-se da promessa feita durante a campanha, desconsiderou que o Maranhão tem o segundo maior litoral, a maior concentração de mangues e o maior contingente humano de trabalhadores na pesca do país. E mais: que o Governo Federal tem um Ministério de Pesca.

Nos últimos tempos, sentindo vontade de alavancar o setor, Roseana Sarney decidiu finalmente criar a Secretaria de Pesca. E a principio entrega-la para quem realmente entende do assunto: do setor pesqueiro.

Estranhamente, a governadora atendeu aos misteriosos pedidos do irmão, o empresário Fernando Sarney, para colocar na Pasta o deputado federal Cléber Verde (PRB).

Fernando Sarney, na verdade, quer agraciar o eterno amigo, ex-sócio ex-prefeito e ex-deputado federal Paulo Marinho. Se Verde for ocupar a futura Secretaria assume em seu lugar o suplente de deputado federal, Paulo Marinho Júnior. Aqui fica claro o negócio.

Cléber Verde que foi votado pela maioria dos eleitores das colônias de pescadores do Maranhão, não tem nenhuma ação ou emenda em favor do setor pesqueiro. Hoje é odiado pelos pescadores maranhenses.

O seu irmão Júnior Verde, que ocupa a Superintendência de Pesca do Governo Federal no Maranhão, só entende de peixe quando já está cozido ou frito á mesa. Ele é escrivão de policia. Durante toda a sua gestão não houve nenhum avanço do setor pesqueiro do Estado.

Entregar a Secretaria de Pesca para o deputado federal Cléber Verde, será um equivoco enorme que o Governo irá cometer. É como se Roseana Sarney estivesse levando a pesca no Maranhão do nada a lugar nenhum.


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Poder

Justiça decreta prisão de Paulo Marinho

Blog do Ricardo Marques

O juiz Paulo Afonso Vieira Gomes (3ª Vara da Comarca de Caxias) determinou a expedição de Mandado de Prisão em desfavor do ex-prefeito Paulo Marinho.

A decisão do juiz está fundamentada no Art. 733, 1º, do Código de Processo Civil (CPC):

Art. 733 – Na execução de sentença ou de decisão, que fixa os alimentos provisionais, o juiz mandará citar o devedor para, em 3 (três) dias, efetuar o pagamento, provar que o fez ou justificar a impossibilidade de efetuá-lo.

§ 1º – Se o devedor não pagar, nem se escusar, o juiz decretar-lhe-á a prisão pelo prazo de 1 (um) a 3 (três) meses.

De acordo com a decisão prolatada nos autos da Ação de Alimentos, o mandado foi expedido na última segunda-feira (21.11).


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Poder

Ministério Público ingressa na justiça contra Paulo Marinho

Paulo Marinho um dos piores políticos do Maranhão

Paulo Marinho um dos piores políticos do Maranhão

A 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Caxias ingressou, em agosto, com uma Ação Civil de Execução Forçada contra o ex-prefeito do município, Paulo Marinho, para obrigá-lo a pagar à Receita Estadual o valor de R$ 173.320,06, referente a multas impostas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), que o condenou por irregularidades na prestação de contas do exercício financeiro de 1996.

O pedido do Ministério Público baseou-se nos acórdãos 606/2008 e 140/2010, que contêm a condenação do executado. A decisão do TCE já transitou em julgado, ou seja, contra a mesma não cabe mais recurso.

Na Ação Civil, a promotora de Justiça Carla Mendes Pereira Alencar, titular da 1ª Promotoria de Caxias, requer que a Justiça determine o prazo de três dias, a contar da citação, para que Paulo Marinho pague o valor devido à Receita Estadual por meio de depósito bancário, acrescido de atualização monetária, juros e custas processuais.

Em caso de descumprimento, o ex-prefeito de Caxias poderá ter tantos de seus bens penhorados até que sejam suficientes para a quitação do débito.

(Com informações do Ministério Público)


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