Poder

Jefferson Portela mandou investigar Josimar de Maranhãozinho, diz delegado

O secretário de Segurança Pública do Maranhão, delegado Jefferson Portela, mandou que fosse aberta uma investigação contra o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PR) e retirar o nome do superintendente de Articulações da Baixada, Penaldon Jorge, do bojo da investigação que resultaria na 2ª fase da “Operação Jenga”, segundo revelou a nova carta escrita pelo delegado Ney Anderson Gaspar, ex-chefe do Departamento de Combate ao Crime Organizado.

O documento faz parte da série de denúncias feitas a príncipio pelo ex-delegado Tiago Bardal (reveja aqui) e reforçadas por Anderson em outra carta divulgada por este Blog, na qual relata ordens do chefe da pasta para investigar, monitorar desembargadores e grampear familiares de magistrados (relembre o caso).

Portela chegou a negar as acusações e classificou o teor da primeira carta como mentirosa (releia aqui). A denúncia motivou o presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), José Joaquim Figueiredo dos Anjos, a exigir uma investigação rigorosa para apurar as denúncias sobre espionagem a desembargadores do TJ e difamação a juízes (reveja).

No texto, obtido com exclusividade pelo Blog do Neto Ferreira, Gaspar acusa, ainda, Portela de chamar Maranhãozinho de “Zé Gerardo do Maranhão”, considerado na época um dos maiores chefes do crime organizado do Estado. O delegado diz também que o secretário ordenou a retirada de policiais militares e delegado ligados ao parlamentar das áreas de influência política do mesmo, pois ele, na época, era oposição ao governo Flávio Dino na Assembleia Legislativa.

“Pediu para investigássemos o deputado Josimar de Maranhãozinho, chamando-o de o novo ‘Zé Gerardo do Maranhão'”, ressaltou o delegado, também relatando que o secretário chamava Maranhãozinho de maior bandido em atividade do Maranhão atualmente.

Em outro trecho da carta, o ex-chefe do DCCO dá mais detalhes das intenções e atitudes nada republicanas do titular da SSP, que, segundo ele, tiveram motivações exclusivamente políticas.

Ney afirmou que Jefferson interferiu diretamente nas investigações da Operação Jenga, após saber que um integrante do governo figurava no bojo da apuração e mandou retirar o nome do auxiliar. O secretário chegou criticar a nomeação e chamou o governador Flávio Dino de “doido”.

Penaldon Jorge ao lado do ex-secretário de Articulação e atual deputado federal Márcio Jerry.

Penaldon Jorge ao lado do ex-secretário de Articulação e atual deputado federal Márcio Jerry.

O membro da gestão estadual citado é o ex-deputado Penaldon Jorge, que foi nomeado como Superintendente de Articulação Regional de Pinheiro pelo ex-secretário de Comunicação e Articulação Política, Márcio Jerry. Atualmente, Jerry ocupa uma cadeira na Câmara Federal.

“O caso do ex-deputado Penaldon Jorge, que poderia ser indiciado no bojo do inquérito da operação ‘Jenga’, fase 2, ou ter a sua prisão temporária decretada, foi nomeado superintendente de Articulação da Baixada, onde foi dito ao secretário que isso traria prejuízo a imagem do governo, e o mesmo respondeu: ‘não bota esse, parece que esse governador está ficando doido'”.

No documento (veja abaixo), Gaspar narra como o secretário tentou prender o ex-deputado Alberto Franco e como ocorreu a prisão de um policial militar em um final de semana. Para ele, a tentativa de prisão do ex-parlamentar teria fundo pessoal-político.

“Em pleno sábado convocou [Jefferson Portela] este subscritor, o ex-superintendente da Seic, Bardal, e o delegado Renê, para fazermos um suposto flagrante contra um policial militar e um pedido de prisão preventiva contra o ex-deputado Alberto Franco. Após análise jurídica do fato e percebendo o interesse pessoa do secretário que estava lá durante um final de semana, induzindo o depoimento de eventuais vítimas, flagrante assinado na ocasião apenas pelo então superintendente [Tiago Bardal]. Mais um típico caso do uso do cargo de secretário para fazer politicagem”

Delegado Lawrence Melo abraçado com o secretário de Segurança Jefferson Portela.

Delegado Lawrence Melo abraçado com o secretário de Segurança Jefferson Portela.

