Poder

Flávio Dino percorre o Maranhão com o submundo da política

Flávio Dino.

Flávio Dino.

Há pouco mais de dois dias fora da presidência da Embratur, Flávio Dino percorre diversas cidades com o Diálogos ao lado da pior categoria de políticos: aqueles que vivem no submundo.

Por onde passa, o comunista demonstra sua hipocrisia e como não tem plano de governo, só sabe atacar a família Sarney. “Eles (grupo Sarney) dizem que o que importa é a força da máquina”, disse o comunista, em passagem pelos município de Primeira Cruz, Humberto de Campos e Morros.

Atualmente, Flávio Dino se mobiliza um penca de políticos condenados pela Justiça Estadual e Federal. Além daqueles que são alvos de investigação federal como – por exemplo -, o deputado federal Weverton Rocha (PDT).

Dino pretende levar ao executivo estadual não só Weverton Rocha e Luis da Amovelar, ex-prefeito condenado pela Justiça Federal, mas também um “membro de organização criminosa”.

Mas, as relações perigosas do comunista com o membro da ORCRIM será divulgada em matéria neste blog na manhã de segunda-feira. Aguardem!


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Maranhão

Conheça o submundo dos aliados de Flávio Dino

Condenados. Improbidade administrativa, corrupção, saqueamento do cofres públicos. São esses negativos pontos que atrelam-se aos aliados do Presidente da Embratur, Flávio Dino. Ele que é metido a paladino da moralidade, se submeteu a ter como amigos a pior categoria da classe: aqueles que vem do submundo da politica maranhense.

Infelizmente, nada mais se pode esperar de Flávio Dino com sua trupe e sede de poder de cada um deles. Veja abaixo uma pequena lista dos amigos do paladino. Uma vergonha para o Maranhão.

Flávio Dino e Weverton Rocha.

Flávio Dino e Weverton Rocha.

Weverton Rocha: 

O deputado federal Weverton Rocha (PDT) responde a sete ações por improbidade administrativa no Maranhão. Seis na Justiça Estadual e uma na Justiça Federal. Ele é apontado em reportagem da revista Veja como um dos assessores do ministro Carlos Lupi responsáveis por cobrar propina para liberação de convênios com suspeitas de irregularidades. Ao longo das últimas semanas, o iG tem revelado uma série de irregularidades na pasta.

Nas ações, Rocha é acusado de ter cometido várias irregularidades quando era Secretário de Estado de Esporte e Juventude do então governo Jackson Lago (PDT). As irregularidades incluem o desvio de 1.080 colchões destinados a atender famílias desabrigadas pelas enchentes do Maranhão e o favorecimento ilícito de uma empresa para reforma de um ginásio – a reforma mal saiu do papel.

Zé Reinaldo

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Operação Navalha da Polícia Federal (PF) que desmontou, em 2007, um esquema de fraudes de licitações e desvios de recursos públicos federais em favorecimento da construtora Gautama e que levou José Reinaldo Tavares à prisão algemado.

Autora da decisão que levou o ex-governador José Reinaldo Tavares ao xadrez da PF em Brasília, a ex-ministra Eliana Calmon pode vir a ser colega de bancada de Tavares no Senado Federal.

 

Flávio Dino e o seu amigo, agora inelegivel

Flávio Dino e o seu amigo, agora inelegivel

Othelino Neto:

O deputado estadual Othelino Neto (PC do B) foi condenado pela Justiça Estadual por improbidade administrativa ambiental, concessão de licença sem cumprimento de formalidades legais e omissão do dever de fiscalização. Com a decisão o parlamentar teve os direitos políticos suspensos por cinco anos – o que o impossibilita de concorrer a cargos eletivos – e deve pagar multa. Ele pode recorrer no cargo.

Além de Othelino Neto, a empresa Limp Fort Engenharia Ambiental também foi condenada e deve pagar uma multa de mais de R$ 70 mil – que devem ser atualizados – e está proibida de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais direta ou indiretamente de ente público.

Rubens Pereira:

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O ex-deputado Rubens Pereira, pai do do deputado imberbe Rubens Pereira Júnior (PCdoB), foi condenado à perda dos direitos políticos por cinco anos, a devolver R$ 759,6 mil aos cofres do Estado do Maranhão, além de estar proibido de contratar ou receber incentivos financeiros do poder público.

A decisão, do último dia 14, é do juiz de Matões, Rogério Monteles da Costa. A ação tramitava há 16 anos e foi oringária dos anos de 1990 quando Rubens Pereira foi prefeito da cidade. Em 2006, ele deixou de ser candidato a deputado, colocando o filho em seu lugar, por causa condenações parecidas.O ex-deputado foi acusado pelo Ministério Público de desviar convênios de associações, especialmente na área de eletrificação rural. O pai do deputado comunista usou o nome de 21 pessoas no golpe.

