Política

Lula aceita ser ministro, mas fator Delcídio complica anúncio

Da Veja.com

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O ex-presidente Lula bateu o martelo nesta terça-feira e decidiu aceitar o convite feito pela presidente Dilma Rousseff para integrar o mais alto escalão do governo federal. O ministério que o petista vai assumir, porém, ainda não está definido. Lula é cotado para a Secretaria de Governo, comandada por Ricardo Berzoini, ou para substituir Jaques Wagner na Casa Civil – pastas hoje nas mãos de petistas, o que evita conflito com aliados da base para abrigar Lula.

A decisão, no entanto, foi tomada antes da divulgação, por VEJA, de novas revelações feitas pelo senador Delcídio do Amaral em acordo de delação premiada. Delcídio joga o ministro Aloizio Mercadante (Educação) no centro das investigações e também complica Lula, o que pode acabar mudando a composição feita anteriormente. “Isso já é fato consumado. A delação talvez apenas force o governo a reavaliar a distribuição das pastas”, afirma um parlamentar.

Virtual candidato em 2018, o ex-presidente quer assumir um ministério não de olho em suas pretensões eleitorais ou em busca de ajudar o país no momento de mais profunda crise. Lula, quer, na verdade, ganhar sobrevida nas investigações da Operação Lava Jato: com foro privilegiado, seu caso sai das mãos do juiz Sergio Moro e passa a ser analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).


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Política

Justiça de SP encaminha denúncia contra Lula para Sérgio Moro julgar

G1, Brasília

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A Justiça de São Paulo encaminhou a denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Justiça Federal, mais precisamente para as mãos do juiz Sérgio Moro, em Curitiba, informou a assessoria do Tribunal de Justiça (TJ) nesta segunda-feira (14). O processo apresentado pelo Ministério Público do estado, no qual denuncia o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e mais 15 pessoas, ainda pede a prisão preventiva do ex-presidente.

A juíza Maria Priscilla Ernandes Veiga de Oliveira entendeu que:
– Os crimes denunciados são federais, e não estaduais;
– Já há uma investigação em curso sobre esses crimes na Justiça Federal;
– Toda a denúncia vai para a análise do juiz Sérgio Moro, em Curitiba, incluindo as denúncias contra outras 15 pessoas, entre elas a ex-primeira dama Marisa Letícia e o filho de Lula, Fábio Luís Lula da Silva, além do pedido de prisão de Lula e mais seis envolvidos;
– Caso o juiz federal Sérgio Moro entenda que a denúncia é de âmbito estadual, ele pode desmembrar o processo e devolver o que achar pertinente;
– O caso deixa de estar em segredo de Justiça em São Paulo;

Veja a íntegra da decisão da juíza.

Dessa forma, a denúncia e o pedido de prisão contra Lula agora serão encaminhadas da 4ª Vara Criminal da Justiça de São Paulo para o juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.


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Poder

Depoimento de Lula é divulgado pela Lavo Jato

G1, Brasília

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em depoimento à Polícia Federal (PF) que será candidato à Presidência da República em 2018 e que espera que alguém lhe peça desculpas após as investigações. A transcrição da fala de Lula foi disponibilizada no sistema da Justiça Federal nesta segunda-feira (14).

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O ex-presidente foi alvo da 24ª fase da Operação Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção e desvio de dinheiro na Petrobras. O depoimentos dado na sexta-feira (4) durou mais de três horas.

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Leia na íntegra o depoimento do ex-presidente aqui.


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Poder

Ministério Público pede prisão de Lula

Folha de São Paulo

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Os promotores Cassio Conserino, José Carlos Blat e Fernando Henrique Araújo pediram a prisão preventiva do ex-presidente Lula junto com a denúncia que apresentaram nesta quarta (9) sobre o tríplex em Guarujá (litoral de São Paulo), que teria sido preparado para a família do petista.

O pedido se estende ao ex­-presidente da OAS Léo Pinheiro e ao ex-­tesoureiro do PT João Vaccari Neto. O caso será analisado pela juíza Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira, da 4ª Vara Criminal de São Paulo. Ainda não há um dia certo para a Justiça decidir sobre o caso.

Até este momento, a Folha não conseguiu apurar por que os promotores querem prender o ex-­presidente. O pedido corre sob segredo de Justiça em São Paulo.