Mais um ponto colocado pelo delegado foi a exoneração do delegado Lawrence Melo da Delegacia Geral de Polícia Civil, inclusive fala que Melo foi chamado de traidor por Portela.

Em seguida, Ney Anderson aumenta o tom das acusações contra o chefe da pasta e afirma que o auxiliar do governador tem objetivo claro, que é conseguir uma vaga de deputado. “Seu objetivo é meramente eleitoreiro visando uma vaga para deputado e para tal é capaz de tudo”. Ele negou, ainda, qualquer relação com o ex-delegado Tiago Bardal.

Outro lado

Alberto Franco, ex-deputado estadual, afirmou que não irá se pronunciar sobre o caso.

O delegado e presidente da MOB, Lawrence Melo, informou que cumpriu a missão quando exerceu o cargo de delegado geral da Polícia Civil, sendo leal ao chefe hierárquico e aos subordinados da corporação.

Procurados, a Secretaria de Segurança Pública, deputado federal Márcio Jerry, secretário de Articulação Rodrigo Lago, procurador Geral de Justiça Luíz Gonzaga, o presidente da Assembleia Legislativa e o deputado federal Josimar de Maranhaozinho não se pronunciaram até o fechamento desta reportagem.


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Poder

A evolução de Márcio Jerry…

O deputado federal do PCdoB, Márcio Jerry, usou dinheiro público para pagar restaurantes de luxo em único dia em São Luís e Brasília.

A evolução de Jerry como cidadão é impressionante. Antes com uma vida pacata no simples bairro Recanto dos Vinhais, mas se tornou um homem de vaidade e mudou-se para Ponta da Areia, um dos bairros nobres da capital maranhense.

Em 2014, antes da vitória de Flávio Dino contra o grupo Sarney, o ideologismo de Jerry fazia, sem sombra de dúvidas, parte de uma estratégia para chegar ao poder. E conseguiu.

Com uma nova rotina, percebe-se a mudança no paladar do comunista, conforme dados colhidos no Portal da Transparência da Câmara Federal, que mostra gasto no dia 18 de fevereiro com pratos requintados.

Jerry foi ao restaurante Francisco da ASBAC, que fica no Lago Sul, região nobre do Distrito Federal. O montante gasto faz parte da cota parlamentar, que é custeada pelos cofres públicos, ou melhor, pelos contribuintes.


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Política

Márcio Jerry chama prefeito de Imperatriz de ‘falso’, ‘ingrato’ e incompetente’

Após o prefeito de Imperatriz Assis Ramos (DEM), divulgar um vídeo nas redes sociais cobrando apoio do governador Flávio Dino (PCdoB) para a infraestrutura da cidade, o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) foi para o Twitter rebater as críticas.

Em sua conta, o parlamentar chamou o gestor imperatrizense de falso, ingrato e incompetente.

Jerry disse ainda que Assis está sendo negligente e irresponsável ao jogar a culpa da falta de infraestrutura de Imperatriz para o governo.

“Vejo vídeo do prefeito Assis, o incapaz, mostrando uma rua esburacada e acusando o governo do estado pelos buracos. Prefeito mostra incapacidade de resolver buracos de uma rua e culpa o governo. Excesso de cinismo e escassez de responsabilidade”.

O parlamentar afirma que o prefeito se aproveita dos eventos governamentais e depois “covardemente, fala mal”.

O governador Flávio Dino (PCdoB) também se manifestou acerca das críticas de Assis. Dino classificou a agressões de “baixo nível”.

“Não respondo agressões pessoais de baixo nível. Sempre estou lutando para resolver os problemas. Alguém já me viu exigindo que o governo federal tape buraco de estrada do MA, de competência estadual? Esse tipo de grosseria e disparate não condiz com a minha formação”.

Entenda o caso

O prefeito de Imperatriz, Assis Ramos (DEM), divulgou um vídeo nas redes sociais, onde cobra do governo ações para solucionar os problemas causados pelas chuvas nas ruas da cidade.

“Bom dia, gente, estou aqui no bairro Redenção, na Rua Sálvio Dino, isso mesmo, a rua que leva o nome do pai do governador. Eu escolhi essa rua de propósito mesmo. Nós estamos aqui para demonstrar a rua toda esburacada, todo mundo sabe o que Imperatriz está passando, por dificuldade das chuvas das enchentes, de tudo o que tá acontecendo. Mas até agora a Prefeitura de Imperatriz não recebeu uma ajuda do governo do Estado.”