Bira do Pindaré:

flavio-dino-e-biraO deputado estadual Ubirajara do Pindaré Almeida Sousa, o Bira do Pindaré (PT), foi condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por atos de irregularidade administrativa e desvio de dinheiro público quando chefiou a Delegacia Regional do Trabalho (DRT) no Maranhão, no período de março a dezembro de 2003. A condenação o proíbe de assumir cargo público por oito anos e a devolver valores desviados do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

A condenação do hoje deputado Bira do Pindaré foi publicada em acórdão do TCU no dia 26 de setembro do ano passado. A única reação do parlamentar, que seguiu fazendo o papel do político que nunca prevaricou, foi apelar para um expediente chamado nos meios jurídicos de “protelatório”.

Trata-se de um pedido de revisão da pena que, por mais que lhe seja favorável (o que é pouco provável) só atenuará, mas não poderá resgatar-lhe da condição de condenado. Assim, o parlamentar petista não passa, hoje, de mais um ex-gestor do dinheiro público condenado e que se vale de artifícios da Lei para retardar o cumprimento da sua pena.

O crime de Bira do Pindaré como delegado regional do Trabalho foi dar sequência a um mecanismo de desvio do dinheiro do FAT, através do qual se pagavam com notas fiscais “inidôneas”, portanto sem nenhuma validade, contas de supostos reparos mecânicos e de substituição de peças em carrosda frota do DRT/MA.

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Cleomar Tema

A Polícia Federal prendeu oito prefeitos de municípios maranhenses, três funcionários do Tribunal de Contas do Estado e mais de 80 envolvidos em denúncias de fraude de licitações. A ação policial, intitulada de “Operação Rapina”, contou com apoio da Controladoria Geral da União (CGU).

Numa das maiores operações da PF no país, foram presos o presidente da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem), Cleomar Tema, prefeito de Tuntum.

Zé Viera

Zé Vieira mostra força e avança na liderança.

O Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) teve o pedido de condenação do ex-prefeito de Bacabal (MA), José Lins Vieira, deferido pela Justiça Federal. Ele desviou quase R$ 3 milhões de reais em recursos públicos repassados pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) que deveriam ser aplicados em investimentos voltados para a educação do município.

Constatadas as irregularidades em auditoria da Controladoria Geral da União (CGU) realizada no município de Bacabal, o MPF propôs contra o ex-prefeito ação de improbidade, por danos ao erário e aos princípios da administração pública e enriquecimento injustificado.

Segundo o MPF, entre outros atos de improbidade, o ex-prefeito realizou licitações para compra de material de limpeza, material didático e de expediente, por intermédio de sucessivas licitações ao invés de realizar licitação única, maximizando gastos. Além disso, montou processos licitatórios com indicação genérica do objeto, impossibilitando a apresentação de propostas, e, em alguns casos com a contratação direta do fornecedor, sem formalização de dispensa de licitação.

Luis da Amovelar:

Flávio Dino e o condenado Luis da Amovelar

Flávio Dino e o condenado Luis da Amovelar

Ex-prefeito de Coroatá, Luís da Amovelar, prefeito este que foi condenado pela Justiça Federal por desvio de verbas federais destinadas à educação. No julgamento de ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal, a juíza Liviane Kelly Soares Vasconcelos condenou o ex-prefeito a devolver aos cofres municipais o valor de R$ 1.223.174,12 com as devidas correções monetárias, e suspendeu seus direitos políticos por oito anos, tornando-o inelegível.


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Maranhão

Mais um político condenado por corrupção entra na campanha de Flávio Dino

Flávio Dino e o condenado Luis da Amovelar

Flávio Dino e o condenado Luis da Amovelar

Em sua passagem por Codó no ultimo final de semana, Flávio Dino, o paladino da moralidade que prega em seu discurso “mudança”, “transparência” e “respeito”, recebeu o apoio do ex-prefeito de Coroatá, Luís da Amovelar, condenado pela Justiça Federal por desvio de verbas federais destinadas à educação. Amovelar foi severamente condenado na ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal, através da juíza Liviane Kelly Soares Vasconcelos.

O aliado do comunista foi condenado a devolver aos cofres de Coroatá mais de R$ 1 milhão e teve direitos políticos suspensos por oito anos.

E assim, apenas no gogó Dino continua tentando enganar a população do Maranhão, se unindo as mais diversas especies de políticos corruptos do estado.

Portanto, é vergonhoso para a classe dos juízes federais observar de camarote Flávio Dino se aliando ao submundo dos condenados em prol de seu projeto pessoal de poder. Uma lástima!


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Política

Desafeto de Murad, Amovelar quer ser candidato a deputado estadual

Inimigo mortal de Ricardo Murad, Amovelar pretende ser candidato a deputado.

Inimigo mortal de Ricardo Murad, Amovelar pretende ser candidato a deputado.

Embora tenha sido condenador pela Justiça Federal por desvio de verbas federais destinadas à educação, o ex-prefeito de Coroatá, Luís da Amovelar (PT), ainda pretende ser candidato indicado por um partido da base do governo Roseana Sarney, para representar a região nas eleições do próximo ano.

