Crime

Justiça nega habeas corpus a envolvido na morte de Décio Sá

Júnior Bolinha

Júnior Bolinha

A  2ª Câmara do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) negou, nesta quinta-feira (23), habeas corpus a José Raimundo Sales Chaves Júnior, o Júnior Bolinha, que responde ação penal por envolvimento na morte do jornalista Décio Sá, assassinado em abril de 2012.

A alegação da defesa é de que Júnior Bolinha estaria sofrendo constrangimento ilegal em sua liberdade de locomoção e que a prisão decretada na decisão de pronúncia não possui os motivos autorizadores da custódia, além de inexistir motivação a justificar a renovação da prisão do acusado.

O relator do processo, desembargador Marcelino Everton, decidiu pela manutenção da prisão do acusado por entender que é uma medida acauteladora do normal desenvolvimento do processo e da eficiência da lei penal, afastando o perigo de alteração das provas e da própria fuga do acusado.

O magistrado refutou todos os argumentos da defesa pela concessão de liberdade do acusado e disse que a decisão de manter Júnior Bolinha preso cumpre todos os pressupostos exigidos pela lei, em conformidade com o Código de Processo Penal (CPP), em seu artigo 413, parágrafo 3º.

Participaram do julgamento do habeas corpus os desembargadores José Bernardo Rodrigues e José Luiz Almeida.


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Maranhão

Deu a louca:Junior Bolinha foge da prisão e é recapturado pela policia

Júnior Bolinha

Júnior Bolinha

Na noite de hoje (21), um dos acusados do assassinato do jornalista Décio Sá, conseguiu fugir da prisão com a ajuda de um funcionário.

Após a fuga, Bolinha adentrou em um carro que já o esperava do lado de fora e seguiu sentido bairro do Araçagy para fazer um sequestro relâmpago, mas para sua tristeza a Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), já estava sabendo da fuga e conseguiu capturar o acusado.

Junior Bolinha foi levado de volta para a prisão, onde deverá aguardar seu julgamento e seus comparsas também foram autuados.

 


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Judiciário

Justiça manda libertar Gláucio, José Miranda e Júnior Bolinha no Piauí

Processo é relacionado à morte de Fábio Brasil, que ainda está na fase de instrução processual.

Gláucio Alencar e Miranda.

Gláucio Alencar e Miranda.

A Justiça do Piauí determinou semana passada a soltura dos agiotas Gláucio Alencar e seu pai, José Miranda, presos desde o ano passado por suspeita de envolvimento no assassinato do empresário Fábio Brasil.

Também foi beneficiado com o Alvará de Soltura o empresário Júnior Bolinha, apontado como agenciador da morte de Brasil.

O juiz responsável pelo processo em Teresina entendeu não haver mais motivos para manter os acusados presos, uma vez que são réus primários, não interferiram no processo e, principalmente, estão presos por tempo excessivo para a instrução.

No caso de Miranda, pesa ainda a idade avançada, que compromete a saúde do acusado, sem que o processo tenha um andamento normal.

Mesmo com a garantia de liberdade, Gláucio, Miranda e Bolinha vão continuar presos em São Luís, já que respondem ao processo também pela morte do jornalista Décio Sá, embora já existam habeas corpus tramitando nas várias instâncias da Justiça.

O caso Décio está em grau de recurso da pronúncia a Júri Popular. O de Fábio Brasil ainda está na fase da instrução processual. (Imirante)


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Crime

Assassino de Décio Sá muda depoimento e tira Gláucio e Miranda da linha de fogo

Ele isentou do crime os agiotas Gláucio e Miranda e apenas envolveu o nome de Júnior Bolinha.

Do Blog do Luis Cardoso

O assassino do jornalista.

O assassino do jornalista.

Já era esperado. Estava tudo arrumadinho. O próprio advogado do pistoleiro de aluguel Jonhatan Sousa, Pedro Jarbas, antecipou há duas semanas que o depoimento do seu cliente pode mudar todos os rumos do caso Décio Sá.

Assassino confesso da morte do jornalista em 23 de abril do ano passado, o pistoleiro negou quase tudo que contém nos depoimentos prestados para os delegados que investigaram o caso.

Como se lhe faltasse a memória, disse que não conhece os mandantes do crime e deu um novo nome para o contratante. um tal de Neguinho Barrão.

Jonhatan Souza, como se tivesse encenado a peça apresentada hoje, falou que não conhece Gláucio e muito menos o pai Miranda e que seus depoimentos iniciais foram dados sob pressão.

