Política

Michel Temer pressiona senadores maranhenses por voto a favor do impeachment

Em discurso na tribuna do Senado, senador João Alberto de Souza (PMDB-MA)

A dois dias do início da fase final do processo de impeachment, o presidente interino, Michel Temer, abriu espaço na sua agenda nesta terça-feira (23) para receber senadores nordestinos que têm evitado se posicionar publicamente sobre a votação que definirá o destino da presidente Dilma Rousseff. No final desta manhã, o peemedebista recebeu em audiência Edson Lobão (PMDB-MA), João Alberto Souza (PMDB-MA) e Roberto Rocha (PSB-MA).

Os dois últimos não têm declarado seus votos na fase final. Os três maranhenses também estão na mira do Palácio do Alvorada na tentativa de evitar um placar de 54 votos favoráveis ao afastamento definitivo da petista. Na votação da pronúncia, os três votaram pelo prosseguimento do processo de impeachment. No caso de João Alberto, até a véspera da votação, ele era considerado um voto certo em apoio à petista, mas mudou de posição de última hora após pressão do governo peemedebista.

Como o Nordeste é considerado um dos principais redutos eleitorais petistas no país, o receio do Palácio do Planalto é que os senadores sofram pressão de suas bases eleitorais para mudar o voto na fase final. Além disso, teme que o discurso emotivo da presidente afastada marcado para a segunda-feira (29), no Senado Federal, possa virar votos na última hora. Para evitar colocar suas digitais no processo de impeachment, a estratégia do presidente interino tem sido a de receber os indecisos para discutir projetos de interesse deles. Na saída do encontro, contudo, cabe a assessores presidenciais procurá-los para abordar sobre a votação no Senado Federal.

Além de atuar pessoalmente junto a indecisos, o presidente interino tem feito ofensiva para evitar que a votação estenda até o dia 31, atrapalhando sua viagem à China. O Palácio do Planalto mobilizou a base aliada para que o processo termine no dia 29, já que ele terá que participar de uma cerimônia de posse no Congresso Nacional antes da viagem. Caso o presidente interino se torne definitivo, ele avalia fazer um pronunciamento no Congresso Nacional durante cerimônia de posse. O peemedebista também tem sido aconselhado a antecipar discurso em cadeia nacional de rádio e televisão que pretendia fazer no dia 07 de setembro. Ele, contudo, ainda não tomou uma decisão sobre o assunto.

Folha de São Paulo


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Poder

Temer manterá ministro da Transparência no cargo

G1, Brasília
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Após se reunir com o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil), o presidente em exercício Michel Temer decidiu nesta segunda-feira (30) que, “por enquanto”, manterá Fabiano Silveira no comando do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle, afirmaram ao G1 assessores do Palácio do Planalto. Segundo relatos de pessoas próximas a Temer, o peemedebista aguardará a repercussão política do caso antes de tomar uma decisão definitiva.

Fabiano Silveira procurou o presidente em exercício na noite deste domingo (29), no Palácio do Jaburu, para explicar o teor de sua conversa com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), na qual ele criticou a condução da Operação Lava Jato pela Procuradoria Geral da República (PGR), informaram assessores do Palácio do Planalto.

Reportagem exclusiva do Fantástico revelou neste domingo gravações na qual Fabiano Silveira, além criticar a PGR, dá conselhos a Renan Calheiros e ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado – ambos investigados no esquema de corrupção que atuava na Petrobras (assista ao vídeo acima). A conversa foi gravada por Machado, novo delator da Lava Jato, em 24 de fevereiro.

A exemplo do que fez no episódio que envolveu o ex-ministro do Planejamento, Temer pretende avaliar a repercussão política da conversa entre Renan Calheiros e o ministro da Transparência para decidir o futuro de Fabiano Silveira.
O conteúdo da gravação gerou intensa repercussão política em Brasília nesta segunda-feira. Enquanto parlamentares da base aliada de Temer cobraram explicações públicas do ministro, a oposição exigiu a saída de Fabiano Silveira do governo.

