Judiciário

Matadouro é interditado em Carolina

O matadouro municipal de Carolina não se encontra em condições higiênico-sanitárias de funcionamento. Também não há fiscalização criteriosa quanto à sanidade dos animais abatidos, o que gera elevado risco de contaminação por zoonoses para a população da cidade.

Condições sanitárias insalubres motivaram interdição.

Condições sanitárias insalubres motivaram interdição.

Essa contatações motivou a Justiça, em 21 de outubro, em caráter liminar, a fazer a interdição devendo ser apreendidas as ferramentas e equipamentos utilizados no abate de animais.

Foi atestado que o abate é feito com o animal em contato direto com o piso, não existe estrutura para a contenção do animal, não há separação entre área de vômito e área de sangria e a distribuição dos produtos é feita em caminhão-baú sem refrigeração adequada.

Para o juiz Mazurkiévicz Cruz existe prova suficiente de risco para a saúde dos consumidores de carne oriunda do matadouro. “Não tem amparo legal a continuidade do funcionamento do matadouro sem atendimento às condições higiênico sanitárias exigidas por lei, o que coloca em risco a saúde de toda a população de Carolina”, completou.


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Maranhão

Promotoria requer interdição do matadouro público em Monção

A Promotoria de Justiça de Monção ingressou, no último dia 23, com uma Ação Civil Pública na qual pede que a Justiça determine a imediata interdição do Matadouro Público Municipal. O pedido foi baseado em vistoria realizada pela Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged), a pedido do Ministério Público.

Em seu relatório, a Aged apontou o desrespeito à legislação vigente, ocorrência de sérios danos ao meio ambiente e riscos à saúde humana. Em um dos pontos, a vistoria verificou que “todo líquido produzido durante a rotina do abate é jogado no meio ambiente sem o devido tratamento, assim como os crânios de bovinos que estão espalhados em toda a área do matadouro”. Por fim, a agência recomendou a construção de um novo matadouro em conformidade com as normas federais, estaduais e municipais.

Diante da situação do matadouro, o promotor de justiça Leonardo Santana Modesto ressalta, na ação, que “não há outra alternativa senão interditá-lo, impondo-se a obrigação de construção de um novo Matadouro Municipal, sem prejuízo da apuração da responsabilidade civil pelos danos causados ao meio ambiente”.


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Política

Construção de matadouro custará mais de R$ 500 mil em Igarapé do Meio

Raimundinho, prefeito de Igarapé do Meio

Raimundinho, prefeito de Igarapé do Meio

“Uns com muito e outros sem nada.” É normal ouvir essa frase por aí. Anormal mesmo é que uma obra custe tão caro para um município quando é posto no papel e a muita das vezes a realidade assombra quando elas não chegam a ser concluídas.

No município de Igarapé do meio está instalado um dos maiores frigoríficos do Maranhão e a demanda pela carne bovina parece estar crescendo bastante, o que justificaria a quantia investida na construção de um novo matadouro.

R$ 594.070,13 serão pagos pela prefeitura à empresa Construtora Alto da Fábrica Ltda – ME. O prazo de vigência da obra é desconhecido, mas haja bois na cidade para compensar o investimento.

Igarapé do Meio é administrada pelo prefeito Raimundinho, que como outros municípios do estado sofre com problemas na educação, mas carne não pode faltar.


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Maranhão

Imundície no matadouro de Bom Jardim

Animal sendo abatido no chão do matadouro

Animal sendo abatido no chão do matadouro

Populares da cidade de Bom Jardim enviaram ao blog para denunciar o descaso da Prefeitura local com o Matadouro Público Municipal. De acordo com as imagens no vídeo abaixo, o local está em completo estado de imundície e o Município não toma nenhuma providência.

O atual matadouro está localizado em uma zona totalmente habitacional próximo a um Hospital do Município. A falta de higiene no local é gritante e não existem as mínimas condições de trabalho para abater os animais, colocando em risco a saúde da população que não tem carne de boa procedência.

Não há constatação se a Prefeitura local faz um trabalho de inspeção constante a fim de garantir a qualidade da carne que vão para a mesa da população.

No local não existe a preocupação em colocar a carne em locais e mesas adequadas como pede as normas de vigilância sanitária. Tudo é feito no chão sem preocupação com a higiene. Os trabalhadores também não usam material de proteção e o local é sem infraestrutura alguma, como revelam as imagens.

Mesmo com tanto descaso, não se tem notícia que o local tenha sido interditado alguma vez e a Prefeitura não toma nenhuma providência para resolver o problema.

Os magarefes ficam sem luvas e botas, não usam tocas na cabeça, ou sempre de pés descalços, colocando a vida deles e da população em risco, podendo contrair doenças graves, como revelam as imagens abaixo:


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