Crime

Mulher que roubou bebê na maternidade fingiu gravidez ao namorado

suspeita

Mariluze Santos Pinheiro, suspeita de ter roubado um bebê com menos de um mês da Maternidade Marly Sarney, no bairro da Cohab, em São Luís, cometeu o crime para tentar manter o relacionamento com o companheiro. A informação foi confirmada, na tarde desta quinta-feira (2) pela Polícia Civil.

O bebê foi localizado e devolvido à família horas depois de ter sido retirado da maternidade. A suspeita responderá por subtração de incapaz. A pena para este crime é de dois a seis anos de reclusão.

De acordo com a delegada Maria de Jesus, titular da Delegacia de Polícia Civil da Cohab, a suspeita Mariluze teria inventado uma gravidez para o companheiro, que é pedreiro.

“Ela tinha fingido gravidez para o companheiro, na verdade um namorado, inclusive, existe fotografia onde ela está com roupas de grávida. A suspeita inventou toda essa história para o namorado que é bem mais jovem. Ela quis segurar o namorado. Quando ela viu que teria que apresentar um bebê foi até a maternidade e cometeu o crime” disse a delegada.

O homem, que não teve identidade divulgada, já prestou depoimento, onde disse que a companheira saiu de casa nesta manhã alegando ter entrado em trabalho de parto.

O caso
Mariluze Santos Pinheiro entrou na Maternidade Marly Sarney sob alegação de que iria acompanhar uma paciente, e saiu levando o bebê da mãe, que já tinha recebido alta hospitalar.

Vigilantes fizeram busca aos arredores da maternidade, mas não encontraram a suspeita, que foi localizada por policiais do 8º Batalhão da Polícia Militar (BPM) em um shopping próximo à maternidade. Ela estava sem documentos de identificação, mas foi levada para o 6º DP na Cohab.

G1, MA


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Crime

Bebê é raptado da Maternidade Marly Sarney, em São Luís

maternidadeflora

Um bebê foi raptado na manhã desta quinta-feira (2) da Maternidade Marly Sarney, no bairro da Cohab, em São Luís (MA). A informação foi confirmada por uma equipe da Polícia Militar do Maranhão (PM-MA), que foi acionada e esteve no local. Minutos depois de confirmado, a suspeita foi detida e o bebê recuperado.

De acordo com testemunhas, a suspeita é uma mulher que entrou na unidade para acompanhar uma paciente, e saiu levando o bebê da mãe, que já tinha recebido alta hospitalar. Vigilantes fizeram busca aos arredores da maternidade, mas não encontraram a suspeita.

Policiais do 8º Batalhão da Polícia Militar (BPM) rapidamente localizaram a suspeita em um shopping center próximo à maternidade, sem documentos de identificação. “Logo que soubemos, entramos em ronda e encontramos ao lado do Pop Center”, informou o cabo Chagas, do 8º BPM.

Na maternidade, a suspeita pelo rapto da criança deixou o nome falso. “Graças a Deus, a Polícia Militar com a Polícia Civil agiram rapidamente e essa criança está nos braços da mãe. Esses tipos de pessoas agem na calada da noite, iludindo e enganando as pessoas. O pior já passou”, afirmou à rádio Mirante AM o diretor da maternidade, André Oliveira.

À PM-MA, a suspeita recusou-se a falar. Ela foi encaminhada ao 6º Distrito Policial (DP), da região do Cohab-Anil. Imagens de câmeras de segurança da maternidade e de estabelecimentos vizinhos podem ajudar na investigação da Polícia Civil.

A criança foi devolvida à família, para realização de procedimentos na maternidade.

G1, MA


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Maranhão

Bebê nasce em calçada de maternidade em São Luis

Uma adolescente de 16 anos pariu na calçada depois de ter o atendimento negado na Maternidade Marly Sarney. O caso aconteceu no mês de junho, mas só foi denunciado pela família dois meses depois. A saída da ambulância e o parto foram filmados por um parente da mãe e mostrados no JM TV 2ª edição desse sábado (10).

O momento que deveria ser de maior felicidade na vida de uma adolescente, por muito pouco, não se tornou uma tragédia. Grávida e entrando em trabalho de parto, a jovem não pôde ser atendida na Maternidade Marly Sarney e, quando estava a caminho da Maternidade Maria do Amparo, no Anil, pariu ainda na calçada. Com os portões fechados, o vigia teria ido em busca de enfermeiros, mas, no momento em que os profissionais chegaram, a criança já havia nascido e estava sendo segurada por outra enfermeira, que foi ao encontro da ambulância que trazia a mãe.

O pai da criança, William Barbosa, criticou o tratamento e comparou o atendimento médico ao dispensado a um animal. “Nem com meus cachorros eu fazia isso”, reclamou.

O diretor da Maternidade Marly Sarney, Frederico Barroso, informou à equipe de reportagem que a jovem não pôde ser atendida naquela unidade por causa da superlotação. O médico considerou o fato normal, tendo em vista o grande número de casos semelhantes que ocorrem constantemente. Já o diretor-clínico da maternidade Luís Eduardo Ribeiro, disse que a técnica em enfermagem foi buscar a jovem na ambulância e quando chegou à porta da maternidade, o vigia havia ido chamar outro funcionários. (Imirante).


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