Gravações
Cerca de três meses antes de assumir o Ministério da Transparência, Fabiano Silveira esteve em uma reunião na residência oficial de Renan Calheiros na qual a Operação Lava Jato foi amplamente discutida.

Participam da reunião, além de Sérgio Machado e Renan Calheiros, Bruno Mendes, advogado e ex-assessor do presidente do Senado, e Fabiano Silveira, que, à época, integrava o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

No encontro, relatou o ex-presidente da Transpetro aos investigadores, foram discutidas as providências e ações que ele estava pensando em relação à Operação Lava Jato.

No áudio, é possível entender que Fabiano Silveira orienta Renan e Sérgio Machado sobre como se comportar em relação à PGR. A qualidade do áudio é ruim, há varias pessoas na sala, mas é possível identificar as vozes do presidente do Senado, do ex-presidente da Transpetro, de Fabiano Silveira e de Bruno Mendes.


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Cultura / Educação

Secretário do Rio assume Cultura de Temer após 5 mulheres recusarem

Do UOL
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O atual secretário municipal de Cultura do Rio, Marcelo Calero, será o novo secretário nacional de Cultura.

Ele foi convidado na noite da última terça (17) e, em seguida, informou o prefeito Eduardo Paes (PMDB) sobre sua intenção de aceitar o cargo. Mais cedo, Calero teve encontro com o ministro da Educação, Mendonça Filho, para anunciar sua decisão.

Nesta quarta (18), Calero está em Brasília para acertar os detalhes sobre a sua participação no governo. No início da tarde, ele foi ao Palácio Jaburu, em Brasília, para se encontrar com o presidente interino Michel Temer. Calero assume em meio a uma revolta da classe artística contra a extinção do Ministério da Cultura e sua integração ao MEC (Ministério da Educação e Cultura).

O convite a Calero representa um recuo na iniciativa de colocar uma mulher na chefia do órgão. Nos últimos dias o governo interino sondou diversas, mas foi recusado por todas.

Cinco mulheres disseram ter sido sondadas para o cargo e o recusaram: a antropóloga Cláudia Leitão, a consultora de projetos culturais e coordenadora de curso de pós­graduação da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Eliane Costa, a atriz Bruna Lombardi, a cantora Daniela Mercury e jornalista e apresentadora Marília Gabriela, que, mesmo sem receber convite oficial, declinou da possibilidade.

Em entrevista coletiva, O ministro da Educação e Cultura, Mendonça Filho, justificou o fim do Ministério da Cultura alegando que a existência de um ministério exclusivo para a área não seria garantia de recursos para a área. A declaração foi feita nesta quarta-feira (18) durante uma entrevista coletiva realizada no Palácio do Planalto para apresentar o novo secretário nacional de Cultura, Marcelo Calero. “O fato é que um ministério que cuida da Cultura não garante naturalmente recursos que possam ser alocados na área da cultura. Não é o nome ‘ministério’ que pode produzir a diferença”, afirmou.

A extinção do Minc e sua subordinação ao Ministério da Educação têm sido alvo de críticas de diversas entidades, artistas e até mesmo de políticos aliados ao presidente interino Michel Temer, como o ex-presidente José Sarney (PMDB), criador da pasta.

Mendonça Filho afirmou que a fusão das duas pastas dará mais “poder de fogo” durante negociações por mais recursos na definição do orçamento de 2017. “Toda a discussão orçamentária que será dada no Ministério do Planejamento e da Fazenda terá que ser considerada num bloco maior envolvendo. Para mim, isso fará com que se estabeleça vantagem no processo de negociação […] Vamos juntar para ampliar, não para diminuir”, afirmou.


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Poder

Marca do governo Temer foi escolhida por Michelzinho, seu filho de 7 anos

Folha de São Paulo

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“Quando entrou na sala, ele olhou e falou ‘que lindo’, com uma expressão de criança mesmo, verdadeira e emocional. Se uma criança gosta, é porque a gente tem algo puro, tem algo bom na mão. Foi o Michelzinho quem escolheu a marca.”