Falou que aceitou dizer o que os delegados queriam com receio de morrer. Informou que tinha medo de ir para Pedrinhas e lá ser assassinado. “Por isso, decidi colaborar e aceitar o que eles queriam”, disse.

O pistoleiro disse que conheceu o Neguinho Barrão em Santa Inês e que a partir daquele momento aceitou fazer os trabalhos para o empresário Júnior Bolinha, incluindo as mortes de Fábio Brasil, em Teresina, e Décio Sá, em São Luís.

Contou que não recebeu o dinheiro todo desde o primeiro “serviço” e não soube explicar como fez o segundo se sequer recebeu o primeiro.

O assassino, que estava trajando roupas de marcas e tênis de grife, chegou a afirmar que boa parte dos depoimentos prestados pelos delegados estava pronto e que citou o nome do deputado Raimundo Cutrim a pedido deles.

Ele isentou do crime os agiotas Gláucio e Miranda e apenas envolveu o nome de Júnior Bolinha. Essa estratégia vinha sendo montada desde as visitas constantes dos advogados dos agiotas ao próprio Jonhatan em presidio fora do Maranhão, o que sugere que houve um acerto entre os advogados das partes.


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Política

Só para Marcos Caldas, Fábio Brasil devia R$ 60 mil reais

As relações perigosas de Marcos Caldas com Gláucio Alencar e Júnior Bolinha.

Aliado político do governo Roseana Sarney (PMDB), o deputado estadual Marcos Caldas (PRB), aparece em três curiosos momentos de depoimentos e grampos do caso Décio Sá.

Deputado tinha negócios com Gláucio Alencar.

Deputado tinha negócios com Gláucio Alencar.

No primeiro, o empresário e agiota Gláucio Alencar Pontes Carvalho, em depoimento à Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), diz que Caldas já foi sócio de José Raimundo Sales Chaves Júnior, o Júnior Bolinha, em uma loja de venda de veículos na Avenida dos Africanos.

“Conheço o Júnior Bolinha desde a época que ele tinha uma loja de veículos em sociedade com o deputado estadual Marcos Caldas”, diz o agiota.

No segundo momento, nos grampos da Operação Blogueiro, o parlamentar aparece em conversas nada republicanas com o advogado Ronaldo Ribeiro, dizendo que tem um dinheiro com Gláucio para receber de uma casa.

No terceiro momento, Marcos Caldas é citado no depoimento de Patrícia Aranha, como uma das 60 pessoas que emprestaram dinheiro para Fábio Brasil. O valor do empréstimo gira em torno de R$ 60 mil reais, conforme imagem abaixo.

O curioso desta situação é que a Polícia tem conhecimento das relações perigosas do deputado com Gláucio Alencar, Júnior Bolinha e toda sua trupe. Mesmo sabendo que o dinheiro não foi emprestado pela factoring, providências não foram tomadas sobre tal fato revelado em depoimento.

Este tipo de citação em depoimento que mostra um elo de negócios sombrios, torna-se cada vez mais comprometedor. Caso o deputado Marcos Caldas prove o contrário.


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Crime

Jornalistas e blogueiros depõem no 2° dia das oitivas do Caso Décio Sá

Três testemunhas depuseram durante a manhã do 2° dia da fase de instrução.

Do G1MA, por Clarissa Carramilo

Juiz, promotor e auxiliares na audiencia do Caso Décio Sá (Foto: Clarissa Carramilo/G1)

Juiz, promotor e auxiliares na audiencia do Caso Décio Sá (Foto: Clarissa Carramilo/G1)

Três testemunhas de acusação foram ouvidas na manhã desta terça-feira (7), no segundo dia de audiências da fase de instrução do assassinato do jornalista Décio Sá. Ao todo, 55 pessoas devem prestar depoimento na fase de instrução do processo, que ocorre entre os dias 6 e 24 de maio, no Fórum Desembargador Sarney Costa, em São Luís.

Jornalistas e blogueiros, colegas de profissão de Décio Sá, depuseram hoje. Em entrevista ao G1, uma das testemunhas, que não quis se identificar, contou que as perguntas foram relacionadas ao dia-a-dia do jornalista e sobre um grupo de blogueiros conhecidos na cidade.

Outra testemunha, que também não quis se identificar, revelou que a defesa dos posssíveis mandantes usa a estratégia de insinuar que os blogueiros usam notícias para extorquir dinheiro de políticos e empresários, e que o mando da morte de Décio Sá teria partido de um empresário de Barra do Corda, já condenado como mandante da morte do um líder popular.