Lula é acusado de lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, crimes que podem render de 3 a 10 anos de prisão e de 1 a 3 anos, respectivamente. Sua mulher, Marisa Letícia, e um dos filhos do casal, Fábio Luís Lula da Silva, também são acusados de lavagem de dinheiro.

Nesta quinta (10), em entrevista coletiva no Ministério Público de São Paulo, os promotores negaram que a investigação tenha motivação política. “O nosso calendário é judicial, pouco importando se este ou aquele
procedimento tenha repercussão política”, disse José Carlos Blat, que tocou a apuração junto com os outros dois promotores.

Segundo Blat, a apuração é uma continuidade de um caso da Bancoop que ele toca desde 2010 e está em fase final de julgamento. Um dos réus do primeiro caso é o ex­-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, preso em Curitiba sob acusação de intermediar propinas para o PT em contratos da Petrobras.

O tríplex do Guarujá começou a ser construído em 2004, quando Marisa Letícia comprou uma das unidades, não o tríplex que está sob investigação. Em 2009, quando a Bancoop quebrou e a OAS assumiu a construção do prédio, a empreiteira teria preparado o apartamento tríplex para a família de Lula, mas o imóvel nunca foi transferido para o nome do ex-­presidente.

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O Instituto Lula alega que a família visitou o tríplex na praia de Astúrias, mas desistiu do imóvel por considerar que a família não teria privacidade para desfrutar da praia.

O aviso de que Marisa desistira do imóvel foi feito no final do ano passado, quando o imóvel já estava sob investigação em duas frentes: pelo Ministério Público de São Paulo e pelos procuradores da força­-tarefa da Operação Lava Jato, de Curitiba

Os promotores dizem ter testemunhos de 20 testemunhas de que o imóvel foi reformado para Lula.

OUTRO LADO
O advogado da família do ex­presidente Lula, Cristiano Zanin Martins, afirmou à Folha que não foi comunicado sobre os pedidos de prisão e destacou a fragilidade dos argumentos defendidos pelo Ministério Público do Estado de São Paulo. “A coletiva dada pelos promotores evidencia a fragilidade da investigação e desse pedido, que se baseia em testemunhos de pessoas que desconfiam que o imóvel estava sendo feito para o ex-­presidente”, disse o advogado.

Martins defende que o pedido será rejeitado pela Justiça devido à fragilidade dos argumentos da investigação. “Não faz sentido atribuir o imóvel a um dono que nunca o usou e foi ao local duas vezes antes dele estar terminado para saber se teria interesse em ficar com ele”, afirma


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Poder

O Sítio

Os escândalos de corrupção e malfeitorias dos gestores públicos costumam, além de trazer mais desalento por não darem em nada, tornar substantivos comuns em próprios. Foi assim com uma casa de Brasília no governo Collor e com outra na administração de Lula. Quando se falava numa casa todo mundo sabia sobre a qual se estava falando.

Agora são o sítio e o tríplex. Se hoje alguém fizer uma menção a qualquer sítio ou a um tríplex o inconsciente do cidadão comum já leva automaticamente ao sítio de Atibaia e ao apartamento do Guarujá.

Já foi dito tudo sobre esses dois imóveis e a discussão gira em torno de quem seria o proprietário de fato.

No documento, o sítio está registrado em nome de um empresário amigo da família e sócio do filho do ex-presidente. O local é muito visitado pelo clã de Lula.

Todo esse contexto no leva a pensar na palavra coincidência. Esta talvez seja a mais forte e presente do nosso vocabulário quando ocorrem esses fatos. Nos episódios envolvendo a investigação do ex-presidente ela se faz presente demais.

Segundo o noticiário dos últimos dias, a construtora OAS, escolheu um empreendimento, dentre milhares, para gastar quase um milhão de reais na reforma. Em nenhuma outra situação e em qualquer tempo houve um caso semelhante na história desse país. Coincidência: o imóvel era o da pré-compra da família presidencial, a qual desistiu da compra, coincidentemente depois da operação Lava-Jato. E isso ocorreu alguns anos depois do prazo dado a todos os demais pré-compradores.

O ex-presidente da empresa, que fez tudo isso, está condenado e cumprindo pena pela corrupção na Petrobras.

No meio do caminho… Um sítio. Uma grande construtora escolhe um sítio e gasta valores astronômicos na reforma. Normal! Azar dos outros 200 milhões de brasileiros que não tiveram a mesma sorte.

