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Justiça quebra sigilo de Orlando Silva e Agnelo Queiroz

Orlando Silva e Agnelo

Orlando Silva e Agnelo

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Cesar Asfor Rocha determinou nesta sexta-feira (18) a quebra de sigilo bancário e fiscal do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, do ex-ministro do Esporte, Orlando Silva, do policial militar João Dias Ferreira e de mais oito empresas e entidades.

O pedido de acesso às movimentações foi feito nesta sexta, mais cedo, pelo procurador-geral da República Roberto Gurgel.

Todos são suspeitos de envolvimento no suposto esquema de desvio de dinheiro público do programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte, que visa desenvolver atividades esportivas com crianças e adolescentes em comunidades carentes.

Agnelo foi ministro da pasta entre janeiro de 2003 e março de 2006 e foi sucedido por Orlando Silva, que deixou o cargo em outubro deste ano, após denúncias de envolvimento no mesmo esquema. Segundo as denúncias, dinheiro repassado a ONGs conveniadas eram desviados para pessoas ligadas ao PC do B. Ambos negam participação.

Do G1


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Confirmado: ministro do PCdoB já pediu demissão do cargo

Orlando Silva se despede do Ministério do Esporte

Orlando Silva se despede do Ministério do Esporte

Em reunião com deputados e senadores do PC do B, o presidente do partido, Renato Rabelo, informou que o ministro Orlando Silva (Esporte) decidiu pedir demissão do cargo, o que já foi comunicado em conversa mais cedo ao ministro Gilberto Carvalho e será oficializado à presidente Dilma Rousseff num encontro às 17h30.

A reunião dos parlamentares durou cerca de três horas. Ao final, Rabelo pediu à imprensa que aguardasse o encontro com a presidente Dilma, quando o partido espera ser informado se permanece com a pasta.

O partido decidiu na reunião que irá continuar defendendo o ministro das acusações de corrupção na pasta. Segundo um interlocutor da legenda, “a pessoa física” Orlando terá o apoio do partido.

Com informações da Folha


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Poder

Orlando Silva vai entregar cargo hoje, Flávio Dino poderá substituir

Flávio Dino poderá ser o ministro do Esporte

Flávio Dino poderá ser o ministro do Esporte

A direção do PC do B afirmou que o ministro Orlando Silva (Esporte) vai entregar o cargo nesta quarta-feira (26) à presidente Dilma Rousseff.

O governo já está buscando nomes para substituí-lo na pasta. Os cotados para a vaga são os deputados Aldo Rebelo (PC do B-SP) e Luciana Santos (PC do B-PE) e Flávio Dino (PC do B-MA).

Orlando afirmou que quem demite ou nomeia ministro é a presidente Dilma. “Não dou nenhum passo sem a orientação da presidente”, disse em mensagem enviada por celular.

A situação de Orlando se agravou ontem (25), data em que o STF (Supremo Tribunal Federal) iniciou, de fato, as investigações de um suposto envolvimento do ministro na pasta. E após a Folha revelar que em julho de 2006 Orlando assinou um despacho que reduziu o valor que a ONG do policial militar João Dias Ferreira precisava gastar como contrapartida para receber verbas do governo, permitindo que o policial continuasse participando de um programa social do ministério.

Com informações da Folha


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Poder

Empresas fantasmas receberam R$ 1,3 milhão via Ministério do Esporte

Dezenas de cheques de um convênio do Ministério do Esporte mostram que o descontrole no uso do dinheiro público não atinge só o programa Segundo Tempo. Pelo menos R$ 1,3 milhão do ministério foi parar no ano passado na conta de empresas fantasmas ou sem relação com o produto vendido para o programa Pintando a Cidadania.

Há cheques, por exemplo, de R$ 364 mil, R$ 311 mil, R$ 213 mil, R$ 178 mil, R$ 166 mil e R$ 58 mil. O dono de uma empresa destinatária dos cheques disse ao Estado que desconhece o que foi vendido, alegando ter “arranjado” a nota fiscal para um amigo receber dinheiro do ministério.