A testemunha teria falado sobre uma segunda linha de investigação da morte de Décio abandonada pela polícia, que incluiria o delegado da Polícia Federal do Maranhão (PF-MA) Pedro Meirelles na trama do crime. Ele é acusado de participar do esquema de agiotagem descoberto com as investigações sobre a morte do jornalista. A PF-MA investiga o caso por meio de sindicância interna.

Oito dos 12 acusados pela morte do jornalista estiveram presentes. Entre eles, os possíveis mandantes Glaucio Alencar e o pai José Miranda; Fábio “Bochecha”, acusado de intermediar o crime; o ex-subcomandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar, Fábio “Capita”, acusado de fornecer a arma do crime; Marcos Bruno, acusado de oferecer fuga ao assassino; Elker Veloso, o Diego, acusado de integrar a quadrilha; dois policiais civis afastados da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), Alcides da Silva e Joel Medeiros, que teriam ligação com o esquema de agiotagem.

Shirliano de Oliveira, o Balão, que ainda está foragido, assim como Júnior “Bolinha”, ambos apontados como intermediadores do crime; e o advogado Ronaldo Ribeiro, que se encontra em liberdade, deixaram de comparecer à audiência desta terça. O advogado de Júnior “Bolinha”, Armando Serejo, explicou a ausência do acusado. “Por enquanto, ele só quer vir no momento oportuno. Ele se sente muito exposto, sente vergonha, aquela coisa toda. Mas ele vem”, contou.

Primeiro dia
Na segunda-feira (6), somente seis das 10 testemunhas arroladas foram ouvidas. Um delas foi dispensada pelo Ministério Público (MP) e outras três não foram localizadas, de acordo com informações do MP.

O advogado de Ronaldo Ribeiro, Aldenor Rebouças Júnior, pediu o adiamento das audiências e apresentou habeas corpus concedido pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA), assinado pelo desembargador Raimundo Nonato de Souza. O juiz que responde pela 1ª Vara do Tribunal do Júri de São Luís, Márcio Castro Brandão, não aceitou os argumentos da defesa e decidiu desmembrá-lo do processo para evitar que os depoimentos de todas as testemunhas fossem adiados.


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Crime

Atenção Aluísio! Agiota Gláucio volta a usar celulares dentro da cela

Já foi encontrado por duas vezes os mesmos celulares na cela de Gláucio Alencar.

Chegou ao conhecimento do Blog do Neto Ferreira na manhã desta terça-feira (29), o esquema que vem acontecendo dentro do Comando Geral para beneficiar o agiota Gláucio Alencar Pontes de Carvalho, de 35 anos, com entrada de aparelhos telefônicos em sua cela.

O agiota Gláucio Alencar Pontes, preso acusado de mandar executar um pai de família.

O agiota Gláucio Alencar Pontes, preso acusado de mandar executar um pai de família.

Ele que é mantido preso há mais de seis meses no Quartel do Comando da Polícia Militar do Maranhão, no Calhau, acusado de agiotagem e mandante da execução do jornalista de O Estado do Maranhão, o blogueiro Décio Sá.

Ao todo, na cela do agiota foram realizadas quatro vistorias comandadas pela Secretaria de Administração Penitenciária (Sejap). Na primeira, foram recolhidos objetos e uma carta do agiota á governadora Roseana Sarney (PMDB). Na segunda foram encontrados celulares não só na cela de Alencar como de outros bandidos que estão presos em celas ao lado.

Já na terceira e quarta batida, os mesmos celulares foram encontrados de posse do agiota e drogas como êxtase em uma cela ao lado.

Ocorre que, os bandidos encarcerados ao lado sequer têm condições financeiras de adquirir êxtase por ser uma droga comercializada em valores extremamente elevados. O que caracteriza ser levado ao Quartel a pedido de algum dos presos que tenha boa estrutura financeira.

Em mais: Gláucio Alencar manteve contato telefônico com um empresário, que ele comprou uma maquina pesada e pagou de duas formas: com dinheiro e o resto da dívida foi paga com uma Hilux SW4 da qual pediu a um amigo que comprasse para depois pagá-lo.

Ao que parece, a facilidade, tranquilidade ou então conveniência de membros da Polícia Militar em devolver os mesmos aparelhos apreendidos, poderá desgastar a imagem do Secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes, que deve desconhecer o esquema diário em favor de “bandidos” disfarçados de bacana.