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Poder

Sócio de “sorveteria” que desviou R$ 1,2 milhão da saúde é amigo da mulher de Jerry

O delegado federal Wedson Cajé precisa investigar o elo entre o sócio-proprietário empresa O.R.C Gestão e Serviços Médicos Ltda, Osias de Oliveira Santos Filho, com Joslene da Silva Rodrigues, esposa do secretário de Comunicação e Articulação Política, Márcio Jerry (PCdoB).

Em janeiro de 2014, Osias publicou em sua conta no Facebook uma foto com a mulher do secretário de Comunicação com a legenda “Com a minha amiga querida.”

Osias Filho é um dos 17 presos na 5ª fase da Sermão aos Peixes, denominada Pegadores (saiba mais).

Joslene é funcionária direta do governador Flávio Dino, pois trabalha como chefe de gabinete.

Antes de se tornar O.R.C Serviços Médicos, a empresa foi uma “sorveteria”. Segundo a PF, a O.R.C foi usada para a emissão de notas fiscais frias no valor de R$ 1.254.409,37 milhão para a Secretaria de Saúde do Maranhão da SES, entre os anos de 2015 e 2017 (relembre) .

Diante de tais fatos, é necessário que a Polícia Federal apure essa ligação.

Entenda o caso

A Polícia Federal deflagrou na quinta-feira (16), a 5ª fase da operação Sermão aos Peixes, denominada de Operação Pegadores, que apura indícios de desvios de recursos públicos federais por meio de fraudes na contratação e pagamento de pessoal, em Contratos de Gestão e Termos de Parceria firmados pelo Governo do Estado do Maranhão na área da saúde.

Foram cumpridos 17 mandados de prisão temporária e 28 mandados de busca e apreensão em São Luís/MA, Imperatriz/MA, Amarante/MA e Teresina/PI, além do bloqueio judicial e sequestro de bens no total de R$ 18 milhões.

Durante as investigações conduzidas na Operação Sermão aos Peixes, em 2015, foram coletados diversos indícios de que servidores públicos, que exerciam funções de comando na Secretaria de Estado da Saúde naquele ano montaram um esquema de desvio de verbas e fraudes na contratação e pagamento de pessoal.

As investigações indicaram a existência de cerca de 400 pessoas que teriam sido incluídas indevidamente nas folhas de pagamentos dos hospitais estaduais, sem que prestassem qualquer tipo de serviços às unidades hospitalares. Os beneficiários do esquema seriam familiares e pessoas próximas a gestores públicos e de diretores das organizações sociais.


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Poder

Operação da PF atinge parente de Márcio Jerry

Documento obtido pelo Blog do Neto Ferreira aponta que Lenijane Rodrigues da Silva Lima, cunhada do secretário de Comunicação, Márcio Jerry (PCdoB), atuava em desvios de verbas públicas na Secretaria de Saúde do Maranhão.

Lenijane, mais conhecida como Jane é integrante da organização criminosa que desviou cerca de R$ 18 milhões de verbas federas enviadas à pasta por meio do Fundo Estadual de Saúde entre o período de 2015 a 2017. O esquema foi desarticulado durante a 5ª fase da operação Sermão aos Peixes, deflagrada pela Polícia Federal, nesta quinta-feira (16).

Segundo as investigações da PF, Jane controlava o envio das listas de nomes do pessoal que permitia os pagamentos ilícitos.

A cunhada do secretário de Comunicação, também, aparece na relação das quase 500 pessoas que compunha a “folha complementar”, ou seja, recebia pagamentos extras de verbas desviadas da Saúde.

Jane é esposa de Silas Saraiva Barroso, irmão de Márcio Jerry, e lotada no cargo de assessora técnica da Subsecretaria da SES.

Entenda o caso

A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (16), a 5ª fase da operação Sermão aos Peixes, denominada de Operação Pegadores, que apura indícios de desvios de recursos públicos federais por meio de fraudes na contratação e pagamento de pessoal, em Contratos de Gestão e Termos de Parceria firmados pelo Governo do Estado do Maranhão na área da saúde.

Foram cumpridos 17 mandados de prisão temporária e 28 mandados de busca e apreensão em São Luís/MA, Imperatriz/MA, Amarante/MA e Teresina/PI, além do bloqueio judicial e sequestro de bens no total de R$ 18 milhões.

Durante as investigações conduzidas na Operação Sermão aos Peixes, em 2015, foram coletados diversos indícios de que servidores públicos, que exerciam funções de comando na Secretaria de Estado da Saúde naquele ano montaram um esquema de desvio de verbas e fraudes na contratação e pagamento de pessoal.

As investigações indicaram a existência de cerca de 400 pessoas que teriam sido incluídas indevidamente nas folhas de pagamentos dos hospitais estaduais, sem que prestassem qualquer tipo de serviços às unidades hospitalares. Os beneficiários do esquema seriam familiares e pessoas próximas a gestores públicos e de diretores das organizações sociais.

O esquema de fraudes e desvio de verbas públicas na contratação e pagamento de pessoal funcionava da seguinte maneira:

a) Pessoas que possuíam um salário formal, pelo qual recebiam pela função contratada, contudo recebiam um salário extra, pago por fora do contracheque, em desvio direto de verbas públicas na denominada “folha complementar”;

b) Pessoas que eram indicadas para serem contratadas e recebiam sem realizar qualquer trabalho (funcionários fantasmas);

c) Desvio de verbas através do pagamento a empresas de fachada, supostamente especializadas na gestão de serviços médicos.

Leia também

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Sorveteria transformada em empresa de serviços médicos desviou R$ 1,2 milhão da Saúde

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Poder

Vereadores dizem que Márcio Jerry os empurrou e fez “muro” em volta de Flávio Dino

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“Quem nos impediu de chegar até o governador não foi o senhor Barroso, não conheço esse secretário, foi o secretário Márcio Jerry. Ele quem veio irritante, agoniado, chegou até nos empurrar.”

Essa declaração acima é da presidente da Câmara de Senador La Rocque, Maricélia Menezes, que participou do Encontro de Vereadores e Vereadoras realizado, no dia 30 de maio, por Flávio Dino, em São Luís, sobre o secretário de Comunicação e Assuntos Políticos, Márcio Jerry.

A parlamentar disse, ainda, que não se deixou intimidar com a atitude grosseira de Jerry e retornou ao governador e conseguiu deixar as suas demandas acerca dos problemas da cidade de Senador La Rocque.

Outro vereador, identificado como Geni Silva, de Santo Amaro, também relatou a interferência de Jerry na comunicação de Flávio Dino com os representantes do Legislativo.

“A gente apoiou o governo Flávio Dino e, de certa forma, a gente é impedido de falar com o governador porque existe esse muro, existe essa barreira que é chamado por Márcio Jerry, que dificilmente a gente tem contato com o governador devido a este ‘muro’ que ele colocou, simplesmente para tentar impedir que os vereadores e as lideranças, que os municípios se aproximem do governo.”, afirmou Geni Silva

O parlamentar reclama, ainda, que a atual gestão estadual está muito distante dos municípios e que deveria ter uma parceria melhor entre o governo e os vereadores.

O descontentamento sobre a influência de Jerry em cima de Flávio Dino parece que tem desagradado muitas pessoas.

Ouça aos áudios


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Política

Governistas exalam hipocrisia

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A visita do secretário de Comunicação e Articulações Políticas, Márcio Jerry, e o carona deputado Othelino Neto, ambos do PCdoB, durante o aniversário de Barra do Corda, na última quarta-feira (4), chamou bastante atenção.

O motivo? O meio de transporte usado para chegar até a cidade.

Jerry e o carona usaram, através de dinheiro público, a aeronave de modelo King Air Turbo Hélice para se deslocar de São Luís para Barra do Corda.

O fato é que o aluguel de aviões sempre foi muito criticado na gestão passada, no entanto estão tomando atitudes iguais que outrora repudiavam.

À época, Jerry fazia críticas ferrenhas e alegava que os roseanistas gastavam milhões com tais regalias. Mas, com um lapso de memória tudo foi esquecido, o jogo virou e fatos como esse tem jogado luz em cima de discursos hipócritas e torpes.


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Poder / Política

Palácio dos Leões gera mais uma inimizade partidária

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Após o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), chamar o prefeito de São Paulo, João Doria, de Berlusconi do Brasil, que é do mesmo partido do vice-governador, Carlos Brandão, o PSDB, o presidente estadual do PCdoB e secretário de Comunicação e Articulações Políticas do Maranhão, Márcio Jerry, continuou “detonando” futuros aliados políticos.

Na terça-feira (11), após a divulgação da lista da Odebrecht que acusa políticos de receber propinas, Jerry fez um retweet de uma publicação do jornal Folha de São Paulo que tinha como título “Fachin manda investigar Sarney e Costa Neto por suposta propina”.

Valdemar Costa Neto é membro do Partido Republicano (PR) e já foi presidente nacional da legenda, porém, ainda, tem muita força dentro do partido, que agora é comandado pelo senador Antônio Carlos Rodrigues.

Desse modo, o secretário de Comunicação vai afastando qualquer possibilidade do PR apoiar Flávio Dino nas eleições de 2018. Assim, como fez o próprio governador em relação ao PSDB.

Com tais atitudes o Palácio dos Leões vai para o pleito do ano que vem completamente enfraquecido, afinal não é somente com partidos político que a cúpula do PCdoB anda fazendo inimizades, mas também com a imprensa.

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Maranhão / Poder

Márcio Jerry deixa grupos de WhatsApp para não ser criticado por aluguel de imóvel

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O Maranhão mais uma vez está protagonizando cenas lamentáveis. Na manhã desta sexta-feira (06), o estado foi destaque no Bom Dia Brasil, após o governo Flávio Dino alugar um imóvel para abrigar menores infratores, no bairro da Aurora, em São Luís. O prédio é de Jean Carlos Oliveira, filiado do PCdoB, partido do governador.

Diante da grande repercussão, o secretário de Comunicação e Articulação Política (Secap) e presidente estadual do PCdoB, Márcio Jerry, adotou uma postura que não condiz com a de um gestor público.

Para não ser alvo de críticas e acuado, Jerry saiu de todos os grupos de WhatsApp, que tem como propostas discutir problemas do Maranhão.

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E apesar de todos os fatos já expostos pela mídia, o secretário de Comunicação continua afirmando em seu Twitter que não sabia que o imóvel era de um membro do PCdoB.

Desse modo, o Maranhão continuará servindo de chacota nacional.

Postura lamentável!

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Política

Flávio Dino e Márcio Jerry são fraquíssimos em articulação

Para conseguir reeleger Edivaldo Holanda Júnior (PDT), a cúpula do Palácio dos Leões tem atuado em todas as frentes com objetivo de conseguir aliados, apoios políticos e de tentar desconstruir a imagem do adversário.

Porém, as estratégias traçadas pelo governador do Maranhão, Flávio Dino, e pelo secretário de Comunicação e Assuntos Políticos, Márcio Jerry, ambos do PCdoB, tem fracassado.

Um exemplo é o apoio de Wellington do Curso (PP) ao candidato a prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PMN), adversário de Holanda Júnior.

Durante o anúncio feito no plenário da Assembleia Legislativa na tarde de ontem (24), o pepista deixou bem claro que iria apoiar Braide no 2º turno das eleições porque foi completamente desprezado pelo governo Flávio Dino.

Essa declaração jogou luz em um dos pontos mais fracos do chefe do Palácio dos Leões, a falta de habilidade política.

Flávio Dino sequer chegou a conversar com Wellington para obter apoio para Edivaldo ou até mesmo para conseguir a sua neutralidade. Pelo contrário, enviou os deputados Othelino Neto (PCdoB) e Rogério Cafeteira (PSB) para intermediar a busca pelo apoio, o que, visivelmente, não deu certo.

Dino deveria articular encontro com o presidente estadual do PP e deputado federal, André Fufuca, mas não o fez.

Erros políticos de Márcio Jerry e Flávio Dino transbordam também nas cidades de Grajaú, Caxias e Pinheiro, cidade na qual colocaram o candidato derrotado Leonardo Sá (PcdoB).

Os palacianos perderam a chance, mais uma vez, de garantir a reeleição de “seu afilhado”, Holanda Júnior, por pura soberba e fraqueza. Afinal, é público e notório que Wellington tomou essa decisão por falta de articulação direta do governador Flávio Dino.

Mas, se Edivaldo ganhar, os méritos serão de todos, inclusive, do próprio prefeito, secretário Diogo Lima e deputado federal Weverton Rocha, que atuaram fortemente para derrotar seus adversários.


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