Poder

Corpo de empresário é encontrado na piscina de casa

Um empresário, identificado como Francisco de Assis Teixeira Noronha, de 62 anos, foi encontrado morto dentro da própria casa na manhã desta segunda-­feira (7). O corpo da vítima estava dentro da piscina em sua residência, situada na avenida Atlântica, no bairro do Olho d’Água.

Francisco trabalhava no ramo de autopeças e morava sozinho. O corpo foi encontrado pelo caseiro e encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), no Itaqui-Bacanga..

Segundo a polícia, as causas da morte ainda serão investigadas.

A investigação será acompanhada pela Superintendência Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção às Pessoas (SHPP).


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Cidade

Ônibus provoca acidente no retorno do Olho d’Água

Na manhã deste domingo (19), um ônibus de Rosário capotou no retorno do Olho d’Água, em São Luís. De acordo com a Polícia, uma mulher sofreu corte na testa e foi levada para o Hospital Socorrão 1.

O veiculo que é de propriedade da Expresso Rosariense, transportava 40 passageiros quando falhou o freio assim que se aproximou da rotatória.

“Algumas pessoas estão machucadas, outras saíram ilesas. Eu mesmo falei com o motorista e ele não apresenta nenhum sinal de embriaguez. A nosso ver, o acidente é fruto de falha mecânica e o motorista evitou um mal maior”, afirmou o tenente, em entrevista à Rádio Mirante AM.


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Cidade

MPF quer garantia de acesso pela praia às residências instaladas no Olho D’água

O Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) pediu que a Justiça Federal garanta acesso às pessoas que moram no bairro do Olho D’água e dependem do trânsito pela praia para chegarem às suas residências. A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) deverá franquear o acesso às casas que comprovarem inexistência de acesso por rua, excluindo-se empreendimentos comerciais.

O trânsito de veículos nas praias de São Luís foi proibido em 2008, pela portaria nº 003/2008 da SMTT. Em dezembro de 2011, a Justiça Federal deferiu o pedido de antecipação de tutela movido pelo MPF na ação de proteção às praias da zona costeira da cidade. Com a determinação, o município ficou responsável por efetivar, nos termos da portaria, a interdição do acesso, sinalização, controle de entrada de veículos e fiscalização da área.

O procurador da República responsável pela ação, Alexandre Silva Soares, destacou que a SMTT demorou quatro meses para efetivar a medida. Além disso, a secretaria não observou a existência de residências nas proximidades da praia ao implementar as ações.

Para o procurador, apesar da construção irregular de algumas residências, o controle de entrada de veículos foi um ponto expressamente postulado pelo MPF na ação. “A prefeitura não observou a necessidade de promover o controle da entrada de veículos, no que tange às pessoas que moram nesses locais,” afirmou Alexandre Soares.

O MPF pediu à Justiça Federal que até o julgamento da demanda fique resguardado o acesso dos moradores às suas residências. Pediu ainda que a proibição do estacionamento em área de preservação e no espaço da praia permaneça inalterada.


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