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Enquanto Roseana passeia em Paris, Washington se aproveita de sindicalistas

Washgiton Oliveira se aproveita de reunião em prol das eleições

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O governador em exercício, Washington Luiz Oliveira, teve encontros com lideranças sindicais, na manhã desta quinta-feira (19), no Palácio dos Leões. Ele conversou com o presidente da Nova Central Sindical e presidente eleito do Conselho Estadual do Trabalho, Raimundo Henrique da Silva, e com a nova diretoria da Associação de Moradores da Cidade Olímpica.

Durante areunião com Raimundo Henrique da Silva foram discutidas as políticas de geraçãode emprego e renda do Governo do Estado. Também presentes os secretários de Estado de Comunicação Social, Sérgio Macedo; e do Trabalho e Economia Solidária, José Antônio Heluy

Eles falaram também sobre a posse da nova diretoria do Conselho, que está marcada para o dia 25 deste mês. O conselho do trabalho é um espaço no qual a sociedade civil organizada tem a oportunidade de discutir as políticas públicas nessa área. É onde se trata da questão da geração de emprego, renda e da qualificação profissional.

“O que eu quero aqui, é ter a oportunidade de fazer nesta gestão um bom trabalho com o apoio do governo e da classe empregadora”, destacou Raimundo Henrique.

Atualmente, o Conselho tem como presidente o secretário José Antônio Heluy, que após a posse do novo presidente passa a ser vice. Raimundo Henrique da Silva assume como representante da bancada do trabalhador e no próximo ano entrega o cargo para um representante da bancada do empregador.

Cidade Olímpica – A presidenteda entidade da Cidade Olímpica, Kênia Delane Pinheiro, apresentou algumas solicitações da comunidade nas áreas de educação e saneamento. “Vou encaminhar as solicitações para as secretarias e órgãos responsáveis, para que seja dado o encaminhamento”, garantiu Oliveira.

O encontro foi uma retribuição à visita feita pelo vice-governador na semana passada. Na ocasião, Kênia Pinheiro também ressaltou que uma reivindicação antiga dos moradores da área é a titularidade dos terrenos. “Os comerciantes ficam impossibilitados de registrar firma, adquirir empréstimos ou mesmo os moradores não conseguem financiamento para melhoria habitacional, pois não têm como comprovar a propriedade do imóvel”, explicou.


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