A informação foi confirmada por aliados de Amovelar, que esteve na cidade de Coroatá em reunião neste mês. “Eu quero ser o candidato a deputado do grupo, sou o que tem mais chances, e já tem uma pessoa tentando resolver meus problemas com a justiça”, declarou uma fonte ao Blog do Neto Ferreira.

Além de ser considerado inimigo mortal do secretário de Saúde Ricardo Murad, que impôs duas derrotas nas cidades de Coroatá e Peritoró, Amovelar poderá contrair outro inimigo: o prefeito de Santo Antônio dos Lopes, Eunélio Macedo Mendonça (PSD), que teria firmado acordou com petista busca dos votos de Coroatá para Ana do Gás.

A situação do ex-prefeito de Coroatá passou a ficar complicada após figurar no rol da ficha suja, consequência da ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal, na qual foi condenado a devolver aos cofres municipais mais de R$ 1 milhão e perder os direitos políticos por oito anos.


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Política

Herança maldita de Amovelar faz Teresa cancelar carnaval em Coroatá

Um dos principais carnavais que ocorrem no interior do Estado, Coroatá, cidade que carrega consigo o brilhantismo das festas carnavalescas e juninas, desta vez, terá que cancelar o carnaval 2013.

Teresa Murad.

Teresa Murad.

O motivo do qual levou a prefeita Teresa Murad a tomar a decisão que para a população de Coroatá não é bem vista, se deu após detectar o estado crítico financeiro deixado pelo ex-prefeito, Luis da Amovelar.

Em nota encaminhada na manhã deste sábado, a Prefeitura decreta estado de calamidade. Leia abaixo a nota da prefeita Teresa Murad, esposa do secretário de Saúde, Ricardo Murad.

NOTA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE COROATÁ

O estado de calamidade encontrado pela nova administração, fruto de uma gestão criminosa e irresponsável de oito anos do ex-prefeito Luís da Amovelar, obrigou a Prefeitura de Coroatá decidir pelo cancelamento dos eventos para realização do Carnaval 2013 com recursos do orçamento municipal.

A Prefeitura tomou essa decisão em defesa do interesse público e tendo em conta a situação deplorável em que o nosso Município se encontra e num momento em que todos os recursos são insuficientes para fazer face às intervenções emergenciais visando restabelecer a prestação dos serviços públicos essenciais para a população.

Mas, a Prefeita de Coroatá reconhece a importância do Carnaval para o desenvolvimento econômico, cultural e turístico do Município e irá buscar apoio de empresas privadas para garantir as festas carnavalescas sem ônus para a Prefeitura.

Para a atual administração municipal de Coroatá política e gestão pública são sinônimos de responsabilidade e seriedade.
Para nós, um tostão é um tostão, um real é um real.

E Coroatá é de todos nós


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Política

Ex-prefeito Luís da Amovelar é obrigado a devolver documentos da Prefeitura de Coroatá

Em decisão datada da última terça-feira (8), o juiz Francisco Ferreira de Lima, titular da 2ª Vara respondendo pela 1ª Vara da Comarca de Coroatá, determina que o ex-prefeito do município, Luis Mendes Ferreira, e mais nove ex-integrantes da administração do município entreguem à administração municipal, no prazo de 24 horas, “documentos de sua competência administrativa da época em que exerciam função ou cargo na esfera administrativa do Município de Coroatá.”

A determinação atende à Medida de Cautelar de Exibição de Documentos, com Pedido Liminar de Busca e Apreensão, proposta pela atual prefeita do município, Maria Teresa Trovão Murad.

O prazo para o cumprimento do Mandado de Exibição encerra-se às 16h desta quinta-feira (10). Em caso de desobediência da decisão, será cumprido o Mandado de Busca e Apreensão (já expedido pelo juiz) nos escritórios e residências dos requeridos.

A busca deve-se limitar aos documentos arrolados e deve ser cumprida, com a máxima cautela, por dois oficiais de Justiça, acompanhados de força policial, reza a decisão.

Entre os documentos requeridos, o cadastro dos servidores municipais, termos contratuais e convênios celebrados junto a órgãos estaduais e federais, montante da dívida ativa tributária e não tributária cobrada na esfera judicial, lista dos bens móveis e imóveis da prefeitura e outros.

Extraviados – Na Medida Cautelar impetrada pela atual prefeita, Teresa Murad se diz impedida de administrar o município em face da recusa da administração anterior em atender às solicitações de entrega dos documentos demonstrativos da atual situação administrativa e financeira da Prefeitura de Coroatá, “a fim de elaborar seu plano de governo com base nos dados fornecidos”.

Teresa diz ainda que, diante da recusa, impetrou “Mandado de Segurança, obtendo a liminar, tendo, porém, o ex-gestor lhe entregue documentos insatisfatórios”.

A prefeita informa também que, após sua posse, “busca nos arquivos da sede da Prefeitura de Coroatá não encontrou os documentos da administração municipal, suspeitando-se que tenham sido extraviados”.


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