Ao lado desse sítio uma grande operadora de telefonia móvel fixa uma torre aleatoriamente. Normal! Azar dos outros infelizes.

Mais sorte quando, naturalmente, uma mudança sai da Presidência da República para um sítio qualquer. Por coincidência, o mesmo sítio. Normalíssimo!

Sempre repito que piores do que os erros são os argumentos de defesa. Palavras como refuto e nego veementemente, indignado e retaliação foram desmoralizadas definitivamente.
Sim, estive com ele. Sim, o indiquei.

Sim. Sim. Sim. Mas não para tratar disso. Nessa linha, a presidente de um país atravessa o Atlântico e vai se encontrar com o presidente do Poder Judiciário em Portugal, quando poderia atravessar a praça a pé para conversarem. Normalíssimo! Outros presidentes fazem isso direto.

Esse nível de criatividade justifica a capacidade dessa gente de governar e traz a certeza de que a situação financeira em que o Brasil se encontra não é por acaso.
Ao menos dessa desfaçatez absurda poderiam nos poupar. Coincidência será a próxima palavra a ser desmoralizada.

Pedro Cardoso da Costa é de Interlagos/SP, Bacharel em direito


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Judiciário / Política

Lula desabafa na sede do PT após prestar depoimento na PF

EXCLUSIVO! LULA CONVERSA COM AMIGOS E MILITANTES AGORA NO DIRETÓRIO NACIONAL DO PT"Se o juiz Moro ou o MP quisesse me ouvir era só mandar um ofício que eu ia como sempre fui prestar esclarecimento, porque não devo e não temo"Lula falou com os militantes pouco antes de 14h e a equipe dos Jornalistas Livres tava lá.#nãovaitergolpe#golpistasnãopassarão#jornalistaslivres

Publicado por Jornalistas Livres em Sexta, 4 de março de 2016

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na tarde desta sexta-feira (4) que se sentiu preso ao ter sido levado coercitivamente para prestar depoimento à Polícia Federal. Ele depôs no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo e, em seguida, foi à sede nacional do PT, no Centro da capital paulista, fazer pronunciamento. Lula disse que ‘não estão permitindo’ a presidente Dilma Rousseff governe esse país. E concluiu o discurso que “quiseram matar a jararaca, não bateram na cabeça, bateram no rabo. Quero dizer que a jararaca está viva”.

“Me senti prisioneiro hoje de manhã”, afirmou durante pronunciamento na sede do Partido dos Trabalhadores (PT), no Centro da capital paulista. “Já passei por muita coisa na minha vida. Não sou homem de guardar mágoa, mas nosso país não pode continuar assim.”

Ele acrescentou que “jamais se recusaria a prestar depoimento. Não precisaria ter mandado uma coerção”. “Era só ter convidado. Antes deles nós já éramos democratas.” “Se o juiz [Sérgio] Moro e o Ministério Público quisessem me ouvir, era só ter me mandado um ofício e eu ia como sempre fui porque não devo e não temo”, declarou


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Poder

Em depoimento, Lula perde paciência com pergunta sobre pedalinhos

Folha de São Paulo

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Segundo o deputado Paulo Teixeira (PT­SP), que assistiu a parte do depoimento, Lula disse que sua condução coercitiva era desnecessária. Ele perdeu a paciência quando perguntaram-­lhe sobre pedalinhos mantidos pela família no sítio de Atibaia.. Dois pedalinhos que permanecem em um lago no sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), foram comprados por um militar destacado como assessor de Lula.

“Essa pergunta não está à altura da Polícia Federal”, reagiu Lula, segundo relato de Paulo Teixeira.

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Como parte das ações da 24ª fase da Lava Jato, Lula foi alvo nesta sexta-feira (4) de mandados de condução coercitiva (quando o investigado é levado para depor e depois liberado) e busca e apreensão em seu apartamento em São Bernardo do Campo e foi encaminhado ao aeroporto de Congonhas, em São Paulo, onde prestou depoimento.

Essa fase da operação, batizada de Aletheia, apura se empreiteiras e o pecuarista José Carlos Bumlai favoreceram Lula por meio do sítio em Atibaia e o tríplex no Guarujá. O ex-presidente nega as acusações.

Ainda segundo Teixeira, Lula mostrou contrariedade quando questionado sobre o tríplex no Guarujá. Repetindo não ser proprietário do imóvel, recomendou que a pergunta fosse direcionada a quem disse que o apartamento era seu. “Não sou dono desse tríplex. Perguntem a quem disse que sou”, respondeu segundo relato de Teixeira.