Elsinho Mouco, o publicitário por trás da nova identidade visual do governo do país sob comando de Michel Temer, fala extasiado sobre o momento em que o filho de sete anos do presidente interino se encantou pela imagem que seu pai vai usar para simbolizar e vender o atual momento político.

Das duas versões mostradas às vésperas do afastamento da presidente Dilma Rousseff a Temer e sua mulher, Marcela, na casa da família em São Paulo, Michelzinho gostou daquela em que a esfera celeste com uma faixa que diz “Ordem e Progresso” flutua sobre a palavra “Brasil” vista em perspectiva, logo abaixo do globo.

Esse recurso ao lema da bandeira nacional não é um acaso. Tem a ver com a explosão de verde e amarelo que tomou conta das ruas nos movimentos contra a administração petista, alvo de marchas históricas pelo país, como a que levou meio milhão de manifestantes à avenida Paulista em março, o maior ato político já registrado em São Paulo.

Mas mesmo que tenha encantado os Temer num momento fofo dos bastidores do marketing político, o gosto de Michelzinho não reflete as tendências do design atual.

Um tanto retrô, distante da onda de simplificação e releitura da austeridade o modernismo que domina o design nos últimos anos, a marca causou estranhamento entre designers ouvidos pela Folha pelo uso do degradê azulado e de seus contornos tridimensionais.

REFERÊNCIA POSITIVISTA
Estampado na bandeira do Brasil adotada em 1889, logo depois da proclamação da República, o lema “Ordem e Progresso” sintetiza uma frase do filósofo francês e fundador da sociologia Auguste Comte –”o amor por princípio, a ordem por base, e o progresso por fim”.

A ideia está na base da escola filosófica conhecida como positivismo, surgida na primeira metade do século 19. Ancorado no interesse por leis naturais, a ideia do movimento era interpretar o mundo não a partir das possíveis causas de seus fenômenos, mas buscando entender as leis que os regem, ou relações constantes entre fatos que podem ser observados.

A bandeira do país, uma adaptação do símbolo do Império, foi criada por Raimundo Teixeira Mendes.


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Poder

O histórico nebuloso dos ministros de Michel Temer

michel-temerO presidente interino da República, Michel Temer, assumiu o posto na última quinta-feira (12) e deu posse aos novos ministros, no mesmo dia. No entanto, a nomeação de alguns ministros já está repercutindo de forma negativa.

Dos 24 novos ministros, pelo menos sete tiveram seus nomes citados na Operação Lava Jato. São eles: Romero Jucá, do Planejamento; Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo; Henrique Eduardo Alves, do Turismo; Mendonça Filho, da Educação; Raul Jungmann, da Defesa; Ricardo Barros, da Saúde; e Bruno Araújo, das Cidades.

Além desses, existem outros que também estão na mira da Justiça, suspeitos de praticar crimes  de improbidade administrativa. Dentre eles, os ministros José Serra, das Relações Internacionais;  e Gilberto Kassab, das Comunicações.

Nas redes sociais, também circularam mensagens envolvendo os novos ministros com supostas práticas ilícitas. Foram citados os nomes de: Alexandre de Morais (Justiça), Blairo Maggi (Agricultura),  Alex Canziani (Trabalho), Eliseu Padilha (Casa Civil), Henrique Meirelles (Fazenda),  Osmar Terra (Desenvolvimento Social) e Leonardo Picciani (Esportes).

Em uma das mensagens, também foi evidenciado a ausência de mulheres e de negros na equipe de ministros do presidente Michel Temer.


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Política

Temer comanda 1ª reunião ministerial como presidente em exercício

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O presidente em exercício Michel Temer comandou na manhã desta sexta-feira (13) a primeira reunião ministerial do novo governo no Palácio do Planalto. O encontro começou por volta das 9h20 e a assessoria do peemedebista informou que alguns ministros concederão entrevista à imprensa ao final.