Chque e nota da Contemporânea: R$ 362 mil

Chque e nota da Contemporânea: R$ 362 mil

No dia 31 de dezembro de 2009, o secretário de Esporte Educacional, Wadson Ribeiro, assinou convênio de R$ 2 milhões com o Instituto Pró-Ação, com sede em Brasília. Ex-presidente da UNE e filiado ao PC do B, Wadson é homem de confiança do ministro Orlando Silva e assinou, nos últimos anos, boa parte dos convênios sob suspeita. Segundo o Portal da Transparência, o convênio com a Pró-Ação foi encerrado em abril deste ano e está em fase de prestação de contas.

O Pintando a Cidadania atua em parceria com outros projetos do ministério. para “fomentar a prática do esporte por meio de distribuição gratuita de material esportivo e promover a inclusão social de pessoas de comunidades reconhecidamente carentes”.

Guerreiros: R$ 178 mil para empresa inexistente no endereço

Guerreiros: R$ 178 mil para empresa inexistente no endereço

Automatec recebeu R$ 311 mil por tecidos em lojas de motos

Automatec recebeu R$ 311 mil por tecidos em lojas de motos

O contrato com o Pró-Ação menciona uma conta corrente em nome do convênio. No dia 26 de abril de 2010, o instituto repassou um cheque dessa conta no valor de R$ 311.346,05 para a empresa Automatec Tecnologia e Serviços, registrada na cidade de Valparaíso de Goiás como uma loja de motos, a “Oliveira Motos”. Segundo a nota fiscal emitida, o dinheiro do Esporte pagou “tecidos, algodão e tinta”. Em entrevista ao Estado, Marcos Oliveira, dono da Automatec, disse desconhecer o Pró-Ação: “Não conheço a ONG. Eu arranjei o nome da empresa para um amigo, a gente joga bola junto”.

Seu amigo é Edinaldo Moraes, dono da Contemporânea Comércio e Serviços, que também está na prestação de contas da ONG. Cinco cheques do convênio foram parar na conta dessa empresa. No mesmo dia 26 de abril de 2010, quando a loja de motos Automatec levou R$ 311 mil, um cheque de R$ 364 mil foi depositado em nome da Contemporânea. A empresa recebeu ao todo R$ 817 mil para supostamente vender fios de costura, agulhas e tecidos. No dia 20 de setembro de 2010, auge da campanha eleitoral, a ONG repassou R$ 213 mil para a Contemporânea.

Do Estadão


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Poder

Crise no Ministério comandado pelo PCdoB

Orlando Silva

Orlando Silva

Enquanto esportistas brasileiros participam de suas competições no México, a situação do ministro Orlando Silva vai de mal a pior aqui no Brasil.

Orlando silva que tem o comando da Pasta de Esporte vem sendo acusado recentemente de corrupção e ambas coisas inclusive desvio de dinheiro público.

Foram obtidos documentos aonde a imprensa nacional chegou a divulgar, onde mostra que a mulher do ministro Anna Cristina, recebeu dinheiro da União por meio de uma ONG filiada ao PCdoB.

Isso é apenas alguns dos fatores que vem sendo apresentados contra o ministro. Muita coisa ainda está por vir!

Especula-se também destinação de dinheiro para empresas que sempre viveram de fachada, sendo mais clara nunca existiu!

O contrato seria um projeto voltado para crianças, que as mesmas chegaram a preencher fichas para a participação. Infelizmente não teve continuidade.


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Poder

Assessores do ministro do PCdoB ajudaram PM a burlar fiscalização irregularmente

Em gravações obtidas por VEJA, funcionários do ministério ajudam o PM a se livrar de ofício que o acusava de irregularidades

O PM João Dias, que narrou a VEJA os bastidores do esquema de corrupção operado no Ministério do Esporte (Lula Marques/Folhapress)

A edição de VEJA que chega às bancas neste sábado traz mais um capítulo do esquema de corrupção que transformou o Ministério do Esporte numa fábrica de dinheiro para o PCdoB – e também para políticos e entidades ligadas a ele.