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Crime

Júnior Bolinha não será ouvido em audiência

56 testemunhas serão ouvidas até quinta-feira

Raimundo Charles Sales Júnior, o ‘Júnior Bolinha’ é o único dos treze acusados de envolvimento no assassinato do jornalista de O Estado e o blogueiro Décio Sá não participará, na manhã desta segunda-feira (28), de audiência no Fórum Desembargador Sarney Costa, conforme decisão judicial. A informação foi passada pelo advogado do acusado.

Serão ouvidas 15 testemunhas por dia, até a quinta-feira (31), relativas ao caso da morte do jornalista, assassinado no dia 23 de abril de 2012, em um bar na avenida Litorânea, por Jhonatan de Sousa Silva, de 24 anos, que se encontra no Fórum, e será ouvido.

Todas as testemunhas são de acusação, arroladas pelo Ministério Público do Maranhão (MP-MA). No total, 13 pessoas são acusadas de envolvimento no crime, incluindo: pistoleiro Jhonatan de Sousa Silva, que cobrou cem mil reais para matar o jornalista; o empresário e agiota, Glaucio Alencar e o pai dele, José de Alencar Miranda, que teriam financiado o crime; Raimundo Charles Sales Junior, o Junior Bolinha, acusado de agenciar o matador; e o policial militar Fábio Aurélio Saraiva Silva.

Todos os citados aguardam julgamento presos.

As informações são do Imirante


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Poder

A polícia precisa falar…

Aluísio Mendes e sua equipe precisam esclarecer estes pontos, ainda que mantenham a investigação sob “sigilo”.

Blog do Marco D’Eça

Aluísio só fala nos bastidores; Cutrim já deu declarações.

Aluísio só fala nos bastidores; Cutrim já deu declarações.

O deputado Raimundo Cutrim (PSD) já falou. Se defendeu, admitiu as ligações com Júnior Bolinha, mas negou envolvimento no assassinato de Décio Sá.

A governadora Roseana Sarney (PMDB) também já falou. Garantiu que a polícia irá investigar até o último ponto e afirmou não acreditar no envolvimento de Cutrim, seu ex-secretário de Segurança.

Mas a polícia precisa falar.

O secretário Aluísio Mendes e sua equipe de delegados precisam explicar por que, diante do depoimento de Jhonatan Souza, não tomaram qualquer medida em relação ao parlamentar governista.

Algumas perguntas precisam ser feitas:

1 – Se Jhonatan afirmou tratar-se do próprio deputado Raimundo Cutrim, por que o Cutrim citado no pedido de prisão não foi qualificado?

2 – Se a polícia não acredita no envolvimento do deputado Cutrim no caso, por que fica vazando informações nos bastidores – como os telefonemas de Gláucio e Bolinha, por exemplo?

3 – Se o Cutrim citado por Jhonatan não é o deputado Raimundo Cutrim, o que a polícia tem a dizer sobre isso?

4 - Por que a polícia não tomou nenhuma providência contra o deputado – seja para ouvi-l0 como testemunha ou para questionar outros envolvidos sobre sua participação no crime?

5 – Mais importante: por que Fábio Capita, que teve apenas citações superficiais, está preso, e Raimundo Cutrim, apontado como “mandante principal”, segundo o depoimento, não foi nem qualificado?

Aluísio Mendes e sua equipe precisam esclarecer estes pontos, ainda que mantenham a investigação sob “sigilo”.

Caso contrário, parecerá que a acusação contra Cutrim fora montada pelo próprio Sistema de Segurança.

Numa disputa desenfreada por poder policial…


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Crime

“Júnior Bolinha” presta depoimento hoje na SEIC

Hoje por volta das 09:00 ele foi encaminhado para prestar depoimento na Superitendência de invetigações criminais.

Júnior Bolinha

Júnior Bolinha

Desde o dia da sua prisão no dia (13), deste mês, José Raimundo Sales Chaves Júnior, o “Júnior Bolinha” se manteve preso no 8° DP policial localizado no bairro da liberdade.

Hoje por volta  das 09:00 ele foi encaminhado para prestar depoimento na Superitendência de Invetigações Criminais (SEIC).

Júnior bolinha é acusado de fazer parte da quadrilha que tramou e executou o jornalista/blogueiro Décio Sá. Bolinha, foi quem contratou pistoleiro Jhonhatan de Sousa que assassinou brutalmente o jornalista na Avenida Litorânea.


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