Temer passou a ocupar o cargo de presidente em exercício nesta quinta (12), após ser notificado da decisão do Senado, que abriu processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Com isso, ela vai ficar afastada por um prazo de até 180 dias enquanto a Casa decide se ela cometeu ou não crime de responsabilidade.

Ainda nesta quinta, Michel Temer deu posse aos 24 novos ministros do governo, como Eliseu Padilha (Casa Civil), Henrique Meirelles (Fazenda), Romero Jucá (Planejamento), Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo), José Serra (Relações Exteriores) e Alexandre de Moraes (Justiça e Cidadania). Em uma cerimônia no Salão Leste do Planalto, todos eles assinaram o termo de posse e passaram a responder pelas pastas.

Nesta quinta, após tomarem posse como ministros, os novos titulares do Planejamento, Romero Jucá (PMDB), das Cidades, Bruno de Araújo (PSDB), e da Educação e Cultura, Mendonça Filho (DEM), afirmaram que o objetivo da reunião desta sexta era o presidente em exercício passar aos seus auxiliares da Esplanada as diretrizes e prioridades para o governo ao longo dos próximos meses.

Segundo Bruno de Araújo, por exemplo, os novos ministros não devem levar mais de 30 dias para apresentar a Temer as propostas para as pastas, a fim de encontrar um “novo modelo de gestão.

Jucá, por sua vez, declarou que a prioridade é desenvolver o país, gerar empregos e ter uma base política “forte” e, por isso, Temer precisa passar as orientações “técnicas e políticas” sobre como funcionará o Executivo.


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Poder

Ricardo Guterres prestigia posse de Michel Temer e Sarney Filho

Blog do Daniel Matos

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O ex-secretário de Estado de Minas e Energia e militante partidário Ricardo Guterres foi a Brasília, ontem, prestigiar a posse do presidente Michel Temer (PMDB) e do ministro de Meio Ambiente, Sarney Filho. Recém-filiado ao PMDB, Guterres diz estar confiante no novo governo.

Testemunha dos principais acontecimentos políticos do Maranhão e do Brasil nas últimas três décadas, Ricardo Guterres fez questão de participar da posse, na capital federal. Após saudar o conterrâneo Sarney Filho, de quem é amigo pessoal, ele parabenizou Temer e manifestou sua torcida para que o novo presidente faça um governo de bonanças para os brasileiros.

“O novo momento político pelo qual passa o país pode marcar a restauração da autoestima dos brasileiros e trazer de volta a esperança do povo em viver dias melhores”, assinalou.


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Judiciário

Gilmar Mendes toma posse como presidente do TSE

Estadão

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Começou na noite desta quinta-­feira, 12, a sessão de posse do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A cerimônia contou com a presença do presidente da República em exercício, Michel Temer.

Ao abrir a sessão, o ministro Dias Toffoli, que deixa a presidência da Corte, disse que o Brasil vive um “dia histórico” nesta quinta. O ministro lembrou que Temer se formou em direito na Universidade de São Paulo (USP), assim como ele próprio, e que, como integrou a chapa vitoriosa na eleição presidencial de 2014, o presidente em exercício tem legitimidade para ocupar o cargo.

“Registro a presença das seguintes autoridades: o presidente da República, Michel Temer. Aqui nesta data de hoje, gostaria de fazer dois registros históricos. Desde 1902, vossa excelência natural de Tietê, um paulista não assumia a Presidência da República. Segundo registro, desde 1960, um aluno do Largo de São Francisco, da velha e sempre nova academia, não assumia a Presidência da República. Vossa excelência esteve aqui e foi diplomada por esta Justiça Eleitoral, estando devidamente legitimado como chefe de Estado da nação brasileira”, disse Toffoli.

