Crime

Dois homens são presos com 101 Kg de maconha em Presidente Dutra

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Na noite de quarta-feira (09), dois homens foram presos pela Polícia Rodoviária Federal com 101,48 quilos de maconha, na cidade de Presidente Dutra.

Segundo a PRF, os agentes se deslocaram até uma agência de turismo próximo à rodoviária de Presidente Dutra com intuito de apurar denúncia de um carregamento de droga que estaria por chegar.

Quando a equipe compareceu ao local, visualizou dois indivíduos no interior de um GM/Classic vermelho de placas NMQ-3684, estacionado na porta do referido estabelecimento.

Ao perceberem a presença da viatura da PRF, os dois homens, de 25 e 34 anos, empreenderam fuga com o veículo, mas foram alcançados pelos policiais rodoviários federais alguns metros à frente.

Após a abordagem, os agentes fizeram alguns questionamentos, confirmando que os dois jovens iriam buscar três caixas com 101,48 Kg de maconha, distribuídos em cem tabletes.

Diante das evidências, foi dada voz de prisão para ambos e conduzidos junto com a droga para a Delegacia de Polícia Civil em Presidente Dutra.


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Crime

Polícia apreende 120 kg de maconha em Peritoró

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Policiais da Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Senarc) apreenderam 120 KG de maconha, na tarde desse domingo (19), próximo ao terminal rodoviário da cidade Peritoró, no interior do Estado. De acordo com informações da polícia, a droga foi encontrada no bagageiro de um ônibus de turismo que vinha do Estado de Goiás. A droga estava embalada em caixas de papelão

Ainda segundo informações policiais, o homem identificado como Hugo Wendel da Silva, de 25 anos, confessou ser o proprietário da droga. Ele foi autuado pelo crime de tráfico interestadual de drogas, e foi encaminhado ao Centro de triagem de Pedrinhas.

Do Imirante


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Poder

Polícia Civil apreende 130 kg de maconha, em São Luís

 

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Cerca de 130 kg de maconha foram apreendidos na madrugada desta sexta-feira (28), durante operação da Polícia Civil, coordenada pela Superintendência Estadual de Repreensão ao Narcotráfico (Senarc), em São Luís. Além da droga, a polícia apreendeu ainda balanças de precisão, uma quantia em dinheiro, dois carros de passeio e uma moto. Três pessoas foram presas e encaminhadas à sede da Senarc.

Por telefone, o delegado responsável pela operação, Carlos Alessandro, contou ao G1 detalhes da operação que, segundo ele, foi dividida em duas partes. A primeira parte da ação ocorreu na BR-135, na entrada de São Luís. Os policiais estavam acompanhando a chegada de um ônibus que vinha de Goiânia.
Nas proximidades do Aeroporto Internacional de São Luís – Marechal Hugo da Cunha Machado, o ônibus parou e um carregamento em três caixas foi transportado do veículo para um carro de passeio onde estavam duas mulheres identificadas como Andrea Salazar Cruz e Larúbia Araújo dos Santos.

Nesse momento, parte da guarnição abordou o motorista do ônibus. Durante abordagem, o homem, identificado como Anderson Clayton Soares Sousa, é natural do Tocantins e confessou que estava levando o carregamento de Goiânia para o Maranhão. Ele recebeu uma quantia em dinheiro para realizar o transporte. Ele foi levado para a sede do Senarc e o ônibus foi apreendido.

No segundo momento da operação, a outra parte da guarnição abordou o carro de passeio, que seguiu em direção ao bairro São Cristóvão. Ainda em diligência, os policiais foram até a casa das suspeitas, no município Raposa, na Região Metropolitana de São Luís, e encontrou drogas e balanças de precisão. A mulher identificada como Andreia confessou que toda a droga pertencia a ela.

As duas mulheres foram levadas para a Senarc e a polícia apreendeu, além da droga e das balanças de precisão, uma quantia em dinheiro, dois veículos de passeio e uma moto. Os três envolvidos no caso responderão pelos crimes de Tráfico Interestadual de Drogas e Associação para o Tráfico.

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Do G1/MA


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Crime

Homem é preso com 150 kg de maconha em São Luís

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Um homem identificado como Fabiano Cunha da Silva, de 27 anos, foi preso em flagrante na manhã desta sexta-feira (16) em sua residência situada na Vila Brasil, na zona rural de São Luís, com 150 kg de maconha.

Segundo informações do comandante do Batalhão de Choque, coronel Wellington Silva de Araújo, a prisão de Fabiano e a apreensão da droga ocorreram durante uma diligência na área. “A equipe do Grupo de Serviço Avançado (GSA) do Choque estava fazendo um levantamento na área porque lá é um local muito conhecido por ocorrer tráfico de drogas quando foi avistada uma mulher em atitude suspeita em frente à casa do elemento. Nós decidimos fazer a busca na residência e encontramos a droga em poder dele”, revelou.

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Ainda conforme o militar, o entorpecente apreendido pela a equipe policial estava distribuído em 195 tabletes e estavam escondidos no interior de caixas de som. “Foram apreendidos 195 tabletes de maconha. A substância estava escondida dentro de caixas de som que foram localizadas no interior da casa do indivíduo”.

O comandante do Batalhão de Choque disse também que Fabiano Cunha já tinha passagem pela a polícia pelo o crime de homicídio. Após o flagrante, ele foi conduzido e autuado por tráfico de drogas. “O conduzido já tinha passagem pela a polícia por homicídio. Agora ele vai responder pelo crime de tráfico de drogas”, finalizou.

Fabiano Cunha da Silva foi encaminhado para a Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Senarc) para prestar depoimento e ainda nesta sexta-feira será levado para o Centro de Triagem de Pedrinhas, na capital.

G1,MA


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Crime

Polícia apreende 218 kg de maconha, em Santa Inês

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A Polícia Militar conseguiram apreender 218 quilos de maconha, na noite da última quarta-feira (08), em Santa Inês. Uma pessoa foi presa.

Segundo informações policiais, por volta das 22h30, a guarnição recebeu uma denúncia de que 3 a 4 elementos teriam deixado vários sacos de nylon em uma residência na rua Humberto de Campos, beira rio, no bairro Monção, em Santa Inês.

A equipe se deslocou para o local e encontrou os indivíduos que voltaram para buscar os volumes que deixaram no imóvel. Ao observar a viatura, os homens empreenderam fuga em direção ao rio e abandonaram o veículos com os materiais.

Ao vistoriar o carro, os policiais militares localizaram os 218 kg de drogas.

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Brasil

Holanda e EUA posicionam-se contra a permissividade da maconha

Por Milton Corrêa da Costa

Na recente reunião de Cúpula das Américas, em Cartagena, na Colômbia, dias atrás, o presidente norte-americano, Barack Obama, afirmou em entrevista ao jornal colombiano El Tiempo que não pretendia discutir a descriminalização das drogas, um dos temas que líderes de outros países trouxeram para a reunião.“Acho que um melhor uso do nosso tempo na cúpula é nos concentrarmos em nossas responsabilidades mútuas. Como presidente, tenho deixado claro que os Estados Unidos aceitam nossa parte na responsabilidade com respeito à crise, que tem sua raiz na demanda por drogas. Os Estados Unidos não vão legalizar nem descriminalizar as drogas, uma vez que fazê-lo teria graves consequências negativas em todos nossos países, em termos de saúde e de segurança pública”,disse o norte-americano, para quem a descriminalização não combaterá o crime organizado internacional. Obama defendeu parcerias no combate às drogas. Citou acordo firmado entre Brasil, Bolívia e Estados Unidos, para restringir o cultivo de coca, classificando-o como “o tipo de colaboração que necessitamos”.

Por sua vez a justiça da Holanda, acaba de manter um lei que proíbe, já em algumas cidades, a venda de maconha em coffee shops para turistas estrangeiros. Tal norma deverá ser estendida ao restante do território holandês até 2013. A orgia das overdoses de drogas pesadas, iniciada pela escalada da cannabis, com dependentes caídos pelo chão – muitos são estrangeiros- com seringas ainda espetadas em suas veias, não fez bem às autoridades e aos holandeses não dependentes. Uma experiência até aqui duvidosa.

Sem dúvida dois posicionamentos duros e claros contra a chamada corrente progressista das drogas que luta pela descriminalização e legalização de drogas no mundo, a começar pela liberação da dita “inofensiva”maconha. A Comissão Global de Política sobre Drogas, encabeçada por diversas personalidades, ex-chefes de estado, estudiosos e intelectuais, pretendem a mudança radical no conceito da guerra às drogas, em prol de uma política de redução de danos a dependentes e usuários, reduzindo, como garantem, o poder do tráfico, sua violência decorrente, a corrupção policial e os altíssimos gastos com a repressão, numa política que consideram, até aqui, fracassada e derrotada. Ou seja, o número de mortos na guerra contra o tráfico cresceu e a expansão do consumo também, mormente com relação às drogas sintéticas, alegam.

A grande questão é que quando o assunto é drogas não há verdades absolutas e acabadas. O tema continua sendo extremamente polêmico. Não se sabe ao certo se uma política permissiva seria mais vantajosa ou se a emenda seria pior que o soneto. A alegação de que o estado não tem o direito de intervir sobre a decisão de usar e dispor o corpo da maneira como cada um convier e que a droga provoca simplesmente uma autolesão é controversa. E os custos sociais do uso da droga? E a lesão causada na família dos dependentes? Quanto é que os governos gastariam numa política mais permissiva com as overdoses, com as comunidades terapêuticas e unidades de acolhimento para recuperar, as vezes momentaneamente, dependentes de drogas? São perguntas que precisam ser respondidas. Plantar e cultivar a cannabis nas próprias residências, para consumo de usuários, seria um bom exemplo para os filhos? Já não bastam os males causados pelo álcool e o cigarro, drogas lícitas? E os traficantes, deporiam seus arsenais de guerra com a implantação do comércio legal de drogas? Há alguma garantia de que isso ocorra?

Nesse contexto, extremamente polêmico, aqui vale ressaltar o depoimento lúcido e realista da presidente Dilma Rousseff, quando ainda candidata ao cargo, em 2010, ao ser indagada sobre seu posicionamento com relação à descriminalização de drogas. A presidente disse: “Descriminalizar drogas é um tiro no pé. Num país de 60 milhões de jovens é complicado”. O ator Carlos Vereza lembra, por sua vez, que a maconha contém, entre outras substâncias tóxicas, o benzopireno, que é altamente cancerígeno. Seu princípio ativo, o tetrahidrocanabinol (THC), aumentou em mais de 70% seu percentual de toxicidade desde a década de 70, explica. Vereza afirma que a liberação da maconha iria empobrecer e abastardar ainda mais o país que perdeu o rumo de uma história moderna, que segundo Gilberto Freire os senhores das senzalas brasileiras eram coniventes com o consumo da maconha pelos escravos porque assim ficavam mais tranquilos, amotivados e inaptos para a rebelião. Vereza afirma ainda que a liberação aumentará em muito o consumo. Concordo plenamente.

Por outro lado, uma pesquisa desenvolvida tempos atrás, pela Universidade Federal de Ciências de Saúde de Porto Alegre, afirma que a maconha é uma porta aberta para o uso de cocaína e de crack no país. Segundo o levantamento, 49% dos usuários de entorpecentes que ligam para o serviço sobre drogas da universidade dizem que começaram a consumir as ilícitas através da maconha e, depois, foram para as mais pesadas. “Eles (usuários da maconha) dizem que é um processo natural. Quando usam a maconha, têm maior facilidade em adquirir o crack ou a cocaína. Não significa que se tornarão consumidores frequentes de drogas mais pesadas, mas acabam experimentando” diz a professora Helena Barros, coordenadora da pesquisa.

Ou seja: se liberar a maconha em farmácias o traficante permanecerá no mercado negro oferecendo a chamada venda casada, como por exemplo, maconha e crack num só pacote. Ressalte-se ainda que considerada substância psicotrópica leve, a maconha dá a falsa sensação de não fazer mal à saúde. A professora Helena Barros explica os seus malefícios: “Quem planta maconha usa cada vez mais pesticidas e agrotóxicos para que planta cresça cada vez mais. Na fase do preparo ainda são inseridos ouros insumos. Em geral o consumo da maconha é feito com bebida alcoólica e em grupos. Os usuários, segundo a pesquisa, dizem que fumam maconha com o objetivo de relaxar. Quando querem maior disposição física, preferem cocaína e/ou crack” diz. Ou seja: procuram a mesma disposição física dos caminhoneiros ao consumirem o‘rebite’, para retardar o sono, mas cujo uso muitas vezes é causa de tragédias em estradas e rodovias pelo efeito colateral do esgotamento físico e sonolência.

A grande realidade é que a descriminalização e legalização de drogas é tema extremamente discutível. O certo é que nenhuma lei pode contribuir para a criação de uma legião de drogados, amotivados para a vida. O uso da droga transforma, em sua maioria, pessoas produtivas em indolentes, inconsequentes e irresponsáveis, cidadãos em párias. O caminho da felicidade não inclui a perigosa dependência às drogas. O caminho da busca dos estados alterados de consciência é falso e o relato da experiência negativa do astro internacional do cinema Brad Pitt, com o uso da maconha, diz tudo:” Eu tinha nojo de mim no fim dos anos 90. Eu me escondia da fama e fumava muita maconha. Ficava sentado no sofá vegetando. Então me toquei e pensei: Por que estou agindo assim? Sou melhor que isso”, disse. Que tal relato sirva de exemplo para a sadia juventude brasileira. Drogas não agregam valores socias positivos.

Milton Corrêa da Costa é coronel da reserva da PM do Rio de Janeiro


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