O deputado conta que Lula lembrou ter prestado outros depoimentos e que, por isso, fora submetido a constrangimento desnecessário. O ex-presidente tomou a iniciativa de desqualificar os termos da proposta de delação premiada do senador Delcidio do Amaral, afirmando que, no afã de se livrar, falam “absurdos”. “Fazem delações por desespero”, teria dito.

Os agentes também perguntaram sobre a relação de Lula com dirigentes petistas, tendo ele defendido José Dirceu e João Vaccari Neto, e com empresários. Os policiais perguntaram até se Lula recebe presentes de comitivas estrangeiras, incluindo garrafas de vinho. Lula respondeu que sim, mas que não saberia diferenciar um título nacional de um estrangeiro.

Ao deixar a sala de depoimento, cercado de parlamentares, Lula mostrou que ainda vestia a camiseta de ginástica que usava quando a polícia chegou a seu apartamento. Ele pediu para se pentear antes de deixar a ala de autoridades do aeroporto de congonhas.


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Judiciário / Política

Lula é levado para depor na PF

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Ex-presidente do Brasil sendo levado por agentes federais. Créditos da foto: Zanone Fraissat.

O ex-presidente do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, foi levado até a sede da Polícia Federal para prestar esclarecimentos, conforme mostra a foto acima.

A ação faz parte da 24ª fase da Operação Lava Jato, denominada “Aletheia”, que é uma referência a uma expressão grea que significa “busca da verdade.

Durante a operação, foram cumpridos 44 mandados judiciais, sendo 33 de busca e apreensão e 11 de condução coercitiva – quando a pessoa é intimada para prestar depoimento – na casa do ex-presidente, em São Bernardo do Campo, e em outros pontos em São Paulo, no Rio de Janeiro e na Bahia. O O presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, também é alvo da ação PF.


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Política

‘Não tem uma viva alma mais honesta do que eu’, afirma Lula

Do Estadão

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Em café da manhã com blogueiros na manhã desta quarta-feira, 20, no Instituto Lula, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que ‘não tem uma viva alma mais honesta’ do que ele. O petista começou a responder perguntas a partir das 10h. Na primeira resposta, Lula falou sobre investigação de corrupção.

“Se tem uma coisa que eu me orgulho, neste País, é que não tem uma viva alma mais honesta do que eu. Nem dentro da Polícia Federal, nem dentro do Ministério Público, nem dentro da igreja católica, nem dentro da igreja evangélica. Pode ter igual, mas eu duvido”, disse

Oficialmente, Lula não é alvo da Operação Lava Jato, a maior investigação contra a corrupção já realizada no País e que pegou antigos aliados seus, quadros históricos do PT, como José Dirceu, ex-ministro chefe da Casa Civil, e João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do partido – ambos estão presos em Curitiba, base da missão Lava Jato.

Lula já depôs na Polícia Federal na condição de ‘informante’. “Não existe nenhuma ação penal contra mim, o próprio (Sérgio) Moro (que conduz as ações da Lava Jato na 1ª instância) disse que eu não sou investigado”, afirmou. “Em respeito ao depoimento que eu fiz na Polícia Federal e no Ministério Público, não acho que existe nenhuma possibilidade de ação penal, a não ser que seja uma violência contra tudo o que existe neste País.”
Disse ainda. “Estou muito tranquilo”

O petista disse que ‘o governo criou mecanismos para que nada fosse jogado embaixo do tapete nesse País’. Para Lula, a presidente Dilma Roussef um dia será enaltecida, pelo que ela criou condições para permitir que ‘neste país todos saibam que têm que andar na linha’. Segundo o ex-presidente, isto vale do ‘mais humilde ao mais alto escalão brasileiro’.

Afirmou. “A apuração de corrupção é um bem desse país.”

“Já ouvi que delação premiada tem que ter o nome do Lula, senão não adianta”, declarou. “Duvido que tenha um promotor, delegado, empresário que tenha a coragem de afirmar que eu me envolvi em algo ilícito.”

O ex-presidente afirmou que ‘tem uma tese que o Lula faz jogo de influência’. “As pessoas deveriam me agradecer. O papel de qualquer presidente é vender os serviços do seu País. Essa é a coisa mais normal em um país”, disse. “Como se o papel de um presidente fosse ser vaca de presépio.”


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