Gilmar ficará à frente da Corte Eleitoral até 2018 e terá como vice o ministro Luiz Fux. O ministro é considerado um dos mais críticos ao PT na Suprema Corte, e será responsável por conduzir o julgamento das ações que tramitam na Corte Eleitoral contra a chapa presidencial eleita em 2014, na qual Dilma é a titular e Temer, o vice


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Poder

Após assumir presidência interina, Temer discursa e empossa ministros

Folha de São Paulo

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O peemedebista Michel Temer faz seu primeiro pronunciamento oficial desde que foi notificado e empossado como presidente interino.

Mais cedo, Dilma Rousseff deixou o Palácio do Planalto e discursou para seus apoiadores. Ela afirmou que o processo de impeachment foi “fraudulento” e se trata de um golpe; também disse que lutará para se manter no cargo.

Nesta quinta­-feira (12), o Senado decidiu aceitar o processo de impedimento e afastar Dilma Rousseff do poder.

Dilma é a segunda chefe de Estado a enfrentar formalmente um processo de impeachment desde a redemocratização, 24 anos após Fernando Collor. O vice Michel Temer (PMDB), 75, assumiu seu lugar interinamente nesta quinta
(12). Ele é a 41ª pessoa a ocupar o cargo de presidente da República.

A decisão foi tomada às 6h30, após uma sessão de quase 21 horas no plenário do Senado.

Com 78 senadores presentes, 55 votaram contra Dilma e 22 a favor, com 0 abstenções. Era preciso maioria simples para que o pedido fosse aceito.

O afastamento tem prazo máximo de 180 dias, mas a previsão é que o Senado julgue-­a pelas pedaladas fiscais e créditos orçamentários sem autorização antes disso.


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Poder

Michel Temer anuncia ministério do novo governo

G1, Brasília
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Logo após ter sido notificado da decisão do Senado Federal, que aprovou na manhã desta quinta-feira (12), a abertura de processo de impeachment e o afastamento por até 180 dias de Dilma Rousseff da Presidência da República, a assessoria do vice-presidente Michel Temer anunciou os nomes dos ministros que integrarão o ministério do novo governo.

Até a última atualização desta reportagem, dois ministérios (Integração Nacional e Minas e Emergia) ainda não tinha os nomes dos ocupantes definidos. O PMDB deverá ficar com uma dessas duas pastas e o PSB com outra.
Confira abaixo a relação dos novos ministros.

Henrique Meirelles – Fazenda

Romero Jucá (PMDB) – Planejamento

Marcos Pereira – Desenvolvimento, Indústria e Comércio

José Serra (PSDB) – Relações Exteriores com comércio exterior

Moreira Franco (PMDB) – secretario-Executivo do Programa de Parcerias e Investimentos

Eliseu Padilha (PMDB) – Casa Civil

Geddel Vieira Lima (PMDB) – Secretaria de Governo

Marcio Freitas – Secretaria de Imprensa (não é ministério)

Moreira Franco (PMDB) – secretário-executivo do Grupo do Programa de Parcerias e Investimentos

Sérgio Etchegoyen – ministro-chefe da Secretaria de Segurança Institucional (inclui Abin)

Mendonça Filho (DEM) Educação

Ricardo Barros (PP) Saúde

Alexandre de Moraes – Justiça e Cidadania

Blairo Maggi (PP) – Abricultura

Ronaldo Nogueira (PTB) – Trabalho

Osmar Terra (PMDB) – Desenvolimento Social e Agrário

Sarney Filho (PV) – Meio Ambiente

Bruno Araújo (PSDB) – Cidades

Gilberto Kasssab (PSD) – Ciência e Tecnologia e Comunicações

Maurício Quintella (PR) – Transportes

Fabio Medina – Advocacia-Geral da União (AGU)

Fabiano Augusto Martins Silveira – Fiscalização, Transparência e Controle (ex-CGU)

Raul Jungmann (PPS) – Defesa

Henrique Alves (PMDB) – Turismo

Leonardo Picciani (PMDB) – Esporte

Minas e Energia – entre PMDB e PSB

Integração Nacional – entre PMDB e PSB


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