Depois de relatar, na semana passada, denúncias do policial João Dias Ferreira contra o ministro Orlando Silva e seus comandados, VEJA teve acesso a novas provas da maneira como a máquina do Esporte se corrompeu. São gravações de uma conversa de abril de 2008 entre João Dias e dois assessores próximos de Orlando Silva: Fábio Hansen, então chefe de gabinete da Secretaria de Esporte Educacional, que cuida do programa Segundo tempo, e Charles Rocha, então chefe de gabinete da secretaria executiva do ministério.

Foi o próprio João Dias quem registrou a conversa. Militante do PCdoB e dirigente de uma ONG, ele havia sido pego de surpresa por um ofício do Ministério do Esporte, enviado à polícia militar, responsabilizando-o por irregularidades e desvios de dinheiro num convênio de sua entidade com o programa esportivo federal Segundo Tempo. Em sua visita aos assessores de Orlando Silva, ele cobrava uma solução para o problema. E a pressão surtiu efeito imediato.

A gravação demonstra que Hansen e Rocha se esmeraram para arquitetar uma fraude que livrasse João Dias da investigação. “A gente pode mandar lá um ofício desconsiderando o que a gente mandou”, propôs Charles Rocha. E Hansen completou: “Você faz três linhas pedindo prorrogação de prazo.” Ele ainda explicou que esses pedido de prorrogação deveria ter data falsa.

Nos dias seguintes, a operação foi realizada exatamente como programado. Os dois ofícios enviados à PM – o original e o que pede que a investigação seja esquecida – foram reproduzidos pelo site de VEJA.

Alvejado pelas denúncias de João Dias, o ministro Orlando Silva passou a semana se explicando. Tentou desqualificar o acusador, qualificando-o de “bandido”. A gravação obtida por VEJA mostra que figuras graúdas do ministério não pouparam esforços para beneficiar o “bandido” com uma fraude.

Em depoimento no Congresso, Orlando Silva chegou a mencionar o vai-e-vem de ofícios entre o Esporte e a polícia militar, qualificando-o como procedimento administrativo regular. Também não é isso o que transpira das gravações.

Sim, é verdade que um terceiro documento, informando sobre a abertura de uma auditoria nos convênios do policial, foi enviado à PM pelo ministério. Só que um ano e meio depois da inacreditável – e reveladora – reunião entre João Dias, Hansen e Rocha, que VEJA esmiúça na edição desta semana.


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Poder

Mulher de ministro do PCdoB recebeu dinheiro por meio de ONG

Orlando Silva e esposa Ana Cristina

Orlando Silva e esposa Ana Cristina

Documentos obtidos pelo Grupo Estado mostram que Anna Cristina Lemos Petta, mulher do ministro do Esporte, Orlando Silva, recebeu dinheiro da União por meio de uma ONG comandada por filiados ao PCdoB, partido do marido e ministro.

É a própria Anna Petta quem assina o contrato entre a Hermana e a ONG Via BR, que recebeu R$ 278,9 mil em novembro do ano passado. A Hermana é uma empresa de produção cultural criada pela mulher do ministro e sua irmã, Helena. Prestou serviços de assistente de pesquisa para documentário sobre a Comissão da Anistia.

A empresa foi criada menos de 7 meses antes da assinatura do contrato com a entidade. Pelo trabalho, recebeu R$ 43,5 mil.

A ONG Via BR tem em seus quadros Adecir Mendes Fonseca e Delman Barreto da Silva, ambos filiados ao PC do B. A entidade também foi contratada em maio do ano passado pelo Ministério do Esporte, para promover a participação social na 3ª Conferência Nacional do Esporte. No negócio, recebeu mais R$ 272 mil.

A informação sobre negócios da União com a empresa de familiar de Orlando Silva teria preocupado a presidente Dilma Rousseff, que deve se reunir ainda hoje com o ministro. Silva poderá deixar o Palácio do Planalto na condição de ex-ministro do Esporte.

(Com informações do Estadão)


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Poder

Planalto pede que ministro do PCdoB entregue o cargo

É hora de sair, companheiros

Orlando Silva poderá entregar o cargo

Orlando Silva poderá entregar o cargo

Sem conseguir conter a crise política que envolve o ministro do Esporte, Orlando Silva, e seu partido, o Palácio do Planalto já emitiu sinais de que seria melhor o PCdoB entregar logo o cargo e conduzir o processo de saída do ministro. Segundo interlocutores da presidente Dilma Rousseff, quanto mais demorar essa solução, mais o PCdoB e o governo ficarão fragilizados. Dilma chega nesta quinta-feira à noite da viagem à África e pode se encontrar ainda nesta quinta-feira com Orlando e com o presidente do PCdoB, Renato Rabelo. Dirigentes do partido já admitiam reservadamente que podem ficar sem o Ministério do Esporte, tamanho o desgaste político.

O desgaste atinge não só o ministro, que está no foco de denúncias de irregularidades, mas todo o partido, uma vez que o PCdoB comanda a pasta há quase nove anos, desde o primeiro ano do primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E desgasta a imagem do governo da presidente Dilma, que manteve o partido à frente do Esporte mesmo ciente dos desvios no programa Segundo Tempo nos últimos anos – a Controladoria Geral da União (CGU) apontou irregularidades em 67 convênios e o governo cobra mais de R$ 49 milhões em recursos desviados por ONGs, prefeituras e governos estaduais desde 2006.

Enquanto estava em Moçambique, nesta quarta-feira, a presidente Dilma foi informada por auxiliares do Palácio do Planalto que o tiroteio contra Orlando se intensificou, apesar das explicações do ministro e da avaliação política de que ele teve bom desempenho nos depoimentos na Câmara e no Senado. Já é reconhecido no núcleo do governo de que o ministro do Esporte está extremamente fragilizado, e que, se ficar no cargo, será uma espécie de “fantasma” até sua substituição definitiva na reforma ministerial que deve ocorrer em janeiro.

Integrantes do PCdoB receberam o recado do Planalto. Procurado pelo GLOBO, o presidente do partido, Renato Rabelo, reagiu à possibilidade de conduzir a saída de Orlando.

O Globo


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Presidente dá a entender que o governo se prepara para substituir ministro do PCdoB

Temer: quando sai um ministro imediatamente se nomeia outro

Michel Temer dá a entender que governo se prapara papra mudança

Michel Temer dá a entender que governo se prapara papra mudança

O presidente da República em exercício Michel Temer deu a entender na noite de ontem, 17, que o governo já está se preparando para a saída do ministro dos Esportes Orlando Silva, que vem sofrendo um bombardeiro nos últimos dias. Conforme Temer, a situação de Silva “não tumultua minimamente o governo: quando sai um ministro imediatamente se nomeia um outro e o governo tem sequência natural”.

Ele deu essas declarações depois de proferir palestra em Salvador na abertura do 15º Congresso de Direito Administrativo. O presidente em exercício se referiu três vezes sobre a possibilidade do ministro dos Esportes cair.

Orlando Silva

Orlando Silva

“O governo não para quando cai um ministro, mas o governo não está contando com isso”, declarou. Logo depois, lembrou que, na saída dos outros ministros de Dilma Rousseff “não houve descontinuidade no governo”. Ponderou, no entanto, ser preciso “aguardar os acontecimentos”.

Casco duro – O governador Jaques Wagner referiu-se ao termo que o ex-presidente Lula usou na última visita a Salvador para aconselhar os ministros de Dilma a terem “casco duro” e não pedir demissão quando começarem a ser atacados.

Indagado se o caso de Orlando Silva não é semelhante aos outros ministros que caíram, Wagner ponderou que não se pode comparar os casos. “Cada denúncia é uma denuncia, cada explicação é uma explicação e aí tem muito de foro íntimo também de quem está se defendendo (…) a decisão é muito dele”, afirmou.